Namoro adolescente



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Olá, meu nome é Karen, tenho 13, faço 14 em abril do ano que vêm. Tenho mais ou menos 1,43 de altura (baixinha), uns 34 quilos (magriiinha), parda oscilando entre branca e morena, olhos castanhos escuros, os cabelos da mesma cor e para no meio das costas. O conto é verídico. Eu tinha um namorado, não vou colocar o nome verdadeiro pra não dar problema então ele vai se chamar Lucas. Lucas era lindo, alto, forte, liiiiindo! Ele tem 14 anos! É um dos meus melhores namoros. Ele tinha que abaixar para me beijar, ele era muito lindo. O único defeito dele era ser evangélico. E respeitava seriamente a religião. Certo dia fomos no cinema, e o banheiro masculino estava entupido. Então estava deixando os homens entrarem nos banheiros femininos, mas só uma cabine estava disponível. Foi aí que ele estava falando com a mulher que estava dando informações que eu entrei na cabine que os homens estavam usando (sem saber). Aí a mulher mostrou e ele entrou quando eu estava fazendo xixi. Me senti muito assustada, mas ao mesmo tempo me deu um tesão de ver ele me vendo com aquela cara… Acho que ele também ficou com tesão. Levantei com a mão tapando minha xotinha lisinha e fechadinha dizendo baixinho:
-Como que entrou aqui? Você é louco?
Ele todo assustado, sem saber o que falar, fazia gestos impossíveis de serem decifrados.
Eu ficava mais excitada ainda, estava louca de tesão que não resisti quando olhei pro seu pau marcando a calça e crescendo. Larguei minha cota e fui direto pro seu pau. Abaixo as calças e ele dizendo sussurrando:
– Não, não! Para com isso Ka!
E coloquei seu pau bem grande e grosso, durão pra fora e comecei um delicioso boquete. Chupava com muita vontade e ele gemia baixinho. Eu chupava, chupava parecendo uma doida gulosa. Seu pau estava muito quente, e ele estava doido de prazer. Seu pau devia ter uns 16cm. Chupei até ele gozar na minha boquinha. Eu engoli tudinho e ainda disse que seu jeitinho era maravilhoso. Ele dizia:
– Pronto, chega Ka, vão pegar a gente! Para Ka!
E eu não parava, até que esbarraram na porta e eu levei um susto. Aí o tesão sumiu e eu e ele só queríamos dar um jeito de sair dali. Aí embaixo na parede, tinha meio que um vão. Decidi passar pra outra cabine por ali. Passe pro outro lado é saí normalmente e ele também. Fomos pra casa e pra nossa sorte, NÃO TINHA NINGUÉM EM CASA! Já olhei pra ele com um olhar malicioso, e ele dizia que não, que não iria repetir tudo aquilo.
E ele falando aquilo me dava um tesão muito grande até que abaixei minha saia junta da minha calcinha. Aí ele tapou a cara. Eu fiquei brava, e cheguei nele e disse:
– Ou a gente faz, ou vai me perder pra sempre Lucas!
Ele estava com o pau duro e latejando na calça, decidi abaixar aquela bermuda e chupar denovo aquela delícia. Ele gemia, só que dessa vez mais alto. Eu chupava muito, e ele aumentava de volume seus gemidos. Aí subi na cama e fiquei de quatro rebolando. Ele quando olhou não aguentou e veio por cima, posicionei seu pau na entrada da minha bucetinha, ele teve que colocar um pouco de força até meu hímen ceder. Quando cedeu, doeu muito, muito, muito mesmo! Eu dei um grito e ele tapou a minha boca pra abafar, se não os vizinhos podiam escutar. Ele começou um vai e vem lento, pra eu me acostumar. Ele começou a aumentar a velocidade e começou a ficar muito bom, a dor diminuiu e o tesão aumentou. Ele fazia um vai e vem muito gostoso até que eu não aguento e gozei na pica dele. Dei um gemido alto e ele tirou o pau pra fora e gozou na minha bundinha. Eu pedi mais, mas ele disse que não pois alguém podia chegar. Fomos para o chuveiro, tomamos banho e transamos denovo lá, dessa vez ele gozou na minha boca. E eu gozei duas vezes! Aí depois eu conto como ele fudeu meu cuzinho. Até mais!