Dedurei e por vingança me estupraram



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Eu sou professora em uma escola estadual da periferia, e o fato que muito abalou minha vida ocorreu a mais ou menos a 5 anos atras, eu já lecionava ali a 1 ano, estava no quadro negro passando matéria quando me viro e vejo o Ricardo passando um pacotinho para um outro aluno e mais que depressa surpreendo eles e percebo se tratar de droga, a tal cocaína . Como tivemos uma palestras de policiais na semana anterior fui taxativa e pedi que se encaminhasse para a diretoria. – Não faz essa besteira professora, vai complicar minha vida e a sua, se me dedurar a senhora pode se dar mal.
– Não quero nem saber, você Ricardo é suspeito a muito tempo e vamos acabar com isso agora. Fui radical, sempre fui inflexível e mimada, eu mesmo chamei a policia e após a ocorrência e eu como testemunha foram levados para delegacia ou febem não sei. As minhas colegas me disseram que eu era louca e não deveria ter feito isso, que essa gente é e perigosa e vingativa. três dias depois o menino já estava na escola de novo e me olhava com um ódio tremendo, eu ficava na minha. Parece que um advogado alegou que consumia e estava em tratamento. No terceiro dia fui assaltada por dois motoqueiros
num semáforo pegaram minha bolsa e após revistarem tudo estranhei até a demora, pegarem 20,00 reais me devolveram a bolsa com os talões de cheques e cartões e tudo mais . Fiquei aliviada por não ser nada mais grave. Dou aula na mesma escola na parte da manhã e noite. No quinto dia sai cedo para dar aula e voltei para casa as 12:00 horas para fazer o almoço, pois só voltaria a noite para o segundo turno. Já estava casada há dois anos e não queria filhos por enquanto, tenho 1;65 altura, 56 kilos bem distribuídos e seis médios e um bumbum arrebitado. Entrei no meu apartamento fui me encaminhando pra cozinha, tomo o maior susto quando ouço: – Oi professora como a senhora esta, e ai……….. gostosa como sempre? – Aiiiiii, Ricardo, haaaaaaaaa…o que vocês todos estão fazendo aqui haaaaaaa…e como entraram???. Eles estavam em quatro, acredito que fizeram a copia da chave quando eu fui assaltada, eram eles o Ricardo aluno que tem 16 anos, O Roberto um menino grande de 18anos, também aluno de uma das classes que eu lecionava e Jéferson também de 16 anos que mesmo sendo encrenqueiro não sabia que tava envolvido no trafico, junto com ele estava um mulato de uns trinta anos forte e muito mal encarado, que foi logo falando: – E ai sua vaca, atrapalhou meus negócios naquela escola, me trazendo problemas no bairro, quem atravessa meu caminho eu apago, e ai piranha ta pronta pra morrer. – Por favor, eu já me arrependi, sinto muito, eu posso retira a queixa falo que me enganei (mais o fragrante tinha sido pego), por favor, peço desculpas posso pagar os prejuízos. Eu tremia muito e sabia que corria risco de vida e ainda mais que o mulato empurrava um revolver dentro de minha boca e eu estava ali encostada na parede e ele falava e ia dando tapas com as ponta dos dedos no meu rosto. E eu continuei dizendo: – Eu, posso pagar, eu vou pagar, juro que pago tudo, fiquem com meu carro, levem o que quiser, nunca mais faço isso, juro. – Tudo bem, vamos lhe dá um castigo, um presta atenção, você pisou feio na bola sua puta do caralho, vamos usar a palmatória que nem nos tempo antigo quando o aluno era malcriado. Eu tinha chegado da rua com vontade de fazer xixi e estava me segurando e também não queria falar pois sabia que eles iriam juntos, foi quando vi o Roberto passar para o mulato uma tabua comprida tipo aquelas réguas grande e mandou eu esticar o braço e abrir a mão. – Por favor não precisa fazer isso eu pago todo os prejuízos, dou meu cartão do banco e a senha. – Essa vagabunda ta tirando nóis, disse Ricardo. – Se quando eu falar você demorar a obedecer vou cortar os bicos das suas tetas, eu juro cadela!!!. Estiquei o braço e abrir com a palma da mão pra cima e com muita força ele bateu na palma de mão, gritei e chorava, recolhi a mão e ele mandou voltar na mesma posição: – Outra desça putinha !! eu juro que te corto. O Ricardo foi atrás de mim e começou a apertar e passar a mão na minha bunda, eu gelei e fiquei quieta sem reclamar e levei outra palmatória. Depois de cinco eu já não estava mais agüentando e pedindo para parar: – Por favor eu não agüento mais, posso trocar de mão?? – Então dá a outra pata cachorra !! nunca mais você vai esquecer de nóis! Levei mais algumas palmatórias e fiquei implorando para parar, foi quando já tinha dois meninos passando a mão na minha bunda apertando minhas tetas e alisando minha buceta tudo por cima da roupa. Pensava e estava apreensiva aqueles garotos que eu convivia a mais de um ano teriam coragem de me estuprar, comecei a ficar apavorada e pensei no meu marido e fiquei com muita vergonha. – Bate agora nessa bunda gostosa. Mandaram eu ficar de bruços em cima da mesa de jantar com os pés tocando o chão e Jerferson ficou puxando meu braços para que eu não me movesse, e começou a bater com aquela madeira e dava cada estalo e eu segurava o grito porque já havia sido ameaçada por causa do meus berro, numa pancada mais forte senti um liquido quente descer por minhas pernas tinha soltado involuntariamente meu xixi, ensopando a calça, minha bunda ardia muito. Fui quando o Ricardo disse : – Iiiiiiii caralho a putinha ta se mijando toda, como é cagona essa vaca. – Ela tem que apanhar sem essa calça jeans, aposto que não esta doendo e ela ta fingindo. – Levanta sua puta e abaixe as calças, sem reclamar, vai logo !!!!!!! – Já chega, não agüento mais, ta doendo muito. Acho que fiquei roxa de vergonha, tendo feito xixi e agora ter que tirar a calça na frente de meus alunos bem conhecidos, todos os meninos alisavam o pau por cima das calças e todos estavam duro. Sabia que não adiantava reclamar, abaixei a calça até o joelho e ainda vestida com a calcinha voltei a minha posição anterior torcendo para acabar logo, todos alisaram minha bunda elogiando e gravei os comentários: – Que rabo lindo, cara fiquei excitado o ano todo olhando essa bunda na sala, quero ver o cuzinho dela – Essa calcinha é de piranha, toda enterrada no rego. – Manda ela escolher ou continua apanhando ou paga um boquete pra nós Começou as lapadas e eu não agüentava mais a ardência na minha bunda e alguém abaixou minha calcinha eu não conseguia nem sentir mais vergonha, só chorava e então falei: – Aiiiiiiii, eu faço os que quiserem se não me bater mais, aiiiiiiiii – O que a piranha falou ??? ( outra lapada) – Aiiiiiiii, eu faço os que vocês quiserem se parar de me bater. – Legal quero uma chupeta caprichada. – Então sua vagabunda fique em pé na mesa e tire o resto da roupa (disse o mulato) Para tirar a calça tinha que tirar os tênis primeiro sentei na mesa e logo me joguei de lado minha bunda estava doendo demais, tentei fechar as pernas, eles me seguraram fiquei deitada de costa na mesa e levaram meus pés até meus peitos para que desamarrassem meus tênis fiquei numa posição totalmente exposta, tanto meu cuzinho como minha buceta agora estava toda arreganhada morri de vergonha, o mulato alisava minha buceta, bem rápido e dizia: – Vou fazer ela ficar molhadinha, que cuzinho lindo, vamos ver se é apertadinho (e enfiou um dedo eu dei um gritinho), vou alargar esse rabinho, o corno do seu marido deve ser viado, não chega junto, (rs.rs.rs de todos), o Roberto segurava minhas pernas me mantendo naquela posição vexatória e enfiavam dedos no meu cu e não sabia quem fazia isso.Eu apavorada numa situação sem defesa só ficava passiva e seguia a maré não acreditando que aquilo estava acontecendo comigo. Fui puxada pro chão e fiquei de joelho já totalmente nua, o mulato veio com o pau super duro, era igual do meu marido só que bem mais grosso uns 18 cms. Todos já estavam pelados, o mulato segurou firme meu cabelos e forçou passagem em minha boca fiquei imóvel e ele fazia os movimento de vai e vem com se minha boca fosse uma buceta, Ricardo ficou de joelhos atraz de mim e se esfregava na minha bunda apertava meus seios. Eu estava muito humilhada e com ódio, mais o medo de salvar minha vida era maior e só pensava em agrada-los, eu tinha uma relação com meu marido normal, chupava mais ele nunca gozou na minha boca, eu não gostava de anal ele conseguiu comer meu cu três vezes e duas vezes eu tinha tomado varias doses de vinho rose que adoro e ele era muito carinhoso nunca apanhei nem de meus pais, agora ali estava eu com 29 anos com uns pivetes que antes me chamavam de senhora e agora, estava sendo transformada em um puta, humilhada, espancada tendo que obedece-los que nem uma cachorrinha. Levei dois fortes tapas em cada face do rosto: – Ai piranha eu não vou me mexer mais, piranha tem que saber fazer o trabalho direito você vai chupar bem gostoso até eu gozar na sua boca e você vai engolir tudo se não vaso seu olho, pega nele capricha na gulosa, eu quero ficar sem muito tesão pra poder arregaçar seu cu, vou foder pra caralho, hoje você ta com um homem de verdade. Meu Drama era terrível eu era avisava com antecedência o que me esperava, ele finalmente gozou e engoliu rapidamente e não parava de sair porra e morrendo de medo de não conseguir que fiz quase inconsciente: – Ai rapaziada ela é de vocês, pode chegar junto só não quero que ninguém toque no rabo dela. já já eu me recupero e vou esfolar esse cuzinho. Ricardo era o mais violento e parecia o mais irritado comigo, me puxou com força e sentando no sofá mandou chupar o pau dele, todas as rolas era igual a do meu marido: – Vamos lá professora, seja aplicada, depois eu vou te dá uma nota e se for abaixo de 5 eu vou comer seu cu com molho de pimenta. Fiquei apavorada com o sadismo e tentava colaborar, ele era o que mais ódio sentia, agora estava com meus três alunos ninguém tinha o menor respeito por sua professora de mais de um ano de convívio, chupava o pau do Ricardo e Roberto me penetrou por traz com violência e fodeu minha boceta com selvageria, depois de uns quinze minutos gozou e Jerfeson substitui ele, aquela melequeira na minha buceta e o vai vem de Jerferson fez com que eu tivesse um orgasmo involuntário e por eles serem jovens acho que ninguém notou nada, inundou também minha buceta com aquele caldinho quente. Ricardo me virou de tal forma que com a cabeça encostada no sofá e ele veio por cima enfiando todo o pau na minha boca e me pressionando com o seu peso, comecei a engolir seu gozo e era levemente adocicado e não achei ruim, ele caiu sentado no sofá eu fui rápida e peguei seu pau e chupei mais um pouco e comecei a lamber seu saco suado, para agrada-lo: Sua nota vadia é quatro nem pra chupar um pau você presta sua cadela, há há há, Fui puxada pelo cabelos pelo Jéferson e colocou o pau na minha cara e mandou eu limpar, chupei e comecei a chorar de novo, Jerfeson era tão quietinho na classe, eu achava ele um bom rapaz educado agora se revelava um grosso e fodia minha boca com violência sem pudor e nenhum respeito, Roberto também quis que eu chupasse seu pau, ficou duro e ele ficou me comendo no meio da sala uma meia hora, depois mandou eu chupar de novo e gozou na minha boca e espalhou também pelo rosto. Depois que todos estavam satisfeito eu fiquei apreensiva e fiquei quieta encostada na estante e era forte o cheiro de esperma, estava toda melecada e também escorria pelas minhas pernas, já estava com eles há duas horas, me aproximei de mulato e entreguei as chaves de meu carro e pedi que me liberassem, ele bateu em minha mão e a chave vou longe: – Não vou te roubar cadela, vai putinha tomar banho lava bem o cuzinho e escova os dentes, depois que fazer um rango pra nós vai ter mais festa, hoje você vai aprender a respeitar um homem de verdade e se tentar qualquer coisa, você e o corno de seu marido morrem. Quando eu estava terminando o meu banho o mulato apareceu e mandou eu dar banho nele, eu caprichei o Maximo que pude fui muito carinhosa me ajoelhei alisei bem seu pau e sua bunda coloquei na boca seu pau sem ele mandar, ele não largava um minuto o revolver eu ficava cada vez com mais medo. – Se colaborar princesa eu vou dar um boi pra você, gostei de você é gostosa e o corno não deve aproveitar bem o material. Ele gozou na minha boca eu engoli ele ficou fazendo xixi e levei um tapa na bunda e fui fazer uma comida rápida pra eles e passando pela sala fui agarrada pelos três e me jogaram no sofá e tão rápido que o Roberto já tinha enfiado o pau em minha boca e Ricardo se posicionava para meter em minha buceta: – Porra o que ta acontecendo, seus filhos das putas eu mandei ela fazer o rango. Todos saltaram de um pulo e fui cabisbaixa pra cozinha, todos comeram e eu sentei no colo do mulato e fiquei aninhada lá brincando com o pau dele e atendendo em tudo que ele pedisse enquanto ele comia, eu sabia que me esperava uma enrrabada e já tinha me conformado, e tinha conseguido uma grande presença de espírito para aceitar resignada os desejos de meu atual homem. – Vamos pro quarto do corno quero te comer na cama dele, hoje você aprendeu a ser uma verdadeira puta.. Aquilo me doía muito, além de me humilhar, mencionar meu marido era mais degradante, sendo que nunca passou pela minha cabeça trai-lo. Fomos pro quarto ele fechou a porta, seu pau estava semi duro e deitou-se esparramando-se na cama, mandou eu chupa-lo, depois cavalga-lo, chupa-lo novamente, cavalga-lo, ficou repetindo isso algum tempo e eu submissa obedecia cegamente e gostava do gosto de minha buceta e quase tinha tido um orgasmo mais ele interrompia na hora H, pois eu era apenas um pedaço de carne sem vontade, por fim mandou eu ficar de quatro e iniciou uma tentativa, não conseguiu estava muito nervosa e retesada, eu não conseguia relaxar, as minhas reclamações e pedidos para chupa-los na troca de meu cuzinho era negado, passou o óleo de amêndoas, enfiou dois dedos e lubrificou bem e colocou óleo no seu pau super duro, abaixei a cabeça ficando com a bunda empinada e aguardei o suplicio pedindo ir devagar, a brutalidade dele foi grande e sádica, posicionou bem na entrada e forçou um pouco e logo depois segurando firme na minha cintura socou com tudo, berrei num grito alto e me esparramei na cama e como. ele estava segurando firme minha cintura e grudado na minha bunda ele veio junto, só que quase saiu o cacete e atolou de novo e eu com as pregas já arrebentada gritei de novo ele colocou um travesseiro cobrindo toda minha cabeça e socava bastante e para meu desespero não gosava e fiquei mole e relaxada e por incrível que me pareceu tive um orgasmo o que me causou certo constrangimento, pensei no meu marido e depois nos alunos na sala, e me sentia a mulher mais vagabunda a pior prostituta, depois de uns trinta minutos gozou, caiu de lado e já ordenou: – Limpa meu pau putinha. Levantei e fui buscar uma toalha. – Com a boca sua piranha, deixa bem limpinho. Vai logo. Comecei a chorar de novo abaixei e aproximei meu rosto e senti o cheiro de esperma misturado com um pouco de fezes, fechei os olhos e abocanhei com nojo e ânsias mais consegui chupar e deixar limpo. – Ai Dna. Sandra ganhou minha estima, ta perdoada e tudo o que você quiser e eu puder realizar é só pedir, eu disse tudo, se quiser que alguém morra eu mato, até se quiser ficar viúva eu faço, se quiser dinheiro eu arranjo e você só vai dar pra mim se você quiser, você foi muito ponta firme, eu não gosto de estupra mulher, é que além linda e gostosa você tinha que ter um castigo. Fiquei feliz e lisonjeada mesmo depois de tudo que passei, abracei ele e beijei varias vezes seu peito, era como se estivesse drogada de alegria era como se nascesse de novo e eu tinha certeza que havia nascido, bunda dolorida e cuzinho esfolado,buceta arrombada e muito ardida mais tudo bem estava viva. – Os meninos vão querer fazer anal comigo, você não deixa eles fazerem isso comigo, to muito dolorida? – Enquanto eu não quiser ninguém mais toca em você, pode ficar tranqüila. Me vestir e sai pra sala todos levantaram e foram pra cima de mim e o mulato gritando mandou todo mundo ficar quieto e caírem fora, foi obedecido de imediato. Ele me beijou apertou minha bunda que me fez dá um gritinho pela dor, ele sorriu e foi embora. Resolvi não ir pra aula eram 18:oo horas, resolvi cuidar de meu corpo dolorido e me acalmar e não dar nenhuma bandeira para meu marido. Quando meu marido chegou ficou contente por eu não ter ido na escola e ficou me bajulando e todo carinhoso ele queria me comer e agia de tal forma que eu não pudesse recusar, ele tava taradinho e eu com medo e já bem esfolada tinha receio dele perceber, me agarrou por traz e me encoxou dei um berro: – Ai meu amor, você acredita que cai duas vezes de bunda no banheiro e tou toda dolorida. Ele quis ver, passou pomada, deu beijinho e foi tão carinhoso que conseguiu uma demorada chupada, comeu minha buceta e foi premiado com meu cuzinho que eu fiquei mordendo os lábios para não gemer de dor, se ele soubesse que nas ultimas seis horas ele era o quinto homem que eu transava. Depois eu ainda cai numa armadilha que o Ricardo e os outros dois alunos armaram conseguindo me currar numa oficina de desmanche de carro ele queriam se vingar e passei horas terríveis de terror, na próxima eu conto.