Dei para o chefe do meu namorado!



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Olá, meu nome é Samara, sou morena, tenho 21 anos, 1,53 e 47 kg. Desde mais nova sempre chamei atenção por meu bumbum, bem avantajado e malhado na academia e na dança do ventre. Bem, a história que vou contar aconteceu no final do ano passado. Há dois anos namoro o Bruno, conheci-o na faculdade de Direito, onde estudamos juntos. Ele é magro, muito gatinho de rosto, 22 anos, olhos azuis, loiro, super educado e culto. Eis que em uma segunda à tarde ele me liga do estágio dele, na justiça do trabalho e me pede para levar um atestado de frequencia que ele havia esquecido em minha casa no domingo. Quando chego no gabinete onde ele estagiava, ele decide me apresentar ao Dr. Daniel, Juiz Titular. – Essa é minha namorada doutor – disse ele. – Com todo respeito Bruninho, mas você está de parabéns, meu jovem! Cumprimentei o Dr. Daniel e fiquei alucinada com a beleza dele. Devia ter uns 32 anos, alto, malhado, braços grossos, ombros largos, cabelos pretos e lisos e pele azeitonada, bem diferente do corpo magro do Bruno. Percebi, enquanto conversávamos, que ele me olhava de cima a baixo, de um jeito muito especial. Bruno disse ao juiz que eu estava escrevendo minha monografia sobre Direito do Trabalho, especialidade dele. Ao ouvir isso, Dr Daniel rapidamente anotou seu telefone em um pedaço de papel e pediu que eu lhe telefonasse para trocarmos ideias sobre meu tema de TCC. Após entregar o atestado para o Bruno, fui me despedir do Dr. Daniel, que me puxou para um abraço e um beijo no rosto, momento em que pude sentir seu perfume delicioso e aquele corpo de macho encostando do no meu. Fui para casa toda molhadinha, pensando naquele homem poderoso, forte, cheiroso e gostoso, ansiosa para ligar para ele. Na terça feira, criei coragem e disquei para o telefone do Doutor. Disse a ele que queria conversar com ele sobre minha monografia, então ele marcou para conversarmos às 19h de quarta, fim do expediente no fórum, quando o Bruno já teria saído. Com um frio enorme na barriga, aceitei e passei a noite me masturbando, imaginando aquele corpo e aquele perfume me envolvendo toda. No dia seguinte, no horário combinado, interfonei no gabinete do juiz titular da Vara do Trabalho, ao que a porta se abriu rapidamente. Entrei na sala e o Dr. Daniel me recebeu sentado em sua cadeira presidencial, todo poderoso e gostoso, com aquele cheiro alucinante. Ao me ver toda produzida, com meu terninho risca de giz bem justinho, levantou-se e foi me abraçar. Arrepiei quando ele juntou meu corpo ao dele e sussurrou no meu ouvido: – O Bruninho sabe te pegar assim. Eu, toda trêmula, respondi: Não, doutor! Ele então começou a passar aquela mão de macho em todo o meu corpo de uma forma deliciosa e logo lascou um beijo na minha boquinha, abrindo meu terninho e acariciando meus seios. Eu me contorcia de prazer e ele disse : – Pode ficar tranquila que nem o Bruno nem ninguém vai ficar sabendo disso. Eu, louca de tesão, respondi: -Foda-se. Ao ouvir aquilo, o Doutor Daniel ficou louco, me levantou e me colocou sentada na escrivaninha dele, tirando minhas calças e minha calcinha. – Nossa, que delícia, essa bucetinha já está toda molhadinha, espere eu sentar meu pau bem gostoso nessa sua xota! Então ele se abaixou e começou a fazer um oral delicioso em mim, chupava meus grelinhos e lambia, me deixando completamente encharcada e louca para sentir o mastro dele me fodendo todinha! Ele se levantou e eu, doida de prazer, segurei o pau dele por cima da calça, sentindo um volume delicioso que me fez imaginar o tamanho que aquilo deveria ter. Ele cheirava meu cangote, me beijava toda e então, não aguentando mais, eu abri o ziper daquela calça social e puxei aquele membro delicioso. Nossa, o pau do Dr. Daniel, além de grande, era super grosso, dava para ver as veias latejando. – Gostou, não é gostosa? Desde quando te vi naquele dia sabia que era uma bela de uma putinha! Ajoelha e chupa o caralho do seu juiz, vadia gostosa! Louquinha, fiz o que ele mandou e olhei de baixo para cima aquele caralho maravilhoso saindo da calça daquele homem engravatado que me possuía. Cai de boca, chupando aquele pau grosso de cima até em baixo. Ele me segurava pelos cabelos e forçava aquele mastro na minha garganta, me fazendo sentir uma completa puta, usada por aquele juiz poderoso. – O Bruninho tem um cacete igual a esse? – Nossa, nunca Doutor! – disse eu após uma lambida nas bolas inchadas do Dr. Daniel. Eu estava louca com aquele pau, chupava ele todo, as bolas, a cabeça, sentia aquele cheiro de caralho grosso, torado, que me alucinava. Dr. Daniel então me levantou e me virou de costas para ele. – Estava doido para ver essa sua bundinha gostosa peladinha para mim – disse ele, lascando um tapa no meu bumbum, me enlouquecendo de tesão. Ele então empurrou minhas costas e eu me apoiei em sua escrivaninha, em pé, empinando minha bundinha para aquele juiz safado. Ele segurou meu quadril com força e começou a forçar aquele mastro roliço na minha bucetinha. – Vou te devolver toda relaxada para o Bruninho! – Ai, que delícia – sussurrei. Ele então enfiou aquele pau gostoso de uma vez e eu gritei de prazer, me sentindo toda preenchida, bem fodida como nunca fora antes. Ele começou a bombar, me segurando forte puxando meus cabelos e juntando meus quadris, de um jeito frenético que me alucinava. -Geme na pica do seu juiz, geme putinha gostosa! E me fodia cada vez mais forte, me fazendo gritar de prazer. Ele então me ergueu e me colocou em cima da mesa. -Fica de quatro e empina bem esse rabinho gostoso pro seu juiz sua safada. Logo obedeci e ele começou a foder minha buceta bem forte, batendo as bolas no meu rabinho e me batendo de um modo delicioso. -Toma putinha, sente essa vara te rasgando toda! E eu gemia de prazer, sentido aquela pressão por trás, aquele cacete me fodendo todinha, aquele macho poderoso acabando comigo! – Rebola vadia! – E batia na minha bunda como o Bruno nunca havia feito, me comendo com aquele pau grosso. – Vou gozar! – disse eu – Então toma putinha! E me puxava pelos cabelos, puxando meu quadril com força e me comendo de um jeito que eu nunca havia experimentado. Gemi alto de prazer e ele não parava de estocar minha buceta, me fazendo gozar delirantemente. Ele então tirou o pau da minha bucetinha e disse:- Agora vou foder esse cuzinho! Fiquei assustada, pois nunca tinha feito anal e respondi: – Espera Doutor, não!. -Cala a boca putinha, ordem de juiz é para ser cumprida, empina esse rabinho e fica quieta! Tirou um pote de KY do paletó e começou a besuntar meu cuzinho e eu ainda tentei me esquivar, mas ele me puxou com força e sentou aquela jeba grossa no meu rabinho. Eu urrei de dor e pedi que ele parasse. Ele sentou um tapa na minha bundinha, e me deixou louca me mandando como uma putinha de esquina – Cala a boca e rebola vadia que eu vou ensinar pro Bruno como que fode um cuzinho de puta! Então começou a socar com força no meu cú e eu comecei a sentir cada vez mais prazer, que se sobrepunha à dor e me fazia gemer cada vez mais alto de tesão. Ele subiu em cima da mesa e montou no meu rabinho me fodendo que nem uma cadela. -Toma putinha! -E eu olhei para ele com uma cara de prazer. -Tá gostando de dar o cuzinho pro juiz não é sua safada? Ele então fez algo que me deixou ainda mais louca, me fazendo sentir uma putinha, uma fêmea dominada por aquele macho garanhão. Empurrou minha cabeça, encostando-a na mesa, e pisou na minha cara com aquele pezão de macho enquanto fudia meu cú gostoso por trás. Sentir o cheiro e sola do pé daquele macho gostoso me dominando e aquele pau grosso arrombando meu cuzinho me deixou completamente tarada de prazer. Ele batia na minha bundinha, estocava até as bolas no meu cu e eu rebolava feito uma cachorra vadia. Gozei bem alto e ele me chamava de putinha, safada, me deixando maluca! – Geme pro seu juiz, geme putinha, sente um homem de verdade te fudendo pra valer como seu namoradinho de merda nunca fez direito! Dr. Daniel foi ficando cada vez mais doido, bombando sem dó, me fazendo sua ninfetinha puta! – Vou tirar todas as preguinhas do seu cú sua putinha safada! De repente, ele se levantou e ficando em pé em cima da mesa me virou para ele e me mandou ficar de joelhos. -Quer leitinho putinha? Chupa esse caralho bem gostoso, chupa! E eu comecei a mamar aquele pau grosso, com o cheiro do meu cuzinho, e ele me puxando os cabelos, forçando na minha boca até eu quase engasgar. O gosto daquele pau era uma delícia, enchia minha boquinha de água, fico doida só de lembrar! Dr. Daniel então tirou o pau da minha boca e continuei batendo uma para ele. – Abre bem a boquinha para tomar leitinho sua putinha! Engole minha porra vadia! Toma porra sua novinha cadela! E jorrou jatos e mais jatos de porra na minha boquinha e no meu rostinho. Eu engoli tudo, doida e submissa por aquele macho fodão, poderoso, que me fazia de gato e sapato. Depois da foda, lavei meu rosto e vesti minhas roupas no banheiro do gabinete. Doutor Daniel se despediu de mim com um beijo e disse que repetiriamos mais vezes. -Agora, além de namorada daquele frouxo do Bruninho, você é a putinha do juiz e, como você já aprendeu na faculdade, ordem de juiz é para ser cumprida! Abraçou-me e beijou-me e quando eu saía, me lascou um tapa na bundinha. Depois desse dia tenho me encontrado com o Dr. Daniel frequentemente, vivendo todas as minhas fantasias, e adorando ser a putinha de um macho poderoso! Se vocês gostarem da minha experiência, depois posso contar sobre minhas outras fodas com o Dr. Daniel. Beijinhos!