Menina Sem Vergonha



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Meu nome é Rodrigo, sou casado e tenho 46 anos, minha mulher é aux. de enfermagem e trabalha a noite. Minha sobrinha tem 16 anos e convive conosco desde os 8 anos. Ela passava tanto tempo aqui em casa que parecia nossa filha. Ela andava sempre a vontade, de calcinha e babydool. Ela se sentia em casa, as vezes ia fazer xixi e não fechava a porta, eu até fechava a porta de vez em quando. Com 15 anos começou a namorar e em seguida começou a transar, disse a minha mulher que a noite me contou toda a historia de como ela tinha perdido a virgindade. fiquei curioso em s;aber se não tinha feito sexo dentro de nossa casa e quando estava sob nossa responsabilidade. Minha esposa me informou que ela que tinha estuprado seu namorado na casa dele. Respirei aliviado, não tínhamos nada a ver com a perda do cabacinho dela. Estava fazendo um serviço no computador e ela no sofá próximo de mim, deitada de barriga pra baixo e com a calcinha a mostra, eu olhava para ela e não via ela já sem cabaço, parecia tão criança ainda. Eu não via ela como mulher, era nossa filha emprestada. Outo dia com minha mulher ela disse que seu namoradinho queria comer ela sempre, mas quando isso acontecia era muito rápido e as vezes ela não gozava. Depois minha mulher me contava tudo na cama. Comecei a ver o comportamento dela, como se vestia, como se comportava, as vezes dizia para sua mãe que estava em nossa casa, mas estava com o namorado, e minha mulher acobertava ela. Num sábado seu namorado deixou ela para dormir aqui em casa como sempre fazia, minha mulher foi trabalhar domingo pela manhã e ia chegar só as 20h, minha sobrinha acordou as 9:20h e foi ao banheiro escovar os dentes só de calcinha, que era como tinha dormido, passou por mim com os seios a mostra como se eu não estivesse ali, voltou para o quarto e passou por mim, ai sim disse bom dia tio. Minha esposa tinha deixado o café e o sanduiche dela pronto, pensei que ela ia tomar café depois de se vestir, e para minha surpresa ela continuava de seios de fora, e fiquei envergonhado dela tomando café na minha frente. Tentando manter o equilíbrio pude ver que seu peito era bem saliente praquela idade. Fui para o computador para fugir da tentação, ela veio atrás e deitou no sofá e ligou o ventilador direto na sua bunda. Agora eu podia olhar pra bunda dela sem que ela me visse, tive uma meia ereção. Mas me concentrei no meu afazer do computador, fique mais de uma hora fazendo o trabalho, nisso ela levanta e chega perto de mim dizendo que só podia estar vendo putaria pra estar tão concentrado. Mostrei meu trabalho a ela para provar o contrario. Nisso ela pede para sentar no meu colo para ver eu trabalhar, digo que deixo só se ele colocar uma camiseta, ela retruca mas vai até o armário e colocou uma blusa da minha mulher, que era folgada na minha mulher e nela ficou mais ainda. Toda comportada sentou no meu colo, as vezes ensinava alguma coisa mais fácil a ela, e ele pegava no mouse para fazer pra me mostrar que aprendeu direitinho. Numa dessas ajeitadas no meu colo, ela arrastou a bundinha no meu pau, gelei e fingi não ter notado, deu mais uma mexidinha e meu pau deu uma crescidinha em baixo dela, foi a vez dela fingir não ter notado nada. Na terceira vez que ela se mexeu o pau não pude controlar e ficou latejando na bundinha dela, ela olhou para traz e disse sorrindo que isto era pecado, pedi desculpa, mas ela não saiu de cima do meu colo. Ela estava brincando comigo e com meu pau, rebolou por mais tempo e o pau ficou completamente duro, percebendo minha excitação ficou rebolando o tempo todo, ela colocou a mão no meu pau e tirou para fora, continuou rebolando e agora afastou sua calcinha e colocou o meu pau dentro da sua bucetinha excitada também. Eu continuava sem colocar as mãos nela, somente meu pau tocava nela, que subia e descia sua bunda no meu pau. Ela gozou e saiu me chamando de safadinho, surpreso como tinha acontecido eu não tinha gozado. Ela foi tomar banho e voltou só de calcinha novamente, disse que eu tinha dado uma comidinha gostosa nela e que era a vez dela ir para cozinha e dar uma comidinha gostosa pra mim também. Almocei tão rápido que nem percebi o que ela tinha feito, ela perguntou se tinha gostado da comida dela e ri afirmativamente, ela foi para seu quarto e eu fui para o meu. Meu pau não queria amolecer só em pensar nos fatos. Duas horas depois ela aos gritos me chamando para ajudá-la, assustado fui correndo e encontro ela de babydool sem calcinha agachada de joelho procurando seu brinco que caiu no chão. Inocentemente me ajoelho e passo a procurar seu brinco. Ela maliciosamente mostrando sua bucetinha escancarada pra mim, diz que caiu perto dela, quando estava indo pra junto dela, ela colocou a cabeça em baixo da cama e empinou o quadril na minha direção, não bastando isso, ela veio de bundinha em minha direção. Somente tive o trabalho de soltar meu pau da minha cueca e colocar na entradinha dela, ela mesmo foi empurrando de encontro do meu pau, que entrou tudo nela. Novamente não precisei fazer mais nada, ela rebolava e enfiava o pau dentro dela, agora segurei ela pela cintura pela primeira vez. Ela foi ajoelhada até a cama e eu fui a reboque grudado nas sua ancas, encontrou o brinco e pediu para eu colocar em sua orelha, ela rebolando e gemendo e eu parado dentro dela, ela gozou e agradeceu a ajuda que dei para ela. Sem gozar voltei para meu quarto. Estava pensando em bater uma punheta para me aliviar, pois meu saco já doía um pouco, quando ela vem até meu quarto para conversar, eu sentado na cama e ela deitada, ela me confessa que tem vontade de experimentar sexo anal mas tem medo de doer ou machucar, pergunto a ela se ela confiava seu cuzinho ao tio, que faria com o máximo de carinho e pararia se ela quisesse. Me respondeu um não sei, quase pedindo pra comer seu cuzinho. Vi que se pedisse com jeito ela cederia, alisei sua bunda e olhei seu cuzinho ainda virgem, arrisquei um dedinho nele, ele gostou e salivei o dedo e massageei a entradinha, tirei minha cueca para incentivar ela, dei uma cuspida no cuzinho dela que já aceitava meu dedinho e fui empurrando cu a dentro, ela pedia cuidado e dizendo que estava bom. Mesmo assim coloquei um creminho da minha mulher, e posicionei meu pau que só queria aquele cuzinho, não custou a entrar, parecia que que desejava mais que eu. Devido aos vários aís dela, perguntei como estava se sentindo, ela respondeu que ardia um pouco, mas ia aguentar. Iniciei um vai e vem dentro dela, coloquei um pouco mais de creme, a pedido dela e intensifiquei as entradas, gozei e só parei quando o pau fez menção de amolecer. Novamente perguntei como ela se sentia, ela respondeu que estava ardendo um pouco mas ia passar. Fui tomar banho primeiro depois foi ela. Fomos pra sala ver TV, e ela sentada no meu colo completamente pelada e meu pau ficou duro de novo, perguntei rindo se ela aguentaria de novo, ela respondeu que só na bucetinha. Coloquei ela de quatro e enterrei na buceta dela, vi aquele cuzinho que ainda saia um pouco de esperma e creme e coloquei a cabecinha nele, esperando ela dizer que não, e ouvi um coloca com mais carinho ainda. O pau deslizou pra dentro, ela disse que estava mais confortável que antes. Como ela não reclamou, então passei a dar estocadas com mais vigor. Como tinha gozado muito anteriormente, demorei mais a gozar, saiu menos leitinho mas a minha satisfação foi maior. Tomamos outro banho e pedi para ela ir para casa antes da minha mulher chegar para evitar desconfiança. Passei a ser o dono e amante do cuzinho dela por quase dois anos, até ela ter outro namorado que comia seu cuzinho sempre. Ele ficava muito tempo sem vir na minha casa, e quando vinha trazia seu namorado para eu não tentar nada com ela que sorria de longe para mim. Só dizia que ia esperar ela se separar dele para tê-la novamente.