Meu Filho Meteu Atrás e eu Gostei



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Quem te viu, que te vê!¨. Até o ano passado, eu era uma senhora recatada e cheia de pudores. E agora, uma devassa, que deu para o próprio filho. Quem leu o conto ¨Meu filho comeu minha buceta¨, sabe como aconteceu.
Arrependida? Às vezes. Mas muito mais alegre, feliz, me sentindo viva, muito mulher. E sempre com novas descobertas, fantasias e sensações. Talvez libertina demais para alguns.
Beto, meu filhinho, 23 anos, cheio de paixão e desejos, cada dia mais ardente, me enchendo o coração de amor e a bocetinha de porra. Nos meus quarenta e tantos anos, nunca fiquei assim, sempre molhada, no cio.
Desculpe o linguajar, mas aquí, posso narrar à vontade, protegida pelo anonimato. Se por dentro mudei tanto, por fora muito mais. Estou malhando, me arrumo, sempre vestida sensualmente e chamando atenção dos homens.
Só tive dois homens em minha vida. Beto e o pai dele. Muitos podem dizer: ¨Com tantos homens no mundo, logo o filho?¨. Sim, meu filho, a pessoa que eu conheço tanto quanto a mim mesma. Para mim a pessoa mais linda e mais importante no mundo. Que sempre morou comigo, desde que saiu de dentro de mim!
De vez em quando transamos de forma animalesca. Sexo gostoso, feito de muito tesão, entre uma mulher madura e um homem jovem. Mas depois do gozo, aflora o carinho, o amor fraternal que temos um pelo outro.
Há muito tempo, Beto está querendo fazer sexo anal. Sim, ele está doido para comer meu cuzinho! Vive me agarrando por trás, encoxando, esfregando o pau em riste, na minha bunda redonda e generosa, alvo dos olhares cobiçosos dos homens.
O pai dele também quis meter alí atras. Eu nunca deixei. Na época, cabeça fechada e preconceituosa, achava que dar o cú era coisa de gays ou mulheres da vida. Que não era natural, fruto da idéia de que sexo era para reprodução e não para o prazer.
Desde que começamos nosso caso, dormimos juntos. Certa noite, acordei assustada com a calcinha abaixada e piroca ereta do meu filho, cutucando as maçãs das minhas nádegas, tentando meter no meu cuzinho.
– Para, Beto! Que que é isso?
– Ai, mãe, sua bundona me deixa louco! Deixa eu brincar um pouco, só um pouquinho, deixa… Por favor, mãe…
– Não Beto! Para com isso, vá dormir!
E ele insistindo, estocando minha bunda sem parar. Parecendo um cachorro tentando montar numa cadela:
– Por favor, só um pouquinho…Eu já gozo, mãe… Vai mãe, deixa, vá, deixa…Por favor, mãe…Só a cabecinha, mãe, eu juro…Vai, deixa, por favor mãe…
Fiquei com pena das suas súplicas, meio sonolenta e ainda indecisa, deixei:
– Só um pouquinho, hein Beto, bem devagar, só um pouquinho! Disse, enquanto tirava a calcinha.
Mais do que depressa, ele se encaixou e ficou cutucando como podia, tentando meter. Eu imóvel, esperando e não entrava. Quando acertava a estocada, deslizava para fora. Ambos inexperientes naquilo. Na forma de conchinha, sentia na nuca a respiração arfante do meu filho, doido para me enrabar.
Resolví ajudar, passando a mão para trás, pegando o mastro duro. Por um momento hesitei, pois a pica parecia mais grossa que sempre e desproporcional ao buraquinho. Não ia caber lá dentro. Mesmo assim, direcionei, sentindo a cabeçorra encostar na entradinha, causando uma sensação estranha.
Beto empurrou e a ponta entrou, fazendo eu ver estrelas! ¨-AAAAIIIIII !!!¨ Foi o berro que dei.
A dor foi tanta que desengatei na hora, empurrando o quadril para frente. A picona estourou algumas preguinhas do pequeno orifício. Beto me agarrou e tentou enfiar de novo, sem sucesso pelo anelzinho contraído.
– Para Beto! Chega! Não quero mais! Doeu, viu? Dói demais!
Vestí a calcinha e virei de frente para ele, fingindo dormir. Meu filho foi para o banheiro, com certeza para se masturbar. A dor da experiência tinha me despertado. Sem sono, fiquei a refletir.
O sexo anal deve ter algo de bom, pois, os gays adoram. E nos relatos que lí, várias mulheres dizem que gozam pelo cú, agasalhando cacetões enormes de 23, 25, 28 centímetros! Seria mesmo verdade ou só fantasias? E aquelas atrizes pornôs? Teriam algum truque?
Não sei quanto mede o pau do meu filho. Deve ter pouco mais que o comprimento de uma lata de cerveja. A cabeça é rombuda e bem grosso no meio. Para mim, é enorme e comparando, Beto é bem mais dotado que o pai dele.
Beto parou de insistir. Nunca mais tocou no assunto. Eu é que fiquei preocupada. Se eu não desse o rabo para ele, um dia meu filho iria procurar fora, com uma qualquer. E eu tinha curiosidade de saber como é ser enrabada.
Foi certo dia, fazendo compras no supermercado. Na seção de verduras, na banca de pepinos. Não sei o que me deu na cabeça, mas peguei um, como se pegasse num penis. Imaginei o pepino dentro do meu cuzinho. O pudor me deixava corada. Sentí como se todos soubessem dos meus pensamentos pervertidos.
Tentei escolher, porém, todos eram espessos demais. Com o coração acelerado, ví as cenouras ao lado. Peguei uma, pequena e fininha. E outra maior, bem comprida. De diametro igual ao pau do meu filho. Pensar na pica de Beto e no que iria fazer, me deixava envergonhada!
Resolví levar aquela maluquice até o fim. Na farmácia ao lado, comprei uma caixa de preservativos lubrificados. A ansiedade só aumentando.
Em casa, peguei a cenourinha fina e encapei com a camisinha. Erguí a saia, abaixei a calcinha e sentada no sofá, deixei a bunda meio de lado, peguei a cenoura e comecei a enfiar no cuzinho. Estava difícil, mas foi entrando. Meu amago fazia pressão contrária, querendo expulsar o invasor.
Mas a sensação…uma sensação desconhecida, sem igual. O vegetal alargando o olhinho do cú virgem, causava um calor estranho, melando lá na frente, na xaninha. Eu estava sentido prazer! Mal começei a bolinar o grelhinho, o orgasmo veio, diferente, estranho, fazendo piscar os dois buraquinhos!
Foi só soltar a mão que a cenourinha pulou para fora! E ficou a sensação de vazio com um pouco de ardência. A impressão de quero mais. Peguei a cenoura maior. ¨Será que isso entra no meu cú?¨ pensei preocupada.
Com a faca esculpi a ponta, arredondando. Encapei com a camisinha até onde deu. Sobrou cenoura. Peguei margarina e lambuzei mais ainda, principalmente na ponta. E do mesmo jeito, fui enfiando. A ponta entrou mais facil.
Doeu um pouco ao encontrar resistência, mas foi só menear o quadril e dar uma empurradinha.
A cenourona ia entrando, me alargando, causando arrepios na espinha. Achava que tinha chegado no limite, mas era só empurrar com mais força, o cilindro avançava. E quanto mais avançava, mais eu queria! É impossível de descrever o que sentí naquela hora. Só que estava gostoso! É só experimentando mesmo!
Numa dessas reboladas, a cenoura escapou da minha mão e acabei sentando nela. Sua dureza causou outra dor, dorzinha essa também prazeirosa. Ao pegar nela, conseguí pegar o pouco que estava fora. Não entrou tudo graças ao vale do reguinho, formado pelos dois montes da bunda. Outro orgasmo arrebatador. Desta vez sem siririca. Sim, eu tinha gozado pelo cu!
E novamente, ao ficar meio de lado, aquela sensação incrível, bem mais demorada daquele cenourão escorregando para fora, sendo expulso do rabo, de forma involuntária.
Corrí para o banheiro, joguei a cenoura no lixo. Uma sensação esquisita de frouxidão no anel e de vazio imenso no buraco de trás. Limpei o rego, melado de margarina, fezes líquidas e um pouco de sangue. Defequei. Um ardência saborosa, meio desconfortável, um incomodozinho que me acompanhou pelo resto do dia.
Essa experiência me ensinou várias coisas: que com o cuzinho relaxado, o invasor bem lubrificado, eu controlando, não dói e entra fácil. Que o buraco anal é profundo, mais extenso que na frente. E que se uma cenoura fria e dura já era bom, imagine uma rola de verdade, macia e quente!
Não tinha volta. Eu ia dar o cuzinho para meu filho! Agora era eu quem queria que meu filhinho me enrabasse! Se isso era coisa de vadia, de piranha, eu queria ser puta! E nem me lixei de ir na farmacia comprar um tubo de gel lubrificante, o K-MedGel.
Passei a provocar meu filho. Desde a manhã, no café, só com uma camisola de cetim azul dark e sem calcinha. Me virava e abaixava apanhando coisas na parte de baixo da geladeira, expondo a bundona branca, lisa e que sempre deixou muito marmanjo de pau duro. E dava um jeito de ¨sem querer¨, encostá-la no pau dele. Numa dessas, Beto não resistiu, me encoxou com a piroca em ponto bala. Mas não pediu para eu dar o rabo.
E à noite, no banho, desrosqueei o chuveirinho, enfiando a mangueirinha no cú. A agua quente inundando meu anus, limpava e trazia novas emoções.
Como sempre, começamos a transa pelo 69. E quando eu falei ¨- Filho, você quer comer meu cuzinho?¨, Beto ficou mais aceso, tarado, como nas primeiras vezes. Me beijou com ardor e não acreditando:
– O que? O cu, mãe? O cu?
– É, filho, você quer? Você não queria comer meu cú, filho?
Coloquei a camisinha lubrificada no pau do Beto. Dei uma apertinha e sentí ele, pulsante, durissimo, mais grosso que a cenoura, duro, ereto, mas bem mais macio. Peguei o gel e deixei mais lubrificado ainda. Deitei de bruços, com um travesseiro na barriga, colei a cara na cama, empinei o quadril, abrí as nadegas e chamei:
– Vem filho, mete…Ó, bem devagar, hein…Empurra com cuidado, filho…devagarzinho…
Beto se posicionou. A rola não acertou o buraco e escorregou pelo rego. Peguei na pirocona dele e coloquei na entrada do buraquinho. Empinei mais ainda a bunda e…a cabeçona entrou. Beto forçava a penetração, provocando dor nas preguinhas esticadas. Reclamei:
– Ái! Dói! Calma, filho! Devagar!
– Perdão, mãe, quer que eu tire?
– Não filho, só espere um pouco…Vai devagar, calma…Só empurre quando eu mandar!
Respirei fundo, contraí o esfincter e rebolando lentamente, fui pedindo mais, com o melzinho encharcando na frente. A sensação era nova, diferente da cenoura, agora mais intensa. Desengatei e arranquei a camisinha melada. E meu filho me penetrou de novo. Ardeu um pouco, mas a glande deslizou fácil.
Se as bombadas de Beto causavam alguma dor, por outro lado, o seu pedaço de carne rija, viva, me empalando, esfolando as paredes do cu, cutucando cada vez mais fundo, causava um tesão incrível!
– Mete, filho, mete! Põe tudo, tudo! Com força, amor! Quero mais, vai filho, come meu cú, come gostoso, mete tudo!
E Beto taradão como nunca, estocava com volúpia. Tão forte que seu ventre pressionava, achatava minha bunda redonda. As bolas do saco batiam na minha buceta. Parecia que ele queria entrar inteiro no meu cú. E se estava doendo, eu já não sentia nada.
A cada saída, aquela sensação gostosa do mastro escorregando, levando minhas entranhas para fora e a cada enterrada, a ardencia forçando a pressão que lutava para expulsar o invasor, preenchendo por inteiro meu cuzinho estreito e incendiado! Meu filho estava como eu nunca tinha visto:
– Ahhf, Ahhf, gostoso, demais, mãe, demais! Ahhf, Ahhf, que cú apertado! Uuuh, Uuuh, mãe, bunda gostosa! Vou gozar! Vou encher esse cú gostoso de porra! Ahhf, mãe, ahhf, uuuuh, gostosa, mãe, gostosa! Uuuuuh! Uuuuuh!
E o meu orgasmo veio. Intenso e arrebatador. Provocando inumeros espasmos. Um orgasmo igual ao primeiro da minha vida. Diferente, com tudo piscando de forma incontrolável. Gozei dando o cuzinho para meu filho! ¨-Aaaaaahhhh¨. Só percebia meus gritos sufocados, mais pelo barulho do ar passando pela garganta.
E Beto gozou, soltando um, dois, três jatos potentes de leitinho quente. Deu para sentir, meu filho estremecendo com a vara pulsando, enterrada até o talo, ejaculando sem parar. E eu piscando a arruelinha machucada, ¨ordenhando¨ a rola.
Enfraquecida, tive outro orgasmo, mais xoxo, enquanto o pau delicioso saia, em toda sua extensão, deixando um buracão arrombado, minando porra, escorrendo sem parar e manchando o lençol. A dor veio depois, dor de saudade, acompanhada de um formigamento esquisito, um leve latejar no fundo do cu.
Depois dessa noite, viciei no anal. Compramos um vibrador, ou melhor, dois consolos com vibro, fazendo DP que me proporcionam orgasmos fantásticos! Meu filho vive comendo meu cuzinho e eu adoro dar para ele.
Tenho fantasias de ter duas picas de verdade, de carne quente e macia dentro de mim. Mas Beto é contra e não quer nem saber. Agora é minha vez de insistir e forçar a barra. Vingança de mãe…