Márcia… uma vida de sexo desde os 9 anos



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Fico aqui lendo os contos, e alguns fazem que eu me lembre das coisas que aconteceram comigo.
Desde muito novinha eu sempre fui uma menina elétrica e arteira. Sou filha única e não conheci meu pai. Minha mãe morava com amigas, e eu era a mimada da casa.
Certa vez ela conheceu um homem e nos mudamos para a casa dele, eu já estava com 7 anos.
Ele era boa pessoa, pelo menos me tratava bem. Mas na sociedade ele era muito ruim, coisa que eu nem sabia.
Não sei quantos meses passaram, mas foi pouco tempo depois que fomos morar com ele, certo dia minha mãe e meu padrasto saíram de casa, e não retornaram mais.
Quem apareceu foi a policia. Eles foram presos por assalto a um posto de gasolina.
A policia invadiu a casa e eu acabei sendo levada para morar com minha avó.
Minha avó era uma boa mulher. Ela era empregada de uma família e morava nos fundos desta casa, eu uma pequena suíte.
Os patrões da minha avó eram um senhor de cabelos grisalhos, e uma senhora muito elegante.
Eles tinham um neto que sempre ia visitá-los.
Gostei de morar lá, eu era bem cuidada e vivia ganhando presentes do Sr. Augusto.
Certa vez, uma tarde, enquanto minha avó limpava a casa, eu fiquei no nosso quarto vendo TV. Até que o neto do Sr. Augusto entrou no quarto. Eu já estava com uns 9 anos e ele tinha 12.
Pietro era um menino legal, e eu gostava de brincar com ele.
Mas neste dia foi diferente, ele disse que tinha uma brincadeira nova, que eu teria que abaixar a minha bermuda e calcinha.
Estranhei mas quis brincar.
Ele também tirou a bermuda e a cueca.
Gostei da brincadeira, ele se deitou sobre mim e passava o pipi na minha piriquita.
Aquilo era bom, e nós começamos a fazer com muita freqüência. Se antes o Pietro vinha 1 ou 2 vezes por semana na casa dos avós, agora vinha todos os dias.
Era uma brincadeira gostosa e ele mal chegava e já ia para o quartinho me procurar.
Acho que isto chamou a atenção da avó, que nos pegou no flagra.
Ela brigou muito e falou muitos palavrões. Minha avó me bateu. Quase fomos expulsas de lá.
A Sra. Maria (avó do Pietro) me proibiu de chegar perto dele.
Eu só chorava.
Até que o Sr. Augusto veio falar comigo.
Achei que iria levar uma surra dela, mas estava errada. Ele veio e me abraçou. Me colocou no colo e disse que aquilo era normal entre duas pessoas, e todos brincam daquela forma, porém que o Pietro ainda era muito novo. Como se eu não fosse criança ainda.
Os dias se passaram, e quando o Pietro vinha visitar os avós eu tinha que ficar trancada no quartinho. A Dona Maria trancava a porta e levava a chave. Só abrindo horas depois que o neto saia.
Confesso que eu estava muito triste e me sentido perigosa.
Dias depois a Dona Maria precisou fazer uma cirurgia, e minha avó tinha que limpar a casa durante o dia, e a noite ainda ia dormir no hospital para cuidar da D. Maria.
Uma destas noites, eu estava sozinha no quartinho assistindo TV.
O Sr. Augusto me chamou. Saí para ver o que ele queria.
Ele passou a mão no meu cabelo e mandou eu entrar na casa. Depois daquele episódio com o Pietro, eu nunca mais tinha entrado na casa. Ficava na escola ou no quartinho.
Sr. Augusto me levou para o andar de cima, até o seu quarto. Me fez sentar em seu colo.
Ele ficou passando as mãos no meu corpo, até chegar na piriquita. No momento eu levantei e tentei sair do quarto, mas ele me segurou.
Disse que eu era assanhada e fica provocando ele, igual fazia com o Pietro.
Entrei em pânico, pois sabia que ele iria me estuprar.
Ele me mandou ficar calada, e tirou minhas roupas.
Me colocou deitada na cama e começou a beijar e lamber meu corpo.
Tentei sair, mas não consegui. A todo momento ele só dizia que se eu não fizesse o que ele estava mandando, ele iria expulsar minha avó e não teríamos onde morar.
Acabei cedendo.
Ele me chupou inteira, principalmente na piriquita. Apesar das ameaças ele não me bateu.
Depois de muito me chupar, ele me pediu para chupar o pinto dele. No começo tive nojo e quase vomitei. Mas fui pegando o jeito, e até estava gostando.
Já tinha visto minha mãe com um namorado, e sabia que o Sr. Augusto iria gozar, só não sabia qual era o sabor.
Logo veio os primeiros jatos que inundaram minha boca. Cuspi e corri lavar a boca.
Quando sai do banheiro eu pedi para o Sr. Augusto não contar nada para a D. Maria, nem para minha avó.
Ele me beijou na boca, e mandou eu dormir com ele.
Acordamos cedo, e ele me deu um banho, me vestiu e me levou na escola. De lá ele foi ao hospital cuidar da esposa.
A noite a mesma coisa, ele me chamou e repetiu o ritual de sacanagens.
Fui me acostumando com aquilo, e de certa forma gostando. Ele estava carinhoso comigo, me dava presentinhos como chocolates, doces, bolachas e um pouco de dinheiro.
Logo que ele chegava eu já corria para a casa e já ia beijando na boca.
Passadas algumas semanas a D. Maria saiu do hospital. O Sr. Augusto combinou que eu não deveria entrar na casa, mas que ele daria um jeito de continuar brincando comigo.
Eles tinham uma casa no Guarujá, litoral de SP. E um dia o Sr. Augusto foi no quartinho a noite, bateu na porta e disse para minha avó, que ele iria ver como estava a casa, e iria pagar a funcionária que cuida de lá.
Para não ir sozinho, ele iria me levar, e que se não desse tempo, teríamos que dormir lá.
Minha avó concordou, e pegou algumas roupas e colocou em uma sacola.
No dia seguinte bem cedo, fomos para a praia.
Mal saímos de casa, ele parou na esquina e me beijou. Eu estava querendo também.
Chegamos cedo ainda no Guarujá e fiquei encantada com a casa. De frente para a praia e muito bonita.
Ele pagou o salário da caseira e disse que ela estava dispensada aquele dia, e assim poderia ir fazer as coisas dela, tipo ir no banco.
Logo que ela saiu, a sacanagem começou.
Beijei muito Sr. Augusto, chupei e ele me chupou.
Mas ele queria mais… me deitou na cama, passou um creme na minha boceta, e lentamente foi colocando um dedo… nossa doeu. Depois ele ficou massageando, tirando e colocando o dedo. Eu já estava gostando. Com 9 anos eu sentia muito prazer em xaninha.
Ficamos assim brincando com os dedos do Sr. Augusto na minha boceta. Ele colocava e tirava, fazia movimentos circulares. Enquanto eu sentia algo que nunca tinha sentido.
Ele me deu o pote de creme e pediu para passar no seu pinto. Eu já tinha masturbado ele, e passei o creme em todo pinto.
Até que ele posicionou a cabeça do pinto na minha grutinha. Senti o calor do pau vibrando no meu pequeno clitóris, e ele lentamente me penetrando. Novamente doeu muito, ele colocava apenas a ponta do pinto e tirava, colocava novamente, e cada vez empurrava mais.
Até que a cabeça entrou. Dei um grito, mas confesso que não sei se dor ou prazer. Senti algo muito quente me invadir.
Que sensação boa era aquela. Ele havia gozado dentro de mim.