Dopada e Fudida



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Olá, o que vou contar aconteceu há alguns meses atrás.

Meus Pais moram no interior e dificilmente vou visita-los, por ser longe e também pela grana que se gasta com pedágios e gasolina, então geralmente quando vou, costumo levar muitas pessoas junto.

Nesta ultima vez, foram os sobrinhos da minha esposa, entre elas a linda e gostosa Renata, uma gatinha de apenas 14 anos, mas com um corpinho delicioso. Sempre me acabava na punheta pensando em um dia fuder loucamente aquela menina, mas mesmo eu dando algumas indiretas pra ela, nunca pintou nada entre nos.

Nestes dias em que estávamos juntos, ela não saia da piscina, praticamente já levantava de biquíni, e eu não tirava os olhos daquele corpo delicioso e bem formado. Apesar de ter somente 14 anos, ela tinha uns seios avantajados, e pareciam ser deliciosos.

Nas brincadeiras da piscina, eu tentava fazer de tudo pra dar uma passadinha de mão naquele corpo, mas eu queria mais, eu queria ela inteira. Mas o que fazer???

Naquele mesmo dia, estava dando uma mexida na minha mala, e entre os remédios estava um poderoso calmante, daqueles que quando eu tomava, podia cair a casa que eu não acordava. Pensei: Porque não??? comer acordada seria impossível, então porque não comer dormindo???

A noite, estamos todos assistindo televisão na casa, com os colchoes todos espalhados pelo chão, por era lá que nos dormíamos, e no intervalo do filme, ofereci coca cola, e todos quiseram, por estava calor.

Fui à cozinha, coloquei vários copos de coca, amassei alguns comprimidos e dei o refrigerante a todos. No refrigerante dela coloquei um comprimido a mais, pois nela a coisa ia ser mais punk. Aproveitei também, estourei umas pipocas e todos comeram e beberam assistindo ao filme.

A Renata estava deitada no sofá, e estava vestindo uma camiseta e um micro shorts e eu não tirava os olhos daquele corpo, já imaginando o que eu iria fazer com ela.

Não se passou muito tempo e todos já estavam dormindo. Desliguei a televisão e esperei um tempo pro remédio fazer bastante efeito.

Passado 1 hora, comecei a arquitetar meu plano. Renata estava deitada no sofá, meia de lado, com o braço esticado e a mão fechada. Dei uma cutucadas nela, tentei tipo acorda-la, mas ela não se mexia.

Dei um beijo naquela boca deliciosa, enfiei minha língua dentro da boca dela, até sentir a língua dela. Fiquei assim por quase um minuto.

Fiquei brincando de passar a mão sobre todo o corpo dela, tentei abrir a mão dela pra dar um beijo, e percebi que a mão dela fechava meio forte ao tentar abrir. Não tive duvida, tirei meu pau pra fora, abrir a mão dela e coloquei. Ela fechei e apertou. Comecei a movimentar o braço dela e lá estava a minha deliciosa gatinha batendo uma punheta pra mim. Quando percebi que uma gozar, coloquei meu pau na boca dela e gozei. quando tirei, vi a boca dela meio aberta e a porra escorrendo. Sai correndo pro banheiro, peguei papel e limpei.

Ainda queria mais. Levantei a camiseta e levantei também o sutiã. Nossa, que seios lindos, fiquei acariciando por alguns segundos antes de sair de boca naquelas delicias.
Chupei com vontade, me deliciei com tudo aquilo.

Desci e dei uns beijinhos naquela barriguinha mas queria mais.

Levantei ela e a coloquei sentada, ela ficou com a cabeça pra trás, a camiseta levantada e os seios apontando pra mim. Dei mais umas chupadas neles e desci para seu shorts.
Foi difícil mas consegui tirar, e me maravilhei com uma calcinha de renda vermelha, deixando ela com cara de putinha.

Fiquei brincando naquelas coxas até não resistir e tirar a calcinha.

Até hoje não esqueço daquela cena. ela sentada, dormindo, totalmente peladinha, uma bucetinha raspadinha, linda.

Não aguentei e comecei a chupar loucamente, enfiada minha língua dentro e já sentia sua respiração mudar, ou seja, a vagaba estava gostando.

Comecei a enfiar o dedo na buceta dela pra saber se minha princesa já tinha levado rola, e constatei que algum cara de sorte já tinha metido naquela buceta. Melhor pra mim, pois se ela fosse virgem só ia meter no cu.

Puxei ela mais pra frente e comecei a meter naquela buceta, comecei a enfiar devagar e a bombar bem devagar. Ouvia pequenos gemidos dela, e com isso comecei a bombar mais rápido, sempre chupando aqueles peitos gostosos até que gozei dentro dela novamente.

Sentei ao lado dela, com o sentimento de dever cumprido, porque uma gostosa como aquela tinha que levar rola, e levar a minha rola.

Limpei ela e coloquei a roupa, e a coloquei para deitar, nessa ela vira de costas pra mim, ficando numa posição de conchinha, e fui me deitar.

Apesar de ter gozado já duas vezes, eu queria mais, e comecei a olhar para aquela bunda, que por sinal era deliciosa. Pensei: porque não??? Mas tinha que ser rápido, o remédio já ia passar o efeito.

Fui ao banheiro e encontrei no box um óleo que elas usavam pra passar na pele. Óleo é óleo, e disse vai ser esse mesmo.

Peguei ela no colo e a levei para o meu colchão e a coloque de barriga pra baixo, e rápida mente tirei o shorts e a calcinha. Coloquei bastante papel pra não sujar o colchão e comecei a enfiar o dedo lambuzado de óleo no cu dela. Brinquei bastante só com um dedo, quando já estava bem alargado, coloquei dois dedos, sempre bem lubrificados, depois de um tempo, enfiar 3 dedos ao mesmo tempo. O cuzinho dela já estava se acostumando com a rola que ia receber, e quando já estava enfiando 4 dedos, ou seja, quase minha mão, tirei minha roupa, passei óleo no meu pau, deitei em cima dela, apontei minha rola no cu dela, e antes de meter, cheguei no ouvido dela e disse:

– Vou te fuder novamente, agora vou fuder seu cu delicioso, sua vadia gostosa

Nessa eu enfiei meu pinto inteiro dentro dela, sem fazer nenhuma pausa, até encostar meu saco na buceta dela. Nisso essa soltou um urro baixinho e longo. confesso que fiquei com medo dela ter acordado naquela hora, mas ela ficou imóvel novamente. Neste momento eu praticamente me descontrolei, e metia violentamente naquele cu apertadinho. eu metia rápido e forte, e ficava o tempo tudo xingado no ouvido dela

– Toma sua vagabunda, você não gosta de rola? então toma rola, sua piranha vadia.

Eu estava tão alucinado, que certa hora estava puxando o cabelo dela, e chamando ela de puta, e metendo sem só naquele cu, até não aguentar mais e gozar novamente no cu dela.

Estava satisfeito. Ela tinha feito tudo o que eu queria.

Novamente a limpei e a coloquei no sofá.

Deitei no meu colchão e dormi profundamente.

No dia seguinte, acabei acordando por ultimo e tentei evita-la, pois não sabia o que iria aconteceu, que pra minha surpresa, fui salvo pela besteira dela. Acontece que quem estava comento ela era o Carlos, e primo dela que veio junto conosco, e ela estava justamente brigando com ele, dizendo que ele a comeu durante a noite, que aquilo não se fazia, e que nunca mais queria nada com ele.

Coitado dele, tomou a culpa sem fazer nada.

Eu ainda vou comer essa menina novamente.