minha infancia, final da inocencia



Click to Download this video!

minha vida, minha infancia
tudo que contarei não posso afirmar real, me foi contado pelo personagem principal com sendo real tudo começa com fragmentos dos fatos para um dia de extrema solidão me contar toda a história com riqueza de detalhes . importante por se tratar de fatos reais o nomes das pessoas e das cidades serão trocado ou omitido .

apelido fia, filha única de um casal vivendo no interior paulista .
fia é uma menina de uns 10 anos de estatura normal, talves um pouco baixa e magra ainda sem seios só um caroçinho no lugar que ainda não a fazia sentir vergonha e por isso mesmo ainda não usava soutien .
é importante dizer e eu ja tinha esquecido de dizer que os fatos acontecido foram ha muitos anos atràs ja que a pessoa hoje teria mais de 50 anos .
era fim de ano talves dezembro pois fia ja estava de ferias escolares, seu pai também havia saido de ferias da empresa que trabalhava só que tinha conseguido um bico para fazer em uma fazenda bem longe do local onde morava e fia ficaria com sua mãe em casa .
era uma sexta feira quando sua mãe acorda cedo e pede para se vestir, pois iriam passar o fim de semana em outra cidade, cidade vizinha, era mais um vilarejo e totalmente rural .
chegamos cedo, bem ates do almoço, entri e fui pedir a benção a tia tio, avó, os primos quando viram que tinha chegado gente vieram correndo, foi aquela felicidade, ja me levaram par os fundos do sitio onde eles estavam brincando e chupando manga, quando minha tia e minha mãe chamaram – nos para almoçar .
primos eram 3 o mais novo deveria ter entre 9 e 10 anos e apelido de nene, depois o outro que era entre um ano e meio a 2 anos mais velho chamava-se pedro e por último o joão que deveria ter uns 14 anos, todos moreno claro .
todos almoçamos quando minha tia disse = joão termina de comer e va na roça pegar umas coisas para mim .
o mãe a fia pode ir junto ?
não sei fala com a mãe dela e avisa que a roça não é perto .
minha mãe ouviu e respondeu antes da pergunta ser feita, pode sim mas fia tire esse vestido e coloque um short .
saimos todos, os 3 primos e eu .
quero exclarecer que na época as educações eram muito rigida, ninguém falava palavrão, as pessoas eram inocente e respeitavam as outras tanto é que brincavamos todos juntos sem maldade, os meninos se masturbavam entre eles e deveria também as meninas fazerem a mesma coisa mas era quase impossivél alguém falar um palavrão perto de alguém do sexo oposto, o respeito e o medo eram enorme .
eu era completamente inocente ao assunto sexo, tesão nunca havia sentido, as vezes na rua indo ou vindo da escola via cachorro engatado com cadela e sabia oque faziam mas nem curiosidade tinha, não se pensava em sexo .
era mais ou menos umas 2 horas da tarde estavamos quaze chegando na roça e iamos atravessar um corrego quando um primo chamou = vamos nadar negada ?
como ? a fia ta aqui e não podemos tirar a roupa .
eu respondi = podem sim não se importam comigo não .
nene = é depois chega la e conta, quem apanha somos nós .
joão = só se nadarmos de roupa que até chegar de volta ja secou .
nene = eu vou tirar a minha e a fia ja falou que podemos .
pedro= eu vou ficar de cueca, mas isso não vai dar certo e a fia como vai fazer ?
joão = a fia se quizer ficar de calçinha pode e ninguém vai abrir o bico em .
fia = eu não vou ficar pelada aqui não gente eu tenho vergonha .
nene ja estava pelado e saiu correndo com a minhoquinha balançando no meio das pernas fazendo todos rirem e pulou dentro da agua .
pedro ja tinha ficado de cueca e mesmo com a peça de roupa deu para perceber que a minhoca dele era mais comprida e torta dentro da cueca .
joão entrou com roupas mesmo e eu fiquei sem entrar na agua .
joão = vem fia, vem de roupa mesmo ou fique de calçinha ninguém vai falar nada mas entra um pouco a agua esta uma delicia .
entrei de short e blusa um pouco brincamos na agua e saimos .
o joão com a roupa molhada e colada no corpo dava para perceber seu volume dentro do short mas sem ereção e eu com a roupa molhada e colada deveria estar marcando minhas partes também, mas sem nenhuma piadinha a respeito de ninguém . nem das minhas partes intimas ficarem demarcada no short de tecido fino que eu usava e dois limões pequeno no lugar aonde cresceriam e ficariam peitos lindos com areolas rosadas, também queriam furar o tecido da camiseta que eu usava, mas nem uma palavra que seria obsena da parte deles .
chegamos na roça, um calor asfiquiciante, entrei na choupana de folha de coqueiro e me sentei em um banco de madeira enquantos eles foram catar legumes, só na volta que ouvi um comentário entre o pedro e o joão .
pedro = nossa a fia esta uma e fizeram sinal de psiuuuu .
joão falou em voz baixa mas eu ouvi = aquelas tetinhas dela da até e outra vez psiuuuu .
pedro = ainda bem que ela entrou na agua com o short, ja pensou se fica só de calçinha e agora molhada ia aparecer a buceta dela interinha .
nene = de short ja aparece e eu fico louco .
joão = chegando em casa vou descascar uma pensando nela .
chegaram na choupana .
joão = cansada fia ? vamos embora ?
fia = vamos mas eu não estou cansada não, saimos no caminho de volta conversando amenidade mas aquela frase ( vou descascar uma ) não me saia da cabeça, oque seria descascar uma, passamos pelo riachinho de volta, minhas roupas ja estavam quaze secas quando o joão perguntou se queriamos cortar caminho passando pela divisa da fazenda e como ninguém se disse contrario fomos pelo caminho indicado, margeando um pasto depois outro, faltava uns quarenta minutos para chegar quando começamos a margear um pasto cheio de bezerros desmamados e algumas eguas quando o joão me explicou que os bezerros eram para engordar e as eguas pequenas ainda era para crescer pois o pasto ali era farto e elas eram novinhas, na linguagem deles e comparações elas estariam na minha idade ainda, elas foram colocadas ali para crescer forte que depois seriam para engravidar e ter filhotes, eram eguas de raça nobre chamada de puro sangue e por isso eram bonitas e mesma sendo novas ja eram grandes, bem maiores das eguas pangarès que tinham por ali .
chegando na divisa do pasto com o último e os bezerros e as éguas nos acompanhando por dentro do pasto e chegando perto do outro pasto oande eram de touros reprodutor e cavalos chamado de inteiros ( sem ser capado = sem ser castrado ) um dos cavalos fica desesperado ali pulando relinchando esticou o pinto em sua plenitude e no desespero em ver as eguas ali consegue pular a cerca e sobe em uma egua branca tentando copular com ela .
pedro = eita o maiado vai arrebentar o cabaço da branquinha, e o cavalo igual louco em cima da égua e tentava introduzir seu monstro mas errava e tentava novamente e eles momentaneamente esqueceram que eu estava ali e vendo tudo e ouvindo também quando tampei meus olhos e me virei para não ver .
ja tinha visto e pela primeira vez senti minha buceta piscar, era tesão mas até então não sabia de nada .
pedro = ela não vai aguentar joão ela é muito nova .
joao = deixa de bobeira pedro se ele esta assim é porque ela deve estar no cio .
quando perceberam que eu existia e estava de costas para a cena que desenrolava .
joão = fia oque aconteceu ? porque esta chorando ?
fia = eu não estou chorando, estou com vergonha, lembra que sou menina .
joão abraçado em mim disse = pode olhar fia afinal todo mundo vai passar por isso um dia .
fia = eu sei mas estou morrendo de vergonha, eu sou a unica menina no meio de vocês .
eu queria olhar, minha curiosidade aguçada e a bucetinha piscando sem parar e ja tinha começado a babar também .
começei a me virar e tirar a mãos do rosto quando o cavalo acertou o lugar e enfiou todo aquele colosso dentro da égua com toda aquela violencia e começou o entra e sai e a égua tentava sair mas o cavalo segurava, até que o cavalo relinchou e saiu um monte de liguido de dentro da égua e o nene gritou .
nene = nossa quanta porra ? vocês viram ?
pedro = poxa cara ele arrebentou sem dó a bucetinha da branquinha .
o cavalo relinchou e pulou em cima novamente, só então percebi que estava abraçada com o joão e ele estava com um volume enorme na frente, olhei para o pedro e também estava excitado .
joão abraçado a mim falou no meu ouvido = fia estou até tremendo de tanta vontade e eu sem querer disse .
fia = nossa joão tou sentido uma coisa que nunca senti, uma bambeira nas pernas, uma batedeira no coração .
joão encostou no meu ouvido e disse baixinho = é tesão fia, olha meu estado aqui em baixo . olhei e voltei a mão no rosto com a boca aberta de espanto .
bem encostado no meu ouvido ele pediu = fia da uma pegadinha nele e veja como esta duro .
o cavalo nessa hora relichou e saiu de cima da égua outra vez .
eu falei baixo no ouvido dele = você ta louco ? tenho medo e vergonha e alem disso os dois ali vão ver .
joão = edai fia, se pude-se eles meteriam em você também, o pedro ta doidinho .
fia = nooossa seu tarado sem vergonha olha o cavalo esta indo embora .
tudo isso sendo falado baixinho encostando no ouvido e eu ja tinha pegado no pinto dele .
joão = da outra pegada fia ?
fia = nãoooo você ta louco ?
joão = deixa eu encostar na sua bundinha ?
fia = e os dois ali vão querer também, eles estavam olhando para nosso lado .
joão = deixa fia só um pouquinho, eles tambem .
fia = nãoooo eu tenho medo e o seu parece enorme .
joão = deixa o nene primeiro que o dele é pequeno mas não tem nada haver não .
fia = eu nunca fiz isso, mas vamos la se doer para viu, e é só um pouquinho .
entramos debaixo de um pé de manga, na sombra quando o nene chogou com sua piroquinha dura e o joão tinha me colocado de quatro pe, e o nene passou cuspe no meu rego e tentou enfiar e até enfiou um pouco e começou a por e tirar até tremer todo e sair, estava bom mas tinha acabado .
era a vez do pedro, com uma piroquinha maior e mais grossa, chegou atras de mim passou cuspe no meu anel e colocou a ponta de um dedo quando dei uma gemida = hãaaa hãaaa, cuspiu novamente e passou no meu anel e encostou a cabeça do pinto e eu me arrepiei toda e senti que babei novamente pela bucetinha, quando ele enfiou a cabeça eu gemi e ele tirou e tentou novamente quando entrou a cabeça dei um grito e pulei para frente, tinha sentido como um beliscão no anelzinho .
fia = ahhh ta doendo e assim ja parei .
pedro = o fia desculpa eu me desequilibrei e foi com tudo, foi isso, ohh fia vamos continuar vamos, eu tomo mais cuidado, vem deixa eu ver se machucou, vem se abaixa aqui que eu vou ver, vem .
eu voltei me abaixei e ele novamente com o dedo cheio de cuspe foi passando em meu anelzinho e perguntando se doia se estava bom e assim eu me relaxei .
pedro = olha fia vou bem devagar e começou a enfiar com bastante cuspe e novamente senti um ardor e pedi para parar, ele parou mas não tirou de dentro, senti a buceta piscar novamente e pedi .
fia = pedro estava bom mas doeu agora coloca mais e ele foi enfiando um pouco mais quando derrepente ele tremeu e se esticou todo e saiu fora .
passei a mão na bunda e tinha uma meleca branca, quando joão chegou perto de mim .
joão = o fia deixa eu ver sua bucetinha ?
fia = oque você quer ver ?
joão = só ver eu nunca vi uma .
fia = então ta mas só ver .
quando ele abriu os labios da bucetinha eu senti uma piscada e começou babar .
joão = deixa eu ir aqui ?
fia = não, você ta louco ?
joão = então fia vamos do jeito que estamos indo, mas fique em pe e se apoie no pé de manga, e eu posso meter e passar a mão na bucetinha ?
fia = só passar a mão pode, mas só passar a mão .
ele começou a tentar enfiar seu pinto que ja era grandinho, e eu sentindo dor mas a mão na minha rachinha amenizava a dor de ser enrabada e ele se limitou a só colocar a cabeça e fazer caricias na bucetinha e rapidinho ele gozou tambem, só que na minha costas .
minhas roupas ja estava seca e continuamos a caminhada até a casa da minha tia .
meu cuzinho dolorido e as vezes eu reclamava .
sabia que oque tinha feito era proibido mas ja tinha feito e pior tinha gostado .