Homens que abusam de meninos!



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Hoje tenho 35 anos e dois filhos. O mais velho com 12 e o mais novo com 9.
Mas pra entenderem minha historia vamos la pra quando eu tinha 4 ou 5 anos. Epoca em que meu tio, irmã mais novo do meu pai, foi morar com a gente.
Meu tio é quinze anos mais velho que eu. Entao sabemos que na epoca ele tinha 19 anos. Homem feito, de pele morena, um pouco gordinho, estatura mediana.
Meus pais trabalhavam e meu tio ficava comigo. Eu nem me lembro como começou. Mas lembro que eu chupava o pinto dele. Pra mim parecia enorme, mas sei que é algo entre 16 e 17cm. Não lembro dele gozar na minha boca nesse inicio, mas lembro que ele me deitava na cama e se dritava em cima de mim. Tenta enfiar o pinto no meu buraquinho mas não entrava e as vezes doia muito. Por isso eu fechava bem as pernas e o pinto dele se encaixa entre as minhas coxas. Ele mexia, mexia e depois parava. Eu ficava com as coxas e o rego todos melados. Ele me dava banho e terminava assim.
Conforme eu fui crescendo, por volta dos 6, ele ja forçava um pouco mais. Ainda assim doia muito e ele acabava fodendo na minha coxa. Mas logo ele começou a gozar em mim. Quando eu chupava seu pinto ele gozava no peu peito branquinho, de mamilos rosados. Não demorou muito e ele gozava no meu rosto. As vezes sujava meu cabelo. E logo começou a gozar na minha boca. Eu não engolia. Tinha nojo.
Lembro bem do dia em que ele me penetrou de verdade. Lembro da dor e de cada detalhe. Eu ja tinha 8. Ele me colocou ajoelhado em cima da cama, me fez dobrar o corpo pra frente, apoiando meu peito nas minhas pernas. Assim eu fiquei com a cabeça encostada na cama e a bunda empinda e aberta, apontando pra ele.
Ele passou algum lubrificante e se posicionou atraz de mim. Quando começou a forçar a cabeça do pau no meu buraquinho o lubrificante ajudou e meu cuzinho foi deixando a cabeça escorregar pra dentro. Doeu e eu tentei escapar. Mas ele era forte e me imobilizou. Recuou um pouco a penetração mas logo voltou a tentar. Acho que seu pau tava tão melado e meu rego tão lubrificado que dua rola escorregava pra cima e pra baixo. Ele não conseguia penetrar e ru ficava choramingando. Foi aí que ele me deu uns tapas. Me fez chupar a rola dele. Mas dessa vez ele segurava forye a minha cabeça e tentava enfiar a rola inteira na minha boca. Eu engasgava e perdia o ar. Levei mais alguns tapas. Até ele gozar dentro da minha boca e me obrigar a engolir. No banho ele me segurou oeli braço e me bateu. Varios tapas na bunda e eu chorando. Ele deixou bem claro que enquanto eu não deixasse ele enfiar a rola no meu cuzinho, eu iria apanhar todo dia.
Ja na mesma noite meus psis sairam. Ficamos só eu e ele. E ele me mandou tirar a roupa. Antes de tudo me fez chupar dua rola até ela ficar bem dura. Colocou um cinto de couro pendurado na cama e me colovou na posição de antes. Passou o lubrificante e se posicionou. Quando a cabeça começou a abrir caminho a dor foi enorme. Mas meu medo de apangar com aquela cinta era tão grande que eu chorava e tentava aguentar. Ele não foi nem um pouco carinhoso e o corpo da sua rola era mais grosso que a cabeça. Mesmo asdim ele foi empurrando e voltando, depois docando mais e abrindo meu buraco. Como eu chorava.
Nesse dia ele me fodeu muito. Não tenho noção do tempo. Mas doeu demais. Lembro que ele parou de repente com o pau todo enfiado drntro de mim. Seu cacete tremeu varias vezes e ele urrava como um urso.
Ele gozou muito, dentro de mim. Depois me deu banho e ainda gozou na minha boca depois do banho.
Ele passou uns duas sem me comer e eu sentia dor no cu e nem queria mais fazer coco. Mas logo ele voltou a me foder. Cada vez com mais frequencia. E assim foi até os meus 11 anos. Eke se casou e foi embora pro interior. Teve dois filhos. E muito tempo depois eu acabei me vingando. De certa forma. Pois seu filho mais velho chorou muito na minha rola. Só que o moleque, com uns 10, ja parecia bem acostumado a levar rola no cuzinho. Talvez não do tamanho e da grossura da minha. Mas ele ja estava levanfo rola sim.