Eu tinha 16, e meu priminho apenas 12



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Meu nome é Maria*, tenho 29 anos. Mas vou contar algo que aconteceu quando eu tinha 16 e meu primo 12. Aos 16 anos. Nunca havia beijando ninguém, sexo então, só conhecia das novelas das oito e de relatos de amigas da escola. Eu tinha muita curiosidade e desejo nessa época, mas como era muito tímida e insegura, achava que demoraria anos até acontecer alguma coisa. Mas naquele dia, aconteceu algo surpreendente. Bem, longe do que eu imaginava, não era com os garotos de quem eu gostava na minha escola. Foi com meu priminho de 12 anos que passava as férias aqui em casa. Não que eu gostasse dele ou de crianças, mas eu tinha muita curiosidade de beijar, e apareceu uma oportunidade perfeita pra ter alguma experiência.
Meu sobrinho estava passando as férias na minha casa. Ele tinha 12 anos na época. Eu fazia aula de vôlei a tarde, mas não lembro o motivo, naquele dia voltei mais cedo. Cheguei em casa, silêncio, parecia que não tinha ninguém. Entrei no meu quarto, e levei um susto. Vi meu sobrinho lá dentro. Cheirando minha calcinha. Foi um super flagrante, ele tinha aberto minha gaveta de roupas íntimas e tinha revirado tudo. Quando me reparei do susto, senti um misto de raiva e vergonha. Mas pela cara de desespero dele, o que ele sentia era pior. Estava vermelho e até ofegante. Pedi uma explicação, mas ele gaguejava mais que tudo.
_ Para de gaguejar meninos, o que você está fazendo?
Ele começou a chorar.
_ Desculpa Maria, não conta pra minha mãe!
Me aproximei nervosa, tomei a calcinha da mão dele e continuei xingando. Ao aproximar, percebi outro agravante, ele estava com o zíper aberto e a bermuda desabotoada. Pude observar o volume em sua cuequinha. Ele percebeu meu olhar e seu constrangimento piorou. Essa situação começou a me dar tesão. Como ele estava desesperado, ele poderia fazer o que eu quisesse. E me deu vontade de ver seu pênis. Até então, só tinha visto crianças pequenas nuas, e algumas fotos de revistas de sexo na escola. Disfarcei minha excitação, e fingindo ainda estar brava, perguntei com tom forte:
_ Porque está com a bermuda aberta, o que você está fazendo?
_ Desculpa, só queria ver, não conta pra ninguém – implorou, chorando muito.
_ Deixa eu ver seu pintinho, quero ver o que você estava fazendo!
_ Não, por favor. Tenho vergonha.
_ Agora! Se não, vou contar pra minha mãe e pra sua.
Ele morrendo de vergonha, colocou os dois dedões no elástico da sua cueca branquinha de algodão, e lentamente abaixou um pouco, revelando um pintinho semi ereto, devia ter uns 6cm, um pouco durinho, apontando pra frente. Era muito branquinho e fininho. Tão claro, que percebia pequenos vasinhos de veia nele.
Meu primo sentia tanta vergonha, que só olhava pro chão.
_ Por que ele está durinho assim? O que você estava fazendo?
_ Nada Maria, ele fica assim mesmo. Você já viu ele. Deixa eu vestir a roupa agora, por favor?
Aquela sensação estava me deixando louca de tesão. Queria continuar.
_ Mentira, deixa eu ver direito. Sentei na cama, e mandei ele ficar de frente pra mim. Ele veio andando na minha direção, segurando a cueca abaixada e olhando pro chão.
Eu peguei a cueca dele pelo elástico e abaixei mais, junto com a bermuda, até o joelho. Pra aumentar ainda mais meu tesão, percebi que ele já tinha uns cabelinhos nascendo. Eram dourados e bem ralinhos. Só assim de perto que dava pra perceber. Fiz uma pinça com o dedo indicador e o dedão e peguei em seu pênis. Primeira vez na vida que pegava em um, meu coração disparou. O menino morria de vergonha. Ao tocar, ele ficou totalmente ereto. Agora seu pintinho apontava pra cima e já tinha uns 8 ou 9 cm. Sua cabecinha bem vermelha começou a apontar pra fora da pelinha. Apertei um pouco mais forte, era quentinho. Tão durinho, que parecia que tinha um ossinho dentro.
_ Seu mentiroso, eu sei que quando o pinto fica assim, é pq você estava fazendo safadeza com minha calcinha.
_ Desculpa Maria. Eu arrependi. Deixa eu vestir agora.
_ Não. Você tem que ter um castigo pra aprender. Se não quiser que eu conte pra sua mãe, me mostra como você estava fazendo antes de eu entrar.
Ele ainda sem ter coragem de olhar pra mim, começou a puxar a pelinha pra frente e pra trás, expondo e escondendo a cabecinha.
_ Assim Maria que eu fazia.
_ Deixa eu ver agora. – disse, pegando em seu pinto e fazendo os mesmo movimentos que ele fazia,porém, um pouco mais rápido. Meu coração batia acelerado. Eu estava morrendo de tesão. Ele também, apesar da vergonha, começou a ficar ofegante e dava pequenas tremidas pelo corpo, também estava se excitando.
_ Para Maria, vai espirrar!
Fiquei surpresa com esse comentário. Será que aquele menininho já tinha ejaculação?! Sim! Quando ele falou, logo em seguida saiu um pequeno jatinho branco do seu pinto, caindo na minha blusa. E uma outra gotinha saiu, lambuzando meu dedo e sua cabecinha. Seu pintinho agora estava mais flácido Nós dois estávamos um pouco ofegante com aquela situação.
_ Nossa, você sujou minha blusa!
_ Desculpa.
Tudo bem, você já recebeu seu castigo. Levantei e tirei minha blusa. Apesar de estar de sutiã, vi seus olhos arrregalando ao me ver sem a camisa. Seu pênis levantou novamente. Uma gotinha de esperma escorria pelo pintinho erguido.
_ Posso vestir a roupa agora Maria?
_ Claro que não, com esse pinto todo melecado? Vai tomar banho primeiro! Vou com você. Estou toda suada depois do meu vôlei e você ainda me sujou mais. – Disse tirando o meu short e ficando apenas de calcinha e sutiã na frente dele. Nunca havia feito isso na frente de um homem antes. Estava com vergonha também. Mas a excitação compensava. Meu primo tentava disfarçar, mas quando me olhava, suas pupilas até dilatavam. Além do seu pintinho duro, que fracassava qualquer tentativa de disfarce dele.
Continua…