Perdi minha Virgindade para um caminhoneiro



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Pessoal!!!
Antes de lerem este conto, informo-lhes que é um FATO REAL, que por muitas vezes há pessoas que criam fantasias (nada contra), mas quem não acreditar vai meus sinceros votos de agradecimentos. Outra coisa, se forem ler, peço que não perca uma linha e solicito paciência, pois, o texto é grande.
Há muito anos atrás, morei em um sítio, situado na região Vale do Ribeira, que liga São Paulo a Curitiba, às margens da Rod. Régis Bittencourt, próximo a Região de Miracatu. Na época, meus pais trabalhavam com vendas de banana-ouro na beira desta rodovia.

Sempre ficava no período da tarde para que meu pai fosse tomar café.
Certa vez, cheguei na barraquinha de banana (nome que dão aos estabelecimentos próximo às rodovias), para meu pai ir tomar café.
Vi um caminhão parado, onde o motorista mexia com o motor e nada de mais.
Geralmente, sempre levava gibis para ficar lendo. Sentava no braço de um carrinho-de-mão, de forma que abaixava até o chão e ficando com as rodas para cima.
Habitualmente sempre usei saia curta, mas sem a intenção sexual, pois, era apenas adolescente e algo que jamais me passaria pela cabeça.
Muito concentrada, estava lendo o gibi quando em susto vi o motorista do caminhão parado à minha frente olhando para calcinha. Acho que fazia algum tempinho que ele estava ali me observando… Ele era alto, magro, estava usando calça de moletom e uma camiseta regata (lembro que era regata por causa dos pêlos no peito e em suas axilas).
Envergonhada, fingi não perceber a atitude do cara, fechei as pernas rapidamente, levantei e perguntei o que desejava.
Perguntou o preço da banana, comprou um cacho e voltou para o caminhão e até “pensando” agradeci por ele ter comprado a banana e tirar aquela enorme carreta que atrapalhava o visual das bananas.
Ligou o caminhão e começou a sair bem devagar e de repente parou justamente em frente à barraca. Deu-me uma grande raiva, mas, não podia falar nada porque havia comprado banana de mim.
Ficou dentro da carreta comendo banana e me olhando, fiquei sem graça e minha atenção ao gibi que lia era apenas para disfarçar meu olhar.
De repente ele abriu a porta do caminhão (ajudante) e me falou que o defeito da carreta havia voltado. Apenas sorri, mas com raiva por dentro.
Imediatamente, percebi que ele estava usando short com uma de suas pernas (direita) posta em cima do banco, de maneira que por baixo de suas coxas aparecesse sua cueca branca. Aquele enorme pacotão dentro de sua cueca (no caso “os testículos”), fez-me estremecer toda, parei de ler o gibi e fiquei toda apavorada.
HOJE, CONCLUO QUE ESTE APAVORAMENTO ERA CONSEQÜÊNCIA DE UM ENORME “TESÃO” QUE SENTIA NO MOMENTO.
Nunca me havia passado pela cabeça em “transas, sexo, e tal”, mas o instinto falou mais alto, que afinal, pude sentir minha VIRGEM bucetinha piscar ardentemente.
Fiquei apavorada também, pelo meu pai que poderia chegar a qualquer momento.
O tesão era tão forte, pois, havia momentos em que meu olhar ficava fixo àquele volume branco.
Ele percebendo meu olhar fixo e arregalado, começou passar a mão por aquele pacote bem volumoso, como se não estivesse querendo nada, comendo banana e olhando para frente (perfil).
Eu toda trêmula, nervosa e apavorada, não podia deixar uma oportunidade de conhecer o que era “FAZER BESTEIRA (linguagem que o povo usava, na época)” e comecei a agir de forma que aquele “desejo” fosse realizado.
Sentada naquele carrinho-de-mão, abri as pernas para que ele visse minha calcinha.
Na certeza de que eu estava gostando do momento, logo percebi que seu olhar fixou entre minhas pernas e dando a entender que tudo estava liberado.
Eu só tinha medo de uma coisa: Quando havia menstruada pela primeira vez, lembro-me que minha mão falou que não era pra eu me envolver com os meninos do bairro (brincadeiras que eu participava, como: pega-pega, esconde-esconde…), pois, se acaso fizesse “besteira” poderia ficar grávida.
Muito menos eu sabia que havia penetração, lembro até mesmo de uma vez quando, menor ainda, fiz “besteira” com meu amiguinho. Na época ele encostou seu minúsculo “pintinho” na minha “piririca (nome que se dava à vagina, na época)”, que com certeza foi em cima do “grelo – clitóris”.
Tudo bem… mas, continuando…
Ele vendo minha xaninha, …, desceu da carreta (nisso fechei as pernas) abriu o capote da carreta e perguntou se eu conhecia o interior de uma carreta.
Falei que não, abrindo oportunidade para satisfazer aquele desejo.
Como a carreta estava posta no acostamento, próximo à sarjeta, a minha perna não alcançava nos degraus. No entanto, o motorista ajudou-me a subir, mas ousando da oportunidade para pôr a mão na minha bunda e encostando o dedo na minha xaninha.
Fiquei mais excitada (na época, nem conhecia essas palavras), porém, dentro da carreta mais nervosa e apavorada pelo que iria acontecer e pelo meu pai que poderia chegar a qualquer momento.
Ele, acho que com pressa, passou a mão nos meus pequeninos seios (estava começando a crescer; havia uma bolinha dura nos meus seios) e doeu, pois, ele apertou com as pontas do dedo.
Nisso, junto ao meu apavoramento, fiquei com medo e pedi pra descer.
Ele, no entanto, insistiu que eu ficasse.
Toda sem graça e com o tesão a ser explorado, não falei mais nada e sentei na cama dele.
Ele fecha a cortina e a porta da carreta. Terminando o que fazia, agachou-se entre minhas pernas e começou a lamber minha xoxota por cima da calcinha. Havia momentos que ele mordia, conseqüentemente, doía e posteriormente, afastava a cabeça dele.
Falei que queria descer.
Insistentemente, conseguiu me segurar com sua linguagem, dizendo: “Calma! Não fique nervosa… você já vai descer…”
Mas o momento era muito excitante que eu queria ver até onde iria tudo isso.
Para o aumento do meu tesão, ele abaixa seu short mostrando sua cueca branca e aquele enorme pacote entre suas pernas.
Minha bucetinha piscava tão forte.
De repente, tira a enorme pica pra fora da cueca e pede pra eu chupar.
Como não conhecia nada sobre sexo senti nojo empurrando-o para longe de meu rosto.
Ele me falou:
Tudo bem, mocinha, então vamos fazer outra coisa.
Da maneira que estava sentada tirou minha calcinha, colocou no painel e veio com aquela enorme pica em minha direção.
Fez me deitar deixando minha virgem bucetinha à beira da cama, passou saliva no seu pau e cuspiu na minha xoxota.
Encostou sua pica no buraquinho da minha bucetinha (doeu um pouquinho) e começou a esfregar pra baixo e pra cima (acho que ele percebeu que eu era virgem).
Pra mim estava muito gostoso, achei que “fazer besteira” era só encostar, pois, jamais acreditava que aquela enorme pica grande e grossa fosse entrar num buraquinho tão pequeno.
Que nada, de repente ele começou a empurrar, doía pra caramba.
Falei pra ele que estava doendo, mas o felizardo nem aí!
Deu mais uma estocada e afastei minha xoxota de sua pica, dizendo: Pára!!! Está doendo!!!
Ele percebendo que eu iria recusar, falou-me:
Tá bom! Só mais uma vez e já está pronto!
Aceitei, mas meu medo maior era a chegada de meu pai.
Novamente ele encaixou a enorme pica no meu buraquinho (eu achava que aquele buraquinho era de fazer xixi) e começou a esfregar pra baixo e pra cima, novamente.
Pela experiência de adulto, ele fingiu que já havia acabado e parou (senti-me satisfeita), mas o felizardo com a pica, ainda, encaixada no buraquinho, segurou-me firmemente pela cintura e começou a empurrar com muita força.
Comecei a gritar apavoradamente, dizendo: Pára, moço!!! Pára, moço!!! Pára, moço!!! Vou falar pro meu pai!!! Páaaaara, moço!!! Ta doendo!!! Aaaaaiiiiii!! Gritava desesperadamente e vendo que agia brutalmente, comecei a chorar.
O Felizardo não parava, apenas, senti perdendo minha virgindade.
Pelo medo, desespero, agonia, fiquei apenas chorando, enquanto ele enfiava a imensa piroca na minha bucetinha.
Não podia fazer nada, apenas, ficar com as pernas abertas para que ele metesse à vontade.
Sentia seus ovos batendo em bumbum e seus pelos pubianos encostando-se à minha xoxotinha.
A dor era imensa, lembro-me que eu chorava com medo de morrer. E ele ali, satisfazendo-se com a minha pobre bucetinha.
Ele era imenso que à minha frente, enxergava aquele brutamonte tão voraz por estourar minha virgindade à força.
Ficou um tempão e de repente começou a parar lentamente e a fazer cara de satisfeito,
Senti, algo muito quente entrar dentro de mim enquanto seu enorme caralho ficava rígido. (não sabia o que era gozar, concluo isso depois que vivenciei outras práticas sexuais).
Ele saiu de cima de mim tirando a imensa piroca, levantei desesperadamente fui ao painel, peguei minha calcinha vesti-me (Nisso ele se limpou e desceu para fechar o capote).
Pulei com tudo da carreta e fiquei em pé apavorada e soluçando, porém, preocupada com a chegada de meu pai.
Ele, satisfeito com a situação zombou de mim e foi embora.
Hoje apenas sinto tesão por tudo que aconteceu comigo.
Espero que se satisfaçam, pois, ao contar este me senti vivenciando tudo o que passei.
Abraços para todos que, pacientemente, leram este conto.