Comendo a Esposa e a Cunhada Desobediente



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Meu nome é Paulo, 36 anos, trabalho na área de T.I. Sou casado há oito anos com Bruna, uma ruiva natural, 32 anos, 1,75, falsa magra. Quando conheci minha esposa, ela era viúva e já tinha uma filha de quatro anos na época, Júlia. A menina perdeu o pais quando ainda era um bebê, talvez por isso sempre tenha sido um pouco rebelde. Sempre gostou de chamar a atenção, seja fazendo arte, desobedecendo, e até se masturbando na frente de todos em um período mais conturbado da sua infância. Apesar das dificuldades, Júlia e eu sempre mantivemos uma relação amistosa dentro do possível. A mãe sempre dava as broncas, era mais severa. Eu sempre reclamava quando fazia algo errado, mas tentava amenizar os exageros dos castigos maternos.

Júlia com onze anos já trocava seus beijinhos com os outros meninos do condomínio, e há pouco tempo começou a querer se comportar como mulher, talvez pelo começo da adolescência. Não me preocupava com isso, é da idade. Nunca pareceu passar do limite do considerado aceitável para a idade dela. Mas nos últimos três meses, ela começou a querer provocar a mãe, deixando o quarto desarrumado, os livros e o material escolar na mesa da sala, louça suja no quarto, enfim tudo o que a Bruna odeia que ela faça. A coisa desandou quando ela tomou algumas cervejas que eu deixo na geladeira pra tomar nos dos jogos do Corinthians.

Resolvi, então, que eu deveria dar uns conselhos a Júlia. Um dia em que cheguei antes de Bruna em casa, resolvi conversar com Júlia. Quando a chamei, ela gritou do banheiro avisando que estava no banho. Ela sai enrolada na toalha poucos minutos depois. Digo a ela que quando estiver pronta, nós conversamos. Quando depois de uns três minutos, ela me chama. Quando entro no quarto, Júlia está ainda de toalha.

– Por que você não se vestiu? – pergunto.
– Não achei que fosse precisar, retrucou.
– Júlia, você não é mais uma menininha, né? Precisa começar a se vestir, não pode ficar nua por aí.
– Mas eu estou em casa, no meu quarto, não estou “por aí”.
– Ok, Júlia, mas não é legal você ficar desse jeito dentro do quarto sozinha comigo. E sua mãe chegar, hein?
– Aí Paulo, tá com medo do quê? Da minha mãe? Afff…. Ou de mim? Tá com medo de mim? – e começou a rir.

Nesse momento, eu não aguentei a falta de noção da menina e ri. Nunca tinha olhado pra Júlia com outros olhos. Ela era uma menina bonita, parecia com a mãe, mas mal tinha peitos. Achei muita petulância e falta de respeito.

– Menina, eu sou um homem feito. Se toca, garota. E outra, você tem que me respeitar.
– Sei que não sou seu pai. Nunca fui autoritário com você, mas você não pode ficar com esse tipo de intimidades comigo.

Júlia, logo após o meu sermão, faz algo que me surpreende e me deixa sem ação. Deixa a toalha cair. Foi algo que me deixou completamente sem rumo, pois como dizem os mais novos “o que é visto não pode ser desvisto”. Ela realmente tinha os seios pequenos pequenos, mas eram lindos. Tinha um corpo formoso. Assim que a toalha caiu deu uma giradinha de forma que vi o contorno da sua bundinha firme, era uma falsa magra como a mãe. E assim como Bruna, era ruiva, e parcos e ralos pelos de sua xoxotinha eram dessa cor. Diferentemente da mãe, Júlia tinha cabelos curtos na altura da nuca. Fiquei desnorteado. A menina percebeu e deu uma risadinha irônica.

– Vista-se, disse eu.

Levantei-me e fechei a porta do quarto. Fui pra minha cama e da mãe dela deitar, e comecei a pensar no que aconteceu. Estava preocupado com a menina. Mas de repente comecei a ficar excitado lembrando dela sem toalha no quarto. Peguei-me tentando afastar aqueles pensamento da minha mente. “Meu deus, eu vi essa menina crescer, e ela tem só doze anos”. Quando eu vi, eu estava acariciando meu pau. Eis que escuto Bruna chegando e me recomponho. Jantamos, e Bruna aproveitou a ocasião para dar outro sermão na filha. Limitava-me a dizer que Bruna tinha toda razão. Não consegui raciocinar. Pegava-me olhando pras pernas de Júlia que usava um shortinho curto, e tinha medo de Bruna perceber. Estava nervoso, disperso.

Naquela noite, antes de dormimos, Bruna avisou-me que no próximo sábado receberíamos um grupo de amigos, e começou a falar dos preparativos. Quando terminou de contar seus planos sobre a recepção que faria, resolveu falar da menina problema. Pensei em contar o que passara algumas horas antes, mas preferi me calar. Tinha medo de que Bruna me entendesse errado, e eu acabasse sendo acusado de assediar minha própria enteada.

– Paulo, Júlia me deixa preocupada. Essa atitude de confronto está me tirando do sério. Não sei o que fazer.
– Tenha calma – disse eu – pode ser uma fase.
– Como é difícil ser mãe, minha nossa.

Comecei a pensar na menina, no que tinha acontecido e meu pau começo a responder. Resolvi aproveitar o embalo e comer minha mulher.

– Amor, deixa eu fazer esquecer esses problemas.

A partir daí comecei a beijar o corpo da minha esposa. Comecei beijando as costas. Bruna tem uma penugem no meio das costas, e eu gosto de passar a língua de leve ali e sentir seus pelos eriçarem. Depois comecei a lamber e chupar seus mamilos com vontade, descendo pela sua barriga cheias de pequenas sardas até sua xoxota carnuda e com um filete de pelos ruivos. Comecei lambendo seu clítoris com movimento circulares, dando algumas lambidas em toda extensão da vulva, e voltando a me concentrar no seu grelo lindo. Em seguida, coloquei o dedo na sua racha ao mesmo tempo que mantinha o trabalho com a língua. Senti as contrações da buceta da minha esposa apertando meu dedo e aquele mel de xoxota na minha boca. Minha mulher teve um orgasmo e não se conteve. Deu um grito.

– Assim Júlia escuta – eu disse.
– Foda-se. Só o que falta é essa menina me impedir de gozar. Agora, vem. Coloca essa pica na minha boca. É a minha vez de te dar prazer.

Peguei meu pau e bati com ele na cara da minha esposa. Em seguida, peguei ela pelos cabelos e levei sua boca até meu cacete. Chupou com maestria, como sempre fez. Lambia as bolas, sugava meus bagos, lambia a cabeça. Que mulher! Mas ainda sim, aquela pirralha não saia da minha cabeça.

– Monta no meu pau, cachorra. Tá na hora de eu levar rola.

Minha esposa começou a cavalgar. Como rebola num caralho, a minha mulher. Enquanto isso, eu chupava seus peitos com vontade. Pedi pra ela parar. Sentei na beira da cama, e mandei ela sentar de costas pra mim. A gostosa estava muito excitada. Eu olhava aquele bucetão engolindo meu pau. Ela rebolava, enquanto eu gritava.

– Vai putinha, rebola no pau do teu macho.

Coloquei ela de quatro. Comecei bombando devagar naquela xota molhada. Até dar estocadas cada vez mais fortes. Ia alternando ritmo. Queria meter a noite inteira se possível. Bruna fica maluca, rebola no pau. Até que diz que vai gozar. Enlouquece mais uma vez.

– Picudo, me faz gozar de novo. Filho da puta safado.

A partir daí, perdi as estribeiras, segurei no cabelo de Bruna e metia com vontade. Senti aquela buceta escorrendo de tesão. De repente, vejo-me pensando em Júlia de quatro. Aquela menina magrinha de 12 anos. Minha vontade era a putinha da minha enteada em duas na base da rolada. “Que se foda”, pensei. Enfiava com vontade. Até tirar a rola da xoxota da minha esposa e colocar na sua boca, fazendo ela engolir toda minha porra. Exaustos fomos tomar banho.

No dia seguinte, uma quinta-feira, volto pra casa mais cedo e encontro Júlia em casa, assistindo TV. Não quis falar nada, passei a evitá-la. Fui direto pra suíte em que eu e Bruna dormimos e fui tomar banho. Saio do banheiro nú, secando os cabelos quando vejo Júlia sentada na cama. Rapidamente coloco a toalha. Fico mais uma vez sem ação diante da audácia da menina.

– A noite foi boa ontem, né? – escutei tudo.
– Vocês podiam fazer menos barulho, e saiu do quarto.

Não sabia o que fazer. Preferi ficar na minha. Tinha medo de Bruna não acreditar em mim. Afinal, é um tema muito delicado. E Júlia poderia justamente dizer que era eu quem a estava assediando.

Chega o Sábado. É o dia da festinha que Bruna queria organizar. Passo dia ajudando-a com a organização. Vou no supermercado comprar petiscos, cerveja, vinho etc. Ajudo Bruna a organizar as coisas. Foi um dia ótimo. Assim, ocupando-me, pude esquecer a turbulenta relação com a minha enteada.

Perto da hora da festa, fomos todos nos arrumar antes das visitas chegarem. E quando Júlia saiu do quarto tentei de todas as formas esconder minha admiração. A menina estava linda com um vestido preto tubinho, maquiada. Uma delícia. Percebi que provavelmente estava sem calcinha, pois não via as marcas no vestido. Pensei besteira, claro. Imaginei-me tirando aquele vestido e chupando aquela xoxotinha nova. Bruna também estava linda com uma roupa mais tradicional. Um vestido estampado, mais largo, sem colar no corpo, de um tecido leve que não sei o nome.

Os convidados começaram a chegar junto com seus filhos, alguns da idade de Júlia, outros mais novos. Pedi pra Júlia para levar as crianças para jogar PS4. O videogame é meu, mas deixei as visitas jogarem. Júlia nem toca no meu brinquedo. Ela retrucou.

– Quero ficar aqui e não com os pirralhos.
– Você é uma pirralha, respondi.

Contrariada, Júlia ficou junto com as demais crianças e adolescentes.

Bebemos e conversamos com os demais casais. Bruna estava bem descontraída e conversando, apesar de estar bebendo muito. Entretanto, não me preocupei, minha esposa parecia estar segura de si e dona de suas ações. Perto das 1h, todos já tinham ido embora por causa das crianças que começaram a sentir sono. Júlia disse que ia dormir, mas Bruna não deixou.

– Acho que é hora de termos um momento em família, disse minha esposa.
– Vamos os três jogar dominó.

Com cara de enfastiada, Júlia responde.
– Só tem três pessoas aqui. Dominó é com quatro.
– Jogamos burrinho, respondeu minha esposa.

Burrinho é um jogo usando as peças do dominó em que os jogadores começam com três peças cada. Toda vez que um jogado não tem pedra pra colocar no jogo, ele deve pegar mais uma peça. Aquele que não conseguir jogar todas as suas pedras é o burrinho.

– A gente pode fazer o burrinho pagar uma prenda, escolhida pelo que terminar suas pedras primeiro.
– Achei legal, opinei.

Júlia então sentou na mesa para jogar. Pegamos as pedras e começamos o jogo. Eu estava tomando cerveja, assim como Bruna. Então minha esposa me surpreende.

– Quer uma cerveja, Júlia?
– Tá falando sério? – perguntou minha enteada com os lhos arregalados
– Claro, estendendo uma long neck pra minha enteada.
– Você tem certeza disso, Bruna? – perguntei
– Ué, ela não se acha adulta? – e além disso, ela está com a gente.

Minha enteada se empolga e começa a beber com certa voracidade. Na primeira roda minha mulher vence. Júlia bate em seguida. Eu sou o burro.

– E aí Júlia, o que a gente faz com ele? – diz minha esposa.
– Sei lá, manda ele fazer flexões.- disse Júlia
– Já sei. Paulo, fica só de cueca – ordenou minha esposa.
– O que é isso? A menina está aqui – disse eu, assustado.
– Que que tem? Ela é uma mulherzinha, né Júlia?

A minha enteada ri. Eu, a contragosto, tiro toda roupa e fico apenas com uma cueca box branca. A partir daí, me concentro no jogo. Senão, eu previ que ficaria nu. Começamos a segunda rodada do jogo, e mais uma vez Bruna vence. Fico em segundo. Júlia é o burrinho.

– Mãe, você vai ficar só de calcinha – ordenou Júlia.

Fiquei pasmo quando Bruna, sem pestanejar tirou toda sua roupa, ficando apenas com uma calcinha preta minúscula. Os peitos firmes e as sardas em sua pele branca ficavam à mostra. Bebi uma long neck quase que num gole só.

– E aí Júlia, já tinha visto uma mulher nua? – provoca minha mulher.

Mais uma rodada, minha mulher vence, novamente fica em segundo. Júlia é o burrinho. Eu já esperava o que vinha pela frente, e para falar a verdade estava ansioso. O álcool começou a falar mais alto, e comecei a vislumbrar a possibilidade de uma foda inesquecível. E minha previsões começam a se concretizar.

– Tira o vestido, garota. – disse minha mulherzinha
– Mãe, eu estou sem calcinha.
– São regras, disse minha mulher com um sorriso irônico.

Estava acontecendo, a menina tira o vestido tubinho. Surgem aqueles peitinhos que começavam despontar, aquela xoxotinha com pelos ruivos nascendo. Algo aconteceria, eu começava me excitar. Era nítido o volume que se formava por debaixo da minha cueca. Tentava me controlar. De repente, vi-me maquinando pra achar uma forma de comer as duas. Nunca sonhei que tal coisa seria possível. Eu precisava vencer, e dar uma cartada. Entrar no jogo. Mas minha esposa vence novamente. Esforcei-me para ficar em segundo, pois queria ver o que minha esposa faria. Júlia perde mais uma vez.

– Júlia, vou castigar você. VocÊ tem sido uma garota desobediente – disse minha esposa com tom irônico.

Bruna manda a menina deitar de bruços nas pernas dela. A mesa era redonda, eu estava entre as duas. Minha esposa deitou a menina de tal forma que sua bucetinha fica voltada pra mim. Bruna começa a bater na bunda de sua filha bem devagar, aumentando a força gradativamente. Comecei a perceber que a cada tapa, Bruna alisava a bunda da sua filha e depois de um tempo, as tapas eram alternadas com carinhos discretos na vagina de Júlia. Olhava vidrado para aquela cena e Bruna estava tão entretida que se esqueceu da minha presença. Fiquei pasmo quando percebi que Júlia abrira a perna para facilitar as ações da minha esposa. Meu pau estava quase explodindo de tesão. Elas pararam e o jogo recomeçou.

Eu tinha que ganhar uma partida. Estava perto com apenas uma pedra na mão, mas Júlia foi mais rápida. Bruna foi o burrinho. A minha enteada ordenou que a mãe tirasse a calcinha. Nesse momento, minha vontade chupar aquelas duas xoxotas até minha língua cansar. Estávamos todos bêbados e excitados. Tínhamos ido longe demais. Resolvi perder de propósito nessa rodada, e consegui. Minha enteada vence mais uma vez, e ordenou que eu tirasse a cueca. Tirei a peça, e meu cacete duro fica à mostra. As duas olham caladas. O silêncio se instala na sala. Coloco a cabeça do pau pra fora e olho para minha mulher enquanto falo com Júlia.

– Já viu um cacete duro, Júlia? – em seguida olho pra menina.

Era o ponto de não retorno. Um silêncio tomou conta da sala, mas minha mulher tratou de embaralhar as peças, deixando a entender que o jogo continuava. Sentamos. Dessa vez eu precisava ganhar, e consegui. Estava torcendo para Júlia ser o burrinho, mas minha mulher perdeu.

– Finalmente, é a sua vez, Paulo – disse a minha mulher.
– Quero que você faça lapdance em mim – disse.

Fui pro sofá e sentei esparramado, quase deitado com o pau na barriga. Júlia veio atrás e sentou no outro sofá, olhando atenta. Minha mulher coloca uma música do Justin Timberlake e vem dançando em minha direção. Primeiro de costas pra mim, começa a rebolar em cima do meu pau. Dou uns tapas na bundinha dela, e fico olhando para Júlia sentada com olhos vidrados na cena. Depois de rebolar bastante no meu cacete, a ponto de ficar com a xoxota suada. Bruna vira de frente pra mim e continua sua dança. Pego os peitos dela e começo a sugá-los e apertá-los. Olho pra Júlia, a menina está vermelha com as mãos entre as pernas a ponto de se masturbar.

Recomeçamos o jogo. Consigo vencer. Júlia é o burrinho. Digo a ela que ela vai ter que fazer uma dança. Coloco o Funk do paratibum pra tocar. Ela começa a dançar.

– Tá errado, não é assim – digo.
– Escuta a música. O que é que ela diz? – pergunto.
– Eu vou, eu vou, sentar no pau, eu vou – respondeu.

Então sentei esparramado no sofá. Ela entendeu o recado. Sentou no pau e começou a se esfregar. Olho pra Bruna, aquilo poderia ser o fim do nosso casamento, mas ela estava tocando uma bela siririca no sofá ao lado. Nossa era um sonho. Começo a passar a mão no corpo da minha enteada. Pego na xoxotinha molhada, começo a fazer movimentos circulares. Minha esposa se levanta se ajoelha em frente a mim e começa a lamber e sugar minhas bolas. De repente, ela para e começa a chupar a buceta da própria filha. A menina joga o corpo no meu peito, eu tasco um beijo na boca dela. Bruna manda Júlia se ajoelhar do lado dela.

– Vou te ensinar a satisfazer um macho. Você que ser mulher, né?

Minha mulher começa a chupar meu pau, e minha enteada observando. Júlia diz que é a vez dela. A menina começa meio se jeito, mas vai pegando o ritmo. Minha mulher começa a chupar minhas bolas. Era um sonho, inimaginável. De repente, minha esposa para e fala:

– Júlia, hora de te fazer mulher.

Pego a menina no colo e a levo pra mesa. Deito ela em cima da mesa, e começo a chupar o grelinho virgem daquela ninfeta. Nunca mais vou esquecer o gostinho daquela xoxotinha. Minha esposa começa a beijar os peitinhos dela. Eu paro e começo a pincelar a bucetinha com meu pau. Começo a colocar cabecinha, a menina começa a se contorcer. Eu não iria parar.

– Tá sentindo dor? Tem que aguentar. Não quer ser mulher? – diz minha esposa.
– Arromba essa bucetinha, Paulo, vai – incentiva Bruna.

Devagarinho, eu consigo romper o hímen. A bucetinha da minha enteada era muito apertada. Quando eu comecei o vai e vem não acreditava na sensação. Era muito apertada. A menina fez caras e bocas, mas não reclamou como uma forma de desafiar a mãe. E lá estava eu, bombando em uma xoxota de doze anos enquanto beijava minha linda mulher. Coloco Júlia de quatro no sofá, mando ela empinar a bunda. Uma visão linda. Em seguida, mando minha mulher ficar na frente de Júlia com a xoxota na altura da boca da menina. Enquanto eu como minha enteada gostoso por trás, ela chupa a buceta da própria mãe.

– Júlia, você vai tomar rola pra aprender o que é ser mulher – dizia minha mulher com a boca da filha na sua buceta.

Enquanto isso, eu meu pau entrava e saía daquela xoxota molhada por fluídos e sangue. Tirei pra gozar. Minha mulher veio e tomou toda a porra que saiu do meu pau. Em seguida, foi até minha enteada abriu a boca dela e despejou a porra que havia bebido do meu pau e passou pra boca da minha enteada. Nossas vidas nunca mais seriam as mesmas.