Minha irmãzinha sapeca



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Meu nome é Sara, e eu tenho 18 anos. Na minha casa são três mulheres: MInha mãe, eu e a Larinha, minha irmã de 10 anos. A gente é muito bem resolvida porque a mãe da gente sempre foi tipo muito descolada e sempre falava sobre sexo, gravidez e namorava um cara ou outro que ela trazia pra casa mas não tinha convívio com a gente. Os namorados dela apareciam pra dormir (na verdade, pra transarem) e iam embora de manhã cedo.
Não foi um nem dois que me viram de manhã de babydolll fininho entrando na minha bundinha sem calcinha e com as alcinhas apenas cobrindos meus peitinhos pontudos. Mas eu nunca me interessei em mexer com eles e minha mãe tratava de mandar eles embora cedinho.
A Larinha é filha de outro pai, um desses namorados que a minha mãe sempre teve. Minha mãe tem 34 anos, façam aí as contas: Meu pai não foi o primeiro namorado dela e ela não era mais virgem quando engravidou e ele largou ela sozinha pra me criar.
Como a família dela sempre teve grana, ela não ficou sozinha, eu era o xodó dos meus avós e ela continuava baderneira. Até hoje eles bancam muitas das nossas despesas e ela trabalha em um banco privado, mas o padrão de vida da gente vai bem além do que o salário dela pode pagar.
A gente mora num apartamento grande, com uma varanda enorme charmosa e mobiliada, já no último andar do prédio.
Eu também sou muito parecida com ela. Somos brancas e de cabelo castanho claro. A Larinha é ainda mais branquinha e loira por ainda ser criança. Minha mãe pinta o cabelo de preto. Pela nossa genética abençoada temos um corpo lindo, cintura fina, bunda redondinha, peitos empinadinhos. Menos a Larinha que é bem bundudinha mas agora que tá começando a aparecer os botõezinhos dos peitos.
Não é só fisicamente que a gente é parecida. Também gosto de namorar e transar gostoso, já experimentei de tudo: sexo anal, brinquedinhos, fui a uma casa de swing e adorei trepar gostoso com caras e mulheres me olhando e me desejando. Inclusive já fiz sexo lésbico com uma garota lésbica do colégio que era obcecada por mim.
Não sou assim, uma vadia que sai com todo mundo. Sou uma garota que gosta de sexo e tem dinheiro pra andar em ambientes onde pessoas ricas também gostam!!!
A Larinha já chegou demonstrando ter o mesmo gosto que a gente. Pequenininha, com quatro anos, odiava andar vestida. Vivia tirando fralda e roupa e ficando nuazinha.
Cansei de passar pela sala e ela estar deitada no sofá mexendo na pepequinha, e não podia ver um filme com cena sensual que arregalava os olhos… Isso muito pequenininha.
Um dia ela acorda de madrugada e me pergunta se a mamãe tava transando com o namorado no quarto. E eu disse que sim, porque a gente tava ouvindo barulhos da cama e às vezes gemidos, e ela queria ver. Quis ir abrir a porta pra olhar, foi preciso eu segurar.
Sempre que a mamãe levava um namorado a Larinha batia no meu quarto: A mamãe tá transando? A gente não pode mesmo ver? Como é?
Eu respondia que o namorado dela colocava o pinto na pepeca dela.
É gostoso? Ela perguntava.
É muito.
Eu também quero!
Mas Larinha só gente grande transa. Porque sua pepeca é pequena e não cabe um pinto.
Ela ficava com raiva. Dizia que cabia sim, às vezes se arreganhava na cama e abria as perninhas: Cabe, olha!!!! E esticava a coitadinha toda.
Quando ela já estava com mais de cinco aninhos, eu estava na cama sozinha, com a porta encostada e batendo uma siririca gostosa vendo um filminho pornô na internet. Um vídeo do Xvídeos. Estava com o computador no colo e não vi que ela estava vendo da porta. Quando gozei gostoso fui ao banheiro tomar um banhozinho rápido antes de ir pra faculdade e, ao voltar, dou de cara com a Larinha vendo o vídeo, arreganhada na cama e mexendo na xaninha dela.
– Larinha, sua doida! Isso é de gente grande!
– Eu quero ver, mana, deixa, deixa, deixa!
– Ok, mas não conta pra mãe. Não quero estresse.
Fui me arrumando e ela vendo fissurada e tentando me imitar batendo uma siririca. Mas como ela não sabia fazer, era mais cansativo que prazeiroso e logo ela largou a xaninha e deitou de bunda pra cima, arreganhada com as mãozinhas no queixo.
– Mana, é assim que o homem mete o pinto na mulher?
– É assim mesmo.
– Minha pepeca também cabe.
– Cabe nada, Larinha, cala a boca.
– Ela tá gostando, né?
– Tá.
– Nossa o que é isso branco que ele tá soltando do pinto??
– É leite, ele tá gozando.
– Porque ele faz isso?
– Porque ficou tão gostoso que ele gozou. O pinto solta leite.
– É de beber?
– Não, mas dá pra beber.
– Como?
– A mulher põe o pinto na boca.
– Não é ruim?
– Colocar o pinto na boca é bem gostoso, mas o leite tem um gostinho estranho. Depois que acostuma a gente gosta.
– Eu posso provar?
– Quando tiver maior.
– Da mulher sai leite?
– Sai não mas os homens também gostam de chupar a pepeca.
– Deixa eu ver, tem aqui no tador (computador)?
– Pera.
Procurei vídeos de chupada e mostrei pra ela. Quando fui pra perto dela, notei que a pepeca dela tava toda babadinha. Olha, eu confesso que senti prazer em mostrar pra ela. Eu gostava de me exibir, e vi que ela tava com tesão em ver aquilo. Somou as duas coisas.
– Pronto, Larinha, já chega. Tá na hora de ir pra escola.
Me arrumei pra ir pra faculdade e aprontei ela pra ir pro colégio.
Nesse dia, quase morro do coração. Minha mãe foi chamada na escola porque a Larinha tinha feito o que não devia! No intervalo, num lugarzinho escondido da escola, tinha chupado o piru de um garotinho e baixado a saia pra ele chupar a pepeca dela.
Mas ela não me entregou. Não teve quem fizesse ela dizer que tinha visto isso comigo, disse que viu na televisão e todo mundo acreditou.
Uns meses depois disso, eu comecei a namorar sério novamente. Um novo cara, um pouco mais velho. Na época eu ia fazer 16 e ele tinha 22. Era um gostosão que conheci nas festas da faculdade. Ele era um tesão, não era o maior pau que eu já tinha visto, mas era médio e gostoso, super macio e ele era bem gostoso na cama.
Trepávamos muito e passamos a namorar porque era difícil entrar em motel, já que que era menor de idade e a gente frequentava muito a casa um do outro. Os pais dele cobravam que ele só levasse garotas lá se fossem namoradas, e por isso… uma coisa deu na outra.
A Larinha ficou excitadíssima. Ela se exibia pra ele. Saía pelada do banheiro, ficava brincando no sofá, subia no colo dele. Ele não sabia que ela tava se exibindo pra ele, ele achava que ela era brincalhona e espontânea mas eu sabia que tinha segundas intenções.
Tentei cortar esse contato extremo mas ela ficava mesmo triste. Acho que a falta de presença paterna fazia ela querer muita atenção dele. Até porque a mamãe não deixava a gente ter contato com os namorados dela.
Então tive uma conversa muito sincera com ele. Eu confiava nele e ele era muito amigo e eu fui super sincera. Falei do interesse precoce dela por sexo e das razões dela se exibir tanto pra ele. Ela era uma pequena taradinha.
– O que você quer que eu faça? – ele me perguntou.
– Quero que dê atenção a ela, seja carinhoso, brincalhão e atenda os pedidos dela se não forem muito absurdos.
Ele entendeu e começou a agir assim. A Larinha ficava extasiada. Ela pedia pra ver filme, pra tomar banho de banheira na sala, tudo bem bagunçado e ele atendia.
Num desses dias ela tava tomando banho de banheira na sala e pediu pra ele esfregar ela. Ele lavou ela toda mas as partes principais foi ela que exigiu:
– Lava meus peitinhos.
Ele me olhava e eu aprovava com a cabeça e ele ia em frente.
Pôs os polegares nos peitinhos dela e alisava com sabonete. Ela fechava os olhinhos e aproveitava.
– Agora lava meu buraco!
Ele se assustou um pouco mas obedeceu, quando eu disse que podia.
Ela se apoiou na borda da banheira e abriu a bundinha pra ele. Foi super leve, ele passava o dedo e ela dizia que fazia cosquinha e gargalhava e se abria mais ainda.
Notei uma pequena excitação dele, eu conhecia a cara dele de tesão, mas deixei rolar. Não tinha como lavar o cuzinho de uma menina e não ter tesão, né? Eu mesma fiquei meio tesuda vendo aquilo. Me aproximei e vi ele alisando o cuzinho piscante dela.
Com ela de costas, dei uma passada de mão no pau dele e vi que tava duro.
– Amor, limpa dentro.
– Como assim???
– Limpa com a pontinha do dedo, né Lari?
– Isso! Põe o dedo!!!!!
Ela estava excitada demais. Sua bucetinha tava inchadinha.
Ele ficou apreensivo e foi forçando o indicador. Bem devagarinho e cheio de sabonete.
A cabeça do dedo deslizava no cuzinho dela.
– Tá gostoso, Larinha?
– Tá mana, muito gostoso. Limpa mais fundo, Thi! (o nome dele era Thiago)
Ele também tava tesudo, e meteu mais o dedo. Estava deslizando fácil e não foi nada difícil afundar mais da metade. Ela ficou paradinha gemendo baixinho e ele mexendo o dedo no cuzinho dela.
Nossa, eu tava pra gozar!!!!
Ela mesmo decidiu quando parar:
– Agora aqui na pepeca, Thi! Lava minha pepeca!
Ele se assustou. Eu disse que podia mas não ia lavar dentro.
Ela se chateou, ficou emburrada.
– Larinha, dentro, não. Fora você já achar bem gostoso. Lava, Thi, a pepequinha dela.
Ela aceitou meio a contragostoso, mas foi ele pôr o dedo na bucetinha dela, ela se derreteu toda. Se segurou nos ombros dele e abriu as pernas.
Notei que ela tava com as perninhas bambas.
Ele ficou dedando gostoso a bucetinha dela, abrindo com os dedos e alisando o grelinho dela. Do jeito que ele fazia comigo, só que bem levemente.
Eu mesma tive vontade de me masturbar e de tocar a minha irmãzinha vendo a carinha de prazer que ela fazia. Que safada! Daquela idadezinha e já era uma putinha nos dedos do meu namorado.
Ele alisou muito, e ele também estava com muito tesão. Acelerou os dedos na bucetinha inchada dela e ela se amoleceu inteira. Quase caía no dedo dele.
Não sei se ela gozou, mas acho que sim. Mas ela saiu do banho toda derretida. Ele me contou que chegou a encaixar a ponta do dedo no buraquinho da buceta dela, teve vontade de meter, mas não ia machucá-la.
Isso ficou quase rotineiro. Mas como nem sempre ficávamos juntos em casa, eram poucas vezes. Mas ela inventava de tudo pra ele tocar nela.
Nós tínhamos medo da mamãe descobrir porque ela mataria todos nós. Mas quando estávamos sozinhos, sempre rolava uma safadeza. Isso durou mais de um ano. Pelo menos uma vez na semana ou a cada 15 dias, isso acontecia.
Quando a gente tava sozinhas em casa, ela ia pro meu quarto e queria ver vídeo pornô e me perguntava se eu fazia aquilo com o Thi. Perguntava se eu chupava a piroca dele. Se ele chupava minha buceta (ela tinha aprendido isso nos vídeos e adorava repetir). Eu contava pra ele. Era bem tesudo falar disso.
Contei pra ele do dia que ela pediu pra ver minha buceta e me abri na cama pra ela. Ele me fudia e pedia pra eu contar. Contei que ela me fez ficar bem arreganhada, meteu os dedos na minha buceta, perguntou porque tava tão melada, cutucou tudo. Ela explorou minha buceta esse dia. Estava muito curiosa.
Num sábado, estávamos todos em casa. A Larinha super comportada porque a mamãe estava lá também com a a irmã dela.
Eu estava com Thiago e fomos pra nossa varanda linda. Deitei com ele num divã largo que tinha lá e nos cobrimos. O dia estava frio e não ficou estranho, mas a gente se masturbava e ele enfiava gostoso o dedo na minha buceta e no meu cuzinho. Eu gemia tarada agarrada na piroca gostosa do Thi. Tava rolando muito tesão.
Eu estava de minissaia e blusa de alcinha e o Thi de bermuda sem camisa.
Ficamos no amasso quando minha mãe aparece e avisa que vão sair.
– A Larinha tá dormindo, portanto se comportem.
Nossa! A gente ia transar gostoso na varanda, pois a Lara ia dar sossego dormindo (ela já estava quase com 7 aninhos). Já estávamos em clima de safadeza mesmo.
Me abaixei e chupei gostoso aquela rola macia dele, engoli inteira e mamei tesuda.
Sentei nela por cima e fiquei rebolando. A gente tinha se descoberto já que estávamos “sozinhos” quando a porta de vidro abriu.
Cobri nós dois bem rápido mas não desengatei dele.
– Larinhaaaaa! Vai dormir!
– Nãoooo, vocês tão transando???
– Não, Lari. Estamos só deitados, vamos dormir também.
– Mentira, tira o lençol!
– Não, menina, vai dormir.
Eu não podia tirar o lençol porque minha saia estava toda presa na cintura e a rola do Thi estava dentro de mim.
O safado, ao invés de brochar, tava tarado, e ficava metendo enquanto eu discutia com minha irmã.
– Deixa eu veeeer, mana! Senão vou contar pra mamãe!
Ela começou a berrar e a chorar.
Olhei pra ele e ele me olhou com cara de safado.
– Ok, mas só um pouquinho.
Ela correu pro lado contrário do divã. Tirei o lençol de cima da gente e de onde ela estava, via bem pertinho meu cuzinho piscando e minha buceta engolindo a pica duríssima do Thi.
Ela não falou nada. Ficou fascinada em ver de perto uma buceta levando rolada.
O Thiago segurava minha bunda e ficava enfiando a rola fundo. Gemendo, morrendo de tesão.
Olhei pra trás e vi a Larinha com a cara em cima da minha buceta.
Senti as mãozinhas dela passando na borda da minha buceta ao redor da piroca dele. Depois ela enfiou um dedinho na lateral, junto com o pau.
– Mexe, Thi!
Ele socava gostoso e o dedinho dela sentia.
– Ela tá pegando no meu saco. – ele me disse.
– Tá gostando?
– Muito.
Senti as mãos dela passearem de todo jeito pela pica dele e pela minha buceta. Ela estava explorando tudo.
– Mana, deixa eu ver o pau do Thi.
Tive que sair de cima e sentei de lado, ainda arreganhada, vendo a piroca dele melada pra cima.
A Larinha não se fez de rogada. Já foi pegando.
– Tá melado!
Ele estava arfando de tesão.
Ela não pediu e passou a língua.
– É salgado!
O cacete dele deu uma cabeceada de tesão.
– Põe na boca, Larinha! – o safado falou.
Olhei pra ele assustada! Mas ela não deu tempo de nada. Já foi pondo a cabeça na boca. Tentou mamar desajeitada. Viu que era difícil, mas ficou pegando.
– Tava gostoso, Larinha. Põe de novo.
– É grande, Thi! Não cabe.
– Cabe, chupa. Lambe.
Ela tentou de novo, só ficava a cabeça na boquinha dela. Ela sugava e fazia nhom nhom tentando mamar. De repente ela solta e diz:
– Chupa, mana! Deixa eu ver como é!
Me abaixei e pus aquele caralho duro na boca. Mamei gostoso com ela observando. De repente, ela vai tirando a roupa.
– O que você tá fazendo, Larinha??? Perguntei.
– É a vez do Thi me chupar, mana.
Fiquei paralisada. Tarada! Muito safadinha a minha irmãzinha.
Ela ficou nuazinha e foi pra perto da cabeça dele. Ela deitou de lado dele, que nem esperou eu dar Ok. Foi lambendo a buceta dela, chupando e arreganhando as perninhas dela.
– É gostoso, mana. Hummmm, é muito bom!
Eu via ele lamber e chupar aquele priquitinho pelado e loiro e me dava tesão. Comecei a me masturbar. Ele estava de quatro e peguei a piroca dele e comecei a ordenhar.
– Chupa essa putinha, chupa, seu safado. Tenta enfiar a língua.
Ele empurrou a língua na buceta dela até onde deu. Lambia, mamava e eu ordenhando a piroca enorme dele.
No ouvido dele disse pra ele esfregar nela.
Ele posicionou o pau no meio das pernas dela e ficou esfregando no grelo inchado dela. A Larinha tava em êxtase.
– Você vai me comer, Thi?
ele não respondia, só esfregava com força.
Vi quando encaixou na entrada da buceta dela.
– Não, Thi, não.
Ele não me ouviu. Ficou esfregando e vi ele forçar.
Eu não sabia o que fazia. Não queria machucar ela e tava com muito tesão.
– Comeu eu, Thi!
Safada, não sabia o que tava pedindo. ia ser arrombada.
Fui pro lado dela e comecei a masturbar o grelinho dela, se ele fosse meter, que doesse menos.
A cachorrinha gemia e se torcia inteira, se arreganhando.
– Ai, mana, que gostoso! Ai, mana, tá bom!
Ele empurrava a cabeça na buceta dela, mas era grande e não entrava.
Ele consegiu encaixar a cabeça na entrada, deixando o buraco todo esticado. Masturbei ela gostoso, mais rápido e ela gemia muito. Ele foi tentando empurrar e ela disse:
– Tá doendo, Thi. Ai, tá doendo.
Então ele parou de empurrar, mas metade da cabeça tava enfiada.
Então ele ficou se punhetando sem tirar. Mas sem empurrar.
Ela parou de reclamar e estava muito ofegante e gemendo.
cuspi no grelinho dela e masturbei muito. Queria que ela gozasse. E quando ela fechou os olhos e gemeu alto tremendo inteira vi o Thi esporrar na buceta dela. Esporrou dentro e saiu, melando tudo.
Eu nem gozei. Eu tava transando e a putinha roubou minha trepada.
Estava largada no divã exausta, gozada…
– Eu transei também, Mana. Transei, não foi?
– Foi, Larinha, transou com o Thi.
– Mas sem entrar na buceta é transar também.
– É sim, Larinha (o thi falou), gozei gostoso na sua buceta. Se você não contar pra ninguém, quando tiver maiorzinha o Thi mete o cacete lá no fundo da tua buceta.
– Tá bom. Eu quero.
Eu queria gozar. O Thi ainda tava de pau duro e falei pra ele:
– Não quer meter em mim agora? Tô na vontade aqui.
Ele riu e obedeceu. Deitei de lado da Larinha e ele levantou minha perna, me abrindo inteira e já foi socando. Socava fundo, gostoso e ela assistindo.
Ele ficou tarado nela. Ficou alisando a bucetinha dela enquanto me socava e ela arreganhou de novo pra receber as dedadas dele.
Não demorou gozei gostoso e o Thi deu outra gozada gostosa, agora dentro da minha bucetinha raspada, com a Lari assistindo tudo.
Até hoje ela participa das nossas putarias, adora mamar no pau do Thiago e nos meus peitos, até na minha buceta e é doida por levar chupadas na buceta e no cu. Já tomou gostoso no cuzinho. Esses dias vamos dar de presente pra ela um cabaço estourado.