A filha da acompanhante



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Pra começar, digo quem sou. Um homem de grana, empresário, dono de um negócio que presta serviços pro governo. Tenho 46 e sou casado e pai de um casal. Meu fraco é sexo. E pra piorar, com garotas novas e até garotos. Adoro comer o cuzinho de um menininho afeminado. Mas não gosto de obrigar ninguém, nunca estuprei ninguém, no sentido literal da palavra. Porque se for pelo que diz a lei atual, muita coisa que não é sexo é estupro.
Acompanhei o crescimento dos meus filhos cheio de desejo. Aproveitei os momentos a sós pra admirar e alisar minha filha em cada banho, em cada troca de fralda. Não foram poucas as vezes que coloquei ela sentada nua em cima da minha rola, depois de um banho, carne na carne e me masturbei movimentando seu corpinho macio. Ou que tomamos banhos juntos e deixei que ela e meu filho pegassem no meu pau pra brincar, isso tudo quando ambos ainda eram muito inocentes pra saber o que estavam fazendo.
Não me orgulho disso mas sinto muito tesão de lembrar. Hoje ambos estão com 16 e 17 anos vivendo a própria vida, com as alegrias proporcionadas pela boa condição financeira.
E afastados de mim, e com uma mulher mais vaidosa que sexual eu, que viajo muito a trabalho, comecei a recorrer às acompanhantes de luxo. Preferia as mais novas, de uma rede de serviços excelentes que conseguia meninas adolescentes, mas fraudava documentos para não causar problemas se elas fossem pegas conosco em algum lugar. Mas tudo isso é bem esquematizado e envolve hotéis e motéis que facilitam acesso e têm quartos separados, especiais para o deleite dos clientes. Muitos com cadeira erótica, elementos de SM, filmes pornôs e tudo o que for preciso para satisfação de clientes que pagam muito caro.
Eu tinha minhas preferidas e numa cidade do Sul, adorava ir, porque me conseguiam umas meninas lindas, olhos claros, cabelos loiros naturais e lábios carnudos e vermelhos e umas bucetasssss….. Que delícia aquelas flores se abrindo, rosadas, babadas…. Eu sempre levava comigo alguns artigos de sexshop para excitar as meninas. Pó, óleo e comprimidos. Tudo que tivesse poder de torná-las ainda mais sedentas por sexo.
Num dia de viagem, cheguei e fui direto ligar para solicitar uma acompanhante, das mais novas do catálogo, mas estavam todas ocupadas. Me explicaram que havia um evento na cidade que envolvia políticos e artistas e muitos requisitaram os serviços.
Não esperava ficar sem meu paraíso e isso me irritou profundamente. Pedi pra verem se não havia uma única disponível, até uma faixa de idade um pouquinho maior e a única que estava disponível era uma menina de 15 anos, grávida de 5 meses, que não estava atendendo clientes, mas que excepcionalmente poderiam liberar pra mim como cortesia, pela minha fidelidade como cliente.
A contragosto, aceitei. Eu sempre fui louco por sexo, não queria ficar esses dias sem sexo e poderia fazer essa menina gozar e comer seu cuzinho várias vezes. Grávidas, nunca havia pego, mas era o jeito…
A menina chegou no horário marcado. Tinha 15 mas aparentava menos, estava com um rosto triste de quem parecia estar ali à força, o que me fez perder o resto de tesão. Mas conversamos para ir quebrando o clima, pedi chocolate quente e outras coisas que ela queria e ficamos deitados na cama conversando. Deixamos as roupas sensuais que trouxera na bolsa de lado. Fiquei observando seu corpo, ela estava de calcinha e camiseta, sem sutiã na cama e os mamilos inchados da gravidez faziam os peitos, já enchendo de leite, balançarem. As aureolas rosadas marcavam a camisetinha muito fina e a calcinha branca de algodão, muito limpa e de aparência aconchegante deixava antever uma bucetinha de lábios carnudos que marcavam também a calcinha, vez por outra.
Ela estava muito à vontade, mas como se estivesse em uma sessão de cuidados paternos. Eu deitei ao seu lado tomando um whisky enquanto ela tomava um chocolate.
Liguei para o serviço de quarto pedindo um jantar leve pra nós dois e perguntei sobre a gravidez.
– Eu não posso tomar anticoncepcionais porque tenho problemas de circulação. Uso somente camisinha. Com um cliente acho que furou, pois não transo com ninguém fora da rede. (Ela se referia à rede de prostituição)
– Nenhum namoradinho?
– Nunca. Perdi a virgindade na rede e ganhei um dinheiro bom. Eles repassam bastante pra gente não querer sair. E de lá pra cá, só transo na rede. Mas eu gosto, me sinto segura.
– E como vai ser com essa gravidez?
– Não sei ainda. Quero continuar na rede, mas acho que vou ter que dar a neném pra adoção.
– Ah, é uma menina?
– É, sim.
Fiquei alisando seus cabelinhos lisos e loiros e ela conversava muito à vontade com aqueles imensos olhos verdes. Alisava suas coxas, porque mesmo sendo carinhoso, meu lado pai sempre foi sensual.
– Mas e o seu prazer? Se você não transa por prazer.
– Ah, mas eu sinto prazer transando com os clientes.
– Hummmm, você gosta, então?
– Gosto, tem uns mais violentos, mas nunca me machucaram. Outros gostam de coisas diferentes, mas eu sinto tesão, sinto muito tesão. Até sinto falta, porque não estou trabalhando pra não dar na vista, chama muita atenção uma garota grávida em hotéis, sozinha.
– Então você gostou de ter vindo?
– Sim, mas me falaram que você só me aceitou porque foi de graça e por falta de opção. Então achei que ia ser bem desagradável, sabe? Que você ia me comer e reclamar e me mandar ir embora.
– Não, não sou assim. Gosto de sentir e dar prazer. Então depois da gravidez você não transou mais?
Falei enquanto alisava a parte interna das coxas dela.
– Depois que descobri não, soube ainda no segundo mês, por causa da menstruação atrasada.
– Deve estar sentindo falta…
Toquei a barriga dela, levantei a blusa e alisei aquela bola branquinha onde havia uma menininha. Um pensamento me veio na cabeça e tentei afastar. Ela se esticou e relaxou na cama, recebendo os carinhos. Subi até os seios, alisei por cima da blusa e passei os dedos pelas bordas, tocando aqueles mamilos inchados.
Desci a mão pra barriga de novo até chegar na bucetinha dela. Alisei pouco, foquei nas virilhas, fiz ela se abrir mais e tocava de leve a buceta por cima da calcinha, e depois passei os dedos na racha, apertando com mais força, forçando a calcinha ali pra dentro. Ela se abria e mexia, deixava eu fazer o que queria. Empurrei um dedo pra dentro da buceta por cima da calcinha, forcei um pouco. Ela gemeu e afastei a calcinha pro lado e me inclinei pra ver aquela buceta suculenta rosada se abrindo. Estava cheia de caldo. Afastei os lábios, apreciei a entradinha apertada e fui enfiando um dedo e olhando o rosto dela. Enfiei fundo, lá no fundo, forçando e ela fazia carinha de dor. Eu gostava de machucar um pouquinho, confesso. Empurrei mais um dedo, e comecei a socar vendo ela balançar na cama, os peitos pularem e o corpo naquela posição de exame ginecológico.
Aquele pensamento me veio de novo enquanto eu afundava os dedos na buceta dela, imaginando estar alcançando o útero, onde um projeto de menininha dormia nua.
A campainha tocou. Era o serviço de quarto. Falei pra entrar e continuei o que estava fazendo. Eu estava de joelhos de frente pra ela, de cuecas e com o pau duro escapando pela lateral.
Minha suite grande tinha uma antessala e a área de dormir, além de uma varanda. Mas o serviço do hotel também sabia algumas coisas da rede, então eu me aproveitei disso e, em algumas ocasiões, deixei que camareiras e entregadores apreciassem fodas deliciosas.
O garçom entrou no quarto com a comida e eu, socando violento os dedos naquela buceta, disse:
– Deixe tudo preparado, por favor.
Ela gemia, arreganhada, a barriga evidente de grávida no ar, os peitos balançando convidativos.
Ele fez as coisas muito devagar, e percebi que apreciava meu momento e então saquei minha rola fora.
– Pode ser sem camisinha?
Ela fez que sim com a cabeça e segurando suas pernas pra cima, fui enfiando minha rola devagar naquele paraíso de putinha.
– Tudo pronto, senhor. Com licença.
– Espere, fique mais um pouco, assim que terminar dou sua gorjeta.
– Sim, senhor.
Ele parou logo ao lado, ficou olhando e eu arreganhava a putinha. Quanto mais abria, mais imaginava estar chegando no útero dela e alcançando a filhinha inocente, que devia receber as cutucadas do meu cacete.
Isso me excitava muito. Comendo duas pelo preço de uma. Pensei na bucetinha inocente de uma bebê rosada como aquela jovem mãe. Nem quis o cuzinho, por causa desse pensamento. Ela gemia alto, as pernas tremiam e eu socava com força meu caralho naquela bucetinha juvenil.
Gozei feito um cavalo, inunando mãe e filha de porra. Foi uma trepada maravilhosa. Paguei a gorjeta do garçom, visivelmente de pau duro e descansamos abraçados na cama.
Depois de dormir, acordar e, finalmente, eu comer aquele cuzinho rosado, com aquela mãe putinha de quatro, arreganhando seu rabo pra mim, eu tomei coragem para começar outra conversa.
Perguntei se ela tinha certeza da adoção.
– Não tenho o que fazer. Se ficar com ela, tenho que sair da rede.
– Vou fazer uma proposta.
– Qual?
– Fico visitando você sempre que vier aqui, enquanto tiver grávida. Serei seu cliente especial e isso vai garantir dinheiro pra você se manter. Alugo um apartamento e preparo para chegada da sua filha, pago suas despesas. Contratamos uma babá pra quando você precisar atender clientes.
– E em troca?
– Em troca eu quero ser o paizinho dela.
– como assim?
– Quero estar com você, ajudar a dar banho, trocar a roupa dela, fazer alguns carinhos.
– Você não pensa em estuprar um bebê, né?
– Não, quem sabe tocar, esfregar, lamber e chupar. Isso, confesso que me excita. Quando ela tiver maior, as coisas vão evoluindo… Mas pense com calma. Depois você me responde.
Dei meu cartão pra ela.
No mesmo dia recebi uma mensagem via whatsapp aceitando a proposta.
Voltei à cidade duas semanas depois, já com apartamento em vista, tudo pronto e acertado pra cumprir minha parte do acordo. Ela se instalou lá com toda mordomia e eu a comia deliciosamente, de todas as formas possíveis. Confesso que à medida que a gravidez avançava, eu ficava mais excitado em foder aquela buceta maravilhosa.
Nossa última trepada com ela grávida foi pouco antes dela entrar em trabalho de parto. E ainda tinha porra escorrendo junto com a água da bolsa que se rompeu quando ela foi atendida no hospital.
Fui conhecer a minha menininha, linda, no berçário. E acompanhei seus primeiros meses de vida sem nada mais que leves toques e carinhos, pois era muito frágil. Mas à medida que foi crescendo, comecei a fazer mais parte dos banhos, da higiene íntima, da hora de assistir tevê com a criança nuazinha no colo, também nu.
Fazia questão de tê-la presente na cama enquanto comia a buceta e o cu da mãe dela.
A mãe segurava seu corpinho nu, quando eu pedia lambia sua bucetinha, coisa que eu mesmo fazia, quando não gozava apenas de esfregar meu pau de leve naquela miniatura de flor.
Fazia questão de passar pomada e óleo na bucetinha e no cuzinho dela pra evitar assaduras e me demorava muito fazendo isso, massageando ambos, para ela sentir sempre prazer no toque.
Ela foi crescendo e se acostumando àqueles toques demorados, carinhosos, suaves e achando bom. Ainda bem pequena, se abria para receber meus dedos, minha língua. Enquanto brincava de perninhas pra cima balbuciando qualquer coisa eu ficava grudado feito uma sanguessuga naquela buceta deliciosa. Chupava e sugava.
Ia esperar ela crescer pra invadir seu útero e seu cu maravilhoso, mas seu crescimento foi mais delicioso e mais livre que aquele que tive com meus filhos.
Quando já era uma criança que corria pela casa, ela mesma vinha se sentava nuazinha no meu caralho duro, e às vezes agarrava, brincava, mordia, lambia. Mesmo maiorzinha, já frequentando a creche, ainda aceitava como a coisa mais normal do mundo eu deitá-la e chupar aquela bucetinha durante uma hora ou mais, sugando tanto que ficava vermelha até as virilhas. Depois eu comia sua mãe, fazendo questão que ela assistisse. e nessa época, eu já dedilhava sua bucetinha e, no banho, cheio de sabonete, já enfiava o dedo inteiro no fundo do seu cuzinho, que mordia deliciosamente meu dedo.
Foram anos maravilhosos em que esperei ela crescer apenas o suficiente para seguir na carreira da mãe, e claro, antes de profissionalmente, comigo.