Iniciando a esposa inocente



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Vou contar agora nossa primeira e grande aventura onde realizamos uma fantasia dela de saber como é outros homens.
Me chamo Pedro e minha esposa Julie. Moramos em Uberlândia – MG, tenho 37 anos, servidor público porte físico normal. Ela, morena clara, meia japinha, atualmente estou com 25 anos, estou casada há 7 anos e não temos filhos ainda. Cabelo castanho escuro e longo, 1,55m de altura e 49kg de peso, magra falsa rsss, bumbum redondinho, seios médios e fartos. Mulher top e de alto nível.
Somos casados há sete anos e na época dos fatos tínhamos cinco anos de casado. Cinco anos bem vividos e aproveitados o suficiente para alcançarmos o ápice da cumplicidade.
Compartilhamos inúmeras fantasias e fizemos boa parte dela. A minha principal era fazer um ménage feminino e como minha esposa tinha uma certa curiosidade para saber como era ficar com outra mulher resolvemos que deveríamos fazer e passamos a executar o plano.
Tentamos com uma e com outra mais sempre sem ganhar a abertura para introduzir o assunto e outras logo de cara a gente percebia que não seria receptícia à idéia razão pela qual deixamos de mão.
Vendo alguns filmes sobre ménage resultou que minha esposa começou a ter curiosidades sobre como era ficar com dois homens.
Como ela tinha sido companheira na minha investida não tive como não dar minha contrapartida e me negar a cumprir sua fantasia. Por isso, com uma dor no coração aceitei.
Contudo, visando resguardar minha identidade me incumbir de eu mesmo procurar os homens para tal finalidade para evitar dela começar as tratativas com alguém que me conhecesse. Para me acostumar com o assunto comecei ler vários contos sobre cuckold e isso foi atenuando minha resistência até então existente e surgindo um tesão por ver minha esposa com outro homem.
Como agora a fantasia já não era mais só dela e minha também comecei a executar o plano que me levaria a cornitude. Criamos uma conta no facebook e um skype para o casal e começamos adicionar pessoas que pela descrição, fisionomia e papo pudéssemos vislumbrar realizar nosso desejo.
Embora cercado de todas as cautelas necessárias, não foi o suficiente para evitar alguns micos como o que passei quando num desses encontros a pessoa com a qual combinamos era um professor meu da época do ensino médio. Como era tarde demais para voltar atrás, já tinha mostrado a face, só me restou por a vergonha de lado e encarar com naturalidade o assunto.
Voltando pra casa, a sensação de mico foi ruim demais, tinha tudo para a gente parar onde já estávamos e dar um ponto final nessa história.
Mas já tinha mantido contato com várias pessoas dentre as quais tem uns que são mais insistentes. Foi o caso de um rapaz de 25 anos na época que parecia bem seguro do que queria e aparentava possuir a safadeza que precisávamos para um encontro como esse. Passamos a dar mais prioridade para ele, pois efetivamente não era conhecido e demonstrava ter o mesmo interesse no sigilo que procuramos.
Nesse conto, vou chamá-lo de Neto. Depois de uns dois meses de conversas e numa tarde de sábado sem idéia do que a noite nos reservava, o Neto manda uma mensagem convidando pra sair. Como já tínhamos enrolado demais, resolvemos ir pelo menos pra conhecê-lo pessoalmente e se rolasse o clima ir logo pros finalmente.
Expus que por questão de segurança eu iria também ao menos até o local pois ela se sentiria melhor assim. E nós já havíamos combinados também que sempre faríamos com os dois juntos.
Portanto, combinamos e o local e na hora aprazada estávamos lá. Pronto pra tudo, de uma simples conversa a uma transa que ia me levar de vez para o universo cuckold.
Logo que chegamos ele também chegou e ai entramos no carro. Ela no banco do carona e no banco de trás. Demos continuidade no papo que tínhamos conversados virtualmente e logo percebemos que era a hora e o momento. Se gostássemos bem e se não gostássemos também não íamos morrer por isso.
Partimos para o motel. Ao chegar, por ser a primeira vez dos três, cada um na sua devida categoria: Neto – Comedor; Julie – Hotwife; e Eu – Cuckold. Resolvi facilitar as coisas. Sugerir que eu aguardasse no banheiro um pouco até que eles rompesse a inércia do ineditismo e começassem a serem guiados pelo tesão.
Por ser uma proposta que acredito que todos estavam pensando, prontamente foi aceita e eu fui ao banheiro mais com uma curiosidade imensa de ver o circo pegar fogo. Deixando a porta semi aberta, comecei observar pela fresta entre a porta e o portal. É uma sensação inexplicável. Um misto de ciúmes com tesão e cumplicidades só sei que eu estava ali por consentimento e custasse o que custasse eu não poderia voltar atrás. Já tínhamos ido longe demais para pagar esse mico de corno arrependido.
Nesses momentos de auto interrogações já haviam passado uns 4 minutos e ai retornei para a sala quando eles já estavam transando. O ciúme que sentir em ver minha esposa na pica de outro homem servia de tempero ao tesão que era presenciar tudo aquilo.
Minha esposa inocente, antes safada só em palavras, agora estava mostrando que sabia fazer o que falava. Fodia muito e isso me deixava mais extasiado. As várias posições me fez vê-la fudendo por vários ângulos. É um prazer indescritível e o melhor de tudo: ela também estava sentindo prazer. Ele, um rapaz novo e potente, não deixou a desejar e bombava com o estilo de quem gosta e sabe o que ta fazendo.
Depois da primeira gozada ele vai ao banheiro tomar um banho e eu fui para a cama agradecer o espetáculo e conferir o local do crime. Tava tão bonitinha a buceta de minha esposa que não me contive e dei uma bela chupada. Tava macio. Bife de primeira e ainda amaciado. Feito na hora.
Quando ele retorna ela vai tomar o banho e ai fiquei conversando. Demos um tempo e passado uns dez minutos eles se animaram para um segundo round. Dessa vez, já mais desinibidos, pude assistir sentado ao pé da cama.
Mil e um pensamentos voltam a mente e o que me aliviou foi ter vindo a memória um filme que eu tinha assistido: “Ninfomaníaca – sexo sem culpa”, onde a personagem, casada e bem sucedida profissionalmente, saía com desconhecidos por puro prazer. Pensei comigo, porque não ver o lado prazeroso do ato? Comecei a me aceitar naquela situação e recobrando o tesão comecei apreciar novamente o show que estava logo a minha frente.
Apesar de ainda um pouco envergonhada, a Julie já se soltava mais na cama revelando seu talento pro sexo. Deitou de ladinho e levantou uma perna. Ele pincelou o cacete na entrada da buceta e começou empurrar. A cada estocada via os fartos seios de minha esposa balançar como se estivesse aplaudindo o que estava acontecendo. Sentia que seu corpo estava eletrizado com ondas de prazer em toda parte e quando entrou tudo, o orgasmo reprimido se soltou.
Sua cara de prazer e satisfação foi me deixando mais à vontade. Todo meu receio sumiu como num passe de mágica. Numa das encaradas que ela me fez fiz um sinal de positivo com a mão razão pela qual ela viu meu consentimento e passou a rebolar no mastro que lhe fodia.
Ele comeu-a de quatro, de ladinho, por baixo e por cima. A cena que ainda martela meu juízo foi vê-la cavalgando por cima dele intercalando com umas boas reboladas. A habilidade com o seu traseiro engolia majestosamente o pau do Neto que desaparecia em sua gruta do prazer.
Meu pau latejava dentro da cueca e já havia soltado alguns jatos de gozo. Os dois deitados e de ladinhos começaram a soltar um gemido meio que reprimido e a contrair os corpos um contra o outro me fazendo ver aqueles dois atores liberando seus gozos simultaneamente.
Ele tinha um membro bem vigoroso e eu estava ávido pra vê-lo na portinha de trás. Como a Julie nunca gostou de sexo anal acredito que passou despercebido ou sequer lembrou. Dias depois em nossas conversas perguntei porque ele não comeu o cuzinho dela e ele respondeu que resolveu ir por parte para não me traumatizar logo de cara. Talvez eu não gostaria e etc e por isso resolveu garantir a continuidade que arriscar por tudo a perder.
Depois disto, nunca mais nos encontramos. Marcamos ainda umas duas vezes mais em ambas, por algum motivo da parte dele não pudemos sair razão pela qual ficamos, digamos assim, ociosos.
Estamos em busca de novas fantasias e realizações. O que vocês acham se ele merece mais vezes ou se é bom experimentar outros?
Estávamos pensando futuramente numa DP ou em um dogging. Por qual acham que é melhor começar?
Aguardo seus comentários e se alguém for do Tocantins e quiser manter contatos, nos escreva que quem sabe rola algo mais.
Aguardo os relatos do que acharam de nossa primeira experiência bem como dicas para os próximos e emocionantes capítulos.