Incesto na Base da Chantagem



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Bem, esse é meu primeiro conto, então desculpem meus erros rsrs’. Eu sou loira (natural), de olhos azuis meio esverdeados, bem branquinha e de seios e bunda fartos, 1,72 m e sempre gostei de transar, mas nunca pensei em nada com meus irmãos. Sempre tiver uma preocupação enorme com a saúde e tudo mais, tenho 19 anos, sempre sou convidada pra festas e tudo mais, mas nunca fui de beber, no máximo uns goles do copo de algum amigo, nada mais. Eu sou a mais velha e por azar (sempre quis uma irmã) tenho dois irmãos mais novos, um de 17, o Alexandre, e outro de 14, o Nicolas. Nunca me dei muito bem com o mais novo, a gente vivia entre tapas o tempo todo, e o Alexandre não era lá essas coisas, mais sabia consolar uma garota. O que eu vou contar aconteceu mês passado (Janeiro).
Quando eu vou pra casa, fico muito longe dos meus amigos de São Paulo (onde moro agora), então meu forte é irritar meu irmão caçula. Há algum tempo nossos pais haviam brigando, por isso sai de casa, e acabaram se divorciando, e meus irmãos ficaram com a mamãe, que sempre trabalhou muito pra dar tudo de bom e do melhor pra gente (traduzindo, quartos separados, e nada de dividir as coisas, porquê sempre acabava em brigas… e bem feias). Eu ia ficar lá por uns meses, mas pelo que aconteceu voltei bem antes do previsto. Nos primeiros dias, estava tudo bem, aquela família de filme que todo mundo sempre desejou, e eu fazendo o possível pra não surtar com meus irmãos. Lá pelo quarto dia, eu acho, minha amiga me mandou um SMS mostrando uma foto do meu namorado, pegando outra garota, fiquei muito triste e cheguei em casa chorando. Mamãe ainda não tinha chego, só chegaria lá pra uma hora da manhã (ela foi num jantar da empresa), então quem me recebeu foi o Alexandre, que tava só de bermuda (eu já tava acostumada), ele me viu chorando e no ato me deu um abraço forte, muito aconchegante, fecho a porta e me levou pro quarto de hóspedes. Ele não deixou de me abraçar por um momento sequer, sentamos na cama e eu expliquei o que tinha acontecido e tudo mais, e ele como sempre me ajudou sendo muito carinhoso e me elogiando. Eu não era besta, desde que eu tenho uns 12 anos eles encaram minha bunda e meus seios, e uma mania que me encantava no Alexandre, era o jeito que ele me olhava olho a olho, eu ficava vidrada. Já passei por muita coisa constrangedora de pegar meu irmão batendo punheta no banheiro e tudo mais, mas sempre fomos muito liberais em casa e andávamos sempre com pouquíssimas roupas, porém raramente sem roupa nenhuma por questões de respeito né. Mas aquele dia tava sendo horrível.
Quando começou a anoitecer, Alexandre saiu com a namorada, mamãe ainda não havia chego e eu estava sozinha com o Nicolas jogando vídeo game. Resolvi dar uma saída pra comer alguma coisa e voltava. Avisei o Nicolas e fui. Sou tão modesta, que fui ao McDonald’s HSUASHUASHUA’ (eu amo) então era rápido. Nicolas, não achou que eu seria tão rápida e convidou uma garota pra ir lá em casa… Nisso eu chego, e ouço uns gemidos bem baixinhos da porta da frente, então eu entrei com todo o cuidado pra não fazer barulho quando peguei ele transando com uma ninfetinha da escola dele que morava lá na rua (pouco tempo depois descobri que ele fazia as lições e trabalhos pra ela e em troca ela fazia tudo o que ele pedisse). A garota parecia saber muito bem que minha mãe não permitia esse tipo de coisa na casa dela, além do mais, na cama dela, porque a garota desceu o vestido e colocou as sandálias de uma forma tão rápida, que eu nem sabia que dava pra se fazer. E eu fiquei sem reação, e fui correndo pro meu quarto, coloquei um short velho e muito curto, um que eu usava pra ficar em casa a anos e um blusão de manga comprida e tava deitada na minha cama que nem uma idiota lembrando daquela cena, fiquei morrendo de vergonha e tesão. Para tentar esquecer, fui beber água, quando passei pelo quarto da mamãe, tava imundo! Tinha gozo pela cama inteira e pelo chão, eu surtei! Fui pro quarto dele e ele não estava lá, procurei em todos os lugares e quando fui ver ele estava no meu quarto mexendo nas minhas coisas, quando ele achou um bolo de dinheiro, que eu tava guardando pra fazer uma viagem com a escola pra Disney, o problema era como eu tinha conseguido tudo aquilo que dava mais de 3.000 reais (não podia deixar numa casa sem ninguém!). Ele se assustou e falou em tom alto:
-Meu deus! Aonde você conseguiu tanto dinheiro?
-Não te interessa! Me devolve!
Ele se negava a me dar e continuava perguntando onde eu tinha conseguido tanto dinheiro. Ele então tentou fazer um trato comigo, se eu ficasse totalmente sem roupa pra ele, me devolvia o dinheiro todo, limpava o quarto da mamãe e não falava do dinheiro pra ela. Ele tinha a certeza de que eu não tinha conseguido ganhar tudo aquilo de uma forma “legal”, então ele saberia que eu aceitaria qualquer coisa, eu que era a queridinha da mamãe, não poderia deixar isso acabar, ela fazia tudo que eu pedisse… Ela que pagava o aluguel do meu apartamento! Eu disse:
-Nunca seu retardado!
-Se eu fosse você não faria isso, você sabe que eu conto!
-Quero outro trato!
-Não, e se você não fizer isso deixo tudo por sua conta e falo do dinheiro!
Eu tava com tanta raiva e medo dele contar, que não lembrava mais que ele nem sabia como eu arranjara o dinheiro. Mas tive que acabar cedendo, além do mais, era só ficar sem roupa, não seria nada demais.
Tirei a roupa de cima, ficando só de calcinha e sutiã. Ele ficou em silêncio por um tempo e falou meio envergonhado, mas num tom de voz firme:
-O trato era você tirar tudo!
Eu já estava começando a me irritar de novo. Odiava aquilo, mas cedi. Fiquei totalmente sem roupa. Ele me olhava com muito tesão, nem piscava. Eu me sentia humilhada, porque ele começou a mexer nos meu peitos e na minha xaninha, me beijava, eu tava com tanta raiva, mas com tesão (eu não acreditava)… Então ele continuou me mandou chupar seu pau, sempre me chantageando com o negócio do dinheiro, ai sim já era demais, mas por causa do dinheiro, mais uma vez cedi, começaram a me vir a cabeça as cenas dele com aquela garota, fiquei com tanto tesão, que comecei a chupar com muita vontade, mas seu pau mau cabia na minha boca. Depois de um tempo, percebi que ele ia gozar, mas ele não queria ainda, então ele me mandou ficar de quatro e começou a chupar minha xaninha, que a essa altura, já tava toda molhadinha… E odeio admitir isso, mas estava morrendo de tesão pelo meu irmão, ele fazia isso tão bem… Eu gemia de prazer. Sem a menor pena, e tapando a minha boca ele enfiou de uma vez só seu pau na minha xaninha, e aquilo doeu muito, era muito grande. Ele bombava muito rápido, me machucava, mas estava tão bom… Quando ele parou e me mandou voltar a chupar, e disse que queria que eu engolisse toda sua porra. Não demorou nada, e falou que ia gozar, eu nunca gostei engolir porra, mas ele segurou minha cabeça muito forte e de uma forma que seu pau coube todo em minha boca, e gozou, muito mesmo, escorria, ia até meu peito, e minha xaninha também escorria de tanto tesão. Assim que ele terminou de me fazer limpar seu pau, ele me largou lá como se fosse uma puta, caída no chão toda gozada. Colocou sua bermuda e voltou a jogar, largando o bolo de dinheiro em cima de mim, como se fosse pagamento. Me doía muito quando ele me chamava de puta, vadia e esses negócios. A essa altura, meu olhos já estava encharcados. Antes de sair, me enrolei numa toalha que tinha e peguei o dinheiro, tava nojenta, toda gozada, e antes de fechar a porta falei:
-Espero que você esteja satisfeito…
Sai chorando e me tranquei no quarto da mamãe (ele já tinha limpado) esperando alguém chegar. Em menos de 15 min., o Alexandre voltou pra casa, então fui logo pensando, deixa eu ir pro banheiro me arrumar, não quero que ele me veja assim, é humilhante demais, além do mais, não quero que eles deixem a mamãe mais nervosa do que já é. Mas foi tarde demais, ele parecia saber exatamente de onde vinha o choro, porque ele mal chegou, já estava batendo na porta tentando abrir.
-Abre! Carol é o Alexandre! Abre por favor!
-Já disse que não quero que ninguém me veja assim!
Ele sabia, que apesar do que o Nicolas fez, eu não deixaria ele sair muito machucado da situação, então ele ameaçou:
-Abre, ou eu bato no Nicolas e conto tudo pro papai! (que me infernizaria a vida, me culpando do dinheiro e de não ter revidado, e acabaria com o Nicolas)
Ai que a casa ia cair, ia arruinar a vida da mamãe e do papai, além da minha, não me importava nada com o Nicolas há essa hora, então abri a porta e falei que se quisesse bater nele, podia, ele deu uma risada irônica e o deixei entrar. Ele entrou rápido e eu voltei a trancar a porta. Eu estava chorando, tava toda gozada, da cabeça aos pés, sem calcinha nem sutiã, só enrolada numa toalha, e mesmo assim o Alexandre me abraçou, mais forte do que nunca, e pediu pra eu contar o que tinha acontecido. Um bom tempo depois ele me ajudou a tomar banho (percebi que ele ficou exitado, mas ele não fez nada), ele tava com uma cara de tarado, e quando encostei nele, seu pau tava tão duro, que bati uma pra ele (eu não acreditava que estava fazendo isso), mas logo ele gozou. Agimos como se nada daquilo tivesse acontecido, e ele me levou pra minha cama, deitou do meu lado me abraçando e acariciando meus cabelos e alisando minha bunda, e voltei a ficar com tesão, mas tava tão cansada que acabei dormindo e acordando muito tarde do dia seguinte. Mamãe ficou sem saber de nada, mas no dia seguinte eu não conseguia nem sequer ficar perto do Nicolas, muito menos na frente dele, não queria nem olhar pra ele, então decidi que era melhor voltar pra São Paulo. Uns dias atrás, ele passou aqui em casa, me pedindo desculpas, falou que tinha vindo com uns amigos e pediu pra eles o deixarem no meu apartamento, ou seja, ou eu deixava ele entrar, ou ele ficava na rua. Fui legal e deixei ele entrar, mas não olhava no olho dele. Ele tentou dar uma explicação pro que aconteceu, mas que ele se arrependia muito do que tinha feito, e que ele só não tinha me desculpas antes, porque eu não deixava. Realmente, esqueci que ele era meu irmão, a gente não se dava nada bem, então ele piorou tudo.
Perdoar, admito que não perdoei, mas eu precisava esquecer aquilo e seguir em frente, já não tava aguentando mais. Agora tento me dar bem com e ele, minha mãe estranha, mas não sabe de nada. Mas a gente ainda parece criança, vive se batendo e se xingando e minha mãe gritando com a gente. Estou pensando em voltar pra lá por um tempo, mas não tenho certeza.