Desde menino, sempre gostei de uma novinha



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Descobri hoje este site, e já li vários contos, pois isto resolvi escrever também.
Desde muito novinho eu já gostava de uma xaninha novinha.
Ainda menino por volta dos 10 anos, eu já brincava com as filhas das amigas da minha mãe, vizinhas, coleguinhas da escola etc.
Morava no interior de SP, uma cidade pequena e sem violência, por isto era comum brincar na rua até tarde da noite.
Sempre tinha uma menininha disposta a brincar.
Meu desejo foi aumentando e cada dia mais queria ver uma bocetinha lisinha.
Os anos foram passando, e as brincadeiras também… apenas a vontade aumentava.
Até que um dia eu já tinha 14 anos e estava brincando com uma menina de 9, e fomos pegos no flagra pela prima dela… deu um puta rolo. Por isto parei por muitos anos. Ficava apenas na punheta e pensando nas menininhas que via.
Até que com 19 anos eu vim para SP para fazer faculdade no centro da cidade (Largo São Francisco). Cursei Direito.
Meu pai alugou um pequeno apartamento na Liberdade. Uma Kitnet. Apenas um quarto, banheiro e uma pequena copa. Este prédio é sem porteiro, e cada morador fica com uma cópia da chave da porta de entrada. A maioria dos moradores eram estudantes também.
Todos os dias eu passava pela Praça da Sé, e já naquela época tinham muitos moradores de rua, inclusive crianças. Eu gostava de ficar de longe vendo eles tomarem banho nas águas da praça da Sé. Muitas vezes via meninos e meninas peladinhos.
Aquilo me deixava louco.
Com o passar dos meses, fui conversando com alguns meninos e meninas. Sempre dava doces, balas, biscoitos ou algum dinheiro.
Até que conheci duas irmãs, que aqui vou chamar de Julia (11) e Márcia (9).
Fizemos amizade e eu sempre ia conversar com elas. Até que em um dia de muita chuva e frio, encontrei elas molhadas e trêmulas.
Fiquei comovido e já com segundas intenções, perguntei se queriam ir para meu apartamento tomarem um banho quente, e disse que tinha lanches para elas.
Elas toparam.
Logo que chegamos, deixei elas no banheiro e fui preparar um chocolate quente.
Dei toalhas e uma camiseta minha para cada uma.
Logo que saíram do banheiro, já fomos lanchar.
Elas estavam envergonhadas, mas a media que a conversa prosseguia elas ia se soltando. A mais falante era a Márcia (9 anos). A Júlia era mais tímida, porem a mais bonita.
A chuva aumentava, e perguntei se elas queriam dormir aquela noite comigo. A Julia com medo disse que não, mas a Márcia não queria sair. Abri a janela e vimos que a chuva estava forte. Não dava para elas irem dormir na praça.
Liguei a TV e ficamos assistindo deitados na cama e com um bom cobertor. Fiquei no meio.
Quando olhei a Márcia já estava dormindo.
Só então conversei com a Júlia. Fiquei bem perto dela e comecei a perguntar o motivo delas estarem sozinhas morando na rua. Meninas bonitas, brancas e judiadas pela vida.
A Júlia me disse que o padrasto tinha feito “coisas” com ela, e a mãe sabia de tudo e não impedia ele de continuar fazendo. Ela decidiu fugir de casa quando o padrasto começou a bolinar a Márcia.
Desligamos a TV e continuamos a conversar.
Lentamente eu consegui abraçar a Júlia e disse que se ela me deixasse eu iria proteger as duas.
Fui alisando seu cabelo, rosto, braços, pernas… até que pedi um beijo. Ela ficou quieta, não disse sim nem não. Fui me aproximando e dei um selinho. Ela não reagiu. Segurei sua nuca e fiz carinho. Até que beijei de língua. Mesmo com um bafinho, estava muito bom. Fui ficando mais ousado, e minha mão alisava sua barriguinha, subindo até perto do biquinho do seio e descendo até perto da bocetinha. Meu pau parecia explodir.
Olhei para ela e pedi: Julia, por favor vamos fazer amor… eu gosto muito de você !!
Ela abaixou a cabeça e ficou calada. Segurei sei queixo e a beijei. Tomei coragem e coloquei a mão sobre sua xana, coloquei o dedo no sei pequeno clitóris e fiquei massageando enquanto nos beijamos. Dei beijinhos no seu pescoço e fui descendo até chupar seu biquinho. Ela não tinha seios, apenas um caroçinho delicioso. Parecia uma uvinha.
Coloquei meu dedo no buraquinho e fui penetrando sua xana, empurava e tirava.
Meu pau estava explodindo de tesão. Peguei sua mão e coloquei nele. Ela segurou forte.
Ficamos brincando assim, eu com o dedo na bocetinha dela e ela com meu pau na mão.
Me posicionei e fiquei pincelando sua xana com meu pau, sem forçar muito ele entrou.
Só que já penetrou uma menina de 11 anos, sabe como é bom.
Comecei a bombar gostoso, metia bem fundo e tirava tudo… voltava a meter e tirava.. não agüentei muito tempo e gozei bem fundo, enchendo ela de porra.
Ficamos de conchinha e quietos. Até que ela levantou para tomar outro banho. Fui junto e nos beijamos novamente. Pedi para ela me chupar, e fui atendido. Aquela menina novinha sabia mesmo chupar um pau. Gozei na sua boquinha.
Voltamos para cama e dormimos.
Acordei na madrugada com o barulho de um raio.
Fui no banheiro mijar e quando voltei notei que a Márcia estava sentada na beirada da cama.
Perguntei se ela estava com algum problema. Ela me disse que se assustou com o barulho. Eu a coloquei sentada no meu colo e abracei, fazendo carinhos. Ela se acalmou e deitamos.
Fiquei alisando seu corpinho até ela dormir.
Lentamente desci minha mão até sua pequenina bocetinha. Alisei e fiz carinhos. Tomei coragem e passei a língua. Ela estava imóvel quietinha. Chupei gostoso até sentir ela dar uma leve tremidinha. Bati uma punheta enquanto chupava, até que senti que iria gozar, encostei nela e gozei muito.
Eu a abracei e dormi.
No dia seguinte acordei e vi que elas já estavam vendo TV.
Preparei um café da manhã e saímos.
Deixei elas na Praça da Sé e combinei que voltaria as 17:00 hs para buscá-las.
Mal conseguia me concentrar nos estudos, só pensava nelas. Será que estavam bem, será que tinham almoçado, será que alguém pegou elas… minha angustia só acabou quando as encontrei na praça.
Fomos para casa, e repetimos a dose… desta vez tomei banho com as duas e brinquei bastante com a Márcia, mas fica para o próximo conto.