Amarrada na ârvore – pt i



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Olá! antes de mais nada, vou me apresentar á você: meu nome é camila, tenho 17 anos, cabelos escuros (mas bem escuros mesmo) até a altura do ombro, pele clarinha, tenho aproximadamente 1,70m de altura, tenho olhos verdes e um corpinho bem em forma pois faço academia (não sou musculosa, mas também não tenho muitas gordurinhas).
a história que eu vou contar aconteceu alguns mêses atrás. minhas aulas já tinham começado, e junto com elas, o stress. uma bela sexta-feira voltei pra casa logo depois da aula (12:15) com uma dor de cabeça.
minha mãe estava em casa fazendo o almoço e disse que tinha que voltar pro trabalho logo (ambos meus pais trabalham quase todo o dia, me deixando sozinha com meu irmão). ela me avisou que meus primos íam vir passar o dia em casa. meu primo maior, wagner (ou apenas wá), têm 18 anos, pele um pouco mais bronzeada (pois é surfista e surfa muito bem e por consequência têm um corpinho nada mal), têm 1,85 (eu acho) e olhos castanhos. meu outro priminho (césar – ou cé) têm apenas 6 anos. é um amor de criança. nunca tive fantasia nem desejo pelo wá, e por outro lado, nós nunca nos dávamos tão bem. ele era mais primo do meu irmão (caio) do que meu primo. mas o cé é bem mais meu primo do que do meu irmão.
enfim, disse pra minha mãe que eu iria durmir um pouco, para ver se curava minha dor de cabeça. sabia que meu irmão iria ficar em casa o dia inteiro, então ele podia atender os primos quando eles chegassem. naquele dia estava usando uma camisa abotoada branca (tecido bem fininho, pois estava calor naquele dia) e uma saia preta que ía até um pouco acima do joelho. entrei no meu quarto e tirei meu sutiã por debaixo da camiseta e minha calcinha (hábito que tenho antes de dormir durante o dia). nem me preocupei em me trocar: eu apenas iria dormir algumas horas e iria acordar de novo. devo ter dormido por umas 2 horas, pois fui acordada pelo meu irmão avisando que ele iria dar uma volta com o wá e que era pra eu cuidar do césar. o cé entrou no meu quarto com uma faixa na testa e umas “penas” de papel presas na faixa, imitando um índio. ele queria que eu brincasse com ele. disse que tudo bem, desde que fosse no quintal, pois meu quarto estava uma bagunça e não queria ele pisando em nada “frágil”. saímos no quintal e ele me falou o que queria: “mila, vamos brincar de índio? eu faço o índio e você faz papel de mulher presa, podi ser?”. falei que tudo bem. provavelmente esse “papel” não seria muito agitado mesmo, então dava para descontrair um pouco. ele disse que eu tinha que estar presa. ele sugeriu que eu fosse amarrada numa árvore. concordei, desde que eu não ficasse muito bem amarrada (mas por outro lado, sabia que um garoto de 6 anos não sabe fazer um bom nó na corda). ele pegou uma corda que ele tinha, pediu para que eu colocasse as mãos atrás de uma árvore e ele amarrou. notei que ele estava dando um bom nó. pior, notei que ele estava realmente forçando, e aquela força não era típica de uma criança. pelo menos não uma de 6 anos de idade. pedi que ele deixasse um pouco frouxo pra poder circular sangue. ele não disse nada. continuou amarrando. a corda estava muito bem amarrada nos meus pulsos, de tal maneira que não parecia ser fácil poder escapar. derrepente o cé aparece na minha frente com uma nota de 10 reais na mão e me pediu “quer tomar um sorvete comigo?”. perguntei daonde ele tinha tirado aquele dinheiro, pois sabia que não era meu. “não. vai embora moleque. ela não quer nada. agora vê se xispa daqui.” falou uma voz atrás de mim. gelei.
eu já tinha sacado o que estava acontecendo: meu primo wagner tinha combinado com seu irmão de fazer com que eu seja amarrada atrás da árvore. não foi o cé que me amarrou, foi o próprio wá, que deveria estar se escondendo atrás de uma das árvores antes. e o que mais me assustou, foi a lembrança que eu estava sem calcinha nem sutiã.
wagner apareceu por de trás de mim com um sorriso na cara. perguntei pq ele ainda estava aqui. “eu dei 10 reais pro teu irmão pra ele mentir que iria sair comigo e mais 10 pro meu irmão conseguir te enrolar”. perguntei o por que disso tudo: “oras! eu sabia que você não ía dar pra mim de livre e espontânea vontade como você fica dando pro seu irmão (algo que relatei em um conto passado), então decidi armar algo. esperto eu, não?”. falei que ele era um louco doentio pra fazer isso e disse que eu iria gritar se ele tocasse em mim. ele falou que não se atreveria á tocar em mim…ainda. pegou uma mangueira e ligou a água. perguntou “você está com calor? deve estar, pois realmente está um sol de rachar” e com isso, apontou a mangueira na minha direção, molhando meu rosto, quase me afogando. a água estava escorrendo pela minha camisa, pela minha saia até chegar nos meus pés. notei que minha camisa branca estava transparente e grudando no meu corpo. ele podia ver meus seios. a água fria estava me deixando excitada, ainda mais quando chegava na minha bucetinha.
lá estava eu, amarrada numa árvore, totalmente molhada, minha camisa branca transparente, meus seios aparecendo para meu primo. ele se aproximou de mim e levantou minha saia. cruzei as pernas. ameacei gritar (sabia que ninguém escutaria mesmo, pois nossa casa é quase uma chácara e os vizinhos raramente estão em casa, então as chances de alguém me escutar e vir me socorrer desse pervetido eram mínimas). mesmo assim ele tinha um pequeno acesso ao meu grelhinho. ele usou esse pequeno acesso para enfiar a mangueira em mim, ainda ligada, jorrando aquela água fria naquele dia quente. era uma sensação boa até. mas não queria me entregar tão facilmente. quando começou um movimento leve de vai e vêm, comecei á enloquecer. não queria dar para ele, mas estava já abrindo as pernas instintivamente. ele começou a desabotoar minha camisa ao ver meus olhos quase rolando pra trás e eu mordendo meus lábios para não gemer. não queria assim. eu recusava á ser estuprada desse jeito. mas no momento em que ele começou á esfregar meus seios com sua mão grande, fiquei louca de vez. já não me importava mais: abri as pernas e pedi que ele enfiasse a mangueira mais para dentro. ele atendeu ao pedido, e junto com a mangueira, ele enfiou um dedo da mão esquerda dele (a que estava segurando a mangueira). parou de esfregar meu seio e passou á lambê-lo com sua boca. com sua mão livre, ele segurou a mangueira e introduziu um segundo dedo (da sua mão esquerda) na minha bucetinha. seus dois dedos entravam e saíam rapidamente de dentro de mim, mas a mangueira ía devagarzinho, me dando a impressão que eu estava levando uma dupla penetração. me perguntou se eu queria se desamarrada. mas estava adorando não poder fazer nada, totalmente submissa á ele. falei que não, mas que se ele quisesse, podia tirar minha saia. ele tirou a mangueira e seus dedos da minha xaninha e abaixou a saia até meu tornozelo, levantei um pé de cada vez e ele jogou a saia para o lado. ele foi e desligou a mangueira, voltou até mim, se ajoelhou e passou a lamber meu clitoris. aproveitou e enfiou um dedo na minha bucetinha.
que delícia que estava! sendo chupada, amarrada numa árvore, toda molhada com uma camisa aberta mostrando meu seios. ele foi descendo um pouco mais com a língua, me lambendo inteira. pedi que ele enfiasse a língua em mim. ele apenas disse “quero enfiar outra coisa”. levantou, sem tirar o dedo da minha xotinha. com a mão livre, pegou uma camisinha dentro do bolso, abriu o zíper, colocou seu pau duro de fora e pôs a camisinha. o pau dele tb era grandinho, mas parecia 1cm menor do que meu irmão (ou seja, uns 16cm).
ele pegou na minha coxa direita e ergueu-a um pouco, colocou seu pau na entrada da minha xotinha e vagarosamente começou á empurrar seu pau pra dentro de mim. começou lentamente, e depois foi bombando cada vez mais forte. eu estava delirando lá, amarrada, sendo fudida quase á força.
enquanto ele estava me comendo, ele colocou um dedo no meu cuzinho, e depois dois. eu estava gemendo tão alto que até eu me surpreendi.
após o que parecia uma eternidade, eu gozei. mas ele continuou bombando! ele não tinha gozado ainda. foi apenas depois de um longo tempo (no qual gozei mais uma vez) que ele tirou o pau da minha bucetinha, tirou a camisinha, e depois gozou bem em cima da minha bucetinha. fiquei meio de cara, pois não queria engravidar (muito menos dele). mas ele foi até a torneira, ligou a água, e me deu outro banho delicioso, esfregando meu clitoris bem gostosinho.
depois disso, ele fechou seu zíper e foi indo em direção a casa. perguntei se ele ía me soltar antes. ele só olhou pra mim e disse, “só depois de eu fazer uns telefonemas pra alguns amigos, avisando da festinha que vai ter aqui agora”.
apenas um pensamento veio á minha cabeça: “me fudi. vou ser comida por todos os garotos do bairro”.
(á ser continuado…veja “amarrada na árvore – pt ii”)