Sou comida por dois da Família



Click to Download this video!

Meu nome é Carla, tenho 19 anos, moro com os meus pais e meu irmão Márcio de 16 anos, resolvi contar a minha história depois de ler vários sites de incestos para saber que eu não sou a única errada. Eu tenho 1,70 de altura, uns 59 quilos, branca, olhos verdes, o meu irmão é mais alto uns 1,85 de altura, uns 70 quilos meio magricela para a idade.

Tudo começo há 6 anos atrás eu tinha 13 anos e o Márcio 10, a gente sempre ficava sozinhos em casa pela parte da tarde, aí a gente ia brincar e eu comecei a despertar uma vontade de fuder com ele, comecei então a alisar ele quando a gente estava deitados brincando de pai e mãe, ele no começo não gostou, mas depois cedeu e eu comecei a pegar no pau dele, ficando duro, pegava a mão dele e passava na minha buceta por cima da calcinha e assim tudo começou, um belo dia eu deitei em cima dele comecei a beijar ele na boca e ele aceitou, comecei a tirar o calção dele e fui ver que a pica dele para a idade era bem grandinha e grosa, não me intimidei e fui chupando devagar até que ele gozou na minha boca, no começo eu achei meio salobro esquisito o gosto mais a vontade de fuder com ele era maior, tirei minha roupa todinha me deitei na cama e disse pra ele deitar em cima de mim, meio sem jeito ele deitou e começou a tentar meter na minha buceta até que acertou o buraquinho da minha xana, deu uma dorzinha que eu vi estrelas, mas agüentei e puxei ele mais pra cima e começou a mexer e ele foi gostando e metendo até que gozou sem me avisar dentro da minha buceta, eu esperei mais uns 3 minutos e também gozei pela primeira vez numa pica.

Passamos a fuder todo dia. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Quando dava vontade eu ia pro quarto dele e ele não desperdiçava a oportunidade e me comia. A gente já fodia de todo jeito, a gente inventava a posição, era uma maravilha, aliás, é uma maravilha até hoje as nossas relações sexuais, as nossa trepadas, as nossas fodas, chega eu me arrepio só de estar digitando. Até aí tudo bem.

A gente vivia se agarrando como dois amantes no cio, era só a gente se encontrar sozinhos pela casa que a gente se beijava, se esfregava, se chupava, a gente já está acostumado a dar uma rapidinha em pé, eu puxo a calcinha pro lado e o meu irmão mete aquela pombona todinha na minha xana, a gente goza em pé adoidado, várias vezes por dia. Pois bem, quando eu completei 19 anos, em janeiro deste 2008, o meu pai disse que ia me dar um carro, e no dia marcado me levou na concessionária, eu escolhi o carro, a cor e tava na maior felicidade, quase na hora de sair da concessionária o meu pai chegou bem pertinho de mim e perguntou se eu estava feliz, respondi que sim, então ele falou bem baixinho no meu ouvido. Eu sei que tu e teu irmão transam dentro de casa.

Aquilo me gelou, mas fiquei quieta e ele continuou. Estou te dando este carro, mas quero tirar uma lasquinha daquilo que o Márcio já come há muito tempo. Fiquei sem jeito. Ele então me pediu uma resposta. O que tu acha da gente quando sair da concessionária ir dar uma trepadinha num motel, aceita? Eu balancei a cabeça dizendo sim, mas ele disse que queria que eu respondesse com palavra. E continuou, vamos dar uma trepadinha?

Então eu respondi que sim. Aí ele me abraçou, me beijou no rosto e quanto o vendedor trouxe os meus documentos, nós saímos e entramos no carro do meu pai. Lá dentro, como o vidro é escuro, ele veio logo dizendo, estou morrendo de vontade de te ver nua, de te comer todinha, e me puxou devagarzinho para o lado dele me dando um beijo na boca, então eu comecei a me soltar também, já que ele sabia de tudo, resolvi perguntar se a mamãe também sabia, e ele disse que não, aí me contou como descobriu tudo.

Uma bela noite ouviu um barulho esquisito e resolveu ver o que era, quando passou pela porta do quarto do Márcio viu aberta e deu uma olhadinha, então quase se assustou quando viu o Márcio em cima de mim me comendo, isso há uns 7 meses atrás, até que agora ele tinha resolvido falar comigo primeiro depois ele ia conversar com o Márcio.

Chegamos no motel não foi muito diferente, tirou a minha roupa com muito carinho e começamos a meter, ele em mim e eu aceitando a pomba dele dentro da minha xana, gozei umas 3 vezes e ele só uma, ficamos conversando um pouco, me alisando e dizendo que não se importava que eu continuasse fudendo com o meu irmão, mas que nós tivéssemos cuidado para eu não engravidar. Voltamos para casa e eu fiquei na expectativa de receber o meu carro na segunda ou terça feira, nesse mesmo dia à noite, eu sai de madrugada e fui pro quarto do meu irmão, chegando lá a gente começou a fuder, gozamos umas vezes, até que eu criei coragem e disse pro meu irmão, quando já estava saindo do quarto dele. Eu vou te contar uma coisa, não vai ficar com medo porque eu já resolvi aceitar.

O papai sabe que a gente anda fudendo há muito tempo. E também quer me comer daqui pra frente junto contigo e não se importa que a gente continue transando. O Márcio ficou pálido, mas eu garanti mais uma vez que eu já tinha aceitado a proposta do papai, e que o papai só ia me comer uma vez por semana que era pra mamãe não desconfiar.

Então o meu irmão aceitou. Hoje, quando chega na sexta feira, e a mamãe vai dormir o meu pai vai lá no meu quarto, a gente dá uma boa trepada, como ele gosta de dizer e na saída ele diz pra mim, agora vai matar a sede do teu irmão gostosona, bucetuda do papai, piriquituda, xanuda, eu vou te comer até ficar bem velhinho. Aí eu vou pro quarto com o meu irmão e a gente trepa até de manhã às vezes. Está tudo bem entre nós três.

Bem outro dia eu conto mais detalhes da minha vida fudendo com o meu pai e meu irmão, acho que sou a mulher mais sortuda do mundo, sou comida pelo irmão picudo e pelo pai carinhoso, até mais.