Pastora Usada e Abusada na Viagem



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Eu vou relatar um fato verídico, ocorrido numa viagem que fiz até Porto Alegre, durante um feriadão, em 2000. Embarquei no Rio de Janeiro, numa calorenta tarde de sol. Pelo fato de ser feriado prolongado, a rodoviária estava insuportável de tanta gente, indo e vindo. Eu sentaria na poltrona 42, localizada no corredor, já bem ao fundo do ônibus. Mal sentei, fiquei torcendo para que viesse uma “gostosona” para a poltrona 41, pois eu teria oportunidade de encoxá-la, durante todo o trajeto da viagem(24 horas). A cada passageiro que embarca, aumentava a minha torcida e ansiedade para ver realizado o meu desejo. Tomei um susto, quando vi embarcar uma galera bem baixo astral. Eram quatro caras, zoando e falando alto.

Típicos malandros cariocas. Os caras vieram até o final do busum, mas sentaram à minha frente. Bem, naquele momento, pelos meus cálculos observadores, só não havia passageiro na tal poltrona 41, do meu lado. Cheguei a pensar que poderia ir vaga mesmo, sem entender o motivo de terem me vendido uma passagem no corredor, quando a maioria das pessoas querem viajar do lado da janela… Até que aconteceu o inesperado e maravilhoso. Já com uns cinco minutos de atraso do horário de saída do executivo, vi subir uma loiraça, trajando um apertado conjunto de blusa e saia preta que descia até a altura dos joelhos dela, mostrando seus deliciosos contornos. Comecei a sentir calafrios de tesão, pois a tal loira caminhava para o fundo do busão. Até que, simpaticamente, falou-me: ”O senhor, por favor, me dá licença?”. Nesse momento, um dos carinhas da galera da zoeira chegou a falar em tom mais alto: “Aí. O malandro daí de trás se deu bem, hein?!”. Pude ver o traseirão apetitoso dela passar bem na minha cara, quando ela sentou-se.

Aquela mulher era bonita e cheirosa. Seus cabelos loiros escorridos lhe davam todo um charme especial. Notei uma aliança em sua mão esquerda, denunciando o fato de ela ser casada. Não foi difícil descobrir duas coisas sobre ela. Sim, pois seu celular tocou, fazendo com que ela se identificasse como “Pastora Liliane”, comentando assuntos referentes a uma Igreja evangélica. Aquilo meu deu o maior tesão, pois a minha futura vítima, além de ser uma loira casada e gostosíssima, se tratava de uma pastora evangélica. Sempre tive uma tara especial pelas crentes.

Enquanto o ônibus saía da rodoviária, os meus pensamentos viajavam para aquela mulher. Poxa, eu teria um dia inteiro para tentar abusar daquele corpão delicioso. Liliane fez uma ligação para alguém que devia ser o marido, pois o tratava de “meu bem”. Ela reclamou bastante a situação da viagem, pois não dizia não gostar de viajar lá trás. Chegou a culpar o suposto marido, dizendo “Se você tivesse comprado com antecedência, isso não teria acontecido!”. Segundo ouvi e concluí, era voltaria de avião de Porto Alegre para o Rio Bem, sorte minha ela estar com o azar de viajar num ônibus cheio, sentadinha ao meu lado. Liliane, por fim, reclamava do cansaço de dois dias e da saudade que já sentia do marido. Já no final da ligação, comentou que havia tomado um comprimido para “apagar” dentro do ônibus. Bem, se ela estava cansada e havia tomado comprimido para dormir, era só questão de tempo para eu “iniciar os meus trabalhos” naquela delícia loira.

A minha estratégia era esperar anoitecer de vez. O ar refrigerado do ônibus tava fazendo a temperatura interior cair bastante. Liliane tirou uma coberta de uma mala de mão. Cobriu-se toda. Aquilo dificultaria um tanto as minhas futuras investidas, pois ela só ficara com a cabeça descoberta. Mais uma vez, pediu-me licença, descendo o apoio de braços entre as duas poltronas. Finalmente, virou-se para o lado da janela, dando-me às costas por completo. Ela apanhou um livro de bolso. Acendeu a luz sobre sua cabeça, começando uma leitura, que não fazia o menor sentido para mim. Poxa, se ela estava cansada e com vontade de dormir… Eu estava numa ansiedade incontrolável. Já havia se passado mais de duas horas de viagem. Eu começava a pensar numa contagem regressiva. Será que eu não conseguiria alcançar o meu objetivo de apalpar aquela mulher gostosa?

Mais uma hora se passava. O motorista havia feito uma parada de quinze minutos. Não arredei o pé do meu lugar. Liliane, que chegou a descer do carro executivo, voltou logo, trazendo em mãos um suco de latinha. Tomou uns goles com canudinho, e continuou a ler seu maldito livro. No entanto, antes que ela tornasse a cobrir todo o seu corpo com aquela coberta, eu, numa rápida e ágil manobra, sem que ela percebesse, pus a mão esquerda por baixo da tal manta. Então, ela protegeu o corpo com minha mão por dentro da coberta. O ônibus deu partida. Os tais caras da frente ouviam funk, tomavam umas biritas e cantavam alto pra caramba… Um deles ofereceu-me cerveja e tentou “trocar uma idéia”… Enquanto isso, Liliane voltava a me dar as costas, ficando com o rosto de frente para a janela. As luzes do corredor se apagaram. Então, finalmente, “minha pastora predileta” resolveu tentar dormir. Os outros passageiros reclamaram do barulho feito pela galera do funk. Houve um princípio de bate-boca, mas logo o silêncio começou a imperar no ônibus. Agora já anoitecia, lá fora…

Liliane dormia pesado. Por quatro vezes, esbarrei de forma proposital em suas costas, visando a certeza daquele profundo sono. Ela não mostrou nenhum sinal de reação. Fui deslizando a mão esquerda sob aquela quente e pesada coberta. Pelo fato de Liliane ter um quadril avantajado, eu logo alcancei sua nádega com os dedos. Comecei a ficar de pau duro, carinhando aquele bumbum, guardado naquela justa saia. Ela mexeu-se um pouco, mas não teve nem perto de acordar. Muito pelo contrário, pois, ao se ajeitar numa posição mais confortável para melhor dormir, a Pastora colocou a cabeça num travesseirinho, colado ao vidro da janela, e jogou todo o seu traseiro para mim. Agora, toda a parte lateral da minha mão já tocava o rabo dela, por baixo da coberta. Meu caralho melado e duro pr dentro da cueca anunciava todo o tesão pela situação de prazer e perigo. Eu tinha consciência que seria impossível, ou quase impossível, comer aquele rabo evangélico, ali dentro do ônibus. Todavia, eu estava com “a faca e o queijo na mão” para me aproveitar daquela deliciosa loira casada. Com o balançar do ônibus, eu fui aumentando a intensidade dos toques e afagos no rabão de Liliane. Ela dormia profundamente…

Eu tive muita dificuldade ao tentar levantar um pouco a coberta dela, tendo a intenção de, pelo menos, colar meu cacete em sua bunda. Levantei o separador das poltronas. Nesse exato instante, ela se mexeu e suspirou um pouco, mas nada mudou em relação ao que já acontecia… Eu fui posicionando minha mão para a direção das coxas dela, pois eu queria tocar aquela pele branquinha por um pequeno corte que havia atrás de sua saia. Quase virei um contorcionista, mas consegui chegar nas pernas de Liliane. Aquelas grossas pernas tavam bem aquecidas sob a manta. Eu fazia leves e cuidados carinhos naquele par de coxas… Fiquei o tempo que quis com a mão colada na parte detrás das pernas da Pastora Liliane… Eu já segurava o gozo como podia… De uma forma mais abusada e inconseqüente, eu empurrei a mão como pude, deixando-a um breve tempo entre as coxas da crente loira… Voltei os dedos para sua bunda, fazendo-os passear pela marca da calcinha da Pastora… Liliane era uma mulher submissa aos meus assédios, pois nada sabia do que lhe acontecia, naquele momento da viagem…

Eu, que usava jeans, abri meu zíper, e pus o caralho para fora… Com a mão direita, fui levando o pau duro até o rabo de Liliane, que, naquela altura, já se encontrava todo fora da coberta, desprotegido e oferecido para os meus tarados ataques. Esfreguei a minha pica como quis naquela bunda crente. Tudo sem usar força desnecessária, pois eu não queria que ela acordasse de forma alguma… Pena mesmo, era a tal bunda está encoberta pela saia e pela calcinha, pois a minha vontade era enfiar a toda pica naquela maravilha que se encontrava ao meu lado… Eu já queria melar sua bunda e sua saia com minha porra, que se anunciava com voracidade e pressa… Agora, eu já trocara de mão nas coxas dela… Enlouquecido de tesão por aquela loira maravilhosa, levei minha mão direita até o rasgo da sua saia… Com dificuldade e perseverança, subi até tocar sua nádega direita… Aquela temperatura quente das coxas da “minha evangélica” era tudo que me fazia ficar mais doido e excitado… Ao sentir que já não dava mais para segurar a explosão do meu gozo, eu tive uma idéia. Peguei a latinha de suco que Liliane havia trazido da parada anterior do ônibus. Observei que ainda havia muito suco de pêssego, naquele conteúdo. Pus a cabeça do pau no buraquinho da lata, gozando pra valer. Foram jatos e jatos de espermas depositados dentro da latinha.

Pouco tempo depois, outra parada do ônibus. As luzes se acenderam no corredor. Eu ainda estava sob efeito da maravilhosa sacanagem que havia feito na Pastoras Liliane, quando pude ver e sentir um inexplicável prazer ao vê-la acordar trôpega de sono, e tomar de canudinho aquele suco de pêssego, engrossado com a minha porra quente. Ela bebeu com tranqüilidade aquela “saborosa mistura que lhe preparei”. Nada falou comigo… Após isso, Liliane inverteu a posição que, anteriormente dormia, virando as costas e o rabo que tanto alisei para o lado da janela. A Pastora tornou a cobrir todo o corpo com aquela indesejável (por mim) coberta. Foi uma parada mais demorada, mas o busão retomou o seu destino gaúcho…

Mesmo escondido sob a manta, o joelho direito de Liliane tocava firme o meu. Ela voltou a adormecer, calma e tranqüilamente, escorregando e descendo bastante o corpo pela sua poltrona. A minha estratégia seria diferente, pois eu já não tinha mais aquele rabão evangélico virado e oferecido pra mim… Esperei uns dez minutos para dar um tempo à minha gostosa… Eu queria vê-la dormindo bem pesado, mais uma vez… Só em voltar a pensar numa nova sacanagem, o meu caralho tornara a despertar… Eu sabia que iria ter um problema danado para alcançar alguma parte do corpo dela, pois, desta vez, minha mão não havia entrado sob a coberta. Liliane se encontrava bem protegida… Mas, como pra tudo na vida se tem um jeito, eu tracei uma rápida forma de mudar a cena. Dei fortes cutucões com o meu joelho esquerdo no joelho direito dela, tentando faze-la mudar de posição ou, pelo menos, se mexer um pouco… Liliane se espreguiçou, mexendo um pouquinho sua perna direita… Eu puxei com força aquela “merda” de coberta para cima, encostando minha mão sobre sua coxa… Lentamente, desci a tal mão até alcançar-lhe o “famoso” joelho esquerdo… fiquei coçando aquele joelho tesudo…

Contudo, quase aconteceu uma confusão, pois, devido aos meus insistentes carinhos na perna dela, Liliane acordou e falou-me: “Moço, acho bom parar com isso, ta?”… Então, com ar de sisudo e fechado, ela virou a frente do seu corpo para a janela, resmungando consigo coisas sobre minha atitude… Acontece que, pelo fato de ela estar mesmo tão cansada e sonolenta, Liliane logo adormeceu… Resolvi dar um tempo maior para se tornar real o sono profundo da “minha gostosa colega de viagem”… A Pastora não conseguiu ficar esperta por mais tempo, pois eu escutava até um baixinho ronco, saído de sua respiração…

Sem muita paciência ou receio de qualquer reação negativa eu já estava, quando voltei a puxar para fora e para cima a coberta de Liliane…. Virei meu corpo para o seu, fazendo de novo uma posição de quem iria se encaixar na bunda dela ou enraba-la com jeito… Pus o pau duro pra fora. Comecei a bater uma punheta com a mão direita, tendo já esquerda a alisar aquele traseiro grande… Percorri, novamente, a marca da calcinha no corpo dela… Ali fiquei o quanto quis, passando os dedos e a mão naquele loiro bundão … Encostei bem o caralho no seu rabo… Sem ter mais a menor noção de perigo, eu dei-lhe um demorado aperto no rabo com toda a palma da mão colada na bunda da “minha safada”… Quando se anunciou o novo orgasmo, direcionei o pau para o traseiro dela, gozando e melando bem aquela saia preta… Agora, o meu gozo estava marcado na bunda da Pastora Liliane… Mesmo que fosse por cima de sua saia… Creio eu que ela dormia sem saber, absolutamente, de nada que tinha acontecido…

Fui ao banheiro do ônibus para lavar e limpar o meu pau, pois ainda havia sujeira e mal cheiro nele… A loira continuava em profundo sono… Adormeci com uma sensação de “dever cumprido”… Dormi tão bem que cheguei a sonhar com ela. Sim, era como se fosse real, pois nós estávamos dentro de um ônibus também. Só que o busum do meu sonho estava vazio… Liliane saía do lado de um sujeito, que eu acho que era o seu marido, e vinha sentar-se ao meu lado, no fundo do ônibus. Lá, sem ninguém para atrapalhar, ela “pagava-me um gostoso boquete”, implorando por tudo que eu lhe comesse o rabo, ali mesmo… Ela mesma arrancava sua própria saia e uma calcinha minúscula de cor vermelha, sentando no meu caralho duro… Toda a minha tora grossa era “engolida” pelo cuzinho quente dela… Liliane subia e descia, gemendo muito com aquela trepada… Acontece que fui acordado, exatamente, por ela, pedindo-me licença para passar… Ela foi ao sanitário… Eu fiquei dando risada do meu sonho erótico na poltrona…

Antes de chegarmos em Florianópolis, um pouco mais de seis horas de Porto Alegre, pude ver numa parada do ônibus, toda a meladeira que fiz no traseiro de Liliane. Sim, pois ela desceu, e eu fui também, seguindo os seus passos. Havia uma mancha branca bem na bunda da Pastora… Era o meu gozo!. Na volta deste momento de parada, Liliane não “pregou mais os olhos”. Quando o fiscal da empresa e o motorista foram conferir a tradicional contagem de passageiros que eles fazem, Liliane pediu para trocar de lugar, caso houvesse desembarque em Floripa… Bem, logo em Florianópolis, houve um desembarque de cinco ou seis passageiros… Ela saiu do meu lado feito um “furacão raivoso”… Conseguiu um lugar vago, lá na frente do corredor, próximo à porta do ônibus… Eu fiquei só curtindo o meu “serviço”…

Ao desembarcarmos em Porto Alegre, durante a retirada das bagagens, eu ainda dei umas olhadelas para a bunda da Pastora Liliane, observando aquela resquício de mancha branca e seca de porra feitas pelo meu cacete em seu traseiro carnudo… Havia algumas pessoas, aguardando sua chegada… Vi que ela chamou o motorista, fazendo algum comentário e apontando para mim… As pessoas que lhe aguardavam também já me olhavam com insistência… Tratei de pegar minha mala… Apressei o passo… Tomei um táxi, e me mandei daquela possível futura confusão, dando boas risadas de satisfação… Afinal, usei e abusei como pude, não como gostaria, da Pastora Liliane! Certo dia, eu tava “sapeando” a tv em casa… Quase não acreditei, quando vi a Pastora Liliane ao vivo, numa transmissão de culto evangélico de uma igreja de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro… Aquilo me deu uma saudade louca das nossas horas no ônibus da “Penha”… Enfim, só depois de assisti-la na televisão, eu pude conferir a legenda com seu nome escrito da forma certa: “Liliany”