André o vizinho



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Olá leitores, este é o meu primeiro conto, espero que gostem e comentem o que acharem, a opinião de vocês é muito importante para novos contos. Vou começar como de praste me descrevendo, tenho 1,70 de altura, corpo normal (um corpo de academia bem preguiçoso rs), olhos castanhos claros, branco, cabelos pretos e ondulados e com um sorriso bem instigante, há e antes que eu me esqueça me chamo Felipe e tenho 22 anos, sou universitário, não sou totalmente assumido, alguns amigos mais próximos sabem, não sou de ficar dando muita pinta, mas ultimamente quando perguntam eu respondo a verdade, mas falando do que interessa, o conto a seguir é verídico e aconteceu recentemente.
Moro em um condomínio vertical em uma área nobre de Goiânia e divido o apê com um primo que é quase um irmão ( ele não sabe da minha opção sexual, ele provavelmente desconfie mas nunca falou nada e eu também nunca senti necessidade de falar algo pra ele, enfim), nossa convivência é tranquila, cada um respeita o espaço do outro e assim vida que segue, moramos juntos há pouco mais de dois anos, somos de uma cidade do interior de Goiás e viemos há Goiânia com o intuído de um estudo melhor do que tínhamos em nossa cidade. Assim que mudamos para o condomínio, no dia de nossa mudança já dentro do elevador de serviço e todo suado, sujo e bem abatido pelo cansaço de uma mudança encontrei com André, morador também. André é um homem maduro, é o famoso coroa com aquela boa forma, devia ter seus 1,80 de altura, um corpo em forma, moreno do cabelo anelado e alguns fios grisalhos, olhos castanhos, barba serrada, uma voz que já te deixa louco e um perfume muito bom, resumindo se ele tinha um defeito era por dentro, fiquei um pouco acuado com aquele homem dentro do elevador, mas fui gentil com ele, o cumprimentei, me expliquei pelo fato de estar todo sujo…
Eu – Boa tarde!
André – Boa tarde, morador novo?
Eu – Sim, acabo de me mudar e você mora aqui também?
André – Sim, já algum tempo…
Eu – Há sim (neste momento notei a ausência de aliança em seu dedo).
Fiquei mais interessado e perguntei o seu nome:
Eu – Desculpa mas qual o seu nome mesmo?
André – me chamo André rs e o seu?
Eu – Prazer André me chamo Felipe.
O elevador chegou em meu andar, me despedi dele com um até logo e a porta do elevador se fechou e eu fiquei ali imaginando uma pegação com aquele homem enquanto entrava no apartamento. Se passaram alguns dias, consegui pôr em ordem toda a bagunça. Detalhe: Não tirava o bendito da cabeça, na hora do banho me acabava na punheta pensando nele, imaginava diálogos e posições, ele me pegando e me colocando pra chupar, enfim só pensava na putaria e já estava ciente de que na próxima vez que o veria ia jogar umas indiretas. Se passaram vários dias e nunca conseguia encontrar com ele novamente, até que fui desencanando.
E como a vida gosta de brincar, estava eu saindo do restaurante que há próximo ao prédio, e topo bem de frente com André, quando ele me viu sorriu e eu retribui:
André: Boa tarde vizinho!
Eu – Boaaaa…
Ele estava acompanhado e para a minha frustração era com uma bela loira e bem jovem, estavam de mãos dadas. A partir daí resolvi deixar pra lá esse lance e deixar só na imaginação mesmo. Desde então encontrei com ele algumas vezes fora do prédio, no shopping, restaurante e uma outra vez na academia, no dia que o encontrei treinando ele estava de regata, bermuda e tênis, devido ao tecido fininho da roupa consegui ver melhor o seu corpo, e ele era dono de um volume que era perceptível, braços bem definidos, nada de barriga, totalmente enxuto, tive que ir embora (a academia era dentro do condomínio), minha excitação foi instantânea mas na hora tive que sentar em um banco pra tentar disfarçar o volume no short, e enquanto isso eu também não parava de fitar ele, daí ele se aproximou de mim, meu coração foi a mil…
André – Hey, eai como vai?
Eu – vou bem e você?
Ainda brinquei…
Eu – Milagre ver você por aqui rs
André – Venho mais no início da manhã quando está mais vazia.
Eu – Há sim, entendi. Bom vou indo nessa, até mais!
André – Já vai? Só porque cheguei? (Brincou ele todo pra frente).
Eu – Preciso estudar ainda, muita coisa pra fazer. (Tentando disfarçar o volume e andando rumo ao bebedouro pra pegar minha garrafinha que estava lá).
Mas foi inevitável, não que eu seja dotado, mas quando você fica excitado vestindo uma roupa de academia, tem que ser muito ninja pra não ser notado. Daí ele se aproximou e falou bem baixinho:
André – Pode ir, eu te libero, to vendo a sua situação hahahaha (E saiu rumo a esteira sem olhar para trás).
Na hora fiquei vermelho, rindo de forma forçada, falei:
Eu – Fazer o que né?!
E sai dali o mais rápido possível.
Quando cheguei, no meu quarto bati uma punheta tão gostosa, no ápice do tesão eu gozei muito, e imaginando André em cima de mim batendo uma também e esguichando porra em cima do meu peito e rosto, foi de fato até hoje uma das melhores punhetas que eu já bati sozinho, porque tem algumas que fazemos acompanhados que puta que pariu. Tesão puro.
Se passaram alguns dias e encontrei com André no subsolo da garagem, por conhecidencia e eu não sabia que a vaga de garagem dele era próximo a minha e ele chegava no mesmo instante que eu, descemos do carro na mesma hora. Quando ele me avistou sorriu, me gritou cumprimentando e se aproximou, perguntou se estava tudo bem, eu assenti que sim e ele me pediu ajuda com algumas caixas que estavam em seu carro, me prontifiquei a ajudar, ele disse que estavam bem pesadas, e quando cheguei no carro para pega lás, de fato estavam mesmo, mas foi tranquilo, e eu já estava uma pilha de nervos. Ficar perto daquele pedaço de mal caminho não era nada fácil, logo você já imaginava mil putarias rolando com ele. Quando fui entrar no elevador por um ato de descuido esbarrei nele e acabou rolando uma sarrada bem de leve, eu fiquei vermelho, mas não sei o que me deu que na hora, parece que deixei de me importar com tudo e pensei comigo mesmo: Há foda se, vou jogar verde, se rolar, rolou…
Ele me pediu que o ajudasse com as caixas até o seu apartamento, não pensei duas vezes e concordei, ele estava diferente, com um ar de lerdo, olhando com cara de safado, daí não tive dúvidas se iria investir ou não. Fiz questão de ficar de pau duro pra ele notar hahaha. Quando chegamos na porta do apê dele, vi que ele notou a minha excitação, deu uma risadinha de canto, mas não falou nada, abriu a porta, entramos, ele indicou onde era para pôr as caixas, eu as coloquei e em seguida lhe pedi um copo de agua (Afinal um copo d’agua e um boquete não se nega a ninguém pensei comigo e com uma cara de safado). Eu estava com a minha chave na mão e quando ele me entregou o copo, eu a coloquei em cima do balcão. Conversamos algumas coisas de assuntos triviais e ainda sim eu estava de pau duro:
André – Cara isso ai não abaixa não? Caindo na risada.
Eu – Há tem dias que é assim, um tesão danado, falta de dar uma…
Em seguida ele indagou:
André – Eu também to na seca hahaha.
Perguntei…
Eu – Ué e a loira do restaurante?
André – Nós não namoramos, ela é apenas uma “ficante” …
Nessa sequência, decidi ir embora, não sei porque mas quis ir.
Me despedi dele, ele agradeceu a ajuda, me levou até a porta, peguei em sua mão e fui.
Quando já estava quase entrando no elevador, me lembro que deixei a chave em cima do balcão e não a peguei, tive que voltar. Toquei a campainha e ele perguntou quem era, me identifiquei e ele abriu no mesmo instante.
Ele estava apenas de cueca, uma cueca boxer branca e de pau duro.
Quando vi aquilo, já fiquei em ponto de bala novamente. Ele pergunta com uma cara de safado:
André – Esqueceu algo?
Rapidamente fui entrando no apartamento e enchendo a minha mão com a sua rola e falando:
Eu – Esqueci sim, esqueci de te dar uns pegas bem gostoso.
Eu já havia entrado e empurrado a porta para fecha lá.
Ele tentou me empurrar, dizendo que eu havia entendido tudo errado. Mas ele já estava contra a parede e eu apertava levemente a sua rola, ele não colocava tanta força assim pra me afastar e eu ia o ganhando aos poucos, até que ele cedeu e eu lhe tasquei um beijo. No início não foi retribuído, até eu chupar os seus mamilos. Ele ficou louco de tesão. Pedia novamente para eu parar mas já era tarde…
Comecei a tirar a minha roupa, ele começou a me ajudar, logo eu estava peladinho, e ele ainda de cueca, ele me lançou contra a parede e disse:
André – Viadinho do caralho, quer levar rola né? To te sacando desde aquele dia da academia… Mas ó vou te dar o que você quer, já que insistiu.
E complementou…
André – já que ajoelhou vai ter que rezar até o fim, e ai de você se alguém ficar sabendo disso aqui.
Ele estava ofegante, eu sentia o seu pau latejando nas minhas costas. Ele era quente e transpirava. Aquele cheiro de macho foi me deixando louco. Ele puxou os meus cabelos e me virou de frente pra ele, me beijou de forma intensa e rude ao mesmo tempo, mas aquilo me deixava cada vez mais louco de tesão. Comecei a massagear a sua rola por cima cueca e logo fui ficando de joelhos e abaixando a sua cueca, quando terminei de tirar, era uma rola lisinha, com bastante veia da cabeça rosadinha, devia ter uns 18 cm, um pouco grossa, eu fiquei em êxtase, comecei a bater uma punheta pra ele, ele com as mãos apoiadas na parede e eu de joelhos encostado nela.
Batia com a rola na minha cara, e comecei a chupar lentamente a cabecinha, que pulsava loucamente, e fui descendo para a glande e fui até o final, chupava todo o saco, uma bola de cada vez, as vezes era audacioso e colocava as duas dentro da boca, ele gemia baixinho de tesão, e falava tanta putaria, e isso me dava mais tesão. De repente começou a babar muito, e ele tirou da minha boca e disse que ainda não queria gozar, me puxou e mandou eu me deitar de frango assado no sofá, ele veio se ajoelhou e começou a chupar o meu cuzinho.
Que boca era aquela, geladinha, ele dava algumas mordidinhas, quase gozei, ele brincava de colocar um dedo dentro, depois começou a colocar dois e chupava junto, era muito bom, ele sabia literalmente o que estava fazendo. Levantei e sugeri que fizéssemos um 69, ele assentiu com a cabeça dizendo que sim, deitamos no tapete da sala e começamos um 69 tão gostoso, que gozamos juntos, enquanto ele me chupava, dedilhava o meu cuzinho, e já estávamos loucos por aquela porra, quando gozei ele tirou da boca, e eu não tirei o dele da minha, engoli toda a porra. Ele achou o máximo eu ter engolido toda a sua porra, dizendo que todas as mulheres que ele já ficou jamais deixaram ele gozar na boca, quanto mais beber tudo. Eu ri, nos levantamos e fomos para o banheiro tomar uma ducha, enquanto nós nos lavávamos, comecei a brincar com a sua rola e logo ficou dura novamente, e ele logo disse:
André – Preciso meter nesse cuzinho, arregaçar ele.
Eu só me virei de costas e apoiei na parede e ele veio, passando sabonete e cuspe, de primeira não entrou, já fazia algum tempo que realmente eu não dava. Ele se abaixou lambeu, começou a massagear com um dedo, logo entrou dois, de repente já havia três dedos dentro de mim, doía mas era uma dor gostosa, logo ele tirou os dedos e socou com força a cabeça da rola, dei um gemido alto e ele me deu um tapa na bunda, dizendo pra aguentar em silencio, que naquele momento ele ia me fazer de sua putinha. Fiquei calado e comecei a rebolar, a cada rebolada eu e ele gemia baixinho, e a rola foi entrando e o vai e vem começou devagar, logo já estava em ritmo acelerado, e de repente ele anuncia que iria gozar, pedi pra ele gozar dentro, e ele acelerou mais ainda, senti a sua rola crescer mais dentro de mim, e senti jatos fortes e quentes dentro do meu cuzinho que latejava, ele tirou, estava cansado, terminei de me lavar e lavei ele, deitamos em sua cama e ele começou a me chupar inteirinho, e, ele mamava a minha rola como se estivesse com cede, foi intenso e muito bom, logo gozei novamente eu o avisei que iria gozar e ele tirou a boca, mas quando a porra saiu ele ficou brincando com ela em cima de mim rs, tomamos outro banho, em seguida me vesti, nos despedimos, ele me pediu descrição e eu respondi que sim e já marcamos a próxima foda, fui embora satisfeito e leve haha. Depois disso ficamos de vez em quando, sempre que ele está disponível e eu também, mas tudo na calada. Espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar, foi um prazer, um grande abraço!