Primeira vez vizinho de fundo



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Sou um profissional conhecido e respeitado em minha cidade, casado, filhos e um segredo. Fantasias eróticas gays. Incrível é que não são fantasias c caras bonitões e sarados. Sempre c aqueles q passariam despercebidos.
Nunca houve nada real. Um vizinho muito estranho veio morar sozinho no lote do fundo de casa. É um corredor de meio lote c três cômodos na frente e um quintal cheio de pé de frutas. Ele é grandalhudo, barrigudo e careca, depois vim saber q tinha dificuldades na fala, acho q é meio surdo.
Cruzava c ele sempre q descia a rua p comprar um parafuso ou outra ferragem no tem de tudo q fica a uma quadra e meia de casa. Achava estranho a forma q me olhava. Parecia meio bobo, olhava mas não cumprimentava. Sempre sem camisa, de bermudão e chinelo. Um barrigão daqueles exagerados mesmo. Eu dizia boa tarde e ele não respondia.
Qdo passava de carro, estava ele lá de pé no portãozinho da casinha. As vezes andava pela rua de casa c olho arregalado. Uma figura !
Por ser curioso, tive algumas fantasias e bati uma punhetas pensando naquele mastrodonte, mas jamais poderia imaginar algo real c ele pois somos vizinhos e tenho reputação e uma bela família a zelar.
Um dia eu estava limpando o telhado do canil q faz divisa c o lote dele e resolvi olhar p ver como era o quintal. Para minha surpresa dei de cara c ele e meio sem graça disse q estava procurando a hélice do helicóptero do meu sobrinho que devia ter enroscado nas arvores. Ele pareceu não entender e eu tentei explicar c mimica. Ele fez sinal p eu dar a volta. Acho q entendeu meus gestos. Para disfarçar tive q ir lá. Dei a volta na quadra e ele estava me esperando no portão. De bermudão, parecia estar sem cueca pois algo balançava enquanto abriu o portão.
Meio sem graça, pedi licença e fui entrando rumo ao quintal. Pude ver o quarto, banheiro e pequena cozinha q compunham o imóvel. Sem nenhuma fala apontou a porta do quintal e eu fui na frente. Fiquei olhando p cima das arvores como quem procurava o tal da hélice q inventei para disfarçar minha espionagem.
Onde eu ia ele ficava atrás de mim também de cabeça erguida procurando não se sabe o que, pois não dava p saber se ele tinha entendido o q procurávamos…
Umas duas vezes acabei esbarrando minha mão no membro dele tipo sem querer e vi q aquilo tomou um volume grande na bermuda. Olhava disfarçadamente p não dar pinta e logo ele estava atrás de mim novamente.
Com o braço caído e a mão boba, acabei encostando novamente a mão no pau q já tava duraço. Fiquei parado como quem não esta percebendo nada e ainda olhando p cima. Ele começou fazer movimentos e eu como se nada tivesse acontecendo. Ele segurou minha mão no pau dele e começou a punhetar por cima da bermuda. Assim ficamos um bom tempo. Ainda olhando para cima e de costas para ele, ele foi enfiando minha mão por dentro da bermuda dele até que segurei aquele cacete enorme. Nossa dava uns dois do meu e bem mais grosso. Fiquei ali punhetando ele sem olhar pra tráz por mais um bom tempo até que ele me virou e me abraçou chupando meu pescoço e pondo a língua no meu ouvido. Parecia q estavamos delirando, tanto eu como ele tremíamos … eu comecei a passar a mão naquela barrigona peluda do sujeito e aquilo fazia meu cu piscar. Nunca tinha sentido nada parecido, inimaginável esta no quintal divida de muro de casa atracado c um homem. Coisa de louco… mas eu não pensava em nada, só alisava aquela barriga e punhetava o marmanjo. A cabeçona já tava húmida de tanto punhetar at[e q ele segurou minha cabeça e desceu p chupar aquele cacetão. Nunca tinha chupado ninguém, só tinha fantasia, então achei q ficaria c nojo e qdo percebi eu já mamava o marmanjo salivando e olhando p cima p ver a expressão dele.
Cercado de muros, ninguém poderia nos ver. O pau dele estava muito duro e latejando e ele já tentava me virar p abaixar o meu short mas achei perigoso e desconfortável ali. Ele me levou p dentro da casinha e na cama de casal me virou de quatro, fez eu chupar mais um pouco, aproveitei p babar bastante pois estava c muito medo de aguentar aquela jeba na bunda. Ele tinha pressa, me virou e foi abrindo minha bunda e enfiando devagar em leves estocadas. Eu tentava o segurar pois já sentia doer antes de entrar a cabeça mas ele todo suado e meio agressivo me dominava c aquele corpão. Foi enfiando e eu travado de dor mas ele me segurando pelo quadril fica me levando pra frente e pra trás enfiando o cadete. Muita dor me fez fragilizar e fiquei mole e fraco, boca seca e uma sensação esquisita de estar naquela posição e situação antes só fantasiadas.
Estava gostando, apesar da dor aqueles movimentos me fizeram ceder e logo ele estava bombando em mim e batendo o barrigão nas minhas costas. Loucura, eu olhava p ver a cara dele e parecia um louco que não metia a muito tempo. Babava de tesão e a pica foi ficando cada vez mês grossa até que esporreou tudo no meu cú. Tombou de lado e ficou grudado comigo c o pau dentro de mim. Me segurando e não me deixando sair. Peguei meu pau que estava duro e comecei a punhetar até que gozei c o pau dele dentro de mim, um monte de porra como a muito não jorrava. Ficamos ali lambuzados até q ele começou a movimentar de novo e repetiu a foda até gozar novamente e eu exausto fiz um gesto de segredo, vesti roupa e fui embora com fraqueza nas pernas, cheio de culpa e um sorrisinho no canto da boca.