Pai E Filha, O Verdadeiro Amor 2



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Então, continuarei contando sobre eu e minha filha. Sobre a nossa relação e convivência. Sobre como descobrimos juntos que pais e filhas podem ser mais que isso. Para se familiarizarem melhor com a história, recomendo ler a primeira parte.

Então, o resto do dia continuo normal como tinha de ser. Jantamos, vimos televisão, ensinei as atividades da escola e enfim fomos dormir.

Amanhece um novo dia. Sábado. Nada de trabalho, nada de escola, nada de muita presa. Um dia para relaxar e divertir.

Eu e Gabriela temos um relógio biológico muito parecidos, então acordamos praticamente juntos, mas como é sábado ainda continuamos deitados.
– bom dia, minha linda princesa! – eu digo, beijando sua testa.
– bom dia, rei! – ela responde também me beijando no rosto.
Volto a deitar a seu lado e logo ela encosta em mim pondo a cabeça sobre meu peito. Me beija mais uma vez no rosto e pergunta:
– com quê você sonhou? – essa pergunta ela sempre faz e eu respondo normalmente com o que sonhei e faço a mesma pergunta a ela, porém hoje ela responde:
– eu sonhei que eu pegava no seu piu piu.
– oi?! – perguntei um tanto surpreso.
– eu sonhei que eu pegava no seu piu piu. Você tava dormindo, no sonho, aí eu pegava nele por fora da cueca, e ficava vendo como era.
– como era o quê? – perguntei.
– como era o seu piu piu. A ponta, o buraquinho que tem na ponta, os cabelos, a pele, tudo. Como é pegar nele. Se é pesado, o formato, queria saber tudo isso. Aí eu fiquei brincando com ele enquanto você dormia, no sonho. Foi tudo no sonho!

Ela fez questão de deixar claro que tudo foi apenas um sonho e por isso percebi que não fora um sonho. Ela esperou eu dormir para explorar meu corpo, para ver com mais detalhes o meu pau, o que seria agora objeto primeiro de suas curiosidades. Precisei pensar rápido em como agir. Não queria de forma alguma lhe censurar por nada, podar sua curiosidade ou mesmo fazer desse momento um drama, então disse em tom descontraído:
– eu tô sentindo que isso não foi um sonho. Tem uma princesa muito curiosa e esperta que esperou o rei dormir e tirou sua cueca para brincar com o piu piu dele – ela já estava rindo com o rosto corado por eu ter descoberto a sua façanha. Eu lhe fiz cócegas na cintura e quando ela tentou escapar eu a segurei.
– confesse que isto não foi sonho, princesa Gabriela! – disse ainda em tom de brincadeira e ela sorria. – confesse para o rei que você pegou no piu piu dele.
– eu confesso, eu confesso – disse rindo – mas pare de fazer cócegas. Eu confesso que peguei no seu piu piu.
– confessa que pegou no meu piu piu?
– confesso. Eu peguei no seu piu piu. Eu queria ver como era.
Eu soltei ela e me deitei de novo. Disse:
– então, para que todos saibam, a princesa Gabriela confessa que pegou e brincou com o piu piu do rei. Ela confessa que tudo foi verdade, e nada foi sonho.
Nós dois sorrimos e ela voltou a deitar a cabeça no meu peito e eu lhe fazia carinho.
– pai?
– oi?
– você tá chateado porque eu peguei no seu pinto enquanto você tava dormindo?
– não, filha. Tá tudo bem.
– jura?
– juro!
– eu pensei que você ia ficar zangado por isso disse que foi sonho.
– tudo bem.
– é que eu tava com curiosidade de ver mais e queria ver de perto. Quando a gente tomou banho foi rápido e eu não pude ver mais. Eu queria ver de perto de dia porque de noite não dá pra ver muito porque é um pouco escuro. Agora de dia é melhor, não é?

Eu entendi perfeitamente o que ela estava sugerindo. Ela queria que eu deixasse mais uma vez ela pegar e explorar minha pica. Apesar de compreender a sua curiosidade e querer ter uma relação mais liberal, livre de tabus hipócritas e ridículos concebidos pela sociedade não ia deixar ela ficar pegando no meu pau. Claro que iria direcionar as coisas de uma forma leve para não lhe causar bloqueios desnecessários. Sem dizer não eu fingi não compreender o que ela queria e me coloquei a sair da cama:
– vamos levantar e aproveitar esse dia lindo? – eu disse.
– a gente vai fazer o quê hoje? – ela perguntou animada.
– o que você quiser. Você é minha princesa e as princesas que mandam nos reis.
Ela ficou em pé na cama e pulou em mim segurando em meu pescoço e as pernas em volta de minha cintura.
– eu vou querer… – ela pensou – ir na locadora e alugar um montão de desenho, fazer pipoca e brigadeiro pra gente comer assistindo os desenhos. Ah, e coca cola. Você disse que dia de sábado podia tomar refrigerante.
– ok! Dia de sábado pode. – eu disse – então, vamos tomar café, tomar banho e depois passear e depois ir na locadora.
– vamos! – ela gritou alegre ainda em meu colo.

Saimos do quarto. Entrei no banheiro para mijarmos e escovar os dentes. Ela mijou primeiro e depois ficou olhando eu mijar. Seu olhar para minha rola era atento, curioso e fascinado. Tentei imaginar o que ela pensava e sentia quando vislumbrava o meu pau. Me perguntei se havia algum estímulo sexual nela ou era apenas curiosidade. Decidi pesquisar e estudar o assunto. Terminei de mijar mas não guardei o pau. Deixei ainda pra fora e baixei mais a cueca expondo completamente o pau e o saco. Deixei livre, solto e ela olhava. Estavamos em silêncio, atentos a situação. Peguei minha pica e lentamente fui expondo pra ela. Virei pra um lado, pro outro, pra cima, expus a cabeça. Levantei o saco e coloquei na palma da mão. Ela olhava muito atenta, quieta, hipnotizada. Expus novamente a cabeça e então senti uma pontada de ereção. Não queria isso naquele momento. Acho que não era a ocasião. Tudo era muito educacional e como tal as coisas acontecem gradativamente. Suspendi a cueca. Olhei pra ela e sorrimos. Escovamos os dentes e fomos tomar café, o qual eu preparei enquanto ela via desenhos na tv.

Enquanto preparava o café pensava sobre nós. Certificava-me que não havia conotação sexual alguma da minha parte e que tomaria cuidados para não acontecer o mesmo com ela. Entendi que a ereção que começaria há pouco no banheiro fora normal devido eu estar apenas manipulando minha pica e não havia relação com minha filha. Tive certeza que não havia risco algum em que eu continuasse a educar sobre a anatomia humana, sobre o meu corpo, sobre o dela. Sobre o corpo e suas funções. Depois de tanto pensar e analisar todas as possibilidades e ter certeza de que estavamos no caminho certo, decidi que não haveria nenhuma barreira na nossa relação. Compreendi que apenas eu tinha a capacidade e amor para lhe responder a todas as suas perguntas e curiosidades. Sou o pai e responsável por sua felicidade.