A patricinha



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Me chamo Marta (fictício), sou morena clara, seios médios sempre me achei normal, sou de família evangélica e fui criada pra ser da igreja.
Tudo começou após terminar o ensino médio já faz um bom tempo, na época precisava de dinheiro pois precisava ajudar minha família. Logo consegui emprego como empregada em um condomínio, era a casa de um empresário e sua esposa, tinham uma filha na época uns 12 anos, faziam todas as vontades da garota, filha única repleta de todos os mimos e cuidados, não poupavam gastos. Já trabalhava a alguns meses e me consideravam de grande confiança pois fazia de tudo por isso. Oque ninguém sabia era que dentro de mim queimava um fogo que eu lutava contra, era o desejo por mulheres, ainda na adolescência via minhas amigas se trocando diante de mim e passava oras orando pra tirar aquele desejo de mim, houve uma ocasião que a vontade foi tanta que comprei um DVD pirata só com mulheres, me masturbei loucamente sonhando fazer tudo aquilo. Mas voltando, sempre estava ocupada com os afazeres da casa, a ocasião fazia calor e Patrícia (fictício) chegou foi direto para o banho, o banheiro dela era grande e espaçoso, box transparente não deixei de olhar, fiquei com água na boca vendo ela se ensabor senti minha boceta molhadinha, mesmo com 12 anos já demonstrava que ela seria um mulherão, saí de lá pra não dar na vista minha intensão, fui direto pro banheiro da empregada me aliviar, peguei minha escova de cabelos e me masturbei loucamente, já não era mais virgem, aconteceu com um rapaz da minha igreja que só queria me fuder, nem foi tão bom assim, já que ele gozava antes de mim e ainda me deixava toda melecada de gozo. Passaram-se alguns dias e dessa vez patrícia chegou mais tarde e dessa vez parecia com mais pressa de entrar no banheiro foi jogando a roupa na porta do box, fui ver se ela precisava de algo, foi quando peguei a blusa dela, tava toda suja de gozo e sua calcinha também.
Eu – Patrícia aconteceu alguma coisa?
Ela – não… Nem sei!!
Entrei e vi tudo do jeito que eu sempre quis com a diferença é que ela parecia constrangida, e mais uma vez eu pergunto – oque foi que aconteceu?
Ela – tava namorando com garoto de outra turma, mais velho que mora aqui perto, ele me levou pra casa dele algumas vezes com a desculpa de me dar umas aulas mas a gente ficava namorando, só que ele queria mais, e mandou eu chupar o pinto dele, eu nunca fiz isso, mais ele ficou empurrando na minha boca, foi quando começou a sair isso, ele ainda ficou esfregando o pinto na minha menina. Eu gosto dele mais não sei como fazer pra agradar
Fiquei sensibilizada com a questão, tomei uma decisão e disse eu te ensino tudo e te mostro como é, só que ninguém, eu disse ninguém pode ficar sabendo, ela disse sim.
Em outra ocasião volto pra terminar ainda tem muito mais