O fogo da minha pre-adolescência 1



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Oi, me chamo Ana. Eu gosto muito de sexo. Sou bissexual e curto muito transar. Tenho 22, mas sou assim desde novinha. Antes de fazer 8 anos eu já sentia um calor entre as pernas quando assistia filmes e novelas que tinham cena de beijo e se tivesse amasso, então, eu ficava afogueada.
Quando estava com 10 anos, encontrei uma revista pornô (daquelas que tem as histórias tipo fotonovela, antigas) embaixo da cama do meu irmão e me deliciava escondida dos meus pais vendo as revistas trancada no quarto ou no banheiro.
Quando ele estava na escola eu levava dentro da blusa e minha xaninha babava inteira vendo tanta safadeza, eu me tocava mas como não sabia como fazer, nem sabia que podia gozar, nunca gozei.
Um dia meu pai quase me pegou no flagra. Ele entrou no quarto e eu estava vendo a revista, deitada na cama de pernas abertas, mas coberta com o lençol. Ele me perguntou o que estava fazendo e desconversei. Quando ele virou as costas, rapidamente escondi a revista embaixo do colchão e saí. Ele ainda ficou um tempo por lá (meu quarto tinha um móvel velho, porque tinha sido dos meus pais, a casa era pequena e o móvel guardava documentos e coisas antigas, era lá que ele estava mexendo). Fiquei gelada esperando ele sair, porque se ele achasse eu levaria uma surra. Era o que eu pensava.
Na época eu não entendi direito a mudança, mas desde esse dia meu pai passou a ser mais carinhoso comigo. Me colocava no colo, me abraçava e perguntava se eu já era uma mocinha. Beijava meu pescoço e dava um jeito de ralar a mão em mim.
Eu não sabia que ele tinha visto a tal revista. Achava que não, já que eu não tinha apanhado. E ele e minha mãe não costumavam perdoar meus mal feitos. Mas hoje sei que ele tanto viu como passou a me tratar de forma diferente sempre que a gente estava sozinhos.
Algumas vezes eu chegava a sentir o volume da sua calça na minha bunda, quando sentava no seu colo, mas ele logo me mandava brincar e ia pro banheiro.
Nos finais de semana meu pai bebia, minha mãe odiava e brigava com ele sempre, mas era sagrado toda sexta e sábado ele sair pro bar, jogar cartas e beber cerveja.
Meu irmão vivia no meio do mundo. Era adolescente e tinha uma vida doida. Sumia de casa dois dias, voltava. Ele já tinha terminado o fundamental e na época do ensino médio se soltou.
Uma noite de sexta, minha mãe me deixou em casa com ele. Meu pai tinha saído pra beber e minha vó estava doente, ela teria que cuidar dela durante aquela noite.
Minha vó morava no mesmo bairro, mas eram uns 15 minutos de caminhada até lá em casa.
Fiquei jogando cartas na sala com meu irmão e vendo TV até que meu pai chegou. Quando meu pai chegava bêbado, ele geralmente estava muito sonolento. Ele não brigava, nem era violento. Era bem tranquilo. Corri pros braços dele e abracei meu paizinho querido. Ele sentou no sofá, me deixou no colo dele e ficou me fazendo carinho e falando que eu era a princesinha dele.
Os carinhos libidinosos dele estavam bem discretos, porque meu irmão tava com a gente. Meu pai então tirou a camisa e ficou só de bermuda. Era uma bermuda dessas de time de basquete, grande, de elástico. Ele deitou no sofá e eu deitei de frente, grudadinha com o corpo dele, enquanto ele acariciava meus braços e minhas pernas carinhosamente, de um jeito que ninguém podia dizer que não era carinho normal de pai.
Ficamos assim, eu de bunda no pau dele, que estava um pouco volumoso e a gente vendo TV, até que ele agarrou no sono. Dormiu mesmo.
Meu irmão aproveitou a deixa e saiu de casa. Vazou.
Fiquei ali com meu pai um tempo, esfregando de leve a bundinha no pau dele, chamei ele umas vezes, mas ele não acordava.
Levantei, tomei leitei leite, comi biscoito e vi TV, observando meu pai capotado no sofá. Deitei de frente dele, no espaço que eu estava antes e como ele não acordava, com medo, trêmula, botei a mãozinha pra trás, e fiquei tentando sentir o pau dele. Apalpei e senti que estava meio mole, meio duro. Fiquei apertando devagar, tentando sentir como era. Ele não se mexia e ressonava, então sentei no sofá, fiquei pertinho dele, encostada na barriga do meu pai, e fiquei olhando enquanto acariciava.
Olhei pra ele e ele continuava dormindo feito uma rocha, mas o pau tinha endurecido mais, respondendo aos meus carinhos.
Tomei coragem, mesmo tremendo, desfiz o nó do fecho, o elástico era frouxo, e olhei dentro. Na cueca boxer, o pau estava quase pela perna, então coloquei a mão e fui tirando devagar, sentindo aquela coisa enorme na minha mão. Era grosso, quente, meio duro. Fiquei apertando, amassando, tirando a cabeça de dentro do capuz, sentindo ele endurecer e, vez por outra, babar um pouco na minha mãozinha.
Brinquei o quanto quis e ele ficou bem mais duro. Meu pai roncava no sofá. Tirei minha calcinha (eu estava de vestidinho), deitei de frente pra ele e fiquei esfregando minha pererequinha nele, até que encaixei ele entre as minhas perninhas, sentindo aquela grossura enorme se esfregar na minha xaninha pelada e melada.
Não sei por quanto tempo fiquei curtindo isso. Era delicioso, eu me imaginava uma mulher adulta transando com aquele pauzão agasalhado entre as minhas coxas, se esfregando na minha xaninha. Eu levantei a perna de cima, pus apoiada no meu pai e esfreguei ele na pepeca aberta e era ainda mais gostoso.
Depois de muito brincar, agasalhei ele nas minhas pernas e fiquei ali, sentindo aquele calor e me imaginando nas cenas das revistas pornô do meu irmão.
Agarrei no sono daquele jeito.
O sol nem tinha nascido quando acordei, assustada, na minha cama. Tentei lembrar como fui parar ali mas não consegui. Levantei meu vestido. Eu estava de calcinha. Minha pepequinha ardia um pouco por fora, achei que o esfregado do dia anterior machucou ela. Mas minha preocupação era se meu pai tinha me pego no flagra.
Levantei devagar, na ponta dos pés, pedindo por tudo que ele tivesse dormindo no sofá. Que eu tivesse ido pro quarto sem perceber. Mas ele não estava. Fui na porta do quarto dele, abri devagar e vi meu pai deitado na cama, de barriga pra cima, dormindo nu.
Meu coração gelou. Ele devia ter acordado e me encontrou deitada sem calcinha de frente pra ele com a piroca dele no meio das minhas coxinhas. Será?
Até hoje não sei, mas suspeito que sim.
Se eu tivesse ido pro quarto dele, me aproveitar mais dele, hoje sei que ele não teria feito nada e ainda teria gostado. Mas eu era criança e estava com tanto medo que fui deitar gelada.
Na manhã seguinte, acordei com barulho na cozinha e a voz da minha mãe conversando. Levantei amedrontada e fui devagar pra cozinha. Minha mãe fazia o café, contando da minha vó e meu pai estava sentado à mesa, esperando.
Entrei desconfiada, cumprimentei os dois e meu pai sorriu, me chamando pra um abraço e, em seguida, me sentando no colo dele.
Nessa manhã, de short de tactel, senti o pau dele endurecer mais rápido na minha bundinha, que encostou direto, com o vestido fora do lugar.
Enquanto esperávamos o café, meu pai alisava minhas coxas e barriga, escondido pela mesa. Ele me sentou e abriu minhas perninhas pra que ficassem por fora das coxas dele.
Ele continuava o papo com minha mãe e parecia muito interessado na saúde da minha vó, enquanto sua mão passeava pelas minhas coxinhas e, vez por outra, deixava um dedo esbarrar na minha pepequinha. Algumas vezes esse dedo até demorava encostado, enquanto ele fazia que tinha esquecido de alisar as minhas coxas.
Na hora do café, desci do colo dele pra sentar em outra cadeira e tomar café.
Tudo muito normal, eu presumi que meu pai não tinha visto o que eu fiz. De alguma forma, que tinha sido eu a sair dali sozinha, me vestir e dormir.
Mas acontecia de estarmos sozinhos em casa, quando minha mãe ia cuidar da minha vozinha, que vivia doente.
Então ele ia pro quarto e depois me chamava pra ver TV com ele no quarto. Eu via, de conchinha com ele, sentindo o pau dele (geralmente bem duro) encostar na minha bundinha, às vezes apertar e a mão dele normalmente me alisar as coxas e a barriga.
Fazíamos isso várias vezes, durante uns meses, e meus peitinhos começavam a despontar.
Nas blusinhas de menina menor, não apropriadas pra minha idade, eu me sentia mais bonita, porque dava pra ver as gordurinhas e o biquinho inchado marcando a blusa.
Minha mãe só me deixava usar em casa, mas pra mim ótimo! Eu me admirava no espelho me sentindo tão mulher.
Com isso, os carinhos do meu pai na barriga vez por outra esbarravam nos meus biquinhos inchados. Especialmente quando eu estava vestida com alguma camisa do meu irmão, e elas eram frouxas e dava pra mão dele passear livre.
Eu sabia que havia alguma má intenção ali, mas eu gostava, porque eu era safada mesmo. Achava que estava ficando moça.
(continua)