Estuprado na cadeia (virei puta)



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Já fiz muita merda na vida, mas comer a filha menor de idade (17 anos tá, ela disse que tinha 18 aquele puta gostosa) do prefeito da minha cidade, foi a pior delas. Ela ficava se insinuando pra mim na escola, enquanto eu dava aula. Até que eu não aguentei e comi ela na sala mesmo, em cima da minha mesa, quando as aulas tinham acabado. Rompi a selinho dela que tirou sangue. Ele gozou duas vezes, e depois que o namorado dele foi comer e viu que já tinha violado o lacre ela veio me acusar de ser pedófilo e ter estuprado ela. Devia ter comido o cu dela, aquela puta gostosa.
Acabei sendo preso e indo pra cadeia na cidade vizinha. Eu não era bandido porra. Não sabia com funcionava aquilo. Não era um puta presídio, minha cidade era pequena e a vizinha era um pouco maior. Tinha umas poucas celas e muitas estavam vazias. Mas os guardas não gostavam de ajudar a vida dos bandidos e botavam muita gente amontoada nas celas fedendo a mijo. Na minha tinha mais dois. Um com cara de boliviano e um negro.
Logo que eu entrei fui pro meu canto e nem falei com ninguém. Sentei na cama e eles brigaram comigo. Só depois fui notar que tinha um beliche na cela e 3 pessoas. Eu dormi no chão aquela noite, e os caras mal abriram a boca. No dia seguinte é eu o guarda quis acabar comigo. Ele descobriu que eu estava preso por “pedofilia” e contou pra geral. E quem disse que adiantou eu dizer que ela tinha 17 anos e que foi ela quem quis. Depois que as luzes apagaram o boliviano começou a me interrogar e me ameaçar com uma faca improvisada. Me segurou por trás com ela no meu pescoço e disse que era melhor eu obedecer. O negão baixou minhas calças e deu risada do meu pau mole, que era pequeno mesmo, ainda mais com o medo que eu tava. O boliva me abaixou e me botou pra chupar o amigo. Segurava meu cabelo e conduzia minha cabeça na rola suja e enorme daquele negão. Eu não sabia chupar e toda vez que eu botava o dente ele tirava minha cabeça da rola dele e batia na minha cara. Depois eu chupei o pau do boliva, que não era lá muito maior do que o meu, era mais fácil, e na dele eu já não botava o dente. Lambia em baixo da cabeça da rola dele, porque comigo me fazia gozar rápido. Ele começou a me chamar de puta e dizia que eu mamava gostoso. Ai ele me colocou de joelho no chão, e com a cara na cama da beliche e cuspiu no pau dele. Eu implorei e ele começou a dar risada e começou a meter. Eu fechei o cu e ele me cortou nas costas com a faca, no susto eu gritei e acabei relaxando o cu e o pau dele foi forçado com toda a força pra dentre. Como doeu! Eu podia sentir minhas pregas rasgando e eu comecei a gritar muito alto. Até que as luzes se acenderam. O guarda tinha ouvido. Ele veio ver o que era. Os outros presos estavam gritando e os da cela na frente assistiam e se masturbavam comigo sendo enrabado e chupando a rola do negão ao mesmo tempo. Quando o guarda chegou eu implorei por ajuda, mas pra minha surpresa ele tinha uma câmera na mão e estava com o pau pra fora. Disse que pedófilo tinha mais é que se foder. O boliva liberou meu cu, e eu vi que o pau dele estava cheio do meu sangue. O negão me botou de frango assado e meteu no meu cu. Ele botava tudo até minha bunda bater na pélvis dele e tirava inteiro aqule pau de 20 e tantos cm. Eu gritava e sentia o ar frio entrar pelo entrar no meu cu arregaçado quando ele tirava pra fora. O guarda pediu pra eu mamar a rola dele também. Pôs o pau pela grade e eu chupei enquanto o negão batia com aqueles mãos enormes. Eu chorava e o sal das minhas lágrimas se misturou ao gosto da porra do guarda na minha garganta. O negão me pôs de pé, com a cara colada na grade e me enrabava no fundo com força e velocidade maior que antes. O guarda começou a me punhetar e meu pau começou a subir. Eu fiquei com muita raiva, eu não estava gostando!
_ Olha essa putinha, adora ser enrabada.
Todo mundo sorriu e eu me senti muito humilhado.
O boliva botou a faca no meu pescoço.
_Fala que você gosto viadinho.
_Eu gosto.
_Gosta de quê?
_ Eu gosto de ser enrabado.
O guarda começou a me punhetar mais forte e a força das estocadas do negão nã0 deixavam eu afastar da grade. O boliva me pôs de joelho de novo colado na grade mesmo, virou minha cara pro lado e começou a foder minha cara. Ele gozou litros na minha boca e ele tapou meu nariz até um engolir. O guarda não parava com a punheta e estava ficando difícil segurar. O negão me botou no chão tipo papai mamãe e estocava enquanto me punhetava. A verdade é que a essa altura já não doía mais muito e a punheta tava gostosa e tinha uma sensaçãozinha por dentro também. Com as estocadas mais lentas e fundas eu soltei. Gozei que a porra voou até minha boca. Gozei muito mesmo, melei minha barriga e meu peito todo. As contrações no pau se estenderam até o cu e apertaram o pau do negão que gritou e gozou com meu pau ainda leitando. Eu senti a porra dele me percorrer por dentro e escorrer pra fora. Eu não tinha mais forças e fiquei deitado no chão sobre uma poça de sêmen e sangue vendo os caras da cela do lado com os paus pingando porra. Logo depois o guarda disse que era hora do segundo banho pra todo mundo. O problema foi que ele liberou o pessoal das outras celas e deixou todo mundo comigo no chuveiro. Eles fizeram fila pra me fuder. Me puseram de 4 e um atrás do outro me fuderam e goram dentro de mim, como o guarda tinha mandado. No penúltimo, eu gozei sem tocar no pau, só das estocadas. O último foi o cozinheiro que preferiu deu leitinho na boca. Eles me deixaram largado no chão com o chuveiro ligado.