A Mulherzinha da Família



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Venho de uma família grande, do interior. Sou a caçula, tenho dois irmãos e uma irmã além de seis tios e tias, todos casados e com filhos. Hoje sou casada e tenho um casal de filhos que é o amor da minha vida. O que vou contar é sobre como cresci num ambiente familiar tão liberal que minha iniciação sexual aconteceu dentro de casa. Meus irmãos são bem mais velhos do que eu. Quando nasci, meu pai tinha 40 anos, os rapazes tinham 14 e 17 anos; minha irmã tinha 20 anos e já não morava mais na mesma casa. Quando eu tinha uns 2 anos, minha mãe traiu meu pai e ele a expulsou de casa. Ela se mudou para outro estado e se juntou com outro homem. De vez em quando ela nos mandava cartas com fotos para matar nossa saudade e nós retribuíamos com fotos nossas. Durante os primeiros meses, senti muita saudade da mamãe… Quando ela teve que sair de casa, minha vida mudou por completo.

Papai ficou tão aborrecido com a traição de mamãe que não quis mais saber de namorar mulher alguma. Em vez disso, passou a concentrar sua atenção e carinhos em mim. Era ele que me dava banho com muito carinho, me abraçava e dava beijinhos. Eu adorava assistir televisão sentada em seu colo. Quando a gente via filmes românticos, ele me perguntava se eu queria dar beijos de namorado, e como eu já era safadinha, adorava. Eram apenas selinhos, mas eu me sentia dona do meu papai. Um dia ele começou a acariciar meu bumbum durante os beijinhos, depois minha xotinha. Isso acendia meu fogo, era bom demais. Depois ele me disse que estava na hora do banho e foi quando não resistiu e começou a me lamber no banheiro. Como papai lambia gostoso… Eu tinha minha própria cama, mas depois que esses carinhos mais ousados começaram, eu só queria dormir com ele. Sempre dormia de camisola e calcinha, mas depois que os carinhos começaram, eu dispensei a camisola e preferia deitar ao lado do meu pai só de calcinha.

Todas as noites meu pai me acariciava, me beijava na boca, no pescoço, nas orelhas, nos peitinhos e chegava ao meu lugar mais gostoso, aquele que me fazia sentir um calor! Eu mesma já tirava a calcinha para facilitar os carinhos dele. Como uma gatinha, me aninhava em seus braços e pedia que apertasse meu bumbum, que o lambesse. Ele me dizia para ficar de quatro igual cachorrinho e eu obedecia. Eu devia ter uns 3 anos quando ele tomou banho junto comigo pela primeira vez e pude ver seu enorme pinto, ainda mole. Eu já sabia que ele tinha pinto, porque havia aprendido as diferenças entre meninos e meninas na escola, mas o do meu pai era bem grande e foi ficando maior e duro. Ele disse para eu pegar nele e fazer carinho, porque ele também gostava. Eu faria tudo para agradar meu paizinho, então fiquei alisando aquela coisa linda com as duas mãos. Ele me pediu para dar beijinhos nele, o que fiz com muito prazer e sorrindo. Dava para ver como meu pai gostava dos meus carinhos, então eu fazia tudo da melhor maneira possível, querendo agradá-lo.

Nos banhos seguintes ele me ensinou a masturbá-lo e foi quando vi meu pai gozar pela primeira vez. Achei bem estranha aquela coisa esbranquiçada saindo do pau dele, mas meu pai me disse que aquilo era um creme delicioso e que tinha vitaminas. Ele me fez lembrar que quando era menor, mamava nos peitos da mamãe. Então me disse que agora eu já era mocinha, estava na hora de mamar no pinto do papai. Disse que o pinto dele dava um leite com sabor diferente e que tinha vitaminas para eu crescer mais bonita. Meu paizinho me convenceria do que ele quisesse, pois falava com voz doce e me tratava com muito amor. Quando ele me disse que o pau dele seria minha mamadeira, eu achei muito engraçado e comecei a rir. Simplesmente adorei aquele momento. Daí em diante, todas as vezes que eu ficava sozinha com meu pai eu já corria para provar sua mamadeira. Quando ele não gozava logo, eu perguntava por que o leite demorava a sair. Isso funcionava como mágica: rapidinho o pinto dele começava a soltar aquela gosma branca. Meu pai me fazia comer tudo, dizendo que era para eu ficar cada dia mais linda. Ele pegava um pouco com os dedos e dizia para eu abrir a boquinha, eu abria e ele despejava porra lá dentro. Engraçado como nunca tive nojo de sêmen. Deve ter sido por ter provado desde cedo.

Meu irmão, que tinha 18 anos na época, soube do que papai fazia comigo porque chegou mais cedo da escola e escutou nossa conversa. Ele não falou nada na hora, mas depois passou a aproveitar cada chance que tinha de ficar sozinho comigo. Ele começou andando nu pela casa, balançando o pinto e sorrindo para mim. Eu adorava ser o centro das atenções, então pedi para pegar no pinto dele e fiz carinho. Ele me pediu para chupá-lo, eu prontamente atendi e em pouco tempo recebi uma bela gozada na boca, que me lambuzou toda. Ele me deu banho e me chupou deliciosamente. Ele contou para meu outro irmão, que também quis me fazer de putinha. O pinto do meu irmão mais velho era muito lindo, tão grosso quanto o do papai. Esse mais velho esfregava o pau no meu bumbum e fingia que me comia. O mais legal é que meu pai nem desconfiava que meus irmãos também faziam sacanagem comigo, e eu não fazia questão alguma de contar para ele. Papai pensava que ele era o único que me usava para se satisfazer.

Uma semana antes de completar 5 anos, meu pai avisou que sairia cedo para fazer compras para meu aniversário e avisou que ia demorar. Meus irmãos tiveram ideia de juntos fazerem sacanagem comigo. Ficamos todos nus e fomos para a cama do papai. Enquanto eu chupava o pinto de um, o outro me chupava, depois eles se revezavam. Pegaram um lenço e tamparam meus olhos, para eu ter que adivinhar de quem era o pinto na minha boca, quem estava esfregando o pau no meu bumbum. Foi muito divertido, eles gozaram várias vezes e eu, como boa putinha treinada em casa, não desperdicei nem uma gota. Neste dia eles começaram a enfiar dedos no meu cuzinho, para eu ir me acostumando. Era tão gostoso chupar um pau e ter meu cuzinho invadido por um dedo… Com o tempo eu mesma comecei a pedir para levar dedadas no bumbum. Meu pai estranhou quando pedi isso para ele, e foi então que revelei o que fazia com meus irmãos. Ele não ficou zangado comigo, mas foi conversar com meus irmãos. Ele nos alertou sobre a necessidade de manter tudo em segredo. Meu pai temia que os filhos ficassem se gabando de fazer e acontecer comigo e acabasse dando merda.

Fiz 5 anos e ganhei muitos presentes, mas depois da festa eu só queria uma coisa: brincar na cama com meu papai. Mas desta vez foi diferente, ele chamou meus irmãos para um banquete e eu fui o prato principal. Eles me lambuzaram de glacê do bolo e me lamberam os três ao mesmo tempo. Adorei sentir tantas línguas percorrendo meu corpinho infantil! Depois foi minha vez de chupar pirocas lambuzadas de glacê. Meu pai disse que já estava na hora de eu perder a virgindade do meu cuzinho, eu nem imaginava o que isso significava. Os três tiraram a sorte para ver quem seria o primeiro a me comer, quem ganhou foi meu irmão mais novo. Ainda bem para mim, porque o pinto dele não era tão grosso. Meu pai me pôs de quatro sobre a cama, me disse para mamar no pau dele e não me importar com o que o mano fazia no meu bumbum. Ele passou lubrificante no dedo e no meu cuzinho e foi enfiando e tirando. Até aí tudo bem, já estava acostumada e gostava disso. Depois senti uma dor enorme na bunda, parei de chupar meu pai na hora e gritei. Meu pai me mandou ficar calada e aguentar, me segurou firme e disse para meu outro irmão me segurar também.

Eu fiquei imobilizada sobre a cama, com meu irmão mais novo me arregaçando o cuzinho. Sentia uma dor enorme, gritava e pedia para tirar, mas ele não me ouvia. Meu irmão meteu a cabeça do pau dentro do meu cuzinho, me segurou pelos quadris e me comeu o quanto quis. Quando gozou dentro da minha bunda, me soltaram e eu caí de lado na cama, choramingando. Enquanto meu cuzinho latejava de dor, papai e meus irmãos eram só elogios para mim, me dizendo como eu fui corajosa e merecia muitos carinhos e beijinhos. Todos eles me disseram que me amavam muito. Papai então me deu um presente que estava escondido embaixo da cama, uma linda boneca que eu queria há muito tempo. Aos poucos fui me acalmando e me distraindo com a boneca. Depois de alguns minutos, papai perguntou se eu queria continuar brincando com eles, eu disse que sim, mas não queria pinto no bumbum outra vez. Eles concordaram e fizemos só o sexo oral de sempre.

É claro que meu outro irmão e meu pai também queriam comer meu cuzinho. Uns três dias depois, foi a vez do meu irmão mais velho me pegar e meter o pau no meu bumbum. Doeu à beça, gritei de dor, mas desta vez eu aguentei sem chorar. Eu percebi que depois que a cabeça do pau entrava, a dor diminuía e começava a ficar gostoso. Ele meteu na minha bunda por mais tempo do que o meu outro irmão e também despejou gozo dentro de mim. Quando terminou de se satisfazer, me abraçou e me beijou na boca por um bom tempo, sempre dizendo que me amava. Depois que meus irmãos me comeram, eu sabia que era questão de tempo até papai me pegar para fazer o mesmo… Era algo que eu mesma já desejava, afinal tudo havia começado com ele. E foi na semana seguinte que aconteceu: papai pôs um filme pornô na TV e me chamou para assistir junto com ele. Tiramos as roupas e ficamos imitando as cenas do filme, dentro do possível. Com seu jeito doce de falar, papai me disse que queria meter o pinto no meu bumbum e perguntou se eu deixava. Como eu poderia recusar um pedido do meu papai? Meus irmãos eram mais brutos, faziam como queriam, mas meu pai era sempre carinhoso. Ele me pedia as coisas de um jeito que eu não era capaz de recusar. Fiquei de quatro igual a uma cadelinha e ele passou lubrificante num dedo, para alargar meu buraquinho e deixá-lo bem escorregadio. Depois lubrificou seu pauzão, apontou a cabeça para meu cuzinho e disse para eu avisar quando estivesse pronta. Respirei fundo e disse “Mete, papai”.

Não vou mentir, doeu tanto quanto das outras vezes, mas só no começo. Depois que a cabeça entrou, meu pai me segurou pela cintura e me comeu o quanto quis. E eu adorei! Ele gemia, me chamava de safadinha, de putinha gostosa, dizia que eu fodia melhor que a mamãe e eu me sentia o máximo! Eu queria ser a mulherzinha do papai e dos meus irmãos, satisfazer a todos eles. Papai meteu por muito tempo no meu cuzinho. Quando sentia que estava quase gozando ele parava, depois continuava. Papai foi o que me deu mais prazer comendo meu cuzinho, especialmente porque me tratava com carinho, me dizia sacanagens deliciosas, me elogiava, esfregava meu grelinho… Durante três anos eles fizeram orgias comigo e só comiam meu cuzinho. Meu pai avisou que quando eu fizesse 8 anos, eu escolheria quem teria o privilégio de meter na minha xereca pela primeira vez. Esse dia chegou e eu escolhi meu paizinho para a tarefa. Ele me abraçou e disse que me amava muito, me agradeceu por tê-lo escolhido. Nada me deixa mais feliz do que ver meu pai feliz.

Ele me deu banho, me levou para a cama no colo, me deu umas chupadas deliciosas e me pôs para mamar na sua pica dura. Lubrificou o cacete, apontou para minha xereca e começou a forçar a cabeçona. Eu gritei de dor, ele pôs a mão sobre minha boca e continuou metendo com força, sem parar. Senti algo quente escorrendo entre minhas pernas, a dor era imensa, mas meu pai não parou nem um instante, empurrou o caralho até entrar a metade dentro de mim. Quase desmaiei de tanta dor, mas depois a dor foi passando e dando lugar a uma sensação deliciosa, a mesma de quando eles me chupavam. Em pouco tempo eu já abraçava meu pai e ofegava conforme ele metia dentro de mim. Papai me comeu com gosto, metia sem pena dentro da minha xotinha. Ele me elogiava e dizia que eu era sua mulherzinha, que era muito gostosa e que me comeria todos os dias. Eu só tinha amor pelo meu papai… Deixaria ele fazer o que quisesse comigo. Depois que eu já estava com meus dois buracos arregaçados, meus três machos passaram a me comer de várias maneiras. Eles tiravam no cara ou coroa para decidir se meteriam no meu cuzinho ou na minha xereca. Eu achava graça dessas brincadeiras e nem ligava, só queria pau dentro de mim.

Um dia, meu avô veio nos visitar. Aproveitei um momento em que ficamos sozinhos e sentei no colo dele, depois comecei a rebolar, bem safada. Queria provocar o velho para ver o que ele fazia e deu certo. Ele enfiou uma das mãos dentro da minha calcinha e começou a me masturbar. Estava ficando gostoso e pedi para ver o pinto dele. Meu avô tirou sua pica de dentro da calça e mostrou-a para mim. Eu peguei no pau dele e comecei a masturbá-lo, sorrindo com minha cara de safada. Eu disse que ele tinha uma mamadeira muito linda e perguntei se deixava mamar nela… Nem esperei pela resposta.

Abocanhei a piroca do vovô e chupei no capricho, arrancando gemidos do velho. Ele tinha perto de 60 anos, seus pentelhos eram brancos e possuía uma pica bem dura e grossa como a do meu pai. Babei naquela pica linda e pedi para ele me comer. Meu avô me perguntou onde eu queria levar pica; eu disse primeiro na xereca, depois no bumbum. Fiquei nua e vovô me colocou sentada em seu colo de frente para ele. Começou metendo em mim com carinho, depois com força. Dizia coisas que eu não entendia, me abraçava enquanto escondia aquela tora quente e dura dentro da minha xaninha. Meus peitinhos ainda estavam nascendo e eu já fodia como uma adulta, rebolava com o pau cravado na xereca. Depois de uns minutos comendo minha perereca, vovô mandou eu parar e virar de costas, pois queria gozar no meu cuzinho. Me ajeitei no colo dele e fui sentando na pica, toda lubrificada pela minha excitação. Senti meu buraquinho dilatar, mas aguentei firme enquanto o velho forçava meu quadril para baixo e socava a pica para cima. Acho que entrou tudo no meu cu, me senti preenchida por aquele cacetão. Vovô me dizia que eu era a netinha mais gostosa dele, que sempre viria me comer.

Eu estava sentada no pau dele quando meu pai chegou e nos viu fodendo. Papai riu da cena e disse para o vovô continuar me arregaçando, porque depois seria a vez dele. O avozinho gozou dentro do meu bumbum, gemendo muito alto. Papai se aproximou já sem roupa e me mandou chupar sua pica, para deixá-la bem dura. Vovô perguntou ao papai há quanto tempo eu já fodia com ele, e papai lhe contou toda a história, inclusive sobre as orgias com meus irmãos. Eu e papai fodemos no chão da sala enquanto meu avô assistia a tudo. Ele foi ao banheiro para se limpar e quando voltou, estava novamente de pau duro. Papai adorava minha xereca, mas o prazer dele sempre foi meter no meu bumbum. Ele aproveitou que meu cuzinho já estava bem dilatado pelo cacete do vovô, até escorria gozo lá de dentro. Papai socou o pau no meu rabinho, empurrando o gozo do vovô lá para dentro outra vez. Enquanto ele me enrabava, vovô aproximou sua pica da minha boca e eu imediatamente me pus a chupá-la. Vovô me segurou pelos cabelos e socou a piroca na minha boca. Ele praticamente fodeu minha boca o quanto quis, depois trocou de lugar com papai.

Enquanto papai tinha preferência pela minha bunda, vovô gostava mais da xoxotinha. Sentei bem gostoso no colo do meu avozinho e papai ficou de pé na minha frente, com sua mamadeira linda e quente. Mamei nele enquanto rebolava no colo do vovô. Pedi ao papai e ao vovô que me dessem leite quente na boquinha, porque eu era uma menina pequena e queria crescer bem bonita. Papai logo gozou um monte na minha boca, foi delicioso. Vovô avisou que estava quase gozando, eu pulei do colo dele e comecei a chupá-lo também, louca para provar o leite cremoso do meu avozinho pela primeira vez. Comi tudinho e fui muito elogiada pelos meus dois machos. Meu avô me comeu com papai um monte de vezes. Eu sentia um prazer enorme sendo fodida por eles, não sabia direito o que era orgasmo nem como ou por que acontecia, mas a sensação de prazer era tão maravilhosa que eu não conseguia resistir. E saber que eu era capaz de dar prazer a eles com meu corpo, fazendo algo que eu adorava, era simplesmente incrível.

Um dia, quando tinha 9 anos, meu pai precisou fazer uma viagem de negócios e me levou para passar uma semana no sítio do meu avô. Ele era viúvo e morava sozinho, então foi supertranquilo: nossa sacanagem começava pela manhã e não tinha hora para acabar. Eu andava só de calcinha pela casa só para provocar o velho. Como já era idoso, o pau dele demorava muito para endurecer depois de cada orgasmo. Um dia ele me mandou tomar banho, colocar um vestido bem bonito e me perfumar. Pouco tempo depois chegaram dois senhores, mais ou menos da mesma idade que o meu avô. Eu fui apresentada a eles, os coroas vieram logo me oferecendo doces e dinheiro se eu “fosse boazinha” com eles. Claro que eu aceitei! Se eu já gostava de “ser boazinha” de graça, que dirá com aqueles agrados. Eu fui bem boazinha com eles, sentando nos colos e rebolando, deixando eles me alisarem, apalparem e apertarem minhas carnes. Vovô me pediu para fazer uma dança sexy e tirar a roupa aos poucos. Fiz meu primeiro strip-tease aos 9 anos de idade para três velhotes sessentões. Os três estavam sentados no sofá lado a lado, com as calças arriadas e com as picas nas mãos, se masturbando enquanto me assistiam dançar e ficar só de calcinha. Como já disse, eu adorava ser o centro das atenções…

Vovô estava no meio deles e me chamou para mamar na sua pica. E lá fui eu, faminta! Chupava o pau dele e punhetava um pau de cada lado. Os velhotes gemiam, pediam para eu chupá-los também e eu mamava um pouco em cada cacete. Nem me importava de quem era o pau que eu chupava ou punhetava. Tanto fazia se era do vovô ou de um dos amigos dele, eu queria era fazer cada uma daquelas picas soltar leite quente. Eu gostava de saber que eu fui a responsável pelos orgasmos deles, me fazia sentir o máximo. Vovô disse para seus amigos comerem a netinha vadia dele, e eles me pegaram de jeito. Me puseram de quatro e meteram ora na minha xereca, ora na minha bunda, eu nem sabia quem estava atrás de mim. Só me concentrava em chupar o pau na minha boca, que nunca ficava vazia. Os três coroas se revezaram a noite toda me chupando, comendo e me fazendo chupar suas picas velhas. Eu simplesmente amava ser usada e abusada. Quando voltei para casa, papai e meus irmãos me esperavam ansiosos. Fui a putinha da casa até me casar, há 5 anos.

Meu marido é uma ótima pessoa, muito religioso e não gosta nem de ouvir falar em incesto. Por isso, tenho que esconder dele todas as sacanagens que continuo fazendo com papai, meus irmãos e dois tios. Minha filha tem 3 anos e o menino tem 4, ambos já provaram leite de pica dos tios e vovô. Quero que eles cresçam gostando de tudo o que o sexo tem de bom para oferecer, sem medos nem tabus. Uma pena que o pai tenha a mente fechada, pois teria sido maravilhoso ver os filhos brincando com ele. Mas tudo bem. Meus amores sempre terão picas grandes e grossas para brincar, eu garanto.

F I M