Boa Noite Cinderela – Mãe, Filha e Uma Coleguinha



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Oi me chamo André tenho 42 anos e quero contar uma coisa que aconteceu. Infelizmente já faz alguns meses que minha mulher Vera (40 anos) vem sofrendo de insônia, por causa disso ela precisa tomar um remédio que nosso medico recomendou. Porem ela sempre odiou tomar remédio e não foi diferente com esse. Ela se recusava a reconhecer o problema e dizia que iria resolver tudo com produtos naturais como chá de erva cidreira, chá de camomila, suco de maracujá, etc. É claro que não deu certo e eu fui obrigado intervir. Com a permissão do medico passei a dissolver dois comprimidos de sonífero no suco ou chá que ela deixava na geladeira. Assim sem saber, ela continuou seguindo o tratamento medico. Ela se gabava de ter conseguido resolver o problema de maneira natural. Eu ria da sua inocência, mas me sentia feliz em vê-la dormir em paz novamente. O remédio era ótimo, apos ela beber um copo do suco ou chá, levava no máximo meia hora pra ela apagar na cama.
Porem um dia acabou acontecendo um acidente, estávamos em casa eu, minha mulher, minha filha Sabrina (9 anos) e uma amiga dela chamada Renata (10 anos), minha filha sabia que eu colocava o remédio no suco, por isso nunca imaginei que ela esqueceria e acabaria bebendo. Mas em um descuido durante o jantar, minha mulher levou a jarra de suco pra mesa e a amiga da minha filha começou tomar do suco também, talvez levada pela piadas e risos minha filha esqueceu do sonífero e também tomou do suco de maracujá. Eu não vi nada porque estava ocupado mexendo na minha moto. Mas quando fui jantar achei estranho ver minha filha e sua amiga dormindo no sofá. Cheguei a pensar que estivessem brincando e queriam me enganar, afinal não era normal elas dormirem aquela hora e ainda mais jogadas nos sofás.
Depois de um tempo percebi que elas dormiam de verdade. Chamei elas para irem para suas camas, mas por mais que eu as chamasse ou balançasse, elas dormiam profundamente. Encucado comecei pensar e investigar, ate que vi na mesa, os copos ainda com um restinho de suco. Fiquei um pouco preocupado no começo, mas como o medico tinha me dito no caso da minha mulher, desde que a dose fosse normal, não teria complicação, então me tranquilizei. Minha mulher estava apagada na nossa cama e as meninas apagadas nos sofás. Enquanto carregava as meninas no colo para a cama senti uma sensação estranha. Meu pau endureceu dentro da calça, é como se ele vislumbrasse a grande chance que estava nas minhas mãos, tentei expulsar aqueles pensamentos malucos, mas quanto mais eu resistia, mais eu desejava. Fui para o banheiro e fiquei me masturbando, quem sabe se após eu gozar eu relaxava e tirava aquela merda de pensamentos da cabeça. Mas uma vozinha cochichava no meu ouvido:
– Oportunidade como essa só acontece uma vez na vida, não pode perder.
Pensei, pensei, pensei e resolvi só dar uma espiadinha em Renatinha, afinal ver não tira pedaço não é? Por precaução, tentei acordar minha mulher e as meninas, fiz um barulho infernal, mas nenhuma nem se mexeu, apenas dormiam lindamente. Me enchi de coragem e comecei despir a amiga da minha filha, ela dormia de bruços com aquela bunda linda pra cima, tirar sua calça jeans deu um bom trabalho, pois estava bem apertada. Mas enfim consegui desnudá-la. Uau que linda, ela vestia uma calcinha branca com bichinhos desenhados. Já tinha observado que Renata vinha ficando com um corpo bonito, mas sempre fui bem discreto. Agora aquela menina estava ali na minha frente, ao meu dispor. Há tempos não me sentia tão excitado, ao ponto que meu pau doía apertado dentro da bermuda. Resolvi me libertar tirei toda a roupa. Ficar pelado perto delas foi uma sensação incrível. Principalmente por esta próximo a minha filha, nem eu sabia que ela poderia me causar um tesão daquele tamanho. Me sentia livre, excitado e poderoso.
Virei Renatinha de barriga pra cima e pude ver sua bucetinha estufadinha escondida atrás daquela calcinha. Arranquei toda a roupa dela e comecei me divertir. Me deitei sobre ela e comecei beijar seu pescoço e fui descendo ate seus pequenos seios. Senti eles entumecerem enquanto minha língua os acariciava. Cabiam todinhos dentro de minha boca. Engolia os inteiro e depois soltava de uma vez fazendo um barulho gostoso. Ssmurrrp. Tentava pegar leve pra não deixar marcas que me comprometeriam futuramente, mas o tesão falava mais alto. Depois de mamar gostoso nela por um bom tempo resolvi descer um pouco mais, passei pela barriga, umbigo, ventre ate… sua xaninha. Era um capozinho de fusca muito delicioso, tinha uma penugem ralinha em forma triangular. Arreganhei suas pernas pra ter uma melhor visão. Comecei dedilhar aquela xota gostosa, mesmo apagada, seu corpo correspondia, sua buceta começou ficar molhadinha lambuzando os meus dedos, lambi meus dedos e depois fui direto na fonte. Cai de boca naquela buceta, chupava forte e com gosto. Meti a língua muito fundo nela ao ponto de mesmo desacordada ela dar uns gemidos. Dei muitos linguadas no seu grelinho ate senti ele entumecer e vi ela gozar. Seus líquidos era tanto que chegou lambuzar minha cara e molhou a cama. Entrei entre suas pernas e comecei pincelar sua xotinha. Já tinha percebido que não era mais virgem, então nem precisei ir com calma, fui enfiando de maneira brusca arrancando um gemido mais forte dela. Que delicia senti aquela pressão de sua perereca estrangulando meu pau. Enfiei tudo, ate senti as bolas colando no rabo dela. Comecei fazer vai e vem frenético. Sua buceta se lubrificou bem pra se acostumar ao calibre. Eu bombava com força gemia alto, sentia toda cama sacolejar. Quando não aguentei segurar mais tirei meu pau de dentro e comecei punhetar ate gozar muito sobre sua barriga e seios. Cai desfalecido ao lado dela. A limpei e depois fui me limpar no banheiro. Eu já ia sair quando olhei e vi minha filha. Senti aquele calafrio novamente.
– Só olhar não tira pedaço, só vou ver seus seios e ver se assim como amiga ela já tem cabelinhos na xaninha.
Dizia eu pra mim mesmo, mas lá no fundo eu sabia que seria impossível resistir, mas lá fui eu só “ver” ela. Cinco minutos depois Sabrina estava nua. UAU que filha linda eu tenho! Corpo magro, seios pequenos igual à amiga, a diferença era que não tinha um pelinho sequer. Era pequena e bem fechadinha, abri suas pernas pra ver melhor por dentro. Será se minha filha ainda era virgem? Também não era, senti um pouco de ciúmes, quem será que foi o filho da puta que comeu minha filha? Lubrifiquei a xaninha dela com saliva e depois das preliminares, encostei meu pau na sua xaninha e enfiei, entrou com muita dificuldade. Levei um bom tempo ate poder entrar e sair dela normalmente. Me sentia no paraíso, nunca imaginei que um dia isso seria possível, comer minha própria filha, sentia sua buceta quente no meu pau, gozar vendo aquele lindo e delicioso corpo que eu mesmo fiz. Mesmo apagada Sabrina começou sentir espasmos, estava gozando. Cai de boca na xereca dela e comecei lamber seu gozo, seu grelinho brilhante, seu gozo gostoso, seu cheiro de menina mulher.
Por fim limpei tudinho, as vesti e fui me deitar pra la de satisfeito, mas com uma dorzinha na conciencia.

– Ai papai o que aconteceu ontem?
– Na..nada querida por esta perguntando isso?
– É que nem vi a hora que fui me deitar.
– Ah é isso. Bom vocês deviam estar muito cansadas, afinal dormiram no sofá.
– E como fomos parar na cama?
– Eu as levei no colo oras.
– Mas a gente não acordou hora nenhuma não?
– Acordaram não, por que?
– Não sei explicar direito, é que aconteceu uma coisa estranha e não sei como explicar.
Tomei um susto da porra, caralho será se eu fui descoberto?
– O que aconteceu de estranho ontem?
– É que eu acordei vestindo a calcinha da Renatinha e ela acordou vestindo a minha.
Puta que pariu que vacilo que eu dei. Tinha sido descoberto, e agora o que eu poderia fazer?
– Talvez você esteja enganada não?
– Acho que não, pelo que me lembro eu vestia uma calcinha preta.
– Você vive emprestando roupa uma pra outra, pode ter pego emprestado e ter esquecido não?
– Acho difícil, mas como não me lembro de nada sobre ontem a noite vou ter que acreditar que é isso mesmo. Afinal é a única explicação não é mesmo papai?
– Com certeza. O que mais poderia ter acontecido?
– Absolutamente nada.
– Me diga uma coisa Sabrina, quando você trará outra amiga pra dormir aqui?
– Não sei, acho que no fim de semana iremos fazer uma festa do pijama, só não decidimos em qual casa será.
– Se quiser fazer aqui ta liberado viu? Ainda te dou meu cartão, caso você precise comprar uns comes e bebes.
– Jura? O senhor é o melhor pai do mundo. Vou avisar as meninas agora mesmo. Elas vão adorar vir pra cá, vamos nos divertir muito.
– Eu também querida, eu também.