Como fiz pra seduzir meu filho



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Conto de Mayara Nascimento
Depois de quinze anos de casada e com seis filhos meu marido saiu de casa depois que descobri que eu era chifrada, que ele tinha mais três mulheres e todas tinham filhos com ele. Depois de dar muito duro pra criar a todos cada um foi seguindo sua vida, casaram e saíram de casa, ficando só o caçula. Por causa de todos eles minha vida se resumia em cuidar da casa e deles, nunca tive tempo pra me cuidar e arrumar um outro homem. Agora só com o caçula em casa eu já tinha mais tempo, comprei um computador e pedi a uma amiga pra me ajudar, me ensinar a mexer nele, pois era novidade pra mim. Com o tempo fui aprendendo e minha amiga sempre entrava em paginas pornôs e contos eróticos. Um dia ela lendo um conto de incesto em que uma mãe contava sua relação incestuosa com o filho, ela me disse que tinha vontade de viver uma relação assim, mas como não tinha filhos iria ficar so na vontade. Eu desconjurei, achei um absurdo, uma abominação, nojento uma relação dessa, imagina uma mãe dando pro próprio filho, era inaceitável pra min. Fiquei vários dias sem ligar o computador, mas aquele conto lido por minha amiga não saia da minha cabeça, eu pensava naquilo o tempo todo, e num determinado dia sonhei com meu filho caçula chupando minha buceta e depois me fodendo, jorrando uma quantidade enorme de porra dentro de mim, e depois de me foder pegou uma taça de vinho vazia e pediu pra eu ficar de cócoras e colheu toda porra que saia de dentro de mim e me deu pra beber, tomei toda a porra da taça e achei uma delicia a porra do meu filho. Acordei assustada e muito suada com o meu filho me chamando, já passava das sete da manhã, arrumei a cama e fui pro banho e quando tirei a roupa não acreditei, minha calcinha estava encharcada, toda babada com meu líquido vaginal, aquele sonho gostoso com meu filho me fez gozar enquanto dormia. Passei o dia pensando em tudo aquilo, aquele conto, aquele sonho, ficaram o dia todo martelando em minha cabeça e eu acabei me excitando, deixando minha calcinha úmida de novo, fui pro computador procurar aquela página de contos, procurei os de incestos e encontrei uma variedade muito grande de contos entre mãe e filho, mãe e filha, pai e filha e entre irmãos e irmãs, comecei a ler, devorar os contos entre mãe e filhos, fiquei tão excitada que quando percebi já estava com minha mão na xota me tocando e fazendo minha mão ficar melada com meu gozo. Depois de ler vários me peguei imaginando uma transa com meu filho, como a do sonho, eu já não imaginava que aquilo fosse tão nojento, nem tão abominável, imaginem só o que o tesão faz com a cabeça da gente, faz agente rever conceitos e mudar de opinião, eu já considerava a possibilidade de seduzir meu filho, pra ter ele fodendo minha buceta e tudo mais que ele quisesse. Mas como fazer isso? Passei a ler mais e mais contos pra ver como as mães faziam pra seduzir os filhos e tirar dali algo que eu pudesse usar e seduzir o meu. Passei a usar roupas mais curtas em casa, mais transparentes, blusas com botões que eu pudesse desabotoa-los e deixar meus seios mais exposto, saias mais curtas e com fendas que pudessem mostrar minha calcinha cada vez que eu me abaixasse. Geralmente eu dormia com a porta do meu quarto fechada, so deixava aberta quando eu dormia de roupa e agora eu já dormia só de calcinha com a porta do quarto aberta, já que meu filho dormia no quarto de frente com o meu e certamente ele me veria assim, por último dormi totalmente nua e com a porta do meu quarto escancarada e luz acesa, queria que ele me visse, sentisse tesão e desejo por mim, de manhã levantei e fui pra cozinha fazer o café, totalmente nua como dormi, eu sabia que ele iria se levantar logo e depois de lavar o rosto e escovar os dentes iria pra cozinha tomar seu café. Fiquei ansiosa a sua espera, eu sabia que como dormi pelada certamente ele me viu assim, mas como eu dormi e não vi ele me olhar, agora queria que ele me visse completamente nua de frente e eu queria olhar em seus olhos nesse momento. Finalmente ouvi a porta de banheiro sendo fechada, meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante, era a primeira vez que eu iria ficar pelada de frente pro meu filho, e consciente do que estava fazendo, queria muito que ele me visse assim, meu corpo todo arrepiava e tremia ao mesmo tempo. Quando ele chegou na cozinha e me viu exclamou! Mãe!!!, desculpa eu não sabia!!! Calma filho, fica tranquilo, eu estava com muito calor e dormi pelada, como so tem nós dois em casa, achei que não haveria problema em você me ver nua, pois eu não tenho vergonha de você, mas se você quiser eu ponho uma roupa. Não mãe, pode ficar. Meu filho estava estático, como se tivesse paralisado e não tirava os olhos da minha buceta ainda peludinha e com seus pequenos lábios saindo pra fora, notei que seu pau já dava sinal de vida dentro da bermuda, pra deixa-lo ainda mais com tesão em mim, me virei de costas e fiz de conta que iria pegar alguma coisa no chão, abri um pouco as pernas deixando ele com uma maravilhosa visão do meu cu e da minha buceta vistos por traz, fiquei assim por uns dois minutos, pra que ele não esquecesse daquela visão. Quando me levantei e me virei pude ver a excitação dele pelo volume do seu pau dentro da bermuda, ai perdi a razão de vez, passei por ele e peguei no seu pau e segurei!!! Filho da esse pau pra mim, eu tô numa secura só, faz anos que não tenho um pau desses na minha buceta, vem pra cama comigo e me come, vem, me come por favor, mata meu tesão, mata meu desejo. Me dirigi pro meu quarto, meu filho não disse nada mas me seguiu, no quarto me ajoelhei diante dele e baixei a sua bermuda liberando seu lindo pau, não era muito grande nem muito grosso, mas a essa altura tamanho e grossura era o que menos interessava, aquele pau moreno de cabeça meio roxa e babando era a coisa que eu mais desejava, senti seu cheiro delicioso e fui passando a língua em sua cabeça e em toda a sua extensão, segurei suas bolas e pus na boca, chupei, apertei, eu estava doida pra ter tudo aquilo dentro de mim. Deitei na cama, abri as pernas e o chamei: vem folho, me come. Ele se ajoelhou e foi direto na minha buceta, pôs sua boca nela lambendo todo melzinho que escorria, sua língua vasculhava minha buceta de cima abaixo, bolinava meu grelo, e entrava lá dentro o mais fundo que alcançava, meu filho me chupava com maestria, com uma habilidade incrível tal como no sonho. Me virei de bruços oferecendo meu cuzinho que ele cheirou lambei e enfiou sua língua la dentro me arrancando arrepios e gemidos. Depois me virou de frente chupou mais um pouco minha buceta e foi subindo beijando meu púbis, minha barriga, até se deter nos meus seios já um pouco caídos pelos meus quarenta e cinco anos, mas nada exagerados, chupou um, depois outro, depois se deliciou na minha boca, com um beijo molhado e demorado, eu sentia sua pica roçando minha buceta, segurei ela e guiei pra entradinha e meu filho foi me penetrado lentamente. Parecia uma tortura, uma eternidade até aquele pedaço de carne dura encostar no meu útero e ele começar a bombar dentro de mim. Ah, tanto tempo que não sentia uma pica dentro de mim, que aquele momento parecia mágico, parecia que o tempo havia parado, que eu estava no paraíso, meu corpo arrepiava retesava e eu gozava na pica do meu filho, que apenas murmurava: Ah mãe que bucetinha gostosa você tem, que delícia, e eu respondia cheia de tesão, é toda sua filho, come a vontade, fode ela gostoso e me enche de porra. Depois de mais algumas bombadas ele jorrou uma cachoeira de porra dentro da minha buceta, agora eu estava vivendo não mais um sonho mas sim uma realidade, sendo comida pelo meu filho que de agora em diante passaria a ser meu amante, meu macho, meu homem, que iria me comer toda vez que tivesse vontade, que iria matar minha fome de pica, meu desejo e meu tesão. Tudo que eu pensava antes, que eu reprovava e que achava nojento e abominável, caiu por terra, agora sei como é delicioso gozar na pica de um filho e ser preenchida por ela. Mayara Nascimento