Cunhadinha adotada… E eu na seca. Desculpe, mas não resisti !!



Click to Download this video!

Estou viciado em ler estes contos, e alguns me fazem viajar em minhas memórias… quantas coisas tenho para contar.
Mas vou fazer diferente, vou começar pelo final. Tenho 26 anos, sou casado e sem filhos.
Quando tinha 23 anos, eu já namorava com minha esposa (25 anos). E resolvemos morar juntos. Ela por ser mais velha e vir de uma família rica, já tinha apartamento mobiliado.
Minha sogra já estava viúva e se sentia muito só, pois um filho mora no Canadá e a filha já estava morando comigo.
Depois de algum incentivo da minha esposa, ela resolveu adotar uma criança, primeiro para ter algo útil para fazer, e segundo para ter companhia no dia a dia.
Minha sogra então se inscreveu na fila de adoção. Queria uma menina maiorzinha, o que facilitou as coisas. Na verdade penso que o dinheiro dela pesou a seu favor. Fato é que em menos de 2 meses ela já estava indo buscar a menina em um orfanado.
Assim a Carol entrou em nossas vidas. Uma menina desconfiada, arredia e muito calada. Ela estava com 7 anos. Branquinha, cabelos e olhos castanhos e muito magra.
Minha esposa logo se encantou com a nova irmã, e recebemos ela como membro da família.
Tudo transcorria numa felicidade só. Minha sogra chegou a nos contar que a Carol tinha sido estuprada por um padrasto quando estava com 6 anos. Por conta deste estupro o padrasto e a mão foram presos, por isto ela foi para adoção.
Ficamos chocados e isto nos fez dar mais carinho e atenção para a pequena Carol. A menina até hoje é o encanto da família.
Sempre tivemos muita liberdade com ela. Gostamos muito de viajar, e minha sogra tem medo de avião e até mesmo de viajar de carro. Por isto ela permite que a Carol vá conosco em todas as viagens.
Moramos em SP (Capital).
Eu e minha esposa sempre tomamos banhos juntos, e por algumas vezes até a Carol entrava no banho conosco. Nada demais, afinal o nu não é feio.
Sempre ajudei a tirar a Carol do banho, secar e vestir. Não sentia nenhuma malicia, ou vontades estranhas com ela. Parecia que a Carol era nossa filha, e eu a tratava assim.
Em Setembro de 2015, minha sogra descobriu um câncer nas mamas, e por conta disto teve que realizar diversas cirurgias. A Carol já estava com 9 anos.
Minha esposa se dedicou muito em cuidar de sua mãe, enquanto eu trabalhava e cuidava da Carol.
Por vezes dormimos eu e a Carol, aqui em casa. Nada nunca tinha acontecido, até que uma noite eu perdi a cabeça.
Sou viciado em sexo, gosto de fazer todos os dias. Tem vezes que transo com minha esposa, vou tomar banho e toco punheta para me satisfazer.
No final do ano, minha sogra estava internada, e minha esposa ficou com ela no hospital. Neste revelion não fizemos festa, até por conta de todos os problemas de saúde que a sogra passou.
No dia 31 fiquei no hospital até por volta de umas 21:00 hs. Quando minha esposa me pediu para levar a Carol para casa, pois a menina tinha que dormir. Eu também estava bem cansado.
Assim que chegamos em casa, vi que minha esposa tinha pedido para a empregada preparar um jantar. Tinha até um bilhete na mesa, onde minha esposa pedia desculpas por não poder estar comigo na virada de ano.
Liguei para ela, e agradeci a atenção em pedir para a empregada deixar tudo pronto (era só esquentar e comer). A empregada não dorme aqui, ela trabalha de dia e vai embora as 17:30.
Mandei a Carol ir tomar banho, e enquanto ela estava no banheiro eu abri um vinho e fiquei na sala vendo TV. Fiquei de cueca e sem camisa, porque eu iria tomar banho assim que a Carol saísse do banheiro.
Dei alguns goles, até que escuto a Carol me chamando. Ela esqueceu a toalha.
Peguei e fui entregar para ela. Ao Abrir o Box algo aconteceu comigo. Acho que a seca de ficar se sexo por vários dias. Faziam quase 1 mês que eu não transava. Estava literalmente subindo pelas paredes. E foi inevitável o olhar para a pererequinha da Carol. Eu já visto e até secado com a tolha diversas vezes. Mas ver naquele momento foi demais para mim.
É como dizem… a ocasião faz o ladrão (no meu caso fez o tarado mesmo).
Ao entregar a toalha eu falei… nossa Carol, como você está grande e bonita. Ela sorriu e disse: Sou feia.
Para com isto menina, eu disse… você é uma delicia. Acho que o delicia saiu sem querer, mas é o que falei. Ela olhou e não falou nada. Dei a toalha e saí.
Logo ela veio atrás, enrolada na toalha e dizendo.. vai pode usar o banheiro agora.
Tomei o resto do vinho que estava na taça e fui tomar banho.
Ao entrar eu vi as roupas da Carol no chão. Me abaixei e peguei sua calcinha. Rosinha e com cheiro de xixi. Coloquei a boca e senti o gostinho… não devia ter feito isto. Parece que meu instinto animal recebeu um choque de 360 waths… eu surtei.
Entrei no banheiro e coloquei o chuveiro no frio. Toquei uma punheta para me aliviar.
Com os olhos fechados eu me masturbava pensando na pequena Carol.
Percebi que ela entrou no banheiro… veio trazer a toalha. E com o pau mais duro que pedra eu abri o Box e pedi para ela pegar a minha toalha. Ela já tinha visto meu pau, mas não daquele jeito. Vi que olhou por alguns segundos, parada e meio que sem entender, ela me esticou a toalha e saiu.
Na hora me arrependi da merda que tinha feito. Desliguei o chuveiro.
Quando sai do banheiro ela estava assistindo o canal Gloob.
Fui para a cozinha e esquentei a janta.
Coloquei na mesa e a chamei para comer.
Sentei de frente para ela.
Durante o jantar eu ofereci um gole de vinho, e disse que por ser virada de ano, ela podia beber um pouquinho. Ela tomou e gostou.
Terminamos de jantar e fomos para o sofá. Peguei chocolates e ficamos vendo um filme.
Notei que ela já estava quase dormindo. E mandei ela ir escovar os dentes, fui junto.
No banheiro eu ajudei com a escova. Terminado mandei ela fazer xixi para não fazer na cama.
Sem pudor algum ela abaixou o shorts do pijama, junto com a calcinha e fez xixi. Ao terminar ela levantou a roupa. Alertei: Carol, você não secou sua pepeca, e acrescentei: Você tem que secar toda vez que fizer xixi… olha vou te mostrar. Nem deixei ela responder nada, peguei um pedaço pequeno de papel e eu mesmo passei.
Toquei sua vagina e esfreguei… meu pau já estava duro novamente. Ela levantou a roupa e foi se deitar.
Tomei o restante do vinho e fui deitar também, mas não consegui dormir… as 23:30 hs os fogos de artifício impedia qualquer um de dormir. Eu estava tocando punheta e pensando na Carol.
Ela também não conseguia dormir, e veio me pedir se podia ficar comigo.
Disse que sim e ela pulou na cama. Tive que recuar meu corpo para não encostar nela.
Eu a abracei e fiz carinhos. Não pude resistir ao encanto da sua bocetinha… fui descendo a mão e logo coloquei em cima. Senti o calorzinho dela.
Até que não resisti, coloquei um dedo dentro… a menina nada disse. Toquei seu pequeno clitóris e fiz massagem. Ela abriu as pernas, sinal que estava gostando.
Sem falar nada eu abaixei sua calcinha até os joelhos. Me inclinei e passei a língua.
Não resisti ao tesão acumulado, e suguei aquela pequena mas gostosa boceta.
Me deitei sobre a Carol e chupei seu corpinho inteiro. Me virei e puxei ela para cima de mim.
Coloquei meu pau no meio de suas pernas. Fiz carinho e só então perguntei:
– Carol, você está gostando.
– Sim, eu gosto mas estou com medo de você contar para minha mãe.
– Não Carol este é um segredo só nosso. E nem você pode contar. Se sua mãe souber ela manda me prender.
Coloquei a ponta do dedo e senti que entrou, só então me lembrei que ela já tinha sido estuprada.
Perguntei se podia colocar meu pau ali e mexi o dedo. Ela só balançou a cabeça.
Fiquei de joelhos na cama e pincelei meu pau na entrada. Sem passar nada, a seco mesmo… fui empurrando, até que entrou a cabeça. Perguntei se doía e ela disse: “só um pouco”…
Comecei a bombar devagar e fui aumentando o ritmo. Que loucura e tesão… com os fogos de artifício estourando eu ali comendo uma menina tão pequena… gozei e enchi ela de porra.
Só quem já comeu uma pepeca infantil sabe o que estou falando.
Deu muito tesão, gozei o que vinha acumulando vários dias.
Me deitei ao seu lado e perguntei: Gostou ?
Sim… foi a resposta.