Abuso da filhinha safada



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_ O que aconteceu? – perguntei à minha filha adolescente, quando a encontrei chorando muito em seu quarto.
_ Não foi nada, papai…
Insisti, pois percebi que havia algo de grave no ar.
_ Foram meus colegas de faculdade… foi um “trote” de mau gosto.
_ Eles bateram em você, filha? Se eles machucaram você, vamos já à polícia.
_ Não papai, eu não quero. Acho melhor não mexer com isso. Vai ser um escândalo. Eles vão por a culpa em mim, vou ficar desmoralizada e discriminada.
_ Mas o que eles fizeram, filha? Isso não pode ficar assim. Você entra numa das melhores universidades do País e sofre um ataque de colegas marginais, bandidos…
_ Papai, deixa prá lá… eu também fui culpada… eu bebi muito e fui com eles para um lugar afastado… não dá para por a culpa só neles… eles vão provar que foi não foi Abuso, porque, inicialmente, eu consenti.
Fiquei estupefato com aquela confissão de Aninha, minha filha. Eu sempre soube que minha menina era sapeca, não vou mentir. Mas isso estava fora de cogitação. Ela sofre Abuso e defende eles. Estranho… MUITO estranho!
Minha filha estava em minha casa há pouco tempo. Ela fez alguns meses de cursinho, passou no vestibular e iniciou, há poucos dias, o curso de arquitetura. Antes, morava com a mãe, por causa do nosso divórcio. Um dia depois que Ana completou 18anos, Júlia deixou Ana, nossa filha, na porta do meu prédio e se mandou para Buenos Aires com seu namorado portenho. Quando cheguei do escritório, encontrei Aninha na portaria do meu prédio chorando como um bebê
E, agora, estava de novo minha filha chorando como um bebê, confessando que foi Abusada por um bando de universitários tarados. E, para minha decepção, ela os defendia com unhas e dentes.
_ Está bem, Aninha. Fale a VERDADE. O que realmente aconteceu? Você os convidou para uma suruba e, depois, perdeu o controle? Foi isso?
_ Foi isso que aconteceu, papai. Eu convidei só dois, o Jorginho e o Edu. Eles me traíram e convidaram outros colegas… nem sei quantos.
– Filha, você NÃO sabe quantos te comeram? Não acredito…
_ Sim, foi isso que aconteceu… todos nós bebemos muito e ainda tomamos uma pílula esquisita… é aquela ali – falando assim, Aninha se levantou para pegar a pílula para eu ver. Assim que ela se levantou, fiquei estupefato o que vi: a calça jeans de Ana e o lugar da cama onde ela sentara estavam sujas de sangue. Conclui, obviamente, que os moleques estouraram o cuzinho dela.
_ Aninha, deixe-me ver uma coisa… – virei Ana e olhei suas costas… pus a mão na bunda dela e senti molhada; pus a mão na cama e constatei: é sangue mesmo.
_ Ana, o que é isso? Você foi abusada no ânus? Só no ânus?
_ Sim, papai… por isso é que eu não quero que o senhor vá à polícia. Apesar da idade, eu ainda continuo virgem e quero preservar minha virgindade até o meu casamento. Se isso virar um escândalo, fico desmoralizada… Entendeu agora?
Abracei minha filhinha com enorme compreensão e lhe ofereci ajuda.
_ O que eu posso fazer para lhe ajudar, filha? Quer ir ao médico para tratar seu ânus machucado? Quer ir agora ao hospital?
_ Não papai, não há necessidade. Se eu for ao hospital com este problema, o médico vai perceber que houve abuso e vai chamar a polícia para fazer B.O.
Compreendi o desespero de minha filha, mas insisti em ajudar.
_ Está bem papai. Está vendo aquela pomada ali em cima da mesinha? Pegue-a e passe no meu ânus… mas com carinho, porque está sangrando e doendo muito.
Falando assim, minha filha tirou toda a roupa e se jogou de bruços sobre sua cama, colocando dois travesseis debaixo da barriga e a bundinha pra cima. Bundinha? Ah, não era mais não. Era um tremendo bundão clarinho, bem feitinho, que se harmonizava com cinturinha fina. Ela abriu as nádegas e deixou o cuzinho cor de rosa tingindo de sangue à minha disposição. Fiquei apreciando minha filha linda com um corpo de miss, esticada na cama com as longas e torneadas pernas abertas, com a bunda grande e bem feita bem na minha frente, ao alcance de minhas mãos e, melhor ainda, arreganhada, aparecendo o cu.
Peguei um maço de algodão molhado e, carinhosamente, fui tirando o sangue daquele buraquinho lindo lindo… Caprichei… fiquei limpando com tanto tesão que meu pinto foi crescendo, crescendo, querendo escapar da cueca e da calça a qualquer custo. Aguentei firme, para não der bandeira.
Ana percebeu o meu interesse repentino naquele bundão e deu uma risadinha:
_ Ei papai, acho que já está limpinho… pode passar a pomadinha. Mas se o senhor quiser limpar mais um pouco pode, está muito gostosinho.. rsrsrsrs
_ Está bem. Vou caprichar mais um pouquinho, porque você tem uma bundinha muito bem feita, linda mesmo… pena que é minha filha.
_ Mas acima de tudo, papai, o senhor é HOMEM e todo o homem aprecia uma mulher bonita… até mesmo quando é sua própria filha. Concorda?
Concordei com minha filha, percebendo que aquela frase estava, na verdade, dando um sinal verde para me encorajar a assediá-la. E sendo assim, avancei o sinal, passando a mão com mais volúpia naquele bundão macio e gostoso. Dos coxões à bunda; da bunda à cintura, comecei a massagear com grande erotismo e sensualidade. Até me esqueci da pomadinha anestesiante que ia curar aquelas preguinhas que estavam tão machucadas e sangrando.
_ Está muito gostoso pai, mas acho que é preciso passar a pomadinha…
Catei a pomadinha, coloquei-a no dedo e, com o capricho de um ourives lapidando um diamante bruto, comecei a passar e a massagear aquele cuzinho que foi tão maltratado pelos marmanjos da Universidade no tal “trote” de calouros. Olhei no relógio. Eram 21h. Olhei de novo 22h. Caramba! Uma hora passando uma pomada. Que exagero!
_ Vou parar. Acho que já passei bastante pomadinha, filha.
_ Não pára não, papai. Está uma delícia! Exclamou Aninha sorrindo.
Mas que “sacana”! Pensei. Acho que este tal estupro foi de araque. É bem possível que Aninha começou uma suruba e, depois, perdeu o controle. Ai me lembrei que a menina ainda era virgem… Virgem? Brincadeira. Examinei aquele cuzinho como se fosse “urologista” e, sinceramente, estava bem laceadinho. Também, com tantos cacetes, até eu ficaria com o cu de “boca de poço”.
Fiquei curioso com a tal virgindade na boceta. Quis constatar “in loco”.
Passei o dedo nos grandes lábios, no clitóris e, afundando o dedo, fui em busca no de hímen de minha filha Aninha. Hímen? Que hímen????
_ Ai que delícia papai, faz isso mais um pouco… estou adorando.
Fiquei meio decepcionado com a despreocupação dela e com a certeza de que naquela bocetinha o hímen já havia ido para o espaço há muito e muito tempo. Mas, com o pau duro e babando, resolvi pensar com a cabeça do pênis e não com a cabeça do pescoço.
Tirei o pinto pra fora e o enfiei naquela bocetinha linda, depilada e cor de rosa.
Aninha sentiu a penetração inevitável e colaborou, empurrando o corpo de encontro ao meu, querendo a penetração total. Total? E a virgindade? Ela se esqueceu totalmente do que havia me dito sobre o assunto e queria porque queria mesmo era levar ferro na buça. E não se importava com quem. A menina era mesmo ninfomaníaca. Os jovens universitários eram mesmo INOCENTES. Agora tive certeza. Minha filha estava com o cu estourado porque perdeu o controle e, em vez de dois ou três, um “batalhão” de caralhos entraram sem dó nem piedade naquele cuzinho tão maltratado. E com certa brutalidade!
Com o pau inteirinho dentro da bocetinha de minha filha nem precisei perguntar se ela era mesmo virgem, principalmente sabendo o tamanho do meu pau.
E sobre “virgindade”, considerei este assunto encerrado. Silêncio total.
Minha filha se esqueceu de que estava trepando com o próprio pai (aliás, a distância de anos e anos fez com que a relação pai e filha nunca tivesse existido mesmo) e começou a gemer e a gritar palavrões:
_ Mete em sua filha seu corno filho da puta; come nesta bocetinha gostosa; mete este caralhão na minha xana… me come gostoso seu puto…Ai que bom, está muito gostoso, mexe seu garanhão safado.
A menina parecia uma cobra, se esticava, enrolava, rebolava, se contorcia, empurrava o corpo para frente e para trás… era uma delícia meter com aquela atleta e dançarina de balé. Fiquei exausto. Era hora de gozar. Pensei em tirar meu pau para gozar fora.
_ Goza papai. Pode gozar dentro. Eu tomo pílulas…
Esta afirmação não me decepcionou, mesmo porque estava gozando muito gostoso na bocetinha deliciosa de minha filhinha querida, que me abraçou e me beijou como se eu fosse seu amante:
_ Goza comigo meu paizinho. Goza, Goza… eu estou sentindo seu jato de porra dentro de mim… está uma DELÍCIA… porra quentinha… MUITO BOM!!!
Ouvindo aquilo eu gozava tudo o que tinha pra gozar dentro daquela bucetinha tão delicada e apertadinha. Sim, a bocetinha era mesmo apertadinha, porque, conforme Aninha confessou depois, ela gostava mesmo era do SEXO ANAL… Mas isso fica para outro conto. Até lá (se houver boa votação).