Queriam meu cu



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Desde muito novinha os rapazes mais velhos e os homens mais coroas olhavam pra minha bunda, ficava envergonhada de passar perto de homens. A minha bunda era muito admirada, quando estava em casa, ficava na frente do espelho me observando, ora só de calcinha, ora pelada, não via nenhuma razão para olharem para minha bunda, mas até me sentia envaidecida. Uma vez dois rapazes passaram por mim de bicicleta e disseram: que rabão gostoso, gelei na hora perto daqueles tarados. Um dia vinha voltando da escola com mais duas amigas e um grupinho de rapazes já com mais de 18 anos estavam mexendo com nós, e um gritou que a de preto tinha um rabinho maravilhoso, que por sinal era eu. Disfarcei e olhei para as bundas das minhas amiga e reparei que eu tinha a bunda maior de todas. O que para mim era um defeito, para os homens era qualidade, as meninas mexiam comigo, me chamando de bunda grande, para uma menina de 13 anos era bem grande, parecia de uma mulher adulta, não queria mais colocar short de lycra. Era dia de educação física na escola, só encontrei limpo outro shortinho de lycra ainda menor que o outro, mas fui de agasalho, suei muito jogando handebol e preferi voltar pra casa de short mesmo. Agora vinha em minha direção dois homens, aparentando uns 30 anos, de terno, pensei que aqueles não mexeriam comigo, mas foi só eu passar deles e um disse baixinho que daria tudo pra comer um rabinho como o meu, não sabia se era da bucetinha ou do cuzinho que se referiam, mas apostava na buceta. Ficava meio triste e assustada com os abusos dos homens. Até que um homem disse que eu tinha a bunda mais bonita do bairro, aquilo me deixou muito feliz. No quarto com minha irmã mais velha, vendo ele se vestir na frente do espelho, para ir para o curso de inglês, reparei que a calcinha dela era bem menor que a minha, e ainda ela colocou dentro do seu reguinho, deixei ela sair e corri para o quarto colocar uma calcinha dela, fiz igualzinho, a bunda ficou totalmente descoberta, coloquei por cima meu short de lycra e estiquei ele todo em mim e fui comprar um refrigerante para o almoço com minha irmã, que tinha me pedido antes de sair. O porteiro do prédio não tirou os olhos da minha bunda, mas não disse nada. Na rua passei vergonha do que ouvia dos homens, e um mais ousado me seguia, e de longe avistei o porteiro que me esperava na frente do portão, caminhei mais aliviada, abracei ele e disse que achava que estava sendo seguida, ele me tranquilizou dizendo que era impressão minha. Outro dia coloquei outra tanguinha da minha irmã e o short de lycra menor, com este não tinha coragem de sair na rua. Mas colocar o lixo na lixeira podia, chamei o porteiro para abrir a porta e me ajuda a separar o lixo, do nada ele parou de ajudar e paralisou o olhar na minha bunda, fingi não perceber e virava minha bunda em sua direção, estava adorando ser observada. Fui comprar com minha mãe mais dois shorts de lycra para fazer educação física. Coloquei uma calcinha da minha irmã e um short e fui, os meninos maiores ficavam estáticos me olhando, o professor que era bem coroa, quando me viu de perto, parecia não acreditar quando me abaixei para pegar a bola, foi um sucesso. Voltei para casa arrasando na bundinha. Eu estava apaixonada pela minha bunda, o professor, o dono do mercadinho e os homens da rua também. Numa conversa de sexo com minha irmã, com quem podia confiar, perguntei porque os homens gostavam tanto de bunda. Espantada ele perguntou o porque da minha pergunta, respondi que mexiam comigo a respeito da minha bunda. Ela disse que era pra cuidar porque queriam comer meu cuzinho, isto me chocou um pouco, e ela disse que depois que desse uma vez não iria parar mais, e perguntei se era bom, ela respondeu que alguns casais gostavam porque não engravidava. O que acabei de ouvir foi como uma luz verde mandando eu prosseguir. Já assistia aulas de shortinho e tanguinhna enfiadinha, no recreio os alunos mais velhos me comiam com os olhos, O meu alvo era provocar o aluno mais bonito do segundo grau, passei várias vezes por ele, quando ele se dirigiu ao bebedouro do pátio, corri e passei na frente de, subi um degrau a mais para expor bem a minha bundinha, logo ele puxou um papo comigo, minha bucetinha deu a primeira choradinha de prazer, eu estava adorando chamar a atenção do rapaz mais cobiçado da escola, disse a ele que ia voltar para a aula, que agora era aula de matemática e não estava bem, ele disse que podia me ajudar com matemática se eu precisasse. Disse que ia querer sua ajuda, pois precisava passar para ir viajar mais cedo. Ele marcou comigo em sua casa na quinta a tarde. Queria dar meu cuzinho pra ele mas tinha medo de me machucar, fui até sua casa de calça de moletom e calcinha minúscula na bunda, notei que decepcionei ele um pouco, ele disse que ficava bem de shortinho, sorri e entrei, fomos pra mesa da sala, enquanto ele foi buscar seu material, esperei ele ajoelhada em cima da cadeira, fingindo pegar a borracha que tinha ido de propósito pro outro lado da mesa, elogiou minha bundinha e passou a mão, deixei um pouquinho e ele pediu para ver sem o moletom, disse que só depois da aula, se tivesse aprendido. Ele disse: oba, tu vai sair professora de matemática hoje. De vez em quando ele passava a mão na minha bunda, eu deixava cada vez mais, até que ele não tirou mais a mão, e colocou por dentro do moletom, foi baixando devagar até expor minha bunda, beijou e lambeu toda ela, me levou para o sofá e retirou o moletom e a calcinha, disse que daria só o cuzinho e com muito cuidado porque era virgem, ele concordou e foi no banheiro pegar um hidratante de sua mãe, apareceu nu com o pau com o hidratante colocado, passou em toda minha bunda e no cuzinho, o pau foi entrando, incrivelmente sem muita dor, gozou em mim e fui para casa satisfeita, ia quase todos os dias na casa dele, agora ele tava querendo minha buceta. Comecei a ficar com medo dele, como sempre ele falou para outros colegas dele, que passaram a me assediar também, um deles me confessou que queria só meu cuzinho e não contaria pra ninguém, troquei o outro por este, acreditando que daria só o cuzinho, fiquei só com ele até o fim do ano. Fui viajar para a praia e dava o cuzinho todos os dias para meus dois primos, estava viciada. No último dia para vir da praia, fui com meus primos numa balada e disse que ia sair com outro homem para mudar um pouco e quando chegasse em casa seria deles de novo. No banheiro da festa tirei da minha bolsa uma calça colante e vesti, estiquei até ficar transparente, escolhi meu homem, mas ele disse que era muito criança para ele, então me dirigi a outro que não tirava os olhos da minha bunda. Me convidou para sair dali, fomos para uma praça mais afastada, la nos beijamos e iniciamos as carícias mais intimas, quando disse que daria só o cuzinho, fomos para um matinho bem fechado e fiquei de quatro para aquele estranho, que colocou na minha bundinha e os dedos na minha buceta, estava tão bom que deixei, gozei duas vezes com o pau dentro do meu cu. No meu extase não percebi que seu pau tinha encostado na entrada da minha bucetinha e se afundou la dentro, gozava e chorava pedindo para parar, o homem parecia ser surdo, até que perdi as forças para reagir e gozei de novo e o homem gozou dentro de mim, me levou para casa, cheguei antes dos meus primos e tomei banho e fui dormir, meus primos chegaram sem eu perceber e bêbados foram dormir. Levantei bem cedo e fui tomar outro banho, ainda saia um pouco de leite de dentro de mim. Voltamos para casa e depois confessei para meus primos que a muito tempo não era mais virgem e que agora daria tudo a eles, ficamos transando mais um ano até eu conseguir um namoradinho. Dou tudo que ele me pede, ele quer casar comigo.