Playboyzinho Viado: Meu passaporte para diversão



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Meu nome é Aurélio tenho 18 anos, sou do tipo comum, nem muito bonito, nem muito feio. Procuro me cuidar para me manter na média. Sou moreno claro, magro, altura mediana, pareço ser bem mais novo do que realmente sou, tenho cara de moleque, enfim… Sempre morei com minha mãe, e meus dois irmãos na casa da minha avó. Minha avó é aposentada sempre nos ajudou muito, então eu so me dedicava aos estudos. Quando terminei, não quis fazer faculdade, então, minha mãe, e minha avó me botaram pra trabalhar. No começo eu achei ruim, sempre fui muito acomodado, e preguiçoso, mas depois descobri os benefícios que um emprego trazia, e fiquei motivado.

Arrumei um emprego em um clube de classe media alta que tem aqui perto de casa. Na parte da manha ajudo na manutenção técnica do lugar, e atarde eu era boleiro na quadra de tênis. Tipo um gandula. Eu catava as bolinhas, auxiliava o professor a dar a aula para os alunos. Esse lugar é o clube de golf da cidade, fica ao lado de um condomínio de luxo, tem algumas celebridades que frequentam o clube e moram nesse condomínio. São pessoas sofisticadas, inteligentes, ricas, cheias de referencias e experiencias incríveis. Elas viajam, conhecem pessoas interessantes, vão em restaurantes fodas, usam roupas bacanas, dirigem carrões, tem helicópteros, e o caralho… Trabalhar lá, me fez muito bem, pois sou de família humilde, e minhas referencias eram meio deturpadas, comecei a trabalhar e, passei a me vestir melhor, a valorizar a importância do enriquecimento intelectual, estimulei minha capacidade de me relacionar com as pessoas, ser uma pessoa mais interessante, inteligente, ter bom gosto, e etiqueta. Minhas folgas eram sempre nas quintas feiras, e um final de semana por mes, porem eu estava tão fascinado por aquele ambiente que as quintas feiras ia para o clube pra ser caddy. Caddy é o cara que carrega a bolsa de tacos para o golfista, dá concelhos sobre jogadas, serve o jogador da maneira mais eficiente possível… Eu gostava muito, porque escutava conversas incríveis sobre tudo que você possa imaginar: Estilo de vida, viagens, nomes de vinhos, de hotéis, de filmes, peças de teatro, marcas de roupas, de carros, sobre negócios, entretenimento, e claro, putaria, muita putaria… Sabia quem traia quem, quem era viado, quem era safado, quem era pedófilo, quem era corrupto, sacana, marginal, quem era rico de verdade ou só tirava onda, quem estava falido, enfim… “Um caddy sabe de tudo, mas não sabe de nada.”

Um certo dia o professor me avisa que entrou um aluno novo para aprender a jogar tênis, eu como sempre, preparei tudo, fizemos a primeira aula, e na segunda aula, o novato chega com o pai. O pai é um figurão da industria madeireira, podre de rico, cheio de marra, machão, meio bruto autoritário, de poucas palavras. Ja chegou querendo saber quem era o professor, foi se explicando, dizendo que o filho tinha tentado alguns outros esportes, mas não se adaptou, e que como ele joga golf no clube, decidiu matricula-lo nas aulas de tênis. O menino tímido, calado, meio que se escondia atrás do pai, mas o professor é gente boa, carismático, começou a quebrar o gelo, e o garoto foi se soltando. O pai o deixou lá para fazer a primeira aula, e foi jogar golf. O professor começou a interagir com o menino perguntou seu nome, quantos anos tinha, se ele ja tinha jogado tênis antes, quais esportes ele já praticou, e toda aquela ladainha de sempre… O menino respondeu que seu nome era Enzo, que ele tinha 11 anos, que ja tinha jogado tênis alguma vezes, que ja fez natação, judô, carate, e concluiu dizendo que o esporte que ele mais gostou de praticar era o hipismo, mas que largou quando voltou para o Brasil, (Ele morava no Texas-USA) enfim…
Na medida em que o moleque ia falando, eu ia sacando qual era o problema por ele não ter se adaptado a nenhum esporte que o pai escolhia: Enzo era um puta viadinho! Aos 11 anos era claro, e evidente, que ele gostava de piroca. Fala meloso, cheio de trejeitos, tem um jeitinho todo delicado, uma voz sacana, um olhar sapeca de bixinha safada querendo rola, ele tem a língua presa que dá um charme a mais, e me deixava com a rola dura igual diamante quando o ouvia falar. Sua boca esta sempre muito molhada, cheia de saliva, prontinha pra chupar um pau bem grosso e roliço. Enzo é branquinho, magrinho, tem cabelos pretos com um corte igual ao do Justin Bieber no começo da carreira, ele tem um corpinho atlético, com cinturinha, uma bundinha empinada redondinha, perninhas torneadas, ele tem traços finos, parece uma menininha. Seus olhos são castanhos, sua boca é perfeita com dentes branquinhos, e os lábios são rosas. Suas mãos são delicadas, pequenas, unhas limpinhas, a palma da sua mão é bem macia, de toque sutil. Quando apertei a mão dele para me despedir, quase coloquei meu pau pra fora e fiz ele tocar uma punheta pra mim com aquelas mãozinhas perfeitas. Ja fiquei de pau duro, desejando foder o Enzo inteirinho.

Não sei se sou gay, e nem me importaria se eu fosse, mas acho que não me encaixo nas característica. Eu gosto de mulher para caralho, e não sinto tesão em homens ou vontade de dar a bunda. Mas adoro esses viadinhos novinhos, fresquinhos, bonitinhos, magrelos, filhinhos da mamãe, criados com vó, que são encanados com moda, dançam Anita, gostam de Beyonce, alguns deles me exitam de mais. Tem que ser novinho, sem pelos ou quase nenhum. É um tipo bem especifico que me atrai, não são todos, por isso, quando acho um, não posso perder a oportunidade. Já fodi vários, o meu primeiro, eu tinha 15 anos, e ele 13. Sempre tive essa tara… O mais velho que eu fodi tinha 16 anos, uma putinha de primeira, mas ja era peludo, ai eu não curto muito, só fiz porque esse, não tinha como recusar, era uma bixinha muito safada, delicadinha, magrela, fogosa, gostosa, uma rabinho sacana, um pézinho lindo, branquinho… Deu pra mim, e eu fodi com força. O nome dele é Vini, ele trabalha no salão onde minha mãe faz o cabelo, mas enfim, essa é outra história!
No dia em que vi Enzo ele estava com uma roupa de praticar tênis, uma bermuda azul marinho da nike, uma blusa branca de algodão, um tênis da puma amarelo e meias brancas. Ele ia jogando, transpirava, sua blusa ia grudando no seu corpinho, ele mexia no cabelo igual uma menina, dava gemidinhos quando batia na bola. Conforme foi ficando mais a vontade, sempre quando fazia os movimento certos, e o professor elogiava, ele fazia uma dancinha, rebolando a bundinha. Nossa, eu estava louco com o moleque… E assim foi o primeiro mês, toda terça feira às 15:00 horas, o viadinho do Enzo ia lá me deixar de pau duro. Estabelecemos uma amizade casual, não conversávamos muito, só o básico… Nunca dava para eu conversar com ele por um longo período de tempo, porque quando ele chegava, eu estava trabalhando, depois parava 10 ou 15min, e era a vez dele fazer a aula, alem dele estar sempre ou com o pai ou com o professor. Ate que um dia, passaram-se uns 3 meses de aula, eu fui em uma quinta feira, meu dia de folga, para ser caddy no campo de Golf… Cheguei umas 9 horas da manha, e fiquei lá até às 13 horas quando nos paramos para almoçar. Fui comer no restaurante do Clube com o Sr. Marssal, sempre fui o Caddy dele, ele é gente boa pra caralho, sempre me tratou muito bem, com respeito, é generoso, viajava e trazia presentes para mim, ele é humilde, do bem, um grande amigo. Apesar de ser rico, não é nada esnobe, enfim… Ele pagou meu almoço, eu fui comer, e ele foi em bora, quando eu estava saindo do restaurante, vejo o Enzo sentado na beira do lago sozinho, e o pai dele encostado no carro conversando com uns amigos. Eu desci, e fui em direção ao Enzo, dei um tapa na cabeça dele, e disse:”E ai carinha, o que ta fazendo aqui!?” Ele sorriu, feliz em me ver, e me respondeu com aquele voz de bixinha doce de sempre que seu pai ia almoçar com amigos, e ele veio porque depois eles iam para a casa do avo que era no condomínio do golf clube. Nesse momento, eu vi a minha oportunidade de seduzir meu garoto. Enquanto conversava com ele o pai dele nos viu, foi ate nos, me comprimento, e chamou o Enzo para entrar porque ele iria almoçar, Enzo não quis, disse que já tinha comido em casa e tal… Seu pai o advertiu dizendo que era para ele ficar por perto que daqui a pouco ele acabaria, e eles iriam em bora, concluiu me perguntando se eu estava trabalhando, eu respondi que não que fui ser Caddy do Sr. Marssal, mas que estava atoa, e que poderia fazer companhia para o Enzo, que daríamos uma volta no clube, jogaríamos tênis, enfim… O pai dele foi em bora para seu almoço, e eu e Enzo fomos andar um pouco.
Eu ja fui me direcionando para um lugar mais tranquilo, um pequeno bosque com umas mesinhas de concreto no gramado. Sentamos e eu comecei a conversar com Enzo, entre um papo e outro, eu perguntei:”E as namoradinhas na escola, como vão?” Ele sorriu sem graça mexendo nos cabelos e disse que não tinha. Eu questionei com ar de indignação:”Mas como assim não tem!?? Um menino bonito que nem você, deve esta chovendo namoradinhas na sua horta! Os meninos devem invejar você!” Ele gargalhou, agradeceu por eu ter dito que ele era bonito, cruzou as pernas em cima da cadeira, e disse que não tinha, que só tinha muitas amigas e que os meninos só perturbavam, e pegavam no pé dele. Eu afirmei: “Ai, ta vendo, o que eu te disse! Eles pegam no seu pé porque tem inveja de voce!” Ele foi categórico, e respondeu que não era nada disso, que eles eram preconceituosos e o chamavam de gay e gayzinho, e as meninas o protegiam!
Quando ele disse isso eu ja fiquei de pau duro… Eu respondi dizendo que ele tinha que falar para os pais dele, e reclamar com a professora. Conclui perguntando se ele era gay mesmo. Nesse momento ele ficou calado, apenas sorriu e murmurou: “Haa, num sei, acho que….” Eu o interrompi, e inventei que quando eu era menor também acontecia isso comigo, mas como eu sabia que não era gay nem ligava, conclui perguntando se ele ja tinha beijado um menino! Ele ficou meio sem graça, mas depois de alguns rodeios disse que menino não, mas que ja beijou muito uma amiga em um jogo em uma viajem. Ai falamos um pouco das viagem que ele ja fez, e depois, eu abordei o tema de novo afirmando que para ele saber se era gay ou não ele tinha que beijar um menino pra ver se ele ia gostar ou não. Se ele gostasse, ele era gay, e não precisava se importar com a opinião dos outros. Se ele não gostasse, ele não era gay, então, ele também não ia precisar se preocupar com as mentiras que falam sobre ele. Enzo concordou meio resistente, e disse que tinha medo do pai dele, que o pai mandava ele “falar direito” em algumas ocasiões, mandava ele “agir feito homem” e me perguntou se eu ja tinha feito isso (beijado um menino para saber se eu era gay ou não) Respondi que sim, e falei que se ele quisesse eu poderia ajuda-lo, desde que ele não contasse para ninguém. Enzo ficou meio sismado, fez uma expressão de duvida, dizia que não sabia se sim ou se não, ficava olhando em volta, até que depois de alguns rodeios ele disse:”Então ta bom, mas aqui? Alguém pode ver!!”
Nossaaa, eu estava com o piroca dura feito rocha, não podia acreditar que ele estava sedendo. Mas procurei manter a calma, respirei fundo, disfarcei a excitação e falei pra ele para irmos atrás da casa de maquinas. Eu tenho a chave de lá, então seria perfeito. Fomos caminhando calados, ele andava meio de pressa, ansioso, segurando as suas mãos e estralando os dedos. Eu ia me certificando que ninguém estava nos olhando. Quando chegamos não entrei, sentamos em um murinho que margeia o lugar, lá é discreto, ninguém vai até lá, alem de mim e do caseiro, ninguém nos veria.
Fiquei ao lado dele e perguntei se ele estava bem, se ele realmente queria fazer aquilo, conversamos um pouco, fiz um carinho no rosto, e no cabelo dele… De cabeça baixa Enzo sorria e ficava olhando em volta para ver se ninguém estava vendo, então eu disse que ele podia relaxar que ninguém nos veria ali, que só eu tinha acesso a casa de maquinas. Ele estava tenso, envergonhado, porem, curioso e eufórico… Eu disse que ele ficava lindo com vergonha. Sai do lado dele e fiquei em pé encostado na parede, Enzo sentado, balançando os pézinhos, e de cabeça baixa, sorriu e disse:”tem certeza, Deus me livre se alguém pega a gente aqui”. Eu afirmei com veemência: “Relaxa, é serio, ninguém vem aqui não, larga de ser bobo!” E dei uma batidinha na perna dele. Nesse momento ficou um clima de pegação no ar, dava pra sentir a tenção sexual em cada centímetro quadrado do ambiente que ocupávamos.
Eu fui em sua direção bem lentamente, me aproximei, coloquei minhas mãos no seu cabelo fazendo um carinho próximo as orelhas, dei um beijo na sua bochecha, passei meu polegar nos lábios dele, e o beijei bem lentamente, chupei seu beicinho com bastante tesão e carinho. Ele retribuia bem lentamente descobrindo os atalhos para um beijo bem gostoso. Eu parava, olhava nos olhos dele, e voltava a beija-lo, dessa vez, chupava a língua molhada e quente dele com gosto, comecei a passar a mão na sua cintura e nas suas coxas. Ele suspirava, passava os pés na minha perna e segurava nas minhas costas. Eu parava de beija-lo, e perguntava coxixando:”Ta gostando do beijo, ta gostoso, voce quer mais?”. Ele afirmava com a cabeça e respondia aofito: “Uhum, to gostando, quero mais.” E eu voltava a provar sua boca, mas antes, comecei lambendo o seu pescoço, lambendo suas orelhas, e fui violando sua bermudinha, colocando minha mão no pintinho dele. Enzo se assustou quando toquei seu pinto, se contraiu um pouco, mas ja se manifestava excitado e começou a descer seu short. Eu continuei beijando e batendo uma punhetinha pra ele, o pintinho dele sumia na minha mão, mas eu tentava excita-lo da melhor forma possível, desci o shotinho dele, continuava punhetando e o beijando, ele suspirava, sorria, gemia, e dizia:”Ai, nossa, isso ta bom Aurelio, isso ta bom” e dava sorrisinhos sacanas. Quando desci seu short pude ver a delicadeza perfeita do seu pintinho.. Bem rosinha, pequeno, duro com uma rigidez infantil… Levantei sua blusa na altura do peito e comecei a beijar seus mamilos, fui descendo para a barriga, lambendo, mordendo… Olhava pra ele, e o moloque estava maluco de tesão, respirava fundo, estava ofegante, com a bundinha peladinha em cima do murinho ele se debruçou sobre o alambrado que estava atras dele, ficou mais confortável, e eu comecei a chupar seu pintinho… Comecei lambendo seu saquinho e punhetando, depois comecei a lamber a cabecinha, o corpinho, e perguntava pra ele:”Ja tinha feito isso antes, ta gostoso. Ele respondia estericamente:”Não, num fiz não, Aurelio! Mas é bom de mais, é muito bom! Aiiiinn ooohhh mmmm… Nossa, creduuu! hmmmm!” E eu cai de boca, comecei a chupa-lo com força. A piroquinha dele pulsava na minha boca, ele se contorcia e respirava pela boca.
Tirei sua outra perna que ainda estava presa no short, arreganhei ele, e dei um banho de língua naquela bixinha precoce. Chupava seu pintinho, lambia seu cuzinho, enfiava o dedo, ele tentava tirar minha mão, mas não conseguia, porque eu chupava e punhetava sem parar, ele perdeu o controle sobre seu próprio corpo. Em um dado momento botei meu pra fora, e tirei o tênis do Enzo. Um momento muito esperado, sempre quis ver aqueles pézinhos, e valeu a pena esperar. Eram lindos, branquinhos, delicados, solinhas limpinhas e macias, dedinhos harmoniosos e proporcionais. Nossa, o moleque era todo perfeitinho, dos pés a cabeça. Quando tirei suas meias eu falei:”Nossa, seus pés são lindos, que delicia!” E dei uma mordidinha na solinha sacana dele, ele sorriu, abriu os dedinhos dos pés e eu voltei a chupa-lo, babei ele inteiro. Enzo tentava olhar para o meu pau, mas não conseguia, porque eu estava abaixado na sua frente entre as suas pernas.
Eu louco de tesão, comecei a chupar e a punhetar forte, sem parar, quando de repente ele começou a ter espasmos, tentava afastar minha cabeça do seu pintinho, esfregava os pés nas minhas costas, puxava minhas orelhas, começou a colocar sua mão e assumir o ritmo da sua própria punheta. O moleque estava gozando! Eu aproveitei e atolei meu dedo no cuzinho dele e fiquei maluco de tesão em ve-lo naquele estado, enquanto ele se debatia e gemia, eu levantei e comecei a esfregar meu pau no cu e no pintinho dele, tentava empurrar, mas não entrava, não deu pra romper as preguinhas dele, mas eu esfreguei, punhetei ate gozar…
Nossaaa, que tesão, lambuzei o viado inteiro. Ele gozou seco, saiu só uma babinha tímida, mas eu compensei, gozei litros nele. Ele disse:”Aii, eco! Agora é assim, é!!? Creduu, que nojoo!” E eu lambuzei o pintinho, o cuzinho e a barriga dele inteira. Depois, fiquei em pé na frente dele segurando seus pézinhos, me restabelecendo, enquanto meu pau amolecia em cima do pintinho dele todo melado de porra! Nossa, foi fodaa! Entrei na casa de maquina, peguei uma flanela, e limpei a lambança que fiz no Enzo. Arreganhei ele igual fazem com criança, limpei, deixei tudo novinho! Ele só sorria… Eu afirmei dizendo que agora tínhamos certeza que ele era gay. Ele sorriu, e disse que eu também era. Nos arrumamos, e voltamos a andar, ele descalço, ficava segurando minha mão, pulava nas minhas costas para eu leva-lo de cavalinho, me perguntava se eu gostava dele. Em lugares mais discretos, nos beijamos mais… Ate que o celular dele toca, e era o pai dele perguntando onde ele estava. Nos despedimos, trocamos telefone, e ele foi em bora.
No outro dia conversamos muito pelo wpp e assim foi até dar terça feira, que era o dia da aula de tênis dele. Nesse meio tempo, nos falávamos como se ele fosse minha namorada, tratava ele como uma menininha, Enzo adorava. Dizia muita sacanagem pra ele. Dizia que na terça feira queria chupa-lo de novo, que estava com saudade do beijo dele, perguntava como estava a “nossa bundinha”, disse que ia ensina-lo a me chupar, ele me mandava fotos do cuzinho, do pintinho duro, dos pézinhos, da boquinha molhada, enfim… Ate que terça feira chegou! Nos combinamos para ele chegar mais cedo, que namoraríamos um pouco, mas não deu tempo, o pai que levou, eles chegaram atrasados. Enzo ficava se comunicando comigo através do olhar, quando dava uma parada, mexia no celular e me mandava uma mensagem. Depois que o treino acabou, ele foi para o vestiário e me ligou, queria que eu fosse ate a casa do avo dele depois do expediente, que ele me buscaria na guarita e tal. Mas eu não poderia fazer isso, porque lá tem câmeras para todos os lados, os porteiros sabem que Enzo é viadinho, porque o jeitinho dele denuncia. Iam me ver com ele, e de imediato, iam concluir que teria algo de estranho na nossa relação. Então combinamos para ele ficar na casa do avo, e ir para o clube, que fica dentro do condomínio, e me encontrar na casa de maquinas por volta das 17:00h. E assim ele fez… Eu ja estava indo em bora, e meu celular tocou, era Enzo dizendo que estava lá… Eu fui rápido encontra-lo… Quando me viu, esboçou um sorriso de excitação como o de uma mulher quando ve seu macho. Eu ja o beijei com bastante tesão passando minhas mãos sobre seu corpinho sacana. Dessa vez, entramos na casa de maquinas. La tem uns canos da bomba da piscina, uns galoes de cloro liquido, umas ferramentas para a manutenção do lugar, coisas para cortar grama, umas cadeiras de bronzear antigas, enfim… O que importa é que entramos, e eu ja fui beijando minha putinha gay, peguei ele no colo, ele cruzou as pernas nas minhas costas e nos beijamos loucamente, enquanto ele esfregava o pintinho na minha barriga. Ele usava um short cinza, uma blusa vermelha da GAP e um tênis branco da nike. Coloquei ele em pé em cima de umas das cadeira, olhei pra ele e disse que ele estava lindo… Ali mesmo, ja desci o short dele e vi sua cuequinha box verde escura bem justinha no seu corpo. O virei de costas pra mim para ver sua bundinha gostosa e fiz questão de enfiar a sua cueca dentro do eu cuzinho e mandei ele empinar a bundinha. Ele virava o pescoço, sorria, tentava me olhar, ficava na pontinha dos pés e empinava a bunda enfiando a cueca ainda mais no reguinho. Eu me afastei um pouco para ter uma visão mais ampla do meu putinho. Nesse momento, tirei meu pau pra fora, me encostei na prateleira e mandei ele rebolar a bundinha pra mim. Enzo me olhou, encarou o meu cacete, sorriu, tirou o short que estava embaraçado no seus pés, e começou a rebolar. Colocava a mão na cintura e rebolava bem lentamente, levantava sua blusa ate acima do peito e se mexia bem gostoso sem um ritmo especifico. Eu punhetava olhando… Dizia que ele era muito safadinho, perguntava se o pintinho dele estava duro, e ele respondia: “ta, olha!” E passava a mão na sua piroquinha que fazia um pequeno volume na sua cueca. Depois eu mandei ele sentar e começar a tocar uma punheta sem tirar a cueca, eu assistia e me masturbava, depois, cheguei perto, tirei a cueca dele, dei uma chupada e fiz ele começar a me chupar. Dizia: “faz igual eu fiz com voce naquele dia, me faz gozar!” O moleque estava engajado, me chupou com gosto. Eu sentei, ia coordenando, e ele ia chupando com aquela boca quentinha, uma delicia. Eu dizia:”Nossa, voce esta de parabéns. Sabe fazer direitinho! Hoje vou comer seu cuzinho, posso?” Ele sorria, e balançava a cabeça positivamente. Eu fazia um cafuné na sua cabeça enquanto ele chupava… Na sequencia coloquei uns sacos de adubo industrial em cima da cadeira para ele ficar de quatro e não machucar os joelhos, tirei seu tenis, e me posicionei para foder aquelas pregas. A bundinha dele de quatro era ainda mais perfeita. Eu chupava, punhetava, babava seu cuzinho para lacear, e eu empurrar meu pau pra dentro. Enzo se empinava todo e murmurava baixinho… Comecei a enfiar o dedo indicador, fazia movimentos lentos de entra/sai/gira, Enzo segurava a minha mão e diza:” Ainnn… espera… hmm. Doi um pouco” Eu dava uma lambidinha, punhetava mais um pouco, e voltava a romper as pregas do cuzinho rosado dele. Depois que eu ja tinha colocado dois dedos dentro do rabinho dele, decidi socar meu pau. Dei uma babada monstra no cuzinho dele, direcionei… Enzo deu uma empinadinha gostosa, e eu forcei pra dentro… Logo de cara ja entrou a cabeça de uma vez. Enzo deu uma recolhida, meu pau saiu de dentro, e ele tentou sentar, eu não deixei e voltei ele pro lugar. Dei mais uma babada, pedi pra ele se empinar de novo, ele respondeu:”Ainn, nossa, vai devagar… Doi, é serio!” Eu fiz um carinho, direcionei e fui empurrando pra dentro. Que cuzinho gostoso! Ele ia murmurando, dizia que estava doendo, reclamou, mas eu ia rompendo aquele viadinho com bastante calma. Ate que atolei meu pau todinho dentro dele, meu saco encostava no pintinho dele que estava mole enquanto recebia rola no cu. Eu fui fazendo os movimentos e ele de cabeça baixa, só gemia bem baixinho… Eu perguntava se estava gostoso, ele não respondia, só murmurava reclamando:”Uhum… ai, ai… doi um pouco!” Eu tirava meu pau de dentro e via o cuzinho dele piscando e fechando lentamente. Metia pra dentro de novo ate ele se acostumar com a sensação… Achei que ele ia pedir pra parar para fazer o numero 2, mas a putinha aguentou tudo. Depois mudei de posição, queria ve-lo excitado de novo, então, fiz com que ele ficasse em cima de mim. Eu pegava ele de quatro, então, só o virei. Com meu pau dentro da bundinha apertada dele, me encostei na cadeira, ele ficou se mexendo e quicando bem devagar no meu pau enquanto eu punhetava seu pintinho. Perguntava pra ele “se agora estava melhor, se ele estava gostando” Ele dizia que sim, “que agora melhorou, não estava doendo tanto”. Enzo apoiava seus pézinhos na minha perna e rebolava bem lentamente. Seu cuzinho estrangulava meu pau de tão apertado, eu punhetava e passava minhas mãos no seu peito, barriga e pernas, beijava a sua boca, lambia sua orelha, mordia seu pescoço, sentia seu cheiro de playboy riquinho e mimado. Nossa foda começou a ficar muito gostosa quando Enzo descobriu o prazer de receber rola no cu, ele rebolava, se mexia, passou a descobrir sua própria frequência. Ele tirou os pés de cima na minha perna, apoio na cadeira, e começou a quicar, subia e descia bem lentamente, testando e descobrindo o prazer daquilo. Quando ele estava no talo, eu mandava ele rebolar, Enzo fazia movimentos circulares perfeitos, parecia que tinha nascido pra aquilo, ele começou a se punhetar, estava com tesão de novo, ele interagia, gemia, passava as mãos no cabelo, olhava pra mim dava sorrisos sacanas… Eu estava louco de tesão, quase gozando, mas mudei ele de posição de novo. Queria gozar olhando pra ele! Fiz ele virar, ficar de frente pra mim. Fizemos um “frango assado”… Meu pau saiu do cuzinho dele, mas ele se posicionou e olhando pra mim foi sentando de novo no cacete. Nossa, que tesão. Fiquei maluco! Ele colocou os pézinhos na minha coxa e começamos a nos mexer, eu dizia:”Vai, cavalga no meu pau, putinha. Agora ta gostoso, né? Me faz gozar!” Ele só sorria e continuava se mexendo. Encostava o pintinho duro na minha barriga, eu segurava seus pézinhos macios, beijava sua boca, seu pescoço, segurava a cintura dele e martelava com foça seu cuzinho, ele só gemia: “Ainnn, dorgaa, assim doi! Ohhh Uhhh Hmmm”. Em um dado momento ele se masturbava e rebolava no meu pau, de repente senti uma babinha na minha barriga e fiquei maluco, comecei a meter com força e dizia:”Vou gozar no eu cuzinho guloso, safada.” Ai ele disse:”Pode gozar, ué!?” Nossa, eu não aguentei… Gozei forte dentro dele. Acho que ele ate se assustou quando sentiu o esguicho dentro do cuzinho dele, porque foi violento. Gozei muito, dei um urro de prazer, pqp! Beijei a boca dele com o maior tesão do mundo, trocamos carinhos, ficamos ali resenhando, ele me perguntou o que era tudo aquilo que tinha dentro da sala de maquinas e uns 20 minutos depois, fomos para a segunda rodada. Repetimos a dose! Dessa vez eu papariquei um pouco meu viadinho. Chupei o cuzinho, a piroquinha, meti no cuzinho dele beijando seus pézinhos, fodi de ladinho, fiquei em cima dele, foi bem gotoso, por um momento, tenho certeza que fizemos amor. Depois disso fomos em bora e planejamos de nos encontrar toda semana.
Estamos juntos ate hj, ele ja fez 12 anos continua uma putinha de primeira. Ele não faz mais tênis e nem eu trabalho mais no clube. Entrei pra faculdade, faço administração, e consegui um estagio na empresa do Sr. Marssal. Nessa de ficar com o Enzo, ja ganhei altas coisas fodas dele: Me deu um celular, roupas, tênis, não sei como ele conseguiu, mas a mãe dele pagou minha carta de motorista, no meu aniversário ganhei um relógio fodão, enfim… Alem de foder gostoso ele ainda me enche de presente. Não namoramos, eu continuo pegando a mulherada por ai. Enzo ja me contou que ficou com um outro molequinho do condomínio onde ele mora, eu não to nem ai, desde que ele continue a dar pra mim. O único viadinho que eu como é ele. Até hoje não apareceu nenhum que faça o meu tipo alem dele. Eu não me aproveito dele, você pode pensar que fico me aproveitando por ele ser rico e tal, mas não. Tudo que ele faz, faz porque quer, não porque eu peço. Eu não tenho certeza, mas acho, que a mãe dele desconfia que o Enzo gosta de mim. Porque mãe não é boba, e ela sabe que o moleque é viado, e nos sempre estamos nos falando, as vezes eu vou lá, porque virei amigo do neto da governanta da casa do avo do Enzo. Ele tem 17 anos, e também é louco pra foder o Enzo, ele nunca me disse nada, mas eu to ligado, da pra perceber pelo jeito que ele olha para o garoto.