Iniciando o Sobrinho



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Meu nome é Ruiter, tenho 18 anos, e atualmente moro em Brasilia, antes, eu morava no Pará com minha mãe. A uns anos atras minha irma mais velha me chamou para vir morar com ela. Poliana tinha acabado de se separar do marido, tinha meu sobrinho com 7 anos, trabalhava, estava passando por um momento meio complicado, então me convenceu a vir. Disse que arrumaria um trabalho pra mim na concessionária de carros onde ela trabalhava, que eu poderia estudar para concurso, fazer uma faculdade, enfim… Eu me empolguei, precisava sair da casa da minha mae, então foi uma boa oportunidade, me planejei, arrumei minhas coisa, e vim para a capital federal.

Assim que cheguei minha irmã ja me arrumou um trabalho na loja de carros, ela é formada em RH, trabalha na área, e conseguiu esse emprego pra mim. A principio eu trabalhei como Busca e Resgate. Esse é o profissional que estabelece contato com os clientes que estiveram na loja, e não compraram por um motivo ou outro. Meu trabalho era ligar para essas pessoas e fazer com que eles voltassem para a loja, enfim… Fiquei nessa função por 8 meses, depois fui para uma outra loja, da mesma marca trabalhar como Avaliador. Eu avaliava os carros semi novos dos clientes que queriam comprar carros novos e dar o antigo como entrada. Essa concessionária era bem maior que anterior que eu trabalhar com a minha irmã, e lá tem um pequeno espaço play ground, onde os pais deixam os filhos para ver os carros. Tem pula-pula, piscina de bolinha, um parquinho, brinquedos, um canto para repouso, tudo decorado, enfeitado, para a pirralhada dar paz para os pais.

Minha irma tinha financiado um apartamento e estava muito difícil pagar o aluguel, a prestação do apartamento, a creche do meu sobrinho, mais uma pessoa para tomar conta dele, ate nos chegarmos em casa, já que por sua vez, Gabriel sai da creche às 17:00h e nós só chegamos em casa por volta das 19:30. O pai do Gabriel é um imprestável, não serve pra porra nenhuma, custa a pagar uma pensão de meio salario, então, minha irmã não pode contar com ele. Sendo assim, em nome da economia e do planejamento financeiro, eu e minha irmã chegamos a conclusão que eu poderia leva-lo para o meu trabalho depois do almoço, e ele ficaria no play ground durante a tarde. Nos economizaríamos na creche, porque ele só estudaria meio período, economizaríamos com a baba que cobrava caro pra ficar com ele essas 3 horas adicionais quando ele saia da creche, então assim fizemos.

Nesse Play ground tem umas meninas que ficam cuidando das crianças, então, ate o apartamento ficar pronto para nos mudarmos, e deixarmos de pagar aluguel, Gabriel iria comigo para o trabalho depois do almoço. Eu pegava o carro da minha irma, buscava ele na creche, almoçávamos em casa (mais uma economia) e depois íamos para o meu trabalho. Gabriel é um menino tranquilo, doce, meigo, calmo, não ia dar trabalho. É tímido, quietinho, fala pouco, então eu fiquei tranquilo. Sempre ia lá para ver como tudo estava, falava com as meninas, conversava um pouco com ele, e assim as coisas seguiram.

Em um dia qualquer, minha irma saiu mais cedo e foi la busca-lo, isso era umas 17:00 horas. Eu ia demorar mais umas 2 ou 3 horas para ir pra casa, minha irmã disse que iria em bora, que ia aproveitar que saiu mais cedo para arrumar as coisas para fazermos a mudança, porque o AP dela ja estava pronto, e nos mudaríamos em três dias. Sendo assim, falei que quando chegasse ajudaria. Quando cheguei em casa estava aquela bagunça de mudança na sala, minha irma empacotando as coisas no quarto e Gabriel estava “ajudando” a mãe lavando o banheiro. Conversei com a Poliana, troquei de roupa, e fui ate o banheiro ver o Gabriel, me deparei com o banheiro todo molhado cheio de espuma de sabão em pó e o Gabriel de quatro todo molhado, completamente nu, com a bundinha empinada lavando o Blindex da porta do box. Nossaaa, eu fiquei de pau duro na hora, que tesão. Nunca tinha sentido isso antes pelo meu sobrinho, porem, ao ve-lo naquele estado, naquela posição, com aquele corpinho molhado, com a bunda arrebitada, com um cuzinho rosinha delicado, parecia um brotinho de uma flor. Com um mini saquinho e uma micro piroquinha rosada que mais se parecem um docinho de festa infantil. Aqueles pézinhos branquinhos com as solas todas enrugadas de tanto ficar na agua. Ele mexia a bundinha dando umas reboladinhas enquanto esfregava o vidro, mexia no cabelo, ficava fechado e abrindo as pernas bem rápido sobre seus joelhos escorregando no sabão, enfim… Aquela cena me deixou louco! Eu fiquei muito excitado olhando o putinho do Gabriel mesmo ele só tendo 7 aninhos. Sei que é loucura, mas não pude evitar.

Depois disso, eu disfarcei indo para cozinha e minha irmã terminou o que estava fazendo e foi tira-lo do “banho”. Gabriel chorou, fez o maior escândalo, queria ficar lá. Mas Poliana o enxaguou, e o tirou de lá, e depois fomos jantar. Eu com uma ereção fdp nem podia olhar para o Gabriel, mas fomos pra sala, e ele como sempre, veio pra cima de mim, como ele sempre fez, porem, dessa vez, as coisas não eram mais como antes. Minha irma deitada no sofá e Gabriel veio para meu colo, eu passei a mão nas perninhas dele, na bundinha, nos pés, ajeitei a bundinha dele no meu cacete, ele sentiu o volume, saiu do meu colo e deitou no sofá. Poliana estava distraída assistindo a novela, Gabriel deitou do meu lado e ficou brincando no tablet com os pés encostados na minha perna, enquanto ele brincava eu bolinava seus pézinhos, antes que eu cometesse um desatino, saí da sala, fui para o meu quarto, tranquei a porta, e bati uma punheta, depois acabei dormindo. No outro dia, fui trabalhar como sempre, na hora do almoço fui buscar Gabriel como era de costume. Almoçamos em casa, mas eu não fiquei excitado, e depois fomos para a loja. Quando chegamos lá, ele pediu para ir ao banheiro, e eu levei.

Ja estava atrasado, tive que ir rápido para bater meu ponto no horário certo. Então fui ate o banheiro abaixei a bermuda dele, coloquei ele em pé no vaso e ele fez xixi. Quando ele foi guardar o pintinho eu peguei e dei uma sacudida por higiene, aquela balançada básica que fazemos depois de mijar. Porem ali eu percebi que sempre que eu o levasse no banheiro poderia começar a estimula-lo, então, não perdi tempo e ja comecei: Dei a balançada normal, e depois comecei a dar uma punhetadinha; Balançava e punhetava, fiz isso umas 4 ou 5 vezes, quando percebi que o pintinho começou a ficar duro eu parei. Nesse momento percebi que Gabriel tinha sentido alguma coisa. Ele me olhava com um sorriso afoito como se tivesse recebendo cosquinhas. Quando eu parei, ele levou as mãozinhas no pinto tentando repetir os movimentos, mas eu fingi que nao percebi, apenas subi a cueca e a bermuda dele, saímos do banheiro, e o deixei na brinquedoteca como sempre. O dia passou, e na hora de ir embora ele pediu pra ir ao banheiro de novo, levei, e repeti a doze: Antes de guardar o pintinho dele fiz com que ele ficasse excitado. Punhetei bem gostoso. Comecei devagar, depois acelerei, fiz ele curtir um pouquinho, e depois parei. Gabriel me olhava sorrindo, ficava meio ofegante, segurava minha outra mão, abria as pernas, ficava na pontinha dos pés, olhava pro pinto todo concentrado, ficou excitadinho, estérico, bem empolgado com a nova descoberta.

Fiz o moleque descobrir a masturbação. Desse dia em diante, toda vez que estávamos juntos, e eu tinha a oportunidade, eu estimulava o pirralho. No começo eu não me masturbava perto dele, apenas o punhetava, fazia carinhos, massagens, vez ou outra dava uma lambidinha nos mamilos, beijinhos nas solinhas dos pés, caricias suaves nas axilas, ele adorava. Eu queria que ele sentisse tesão, prazer erótico, e uma vontade incontrolável de se masturbar. Eu adorava ver ele com tesão, me deixava louco, Gabriel é um putinho de primeira. Ele murmurava, dava sorrisos sacanas, passava a língua nos lábios, fechava os olhos, geme bem baixinho, contorcia os pézinhos, contraia seu corpo no ritmo que o prazer ia tomando conta, sempre quando esta gozando ele fica estérico e encosta as solinhas dos pés uma na outra, e levanta suavemente o quadril; Na medida que o tempo foi passando, nas oportunidades que ele se masturbava sozinho, eu gostava de ver e deixa-lo peladinho para ver seu cuzinho piscando na hora que ele gozava seco. Essa iniciação durou mais ou menos uns 8 meses. Entre uma caricia e outra, um carinho, uma cosquinha, eu fui mostrando pro Gabriel o outro ponto erótico que ele tinha: O cuzinho!

Enquanto ele se masturbava eu ficava ali, alisando e laceando o cuzinho dele, eu dava uma babadinha e ficava catucando, alisando, estimulando as preguinhas do moleque, e ele adorava, ficava todo arreganhado, manhoso… Mas quando tentava meter um pouquinho do dedo, Gabriel levava um susto, fechava as perninhas e tirava a minha mão do cuzinho dele. Ainda dentro do período da iniciação comecei a chupa-lo para deixa-lo com mais tesão, relaxar e eu poder romper as suas pregas com o dedo. Comecei com uma lambidinha no saquinho (ele ficou maluco com a nova sensação) depois lambi a cabecinha rosada (o moleque ficou estérico de prazer) e completei o serviço dando um banho de língua no pirralho (Chupei o pintinho e o cu com gosto).

Ja na primeira vez ele ficou maluco, se viciou na chupada… Depois de uns três dias eu aproveitei a empolgação do garoto e comecei a penetrar o cuzinho dele com a embalagem de um rímel da Poliana. Os dedos tem unhas, arranham, e poderia machuca-lo, seria mais difícil, então… improvisei. O objeto é fino, delicado, não iria machuca-lo, e foi perfeito: O moleque nem sentiu entrando depois de tanto estímulo. Dei uma chupada geral, deixei tudo bem babadinho, e fui enfincando devagar enquanto mamava a piroquinha pulsante do Gabriel. Fizemos na hora do almoço, foi meio com pressa, mas valeu a pena. Depois de um mês mais ou menos, eu decidi interagir com mais relevância, então, como era de costume, no final do dia, antes de irmos em bora da loja, fui no banheiro com o garoto, e como ela ja estava acostumado, achou que eu iria punheta-lo um pouco depois que ele fizesse xixi, mas eu não fiz, e ele perguntou porque não iriamos “brincar” hj. Eu respondi dizendo que não queria mais, porque só eu fazia nele, e ele não fazia em mim, e que eu não iria mais “brincar”. Nesse momento ele me olhou meio chateado, e disse que faria o que eu pedisse.

Ja com 8 anos, essa foi a primeira vez que coloquei o pirralho pra me punhetar, e foi no banheiro do meu trabalho. Coloquei meu pau pra fora… Ele ja tinha visto antes, mas nunca tinha tocado; Porem, ja estava doutrinado, colocou as mãozinhas no meu cacete e começou a fazer os movimentos. Eu ja aproveitei, e disse pra ele dar uma lambidinha, igual eu fazia com ele. Gabriel ficou meio receoso, acho que ficou com um pouco de nojo, mas lambeu meu pau todinho (não chupou, apenas lambeu) foi uma delicia. Isso durou uns 4 ou 5 minutos, eu gozei no vaso e fomos em bora. A partir desse dia, Gabriel passou de iniciante para iniciado. O moleque ja estava pronto, então era minha vez de me divertir. Com o cu estreado e o pintinho pegando fogo, Gabriel se masturbava com frequência e dedilhava seu cuzinho, minha irma, chegou a comentar comigo que foi dar banho nele, e pegou o moleque “mexendo na piroca.” Aquilo me excitou bastante!

Gabriel já era um putinho profissional, a gente ficava se chupando e se pegando dentro de casa mesmo com minha irmã estando lá, ele ja tinha perdido todo o pudor: me chupava tanto quanto eu chupava ele, seu cuzinho era fodido pelo meu dedo e ele gozava com aquilo. De tanto ser estimulado, ele passou a gozar uma babinha incolor que eu lambia e não sentia gosto de nada, ela ja interagia com palavras, dizia que estava gostoso, que queria mais, pedia pra eu lamber o cuzinho dele, morder a solinhas dos seus pés, fazer coquinha… À essa altura meu pau ja tinha percorrido cada centímetro do corpinho do Gabriel, dos pés à cabeça. Ja tinha gozado nele inteirinho; Na primeira vez, ele se assustou, ficou com nojo, quase chorou, mas depois de um tempo, criou uma intimidade com minha porra que eu nunca tinha visto em lugar nenhum… Eu gozava na boquinha dele, ele cuspia e se lambuzava inteiro; Quando gozava no cuzinho, ele fazia questão de lambuzar seu pinto com meu gozo; Quando gozava nos seus pézinhos, ele esfregava as solinhas uma na outra com cara de sapeca. Porem, por mais putinho que ele fosse, eu não tinha metido meu pau no cuzinho dele ainda, tive muitas oportunidades, consegui meter toda a cabeça do meu pau na bundinha dele, mas ele reclamou, disse que doia, pedia pra parar, resmungou, fez manha, ai eu fico excitado com ele gemendo, e acabava gozando dentro do cuzinho dele só com a cabeça dentro. E olha que meu pau nem é tão grande assim, tamanho médio pra pequeno, não é muito grosso… Gabriel que é fresquinho mesmo, mas eu adoro, gosto do pirralho bem manhoso e cheio de vontade. Um sobrinho, filho único, mimado, branquinho e viado: A putinha perfeita.

Depois de varias tentativas frustradas de atolar meu pau nele, decidi comprar um lubrificante. Num domingo de muito calor, ja fazia uma semana que eu e Gabriel não trepávamos, ele e minha irmã viajaram, foram pra casa da minha mãe, então, ficamos sem nos ver. Eles voltaram no sábado anoite, no domingo depois do almoço, fomos tomar sorvete de sobremesa, porem não tinha cauda, e eu fui ao mercado comprar com o Gabriel, na volta, dentro do carro fizemos umas sacanagens: Ele me chupou um pouco, eu chupei ele, dei umas dedadas na bundinha, trocamos uns carinhos, e voltamos pra casa, quando chegamos minha irma estava saindo para encontrar umas amigas, e eu fiquei sozinho com Gabriel. Quando ela saiu o moleque ja foi para o sofá se insinuando, rebolando igual uma putinha, tirou o chinelinho e ficou jogando charme louco pra ganhar pirocada. Eu não resisti, comecei chupando ele inteirinho, sua piroquinha pelando pulsava na minha boca, seu cuzinho piscava, ele estava louquinho de tesão, assim como eu… Eu peguei o lubrificante lambuzei meu pau, e maluco de tesão meti no cuzinho dele… Nossa, que tesão!! Muito apertadinho, quentinho, fazia umas contrações deliciosas que apertavam ainda mais meu cacete. Gabriel deu um gritinho de dor, tentou sair, mas eu meti umas 3 vezes rápido, e depois fui diminuindo a velocidade, comecei a meter e a punhetar o garoto, uma lagrima desceu de seus olhos, eu consolei, mas não parei de foder, fazia devagar, com carinho, bem gostoso… Até que gozei dentro, encharquei o cuzinho dele de porra. Ele sentiu o esguicho, deu pra perceber pelo susto que ele tomou. Em todo momento que o fodi, mesmo eu punhetando Gabriel, ele não ficou com o pinto duro. Depois que gozei, ele disse que queria fazer o “numero dois”, o levei ate o banheiro, ele fez o que tinha que fazer, e depois ele tomou banho.

Eu fiquei me sentindo mal, achei que nunca mais ele ia querer fazer nada, porque tinha doido e tal, mas foi tudo tranquilo… Ele saiu do banho, conversamos, e ficou tudo bem. Só teve um problema: Depois de uns 40 minutos minha irmã voltou, e Gabriel teve diarreia o dia todo, acho que foi por causa da trepada, sei lá… O que sei é que passei o maior sufoco, porque minha irma queria leva-lo ao médio, e eu fiquei com medo deles constatarem alguma coisa. Então inventei uma conversa qualquer, disse que quando fomos comprar a cauda para o sorvete paramos para comer um churros, e como estava muito calor, não foi uma boa ideia, e que eu também estava passando mal… E ai ficou tudo bem, o moleque deu umas cagadas na segunda feira, mas no fim, deu tudo certo.

Depois disso começamos a trepar de verdade, mas dessa vez, eu fui com calma, pra ele curtir também. Hoje ele esta com 9 anos, e as coisas vão de vento em poupa, Gabriel adora foder, é uma bichinha de primeira. Ja tem uns amiguinhos no prédio, outros na escola, e parece que eles ja estão se chupando. Eu estimulo Gabriel à incentivar os amiguinhos e amiguinhas a se masturbarem, a se pegarem, a fazerem putaria, e o moleque tem o talento, é bem persuasivo, inteligente, sedutor, já gerou alguns frutos pra ele (nada pra mim) Ele me contou que chupa e é chupado por dois garotos do prédio da mesma idade que ele, e que ta bolinando uma garotinha da escola… Daqui a pouco tem mais um pra eu foder bem gostoso. Atualmente, Gabriel adora sentar no meu cacete de costas pra mim, fica rebolando com a minha rola atolada no cuzinho dele, enquanto eu fico punhetando bem gostoso aquele pintinho rosado, mordo seu pescoço, beijo sua boca, lambo sua orelha, falo umas putarias no seu ouvidinho, massageio seus pés, e ele geme bem gostoso, interage, pede mais rola, diz que ta gostoso, me chama de titio, diz que minha rola é gostosa, fala que é minha putinha, que quer cagar no meu pau; Sempre que eu pergunto, ele diz que o seu corpo é meu, que sua bundinha é minha, que sua boca é minha, que seu pézinho é meu, que eu posso usar e abusar e gozamos juntos. Eu continuo lambuzando ele inteiro de porra, sua boca é uma delicia, me chupa muito gostoso, seu corpinho esta se desenvolvendo e sua bundinha está cada dia mais empinadinha, carnuda e indecente, seus pézinhos ainda são pequenos, macios, delicados, eu adoro gozar neles. Ele ainda não goza feito homem, mas continua esporrando um melzinho bem discreto.