Evangélica abusada no ônibus: Gostei! Quero mais!



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Meu nome é Noêmia, tenho 28 anos. Nasci e me criei na igreja evangélica. Não era muito tradicional mas também não era tão moderna. Usamos somente saias e vestidos e usamos decotes discretos, mantemos a depilação em dias e cortamos o cabelo. Eu sou casada desde os 18, com um rapaz da igreja que meus pais praticamente empurraram mas a gente não se dá muito bem nem na vida nem no sexo. É somente aquele arroz com feijão e eu nunca alcancei o orgasmo com ele. Sou uma morena clara de olhos cor de mel e cabelos bem longos ondulados que geralmente eu uso soltos porque tenho muito orgulho da minha beleza. Sou vaidosa e uso maquiagem discreta porque a igreja reprova maquiagem chamativa. Tenho um belo corpo, modéstia a parte. Meus seios são grandes e os bicos são clarinhos, inchadinhos e apontam pra cima, por isso não uso muito sutiã, embora os vestidos que eu use não deixem muito evidente que estou sem sutiã. Se isso acontece, coloco um cardigã por cima, com cinto e botões, e fica mais discreto. Minha cintura é final e destaca minha bunda, que é grande e empinada. Tenho pernas torneadas e chamo atenção onde vou, mas como geralmente vou somente para o trabalho e para a igreja, me sinto segura. Alguns homens olham e às vezes olham com um olhar muito pecaminoso. Se eu ando sozinha em lugares desconhecidos, recebo cantadas, algumas até bem pornográficas. Já ouvi algumas frases como: “Gostosa, quero te comer toda. Deixa eu te chupar, delícia.”, “Que rabuda, que cuzão tesudo”, “Quero mamar nessas tetas de vaca.” E outras vezes são convites para conhecer, elogios, e essas coisas que os homens fazem quando vêem uma mulher bonita.
Numa sexta-feira de uma semana bem puxada, fui para o trabalho com um vestido branco, que era o único disponível, pois estava com muita roupa suja acumulada. Olhei no espelho e vi que estava um pouco transparente. Dava pra ver a marca da minha calcinha, que era dessas de algodão sem costura, bem leve sobre o corpo, que não apertam e que não marcam muito a roupa. Além disso, tinha alças finas, e era perfeito para sair à noite com meu marido, não para o trabalho. Pus um cardigã comprido azul marinho, passei o cinto ao redor e pronto! Era ótimo porque o clima estava friozinho e eu estava vestida como uma evangélica comportada.
Fui para o trabalho, que foi muito exaustivo. Trabalho na parte administrativa de um shopping e às vezes tem muitos relatórios para preparar, pessoas para contratar e demitir, e atender às solicitações de muita gente. Andei de um lado pra outro o dia inteiro, e como estava de salto alto, no final do dia eu estava muito, mas muito cansada.
Acabei passando da hora, pra piorar. Porque saio às 16:30h, mas como tinha muito serviço fiz hora extra e acabei saindo 18h, e nunca saio nesse horário. Me deparei com as ruas cheias e os ônibus lotados. Triste, porque eu pretendia ir pra casa sentada e tirar os sapatos.
E o dia tinha esquentado tanto que eu estava suada e abafada. Na parada do ônibus mesmo tirei o cardigã e coloquei na bolsa, até senti um alívio do calor, mas logo o ônibus chegou e estava tão lotado que quase não conseguia entrar. Fui me apertando entre uma pessoa e outra e fiquei no meio do corredor, porque nem naquele espaço reservado a cadeirantes consegui chegar. O ônibus é um expresso para um terminal, para em poucas paradas, mas nelas sobem MUITAS pessoas. Então, depois de duas paradas, eu já estava espremida. Não dava para ir pra frente nem pra trás. E ia demorar a descer alguém… Estava tão cansada, que só queria que o destino chegasse logo. Fechei os olhos e segurei com uma mão no ferro superior encostei o corpo no ferro lateral e passei o braço ao redor dele. Estava com os pensamentos longe quando senti alguém passar a mão por baixo da minha axila para segurar o ferro. Olhei, mas não podia nem me afastar. Não tinha pra onde. Paciência, não poderia exigir espaço pois sabia a situação de todos ali. Não achei que havia segundas intenções, e voltei a deixar os pensamentos irem longe… Os dedos e as costas da mão vez por outra encostavam na minha axila, na parte interna do meu braço e na lateral do meu seio. Cada vez que o ônibus sacolejava, eu mesmo acabava esbarrando na mão ali. Então aquele toque já se tornou comum e eu nem percebi nada enquanto pensava na igreja, nos problemas com meu marido, no trabalho…. Demorei a voltar a mim e perceber que a mão agora estava encostada na lateral do meu seio. Ao invés de segurar o ferro, a mão estava com a lateral apoiada no ferro, e os dedos soltos. E assim ficou mais próxima do meu peito. O polegar e o indicador estavam constantemente encostados no meu peito. Quando dei por mim, o dedão se mexia discretamente como acariciando meu seio. Levei um susto, o coração saltou… Eu já tinha ouvido falar de assédio no ônibus mas nunca tinha acontecido comigo. Agora aquela mão tocava meu seio e minha pele se arrepiava levemente. Tentei me afastar mas não tinha pra onde sair. Estava espremida ali. Tentei ir pra trás para me afastar… Que ingenuidade! Acabei me apertando contra o assediador! Voltei mais pra frente de novo e acabei encostando mais na mão. Ou seja: Parecia que eu estava aprovando aquilo e dando carta branca. E o moço entendeu isso mesmo. Tanto que o indicador e o polegar avançaram bem mais sobre meu peito e já alcançavam meu biquinho, que estava arrepiando pelo medo e pelo toque. Ai, meu Deus. Comecei a tentar orar, mas nem conseguia me concentrar. O homem, que tinha uma mão forte e com pelos, parecia mão de um homem 40tão, continuava alisando meu peito e tocando meu mamilo, que estava se arrepiando mais e já estava quase durinho. E ele, com a maior ousadia, começou a tentar beliscar meu biquinho. E quanto mais beliscava, mais arrepiava e eu comecei a suar… E ele conseguiu. Apertou meu biquinho e ficou girando por cima do vestido.
Olhei para as pessoas sentadas no banco à minha frente e era um casal. Os dois cochilavam, a garota com a cabeça no ombro dele e ele com a cabeça pra trás, no encosto do banco, com fones de ouvido. Não sabia se achava ruim por não poder pedir ajuda, ou bom por eles não estarem vendo.
O homem então largou meu biquinho e eu fiquei aliviada, achava que ele ia parar, mas ele pôs toda a mão em cima do meu peito. Encheu a mão e apertou. Ai, meu Deus! Eu estava em desespero, tremia toda, suava, e como já estava cansada demais, estava com as pernas bambas. Ele apertou e ficou alisando o meu peito passando os dedos ao redor dele todo… E achou a lateral do vestido, perto da axila. Percebendo que tinha uma brecha ele foi enfiando os dedos por lá. Primeiro o indicador, depois o médio… E agora ele estava tocando a pele do meu peito. Eu estava paralisada de terror. Não tinha reação. Queria gritar mas a voz não saía. Só respirava fundo, o coração aos pulos e quando ele apertou forte o biquinho do meu peito por dentro da blusa, puxando e rodando, eu soltei um gemido tremido, que parecia mais de tesão que de medo. Ouvi o homem dar uma respirada forte no meu pescoço. Ele achava que eu estava gostando… Ouvi quando falou sussurrando: “Tesuda, deliciosa. Vagabunda…” Vagabunda, eu? Ele tava me xingando… Eu era casada, ele que tava me assediando…
A situação foi se agravando… O homem (não tinha visto a cara dele. Queria me voltar pra ver mas não tinha como me movimentar e também morria de vergonha de encarar aquele tarado que se aproveitava de mim) então começou a passar a mão na minha bunda, que antes tava encostada no corpo dele e eu tinha sentido um volume leve na minha bunda, mas estava tão apavorada com os toques no meu peito que não havia me dado conta que ele estava me encoxando.
Mas senti quando a mão começou a passear na minha bunda, alisar o meu rego por cima do vestido e apertar minha bunda e enfiar os dedos pelo meu rego, descendo até mais embaixo.
Ele apertou, alisou, beliscou me fazendo gemer e depois desceu a mão e começou a subir por dentro do vestido. Eu estava com as pernas suadas do calor e do pavor. Senti a mão dele entrando pelo meio das minhas nádegas e invadindo minha bunda que só meu marido conhecia. Nunca tinha feito sexo anal, e não sabia que se sentia qualquer prazer no cuzinho. Foi pra lá que ele foi: levou os dedos no meio das minhas nádegas e foi apertando por cima da calcinha. Apertava no meu cuzinho e tirava. Ficava cutucando, dando várias dedadas seguidas que me provocavam uma sensação muito louca. Era como se eu fosse pular cada vez que sentia ele dar várias dedadas seguidas. E num momento que ele empurrou mais o dedo eu tranquei a bunda de pavor. Acabei prendendo os dedos dele na minha bunda e ele gostou! Ficou tentando empurrar de forma mais forte… Acho que eu estava dando outro sinal que queria os dedos dele ali. Me dei conta disso e soltei, mas assim que soltei ele foi direto procurar a lateral da minha calcinha e enfiou os dedos por dentro. Socorro! Ele estava com uma mão apalpando meu peito de todo jeito e com a outra dentro da minha calcinha com os dedos indo para meu cuzinho, e começou a dedar por dentro da calcinha. E eu? Se eu trancasse ele ia enfiar mais, se deixava solto ele ficava dando várias dedadas seguidas no meu rabinho, que piscava de susto. Senti quando os dedos desceram para baixo do meu cu, e escorregando entre minhas nádegas até chegar na minha bucetinha. Senti os dedos alisando minha buceta crente e casada, que até aquele momento só conhecia as transas sem graça com meu marido. Toda raspada, os dedos dele deslizavam até meu grelo e eu senti um choque de prazer… Me perguntei: Meu Deus! Estou gostando???? Eu não entendi direito o que sentia, mas tive certeza que estava gostando quando ele sussurrou no meu ouvido: “Ahhhh, putinha safada. Se fazendo de santa casada, mas o bucetão tá ensopado.” Nossa, eu tava melada! Não entendi nada, mas meu corpo estava gostando do abuso, do perigo, do medo… A falta de carinho em casa também ajudava muito! Meu marido nunca me tocava os peitos, a buceta, o cu então, nem se fala!
Senti então o dedo dele invadir lentamente minha buceta ensopada. E ela engolia cheia de gula. Meu priquitinho carente parecia estar ansioso por engolir o dedo daquele tarado.
Ele enfiou um dedo inteiro, senti a mão se apertar na minha bunda, e mexer lá dentro, conhecendo o espaço do meu corpo por dentro. Eu agora queria que o dedo entrasse mais fundo, muito mais, e abri um pouco as pernas, empinei a bunda e ele tirou e em seguida enfiou dois de uma vez. Socou e tirou… Empurrou fundo, eu me abria o quanto podia pra sentir bem fundo… Como eu queria agora a rola daquele estranho. Queria que ela fosse enorme e grossa e me rasgasse ali… Fechei os olhos e gemi, ao que ele respondeu socando gostoso e fundo os dedos. Comecei a sentir uma pressão na frente do meu vestido, na altura da buceta. Abri os olhos e vi a mão do homem sentado à minha frente. A namorada (ou mulher, não sei) dormia de boca aberta no ombro dele, mas o braço que passava por cima dela, além de aninhar o sono dela, permitia que a mão dele alcançasse minha bucetinha… Ele alisava por cima do vestido. Claro, ele estava vendo a mão do cara no meu peito, e por sinal, agora meu biquinho escapava da blusa, de tanto que o homem tirou o vestido do lugar…Meu cabelão protegia a visão lateral mas ele via de frente eu gemendo enquanto aquela mão alisava meu peito. E certamente percebeu o movimento atrás de mim. Não me opus, não fiz cara feia nem me afastei (nem podia), e ele pensou que era um sinal para ir em frente. Começou a alisar minha coxa abaixo do meu vestido e subir lentamente… Minha calcinha já estava presa na minha virilha, porque o tarado atrás de mim enfiava seus dedos na buceta que era pra ser somente do meu marido, mas agora ele era um crente corno… Pensei nele vendo aquele homem invadindo meu corpo e isso multiplicou meu tesão. A mão que agora vinha da frente encontrou minha buceta completamente melada, por dentro e por fora, até as virilhas e as coxas estavam meladas. E foi direto apertar meu grelinho…. Alisava e apertava. Tentava beliscar mas não conseguia pelos meus sucos que faziam escorregar.
Ele olhava pra mim com cara de pervertido e tirou os dedos do meu grelo… Foi puxando meu vestido té minha buceta ficar descoberta e eu, já transformada numa puta de esquina, afastei meu corpo (o pouco que dava para desencostar do banco) e encostei de novo, fazendo o vestido prender no banco. Agora ele não precisava segurar. E começou a me fazer uma siririca deliciosa na buceta e encarar ela, raspadinha, vermelhinha, inchada, olhando pra ele. Senti um tesão inexplicável em me mostrar.
Atrás, as coisas evoluíam. Meu vestido também subia e ficava preso no corpo do tarado. Senti seus dedos saírem da minha buceta e achei que ele ia parar, agora o desespero era para não acabar… Mas senti novamente ele cutucar meu cuzinho. Os dedos melados agora entravam fácil no meu rabinho apertado. Minha buceta piscava com aquele dedo cutucando meu cuzinho de crente. Dizem que cu de crente é o mais quente e eu descobri que o meu pegava fogo. Senti o dedo invadir tudo e ele mexia o dedo dentro. Parecia que queria deixar mais largo. Eu mordia o dedo dele com o cu, porque sentia muito tesão. Senti quando ele tirou e também começou a empurrar dois dedos juntos. Aquilo abria minhas pregas e me dava sensação de estar com o cu arreganhado. Era muito excitante me sentir toda aberta. Ele mexia os dedos de todo jeito, parecia querer mesmo arreganhar meu rabinho apertadinho e virgem. Não entendi mas estava curtindo completamente aquilo, que despertou uma puta adormecida em mim. Ele tirou os dedos então e afastou um pouco de mim. Tirou a mão do meu peito, que ficou de fora do vestido, pra se apoiar no ferro e conseguir afastar um pouco. Senti ele se mexer bastante atrás de mim e pensei que ia gozar… Mas eu queria mais. Foi quando comecei a sentir aquela carne quente e dura encostar nas minhas nádegas.
Ele pôs o pau pra fora… Não pensei que ele fosse me comer. Ele tinha colocado o cacete pra fora e estava esfregando na minha bunda e se direcionando para o meu… cu! Ai, ele queria comer meu cu no ônibus? Meu coração saltou e eu sabia que eu desejava aquele cacete dentro de mim. Mas o susto foi tão grande que meu primeiro reflexo foi colocar a mão pra trás para proteger meu corpo. Calma! Meu cu! E então acabei tocando direto naquela rola dura e melada que eu segurei. hummmmmmm… Nunca tinha sentido um pau na mão. Senti o leite que saía da ponta e apalpei ele inteiro. Cheio de veias, a cabeça grande, tinha poucos pelos… Apalpei na base e senti o começo dos ovos… Apertei com gosto e soltei… Deixei apontado para meu rego. E para ele bastou ir deixando o pau escorregar até que a cabeçona se aninhou no olho do meu cuzinho. Me segurei, empinei a bunda o máximo que podia e eu mesma fui me empurrando pra trás. O pau foi entrando fácil. Meu cu estava laceado de dedadas e totalmente ensopado do mel da minha bucetinha gulosa. Senti a cabeça passar e ele começou a bombar devagar. Foi empurrando cada vez mais. Senti o corpo dele colar em mim e o pau entalou no meu cu. Não sei até onde entrou, mas senti ele começar a bombar no meu rabinho guloso. Com o cara da frente apertando os lábios da minha buceta, abrindo, dedando meu grelo, empurrando o dedo com força, eu estava adoraaaaaaaando ser currada ali. As bombadas ficaram cada vez mais gostosas. Mais fundas, mais rápidas e eu esqueci que tava no ônibus. Sentia deliciada, com um peito saindo do vestido, com as pernas bem abertas e a bunda bem empinada aquela pirocona gostosa rasgando meu cu, esfolando inteiro. Gemia agora mais descarada. Eu realmente esqueci onde estava. Ouvia vez por outra: “Que puta..” “é casada, olha a aliança.” “Ele tá metendo no cu dela”, “Que vagabunda gostosa.”
No sufoco do ônibus, algumas pessoas conseguiam perceber tudo. Estava agora muito descarado, né? Eu arreganhada levando um caralho enorme no cu, gemendo safada e rebolando o pouco que podia, mas recebendo aquilo e pensando como seria bom o corno do meu marido estar vendo um desconhecido me arrombar o cu. Eu queria gritar: Ai meu cu, ai meu cuzinho, arromba meu cu. Mas eu falava baixinho, gemia e falava baixinho: ai meu cuzinho…
E bem na hora que estávamos chegando no terminal, eu estava sentindo algo que nunca tinha sentido. O corpo todo estava eletrizado e estava arrepiada inteira e sentindo uma sensação deliciosa com o outro agora esfregando três dedos no meu grelo e abrindo minha buceta, às vezes dando dedadas leves, porque não podia esticar mais o braço.
Senti aquilo subindo e uma vontade de gritar…. Me dei conta que ia acontecer uma coisa que nunca tinha acontecido: Eu ia gozar.. Comecei a repetir: Vou gozar. Vou gozar.. E tanto ele intensificou o esfregar de dedos no meu grelo duro, ele esfregava com muita força, como atrás as bombadas aumentaram e até dava pra ouvir o barulho do pau invadindo meu cu.
O ônibus chegou no terminal, abriu as portas e as pessoas foram descendo, o ônibus ficando vago e eu falando em voz alta, quase gritando: Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar…
E os dois falando: Goza, vagabunda. Goza puta. Goza pensando no corno. Goza…
Com espaço no ônibus eu me abria mais, e senti o pau no meu rabo inchar e começar a pulsar. Ele começou a jorrar porra no meu cu e eu gozei exatamente na mesma hora. Me senti eletrizada, arrepiada, um gozo delicioso, indescritível, e as pernas parecendo de papel. Gozei nas mãos do desconhecido e com o pau do homem de trás enterrado no meu cu, enchendo meu rabo de porra.
Foi de longe a melhor trepada da minha vida. Foi a primeira vez que gozei. Não via ninguém mais, mesmo as pessoas olhando – as últimas – enquanto saíam do ônibus. O homem atrás de mim tirou o pau já meia bomba do meu cu e eu finalmente olhei pra trás. Era um coroa grisalho, corpo forte, com jeito de policial aposentado. De cavanhaque. Eu daria tudo que ele quisesse quantas vezes ele quisesse. Quando ele foi saíndo, sorrindo, se arrumou e disse: “Tchau, safada. Que delícia de rabo que eu fodi.” E desceu do ônibus.
O rapaz da frente me olhando deliciado, o pau gigante dentro das calças… Disse sem jeito:
“Preciso acordar minha mulher pra descer…”
Eu me afastei, deixei o vestido descer, arrumei meu peito e fui me segurando nos ferros do ônibus. Desci com as pernas bambas, nem sei como consegui andar. Andei até o banco mais próximo e sentei. Queria dormir naquele banco, recuperar minhas forças.
Um monte de homens me olhava e eu achava que todos tinham me visto dar o cu dentro do ônibus lotado.
Mas na verdade, apesar de alguns realmente terem visto, era por causa do meu vestido chamativo e transparente. Mas não me importei. Os biquinhos ainda estavam arrepiados e dava pra ver pelo vestido. Mas eu estava me sentindo a mulher mais poderosa do mundo.
Comprei uma garrafinha de água, e fui pegar o ônibus pra minha casa. Dormi toda gozada, com aquele vestido e só mais tarde, quando meu marido chegou do trabalho, acordei e fui tomar banho.
Esse acontecimento despertou a puta que existia em mim e agora meu marido é um grande corno. Depois conto para vocês mais coisas que eu fiz. E digo mais: adoro dar o cuzinho.