Finalmente perdi minha virgindade!



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Meu nome é Lucas, tenho 16 anos e estou escrevendo pra contar pra vocês que ontem eu perdi minha virgindade!

Desculpem, mas não tenho pra quem contar. Não posso contar nem pro meu pai, pra deixar ele orgulhoso, pois eu comi minha prima que, além de ser parente próxima, é feia pa porra!

Bom, vamos pelo início. Ontem foi dia das mães e fomos todos nos reunir na casa da minha tia, no interior.

Ela tem só uma filha chamada Ângela.
Ângela é gorda e bigoduda, tem 17 anos e estava louca desesperada pra dar pra alguém urgentemente.
E como vocês perceberam, eu fui sua vítima.

Chegamos lá, só tava a Ângela. Os pais dela tinham saído pra comprar frango pronto porque minha tia é uma velha vagabunda.

Notei que os olhos da Ângela percorreram todo o meu corpo. Ela me deu um beijo estalado me deu um “oi, Lucas” toda manhosa.
Eu e meus pais ficamos esperando na sala e a Ângela me olhava o tempo todo. Eu não sou muito bonito nem tão feio, mas ela devia estar a perigo e pouco se lixando pra isso!

Quando ela falava comigo, se insinuava toda pro meu lado com suas curvas roliças. Bizarro.
Não tenho nada contra gordas, algumas são altamente pegáveis, pois são caprichosinhas. Mas minha prima tem sovaco peludo!

Eu tava totalmente sem graça, não sabia mais onde me enfiar. E aí pra ajudar, o telefone toca, era a minha outra tia que tinha acabado de chegar na rodoviária e tava pedindo pra alguém buscá-la.

Meus pais se ofereceram e na mesma hora eu levantei pra ir junto. Mas eles disseram que seria mais legal se eu ficasse fazendo companhia pra Ângela.

Eu não podia explicar pra minha mãe que estava com medo de ser estuprado. Então me joguei no sofá e fiquei lá.

Ângela levou meus pais até a porta. E pra minha surpresa, quando voltou pra sala ela veio correndo e pulou em cima de mim com tamanha força que o sofá foi empurrado pra trás, quase empinando.

Fiquei sem ar, esmagado e ela deve ter achado que foi um gemido, pois começou a me beijar, ou melhor, me babar.
Acho que ela nunca tinha beijado. Começou a lamber minha nuca. Lamber mesmo! E enquanto isso passava a mão no meu pinto, que, logicamente, nem dava sinal de vida.

Eu pedi pra parar e perguntei que porra tava acontecendo. Ela se ergueu sobre mim, ofegante, e tirou sua blusa, deixando tombar sobre mim seus enormes peitos caídos. Ela levantou o sutiã e disse:
– Chupa, gostoso. Chupa, gostoso.

Eu chupei, sei lá. Eu sei lá onde eu tava com a cabeça. Eu queria perder a virgindade logo. E essa era uma oportunidade, não era? Então tentei ao máximo entrar no clima.

Chupei aquelas tetas moles, passei a língua pelo mamilo esquerdo e notei que… tinha pelos!!!

Tentei disfarçar minha careta de nojo, acho que consegui ou ela nem deu bola, pois ela continuou com sua loucura, gemendo, ofegando e babando em cima de mim

A gorda saiu de cima e pude respirar direito. Aí ela puxou meu shorts pra baixo com força, me deixando só de cueca na sala dela.

Ela enfiou a mão na cueca e tirou meu pinto pra fora. Ele estava mole ainda e ela começou a chupar, irritada.

Chupava com força, cravava os dentes, filha da puta de gorda, doía pra cacete! Além disso o bigode nojento dela roçava na minha virilha.
Ela estava descontrolada, não sabia o que estava fazendo. Muito menos eu.

Meu pau não subia nem com reza diante daquela coisa horrorosa, do meu nervosismo de primeira vez e do meu medo de ser morto por ela caso eu não conseguisse uma ereção logo.

Ela cansou de chupar mole e me jogou no chão.

Tirou o resto da roupa e sentou em cima de mim, fazendo movimentos de vai e vem sobre meu pau mole. Eu batia punheta tentando fazer ele endurecer, mas nada.
Ela sentava com força em cima de mim e gritava:
– FUNCIONA! VAI! FUNCIONA!

Tanto que aquele elefante cavalgou em mim que meu pau deu uma subida e ela deu um berro de alegria e logo encaixou ele naquela buceta tenebrosa.

Com certeza Ângela nunca havia raspado a buceta, tinha pelos enormes saltando pra todos os lados e enroscando no meu pau. E fedia muito, com certeza não tinha tomado banho ontem, talvez nem no sábado.

Foi só encaixar que ela ficou sentando com força em cima dele, totalmente enlouquecida, amassando meu pobre pinto. E em menos de 1 minuto, gozei.

Ângela saiu de cima, me deu uma lambida no nariz, pegou suas roupas e saiu correndo pro banheiro.
Eu me levantei, meio tonto, e tratei de me vestir e me livrar de quaisquer vestígios.

Logo depois, meus pais chegaram com minha outra tia. E duas horas depois a mãe da gorda tarada chegou com o frango assado e o carro cheio de porcarias pra eu descarregar.

Fora esse acontecimento bisonho, o almoço de Dia das Mães ocorreu normalmente.

Eu não sei se me sinto orgulhoso por ter finalmente perdido a virgindade, ou se me sinto enojado por ter sido com aquela gorda peluda fedida e repugnante.

Só sei que foi totalmente desastroso!

E foi sem camisinha. Já pensou se eu engravido aquela merda?

Eu deveria ter batido uma punheta.