Putinha do Papai



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Olá. Meu nome é Natália, meus amigos e familiares me chamam de Naty. Querem me conhecer, leiam meus contos, comentem se acharem que é merecido, se quer entender este conto, sugiro que leia os anteriores também, já me apresentei em meu primeiro conto, vamos ao que realmente interessa.

PAPAI ME COMEU E ME PERDOOU

Após aquela manhã, meu pai mudou comigo, começou a me tratar melhor, parecia outra pessoa, estava sempre me ajudando. Eu que estava com muito medo de apanhar, e de repente ser tratada como uma princesa, fiquei com um pé atrás, tinha certeza que meu pai estava tramando algo, afinal eu conhecia bem o velho, mas como ele não me expulsou de casa desencanei. Quando minha mãe chegou da roça, meu pai a chamou, e conversamos sobre o assunto, ele disse que eu tinha aprontado,   mas me aceitaria em casa sim, minha mãe ficou feliz, eu mais ainda. Passaram-se uns cinco dias, era um domingo, estava sentada no quintal, perto do banheiro, minha mãe arrumando a casa, meu irmão tinha ido jogar bola, meu pai me chama para ir a mercearia com ele, inocentemente eu topei, e assim fomos.

PUTINHA DO PAPAI

Avisamos mamãe que iríamos até a mercearia, que ficava a uns três quilômetros de casa, no caminho papai me disse que iria passar em um lugar que havia deixado uma arapuca, aonde morávamos o pessoal cassava muito, mudamos o trajeto. Foi quando avistei uma casa abandonada há muito tempo, nem telhado a casa tinha mais,   papai me chamou para vermos o que tinha La dentro.
– Naty vamos entrar, papai quer ver o que tem lá, a gente sai lá por trás, a arapuca esta naquela direção .
-Tá bom pai, vamos.
Respondi que tudo bem, mas no fundo acho que sabia o que iria acontecer lá dentro. Entramos, meu pai me chamou para os fundos, chegamos na parte que era a cozinha, sem me avisar ele me agarrou, louco de tesão, foi me bolinando, mãos nos meus seios, na minha bucetinha, me virou de frente, me beijou, ele estava com muito tesão, senti seu pau como uma rocha bruta, estava assustada, disse que não, ele nem me deu ouvidos, eu comecei a gostar, estava viciada em sexo, meu pai tirou minha camiseta, eu sem sutiã, ele mamou em meus seios, abaixou-se, beijou minha barriguinha de grávida, tirou minha bermudinha, me deixou só de calcinha, tirou sua camisa, sua calça, me abraçou, eu sentia toda aquela volúpia de rola encostando em meu umbiguinho, a rola de papai chegava a latejar encostada em mim, ele tirou sua cueca e me pôs de joelhos, eu como já estava adestrada sabia o que papai queria, comecei a chupar, babava e descia até o final, papai suspirava, eu lambia o mastro, passava a língua na cabecinha da rola do meu pai, ele me pediu para parar, pois estava quase gozando. Levantou- me, tirou a minha calcinha, me deitou de pernas abertas e começou a me chupar, lambia meu grelo, eu delirava gemia baixinho, ele enfiava um dedo, enfiava dois, sua língua me penetrava, sua barba por fazer me deixava toda arrepiada e com mais tesão, papai não aguentando mais me pôs de quatro, lambeu minha bucetinha, eu estava encharcada, escorria muito mel da minha bucetinha, sem avisar papai enfia aquela rola grossa e melada em minha bucetinha, eu podia sentir cada centímetro daquela rola me penetrando, papai parecia um garanhão no cio, suava muito, ele estava melado de tanto suor, isto me deixava mais louca, ele enfiava até o fundo da minha bucetinha, tirava de vagar e enfiava de novo,…começou a bombar com força, segurou meus cabelos, não aquentei mais e gozei, papai não demorou muito me encheu com sua porra branquinha e quentinha, senti seu liquido escorrer novamente pelas minhas coxas, nos levantamos, ele me deu sua camiseta para que eu me limpasse, e fez o mesmo depois, então seguimos para a mercearia, sem trocarmos uma palavra pelo caminho, até a volta para casa foi silenciosa.

TITIO SAFADO

Eu já estava com quase seis meses, meu tio apareceu em casa em um final de semana, disse que me levaria para dormir na sua casa, pois a sua esposa tinha marcado uma consulta para mim, e que ela iria ser a minha acompanhante, assim fomos para a casa do meu tio, chegando lá entramos, não vi ninguém, questionei ele, que sorrindo disse.
– Naty, minha esposa está na casa da mãe com as crianças, ela só vem a noite.
Fui tomar um banho, estava muito quente, já estava quase no fim do banho quando percebo a porta se abrir, meu tio nu, com seu pau na mão, batendo uma punheta, ele veio até mim, me abraçou por trás pude sentir todo o volume de seu mastro, se agachou me abriu toda, beijou meu cuzinho, passou a língua em minha bucetinha, eu gemi baixinho, ele chupou meu grelinho, levantou-se, mamou em meus seios, mordiscou meus bicos, eu estava muito excitada, ele me fez agachar e abocanhar sua rola, segurando a minha cabeça, ele fazia movimentos como se estivesse comendo uma bucetinha, ele socava até eu engasgar, meus olhos lacrimejavam, eu babava muito, ele se sentou no chão do banheiro e pediu, para que eu me sentasse em sua rola, me ajeitei de frente para ele e fui descendo, seu pau foi entrando bem devagar, foi deslizando e minha bucetinha melada, eu delirava e gemia baixinho, meu tio pediu que eu rebolasse bem lentamente, rebolei, subia descia, seu pau entrava fácil, segurei em seus ombros avisei que gozaria, rebolei, quase desmaiei, chorei, fiquei completamente entregue, quase que desfalecida. Em pouco minutos meu tio estava gozando e delirando dentro de minha bucetinha. Acabamos o banho e dormimos o resto da tarde, quando estava começando a escurecer, levantamos e tomamos um café, logo minha tia chegou, e agimos como se nada tivesse acontecido.

PUTINHA DA VILA

Tornei -me a putinha da vila, todos os meninos queriam se aproveitar do fato de eu estar grávida, para me comer, a maioria das minhas amigas se afastaram de mim, eu não ligava, continuava a fazer tudo que sempre fiz, tomava banho de rio, meu pai sempre ficava no meu pé, mas teve um dia que fui com meu irmão tomar banho de rio e meus pais estavam na roça, era por volta de duas da tarde, estava eu, meu irmão e o Raimundo, um menino que sempre me olhou diferente, eu sabia que ele era louco para me comer, ele não era bonito, era magrelo, alto, boca grande, cabelos pretos e mau cuidados, não despertava tesão em ninguém, fiquei ao seu lado no rio, meu irmão ficou mais para a beirada deitado, tomando sol, Raimundo puxou assunto, me perguntou quem era o pai do meu filho, eu enrolei, Ele disse que sempre gostou de mim, que eu era linda, percebi que ele estava ficando excitado ao meu lado, eu estava de camiseta sem sutiã e com um shortinho curto, meus seios estavam enormes, meus bicos quase que furavam a camiseta, o volume no shorts dele só aumentava, e eu cada vez mais curiosa, foi quando chegou outro amigo do meu irmão e os dois começaram a brincar juntos, então disse ao meu irmão que estava com sede e que iria em casa beber água, e claro, perguntei para o Raimundo se ele queria ir beber água também, eu estava muito curiosa, minha bucetinha pulsava, eu sempre fui muito safadinha, chegando em casa, entramos, encostei a porta, ofereci água ao Raimundo, tomei também, perguntei se ele gostava mesmo de mim, ele balançou a cabeça que sim, pedi que me deixasse ver sua rola, ele meio envergonhado e sem esperar que eu pedisse isto, a tirou para fora, era uma rola fina mas grande, minha bucetinha melou na hora, me ajoelhei, peguei nela, o cheiro não era muito bom não, mas estava decidida a encarar, eu estava muito excitada, abocanhei e chupei, olhava para os olhos do Raimundo, eles viravam parecia que ele estava em delírio sexual, chupei com vontade, sugava até ele pedir para parar, estava disposta a proporcionar uma gozada maravilhosa a ele, pois sabia que ele não era popular com as meninas, eu me sentia em uma missão humanitária, tirei minha roupa me deitei em minha cama de pernas abertas e mandei ele me chupar, ele acariciou minha barriga, já grandinha com seis meses e meio de gravidez, se meteu entre minhas pernas e começou a me chupar gostoso, ele babava na minha bucetinha, acho que nunca tinha chupado uma, eu me deliciava com a falta de experiência de Raimundo, ele se levantou e veio até mim, eu disse que não soltasse o peso para não me machucar, e com uma das mãos guiou seu pau até a entrada da minha bucetinha, sem carinhos ou pinceladas, ele me penetrou de uma só vez, aquilo tudo foi entrando, me rasgando, ele sem demora começou a bombar forte, eu sabia que ele não agüentaria muito tempo e gozou como um cavalo, enchendo a minha bucetinha com toda a sua porra juvenil, não foi uma das fodas mais gostosas que tive, mas sei que para o Raimundo foi a mais inesquecível, pois tenho quase certeza que aquela foi a sua primeira. Ficamos deitados conversando, quando de repente a porta se abre e meu pai aparece, foi um choque pulamos da cama, eu me embrulhei no lençol, o Raimundo vestiu seu shorts logo e foi saindo, sem antes tomar um tapão nas costas do meu pai, minha mãe entrou, meu pai já iria me bater quando ela o impediu, falando para ele que eu estava grávida, papai olhou em meus olhos e falou.
-Não vai apanhar, mas pode arrumar um lugar para morar, aqui não te quero mais, vai para aonde quiser, te dou dois dias Naty.
Meu pai saiu, minha mãe chorou, eu abracei ela, e pedi que não se preocupasse, que daria um jeito.

BJINHOSSSSSS DA NATY