Prazer na Obra



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Conto Enviado… sou bruna, uma garota branquinha de bundinha de dar inveja na mulherada, tenho 16 anos, gosto muito de sexo e lógico não sou mais virgem. transava muito com meu namorado até saber q ele tinha contado pra vários amigos dele, quando veio um de seus amigos querendo me comer também. chutei meu namorado e fiquei muito tempo sem namorado e sem transar. não queria ninguém q lembrasse ele e por isso estava na seca. alguns mexiam comigo nas rua mas nada de mais, um dia tomei um susto de um senhor ter me cantado, ele tinha perto de 50 anos, era muito pra mim. vinha todos os dias da escola as 18:00 e fazia sempre o mesmo trajeto e um dia um operário jovem de uma obra estava na porta da obra encostado na frente, não tirava os olhos de mim, quando cheguei na frende dele ele assobiou pra mim, achei audácia dele não se enxergar. depois de ter passado dele até dei um sorrisinho. nem me lembrava mais até voltar pra casa no outro dia e avistar ele no portão esperando eu passar, repetiu o assobio e disse q já podia entrar. fui pra casa pensando se ele morava na obra, coitadinho dele sem nenhum conforto. no outro dia indo pra casa, lá estava ele sorrindo, quando olhei pra ele também sorri mas era de pena dele na obra. no outro encontro resolvi perguntar se ele morava ali, ele disse q era do interior e tinha q ficar na obra, me perguntou meu nome e disse ser Bruna e o dele André. perguntou se tinha namorado, disse não e me perguntou se queria passar por lá pra conversar um pouco. reparei q tinha um belo sorriso e disse q um dia ia bater um papo com ele. fui pra casa pensando em dar uma alegria praquele homem e me aliviar o tesão. mas não tinha coragem de sair com um homem tão velho, ele tinha 24 anos. ele me disse q a obra funcionava sábado até meio dia. depois do almoço as 15:00 horas fui até a obra e chamei André q correu a me atender sorrindo, disse q vim conversar um pouco, ele me disse só um pouco? ri e disse q era modo de falar, ele riu aliviado. olhei pros lados e entrei na obra, quis saber o q faziam por lá. era uma obra pequena e fui conhecer as dependências do local, chegamos numa janela dos fundos onde fui olhar e virei de bundinha pra olhar pra baixo quando ele se encostou na minha bunda e segurou minha cintura dizendo pra eu não cair. num reflexo peguei suas mão e segurei de encontro minha barriga, fingi naturalidade e ele soltou minha mão e abraçou minha barriga. sem desgrudar de mim beijou meu pescoço, disse q ele estava indo muito rápido, ele disse q era só carinho, e deu uma lambida de baixo pra cima do meu pescoço q me arrepiei toda. tornou a dizer q era carinho, quando disse q tinha uma coisa dura na minha bunda, ele me virou e beijou minha boca como ninguém tinha beijado antes, invadiu minha boca com a língua q não resisti mais e retribui, já acariciando meu seio e minha bunda, fomos agarrados até uma peça q tinha uma porta com um cobertor em cima de tijolos improvisando uma cama q era usada depois do almoço. em instantes já estávamos nus e percebi o tamanho da sua ferramenta, me colocou de quatro e sem cerimonia começou a meter gostoso, sem descanso gozei duas vezes e ele nem pensava em parar, naquela tranquilidade pude gemer bem alto, ele me disse se eu continuasse a gemer ele não pararia nunca, tirou da buceta e pediu pra eu chupar, disse q não por que nunca tinha chupado, então sugeriu comer meu cuzinho, também disse q não e voltou pra minha bucetinha q estava receptiva e sedenta. gozei de novo e ele tirou de dentro e gozou na minha bunda. voltei domingo e repeti tudo com uma breve chupadinha q ele gostou muito e prometi voltar no sábado e chupar todo seu leite e cumpri. fiquei indo todos os fds até a obra terminar, e depois de muita insistência dei também o cuzinho e gostei, nunca mais vi André e me viciei em dar o cu, se soubesse antes tinha feito mais gente feliz.