Pai e Filha, O Verdadeiro Amor



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Tenho 38 anos. Sou pai de uma garotinha de 6. Há 3 anos vivemos apenas nós dois. Tenho a ajuda de minha mãe e minha irmã para cuidar dela durante o dia enquanto trabalho. Fim de tarde quando chego do trabalho a apanho na casa de minha mãe e vamos para a nossa.
Gabriela, esse é o nome dela. É o que eu mais amo nesse mundo. É o que mais me dá alegria, paz e satisfação. Temos uma relação maravilhosa, que aumentou ainda mais depois que minha esposa decidiu nos deixar. Realmente nos completamos, somos felizes juntos.
Depois que ficamos apenas nós dois tive que mudar algumas maneiras minhas. Não tinha mais a minha esposa para cuidar da Clarinha, então eu teria agora que fazer essas coisas, tipo vestir, fazer comida, dá banho, ensinar as atividades da escola, colocar pra dormir e outras coisas. Quem é pai solteiro sabe do que estou falando. Então, na correria do dia a dia fui adaptando algumas das nossas rotinas. Passamos a acordar no mesmo horário para ganharmos tempo, tomávamos banho juntos, porém eu de cuecas e a banhava primeiro, depois a secava e mandava me esperar no quarto, e só então tomava o meu. Fui criado por meus pais acreditando que a nudez era algo muito íntimo e que pais e filhos não poderiam se verem nus.
Então, depois de terminar meu banho e me vestir no banheiro mesmo, ia para o quarto e lá vestia minha filha para o colégio. Depois nosso café e depois partiamos.
Porém as coisas foram mudando, comecei a enxergar de outra forma. Passei a ver que nudez não é nenhum pecado e minha filha não seria uma garotinha infeliz ou traumatizada apenas por ver seu pai nu.
A primeira vez que tirei a cueca em sua frente na hora do banho, vi que ela ficou surpresa, não esperava por aquilo. Agi normalmente enquanto ela assimilava a situação olhando curiosa para meu pênis que balançava livre a sua frente. Fiz mais algumas coisas ainda para que ela tivesse mais tempo olhando e se adaptando. Enfim, parti para lhe dá banho como todos os dias, com o diferencial de estarmos agora ambos nus. Durante o processo de molhar e ensaboar seu corpo foi inevitavel meu pau encostar nela, mas também não queria fazer disso um drama. Agi normalmente e prestando atenção no comportamento dela. Notei que ela estava admirada e não perdia uma chance de olhar. Criei situações ali para que ela tivesse esse contato natural comigo, de me ver nu, ver meu pau e saber que isso é normal.
Então, terminei de da banho nela e como costume mandei me esperar no quarto. Terminei meu banho e mudei mais uma rotina. Ao invés de me vestir no banheiro, fui para o quarto enrolado na toalha e lá a vestir. Depois dela pronta, tirei a toalha ficando mais uma vez nu em sua frente. Dessa vez ela olhou meu pau e sorriu para mim e disse cheia de carinho e cumplicidade :
_ seu piu piu!
Eu sorri e disse com carinho e cumplicidade entre pai e filha que se amam :
_ é. Meu piu piu. _ comecei a me vestir enquanto ela me olhava atenta.
Terminamos todo o nosso processo matinal e saímos de casa. Eu a deixaria no colégio e partiria para o trabalho. Enquanto caminhávamos ela perguntou:
_ pai, por que seu piu piu é grande? O de Vitinho é pequeno.
Vitinho é seu primo, filho de minha irmã que moram com meus pais. Lógico que era já deve ter visto ele nu. Os dois tem a mesma idade e minha irmã deve dá banho nos dois juntos. Mas respondi :
_ porque eu sou adulto e Vitinho é criança.
_ então quando ele ficar adulto… _ ela ainda queria sabe saber mais, porém chegamos ao colégio.
_ pronto, chegamos. _ eu disse.
Abaixei para lhe dá um beijo de despedida e ela ainda perguntou :
_ pai, quando Vitinho crescer…
_ de noite a gente conversa, meu amor. Agora eu tenho que ir pro trabalho e você pra dentro pra estudar bastante.
Entreguei ela a professora e segui para o meu trabalho.
Tomei o ônibus e fui pensando no grande passo que havia dado com minha filhinha. Com certeza seria melhor para nós dois. Teríamos liberdade e principalmente confiança mútua, coisa que deve ser indispensável entre um pai e um filho.
Durante o dia imaginei e elaborei como encaminhar as coisas para que tudo fosse o mais natural possível. Sabia que tinha instigado a sua curiosidade e já estava pensando no que responder às suas inúmeras questões.

Então, o dia passou normal, ao fim da tarde apanhei ela com minha mãe e fomos pra casa.
Assim que entramos em casa e deixamos as coisas em seus lugares ela disse ansiosa :
_ vamos tomar banho?!
_ vamos. _ respondi normalmente pois esse era o nosso costume, porém eu sabia qual era seu real interesse. Me ver nu mais uma vez. Normal! Ajudei ela a tirar a roupa. Ela já estava nua mas eu ainda fiquei um tempo vestido pra ver a sua reação.
_ não vai tomar banho comigo, não? _ perguntou meio decepcionada.
Eu ri e respondi :
_ vou sim, amor.
_ então vamos logo!
Eu sorri novamente e tirei minhas roupas mas fiquei de cuecas, ainda queria testar suas reações. Ela pergunta :
_ vai tomar banho de cuecas?
_ não. Vou tirar.
_ então tira!
Estava achando aquilo tudo muito engraçado e também muito lindo. A curiosidade e a ingenuidade dela era encantador. Por fim tirei a cueca e me mostrei novamente nu a minha amada filhinha. Vi que seus olhinhos brilharam e ela sorriu olhando meu pau. Sorri também e disse :
_ vamos?
_vamos!
Dei a mão a ela e fomos nus para o banheiro.
O mesmo processo de sempre, eu molho ela, ensaboo, enxaguo e seco e depois tomo meu banho. Porém dessa vez houve mais uma vez o meu pau a mostra balançando, por vezes encostando nela e ela entre sorrisos e curiosidades fazendo perguntas tais:
_ pai, me diga agora por que o piu piu de Vitinho é pequeno e o seu é grande?
_ porque ele é criança.
_ então quando ele crescer e ficar do seu tamanho o piu piu dele também vai ser grande igual o seu.
_ isso mesmo.
_ e vai ter cabelo também?
_ sim.
_ mas por que o cabelo do piu piu não fica grandão igual o da cabeça?
_ porque corta pra não ficar muito grande. Mas também não fica do tamanho do da cabeça, não.
_ fica que tamanho?
Em um movimento sem pensar e completamente natural me pus em pé a sua frente e com a mão próximo ao meu pau indiquei o tamanho que chegava os pentelhos caso não cortassemos.
_ mais ou menos desse tamanho _ disse.
_ e quem corta o seu? _ perguntou curiosa.
_ eu mesmo.
_ você não se corta?
_ não, claro que não.
Ela riu e disse :
_ pensei que tinha que ir no salão pra cortar.
_ não, meu amor. Eu mesmo corto.
_ menina também tem cabelo na pepeca? _ ela perguntou com mais curiosidade.
_ sim, meu amor. Meninas também quando cresce nasce cabelo na pepeca.
_ é tem que cortar também?
_ se você quiser. Pode deixar crescer ou não.
_ por que você não deixa o seu crescer?
_ eu gosto assim, mais curto.
_ deixe crescer pra eu ver como fica.
Com a conversa eu já estava tomando o meu banho. Estava começando me ensaboar quando notei e disse :
_ olha só, ficamos conversando e esqueci de secar você. Espera agora terminar o meu.
_ tem problema, não.
Rimos.
Tomava meu banho e ela seguia atenta a todos o os meus movimentos, principalmente quando pegava em meu pau para lavar. Por vezes ela sorria, por vezes ficava séria, mas sempre analisando meu pau.
Terminamos nosso banho, fomos para o quarto ambos de toalha e lá vesti apenas uma cueca samba-canção, como todas que uso. Porém ficar de cuecas em casa também era a primeira vez. Não tinha esse costume, mas estava disposto a mudar toda babaquice imposta pela sociedade que houvesse dentro de minha casa e que impedisse um relacionamento pleno com minha filha. Ela vestiu um dos seus pijaminhas e fomos para a cozinha aprontar nosso jantar.
Minha casa era na verdade uma casinha. Um quarto, uma sala com uma mini-cozinha americana e um banheiro.
Enquanto Grabiela sentou no sofá para assistir seus desenhos eu aprontava sanduíches para a gente.
Pensava mais uma vez em tudo e cada vez mais tinha certeza que estava fazendo o certo. Também digo que naqueles momentos não tive algum sentimento ou alguma conotação sexuais. Tudo era muito paternal e tudo que veio a acontecer fora fruto da natureza, mas todo o amor, respeito e carinho que sempre nutri por minha filha, aumentou, multiplicou em mil depois dos acontecimentos que narrarei.