Meu primo distante



Click to Download this video!

Oi, meu nome é Letícia, tenho 14 anos, magrinha, morena e alta, o que eu vou contar hoje aconteceu na véspera do Natal.
Minha família é bem grande, só na minha casa moram 18 pessoas.
Nos finais de ano nós alugamos uma chácara para reunir todo mundo.
Enfim, minhas bochechas doíam de tanto sorrir e cumprimentar aquele povo que eu nem lembrava da existência, já estava anoitecendo quando a irmã da minha avó chegou com uma multidão, no caso era só a família dela. Novamente, distribuí vários “oi”, beijos no rosto, abraços e apertos de mão, o último mal olhou pra minha cara, um cara lindo e alto que parecia tímido perto daquele povo, até que minha avó disse:
— Letícia, esse é teu primo Léo.
Ele sorriu para mim e eu para ele, fiquei encantada por aquele garoto. O papo ia rolando, ele continuava na dele, enquanto minha tia falava orgulhosa do neto, papo de tiazona mesmo, então descobri que ele tinha 18 anos.
— Ih, Letícia, pode esquecer ele. — uma prima mais nova gritou pro “cu e o mundo” ouvirem. E eu super sem graça fui pro lado de fora da casa, que não tinha ninguém.
Sempre fui muito tímida, era BV (boca virgem) até aquele dia, mantia os garotos longe, uns até achavam que eu era lésbica.
Não deu muito tempo e o Leonardo me achou e veio puxar conversa:
— Aquela Lorena é sempre irritante?
— Nem conheço.
Então o assunto foi indo até acabar. Ele parou e me encarou por um tempo, minhas mãos suavam frio, as bochechas queimavam e os pés formigavam, ambos sabiam o que ia acontecer, eu estava muito nervosa pela falta de experiência mas deixei rolar, então nos beijamos, nossas mãos exploravam nossos corpos, era uma sensação muito boa. Lembramos de todo aquele povo e ele me levou para um dos quartos, sem que alguém nos visse.
O Léo tava visivelmente excitado com aquilo tudo, me beijava e mordia meu pescoço e ainda com as roupas no corpo ele passava a mão nos meus peitos, me fazia rebolar no seu colo e eu já estava ficando doida, quase gozando.
Eu fazia de tudo para ele não tentar tirar minha roupa, pois sempre tive vergonha do meu corpo, em nenhum momento ele desrespeitou isso, mas eu não queria deixar ele (literalmente) na mão.
Leonardo percebeu o que eu queria, foi logo tirando a roupa e sentando na cama, nunca tinha visto um pau tão grande de perto (até porque foi o primeiro) ele guiava minha cabeça e segurava meus cabelos enquanto eu chupava desajeitada, eu tentava engolir o que podia e quando ia mais fundo percebia que ele gostava então insisti naquilo e ele gozou na minha boca, eu não tinha onde cuspir aquilo, então engoli com um certo esforço, era muito estranho para mim.
A partir daquele momento perdi a vergonha, comecei a me despir, tentando não olhar nos olhos dele.
— Você é linda. — ele soltou com a respiração ofegante. Minha vontade era sair correndo de vergonha, mas o tesão falava mais alto e continuei.
Subi em seu colo com as pernas trêmulas, eu roçava bem devagar em seu pau e ele chupava meus peitos. Eu ofegava e gemia baixinho, indo cada vez mais rápido, até gozar e ficar toda mole.
Deitei na cama e Léo veio por minhas pernas, lambendo minhas coxas e indo até a minha ‘menina’, sugando meu grelinho e me fazendo se contorcer toda. Eu já não controlava mais meus gemidos, nem me importava se alguém ouvisse. E novamente eu gozei, Leonardo deitou do meu lado e perguntou baixinho:
— Você quer continuar?
Eu sabia que se recusasse iria me arrepender, então respirei fundo e falei:
— Eu quero…
Ele pegou uma camisinha (que eu juro que até agora não sei de onde ele tirou) e subiu em cima de mim, forçando a entrada devagar, eu fechava os olhos e gemia baixinho, abrindo as pernas e o ajudando, quando entrou meus olhos até lacrimejaram e ele me beijou, dizendo que eu era muito linda e que eu aguentava aquilo tudo.
Quando percebi aquela coisa enorme estava toda dentro de mim, nós gozamos ao mesmo tempo, mal conseguia falar.
Eu nem lembrava daquelas pessoas lá fora, com ele eu me senti segura, mesmo mal o conhecendo, ele me respeitou e isso foi o mais importante.
Enfim, quero encontrar ele de novo, conversar sobre o ocorrido e tal, só vejo ele de novo no Ano Novo, quem sabe não acontece uma parte 2?