Na fazenda



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Oi, sou Aline e tenho treze anos. Segundo meu tio e muitos moleques da escola onde estudo, tenho um corpinho de matar de inveja as meninas da minha idade. Sou do tipo BBB (baixinha, bonita e bunduda) como diz minha mãe com a concordância do meu velho tio que sempre que pode, tenta tirar uma casquinha. Meus peitinhos, ainda em fase de crescimento, são extremamente sensíveis e vivem doloridos. Qualquer toquezinho ou até mesmo um ventinho mais fresco, faz como que meus mamilos rosadinhos fiquem bicudos e durinhos. Minha xaninha é quase que totalmente desprovida de pelos e meu grelinho, além de ser bem destacado, vive durinho. O que mata a pau mesmo e chama muito a atenção por onde passo é minha bundinha que mesmo não sendo grande, é lisinha e ligeiramente arrebitada. Em resumo, apesar de eu não forçar a barra, estou sempre sendo assediada pelos meninos de qualquer idade. Dos oito aos oitenta anos, eles estão sempre me dizendo uma piadinha por onde quer que eu passe. O que vou relatar agora, aconteceu durante o último fim de semana prolongado que meus pais resolveram passar na fazenda da minha avó. Esta fazenda fica exatamente no meio do nada e devido à distância dos grandes centros é impossível se conseguir sinais de Internet, celular e até mesmo a televisão só pega um canal com uma imagem horrorosa. Assim sendo, para uma menina da idade, um fim de semana prolongado naquele lugar e sem a companhia de meninos ou meninas da minha idade, a coisa se transforma num verdadeiro inferno. Já na manhã seguinte à nossa chegada, sai para uma caminhada até a barragem que mesmo estando com o nível bem baixo, sempre se dá um jeito de dar uma refrescada. Como eu estava usando um vestidinho de florzinha de um tecido fininho, pensei, se eu entrar na água vou ficar como se estivesse nua pois não estava usando sutiã. Pelo menos eu poderia molhar as pernas, braços e até nuca já que o calor estava de matar apesar de ser ainda bastante cedo. Quando já estava bem próxima da prainha da barragem, ouvi vozes e risadinhas que me pareceram ser de crianças. Apurei o ouvido e pude claramente ouvir um voz de menino dizendo:
– “Porra, anda logo que eu também quero. Carai, gosa logo”
– “Vai Zé, gosa logo nesta bucetona que nóis também qué” disse uma segunda voz de menino.
– “Calma ai putada, já tô quase. Segura este cabresto direito” disse o tal do Zé.
Me mordendo de curiosidade, caminhei sorrateiramente até uma árvore enorme onde a meninada costuma brincar e subindo até o meu galho favorito, me deparei com uma cena que me deixou perplexa. Bem na beirinha da água estavam três moleques que nunca tinha visto por ali, metendo a vara numa égua que docilmente se deixava foder como se estivesse gostando. Enquanto o Zé metia sua piroca duríssima na bucetona da égua, um outro segurava o cabresto com uma das mãos e com a outra tocava uma vigorosa punheta e o terceiro assistindo de perto também dava um trato na sua piroca igualmente duríssima. Sem que eu me desse conta, minha mão foi direto pra minha bucetinha e imediatamente passei a dedilhar meu grelinho que quase instantaneamente me levou a um delicioso orgasmo. Assim que o Zé gosou, enchendo aquela bucetona de porra, outro menino tomou seu lugar e levantando o rabo da égua, deu um cusparada na cabeça do pau e imediatamente atolou tudo de uma vez só. Ao ver aquela égua sendo comida pelos três pivetes me deixou morrendo de vontade de estar no lugar dela e apesar de ter gosado maravilhosamente, minha bucetinha não parava de piscar e de verter abundantemente meus caldinhos vaginais. Estava tão envolta por aquele clima erótico que perdi o equilíbrio e me esborrachei no chão numa queda de quase dois metros de altura. Logicamente que ao cair em cima de muitas folhas e galhos secos, fiz uma barulheira só e isso imediatamente fez com que os moleques parassem com aquela orgia e viessem ver o que estava acontecendo. Ao darem de cara comigo ainda estatelada no chão e sem forças pra levantar, ele se aproximaram e depois de se certificarem de que nada demais tinha acontecido comigo, começaram a fazer mil perguntas. O que parecia ser o mais velho, que estava enrrabando a égua quando cheguei e se chamava Zé, foi logo dizendo num tom muito autoritário:
– “O que você está fazendo aí? Aposto que estava espiando a gente, né?”
– “Tava não, garoto. Eu cai quando tropecei nestes galhos. Eu ia passando e juro que não vi nada, juro” disse eu tentando convence-los do contrário.
Só então percebi que eu ainda estava na mesma posição que eu tinha caído, isto é, com as pernas escancaradas permitindo que eles tivessem uma visão privilegiada das minhas coxinhas roliças e da minha calcinha com estampa de bichinhos, bem infantis.
– “Ói Zé, eu acho que ela estava vendo a gente meter na Mimosa” disse outro menino que não tirava os olhos do vão das minhas pernas.
Eu estava tremendo feito vara verde e honestamente não sabia dizer se era de medo ser estuprada ou de tesão ante a possibilidade daqueles moleques quererem fazer comigo o que eles estavam fazendo com aquela eguinha e que tinha me feito gosar deliciosamente. Rapidamente fechei as pernas e puxei meu vestidinho para baixo.
– “Tava não menino. Cheguei aqui agora mesmo e não vi nada que vocês estavam fazendo com aquela égua”
Meu nervosismo era tanto que acabei por me trair ao admitir que tinham visto o que eles estavam fazendo.
– “Ah, então você viu, né? Sua safadinha. Aposto que ficou assistindo tudo” disse o Zé.
– “Será que a bucetinha dela é mais apertadinha do que a da Mimosa?” disse o que parecia ser o mais novo. Aquela frase me fez ficar com mais medo ainda de que aqueles pivetinhos quisessem me comer também como estavam fazendo com a égua.
– “Claro que é” disse o Zé com ares de entendido. “Ela é só uma menina e deve ter uma bucetinha bem apertadinha com cabacinho e tudo”
– “Será que ela deixa a gente experimentar?”
– “Pergunta pra ela seu bundão. Eu é que não posso responder”
Aquele diálogo estava me deixando preocupada com a integridade da minha xaninha virgem e apertadinha. E se aqueles taradinhos resolvem me comer ali mesmo? Meu medo se transformou em terror quando o Zé, estendendo a mão disse:
– “Levanta logo deste chão cheio de bosta de vaca e vem se lavar. Você arranhou o joelho”
Sem ter outra saída, deixei que ele me levantasse do chão e levasse até a beira da barragem onde a eguinha pastava tranquilamente como se nada tivesse acontecido. Ao vê-la, imediatamente me lembrei das varas que ela tinha aguentado passivamente e minha xaninha deu umas piscadas, me matando de vergonha, mesmo sabendo que nenhum deles tinha percebido. Para o meu total espanto, um dos moleques, se posicionou atrás da égua, colocou sua vara dura pra fora do short e levantando o rabo dela, cravou tudo com uma só estocada. A égua continuou na mesma posição enquanto eu quase cai dura de susto. Sem se importar com a plateia que a tudo assistia, este desgraçado começou um rápido movimento de entra e sai naquela bucetona preta, me deixando com a pernas completamente bambas.
– “Pra que você está metendo na Mimosa, a gente tem coisa melhor aqui, seu bundão” disse um dos meninos.
Aquilo foi a gota d’água que faltava para que o pânico me invadisse e com a voz embargada, disse:
– “Nãããooo, isso não. Isso eu não quero. Deixa eu ir embora pra casa”
Ainda me segurando pela mão, o Zé me deu um puta tapa na bunda e foi logo dizendo:
– “Se a gente quiser a gente te come igual a gente tava fazendo com a Mimosa. Você não gostou de ver? Agora vai gostar de fazer”
– “Não garoto, eu não vi nada e também não quero fazer estas coisas não. Eu nunca fiz isso. Sou virgem de tudo”
Enquanto este diálogo rolava, o outro moleque, sem dar ouvidos ao que foi dito em relação a mim, continuava a meter na bucetona da eguinha, me deixando espantada com o tamanho da vara do menino, o que para mim, era gigantesca. Já imaginou se ele resolve meter aquilo na minha xaninha peladinha, apertadinha e virgem. Por várias vezes tentei meter o cabo da escova de cabelo e por mais que eu tentasse, não entrava e certamente aquela piroca duríssima ia me arrebentar toda de me deixar com a xaninha mais larga que a da Mimosa. Olhando em volta, vi que os moleques já alisavam acintosamente suas varas duras por cima dos calções, numa clara demonstração de que o tesão tinha tomado conta deles, apesar de terem gosado muito com aquela eguinha. Para minha surpresa, o Zé baixando seu calção, liberou seu pau duro e sem muitos rodeios foi logo dizendo:
– “Se você não quer dar esta sua bucetinha pra gente, pelo menos deixa a gente ver, dar umas alisadinhas nela. Você vai gostar. Vai, mostra logo”
Aquelas palavras me deixaram aterrorizada e sem forças para me mover, vi o Zé se aproximar de mim com aquela piroca dura feito ferro e apontando diretamente pra mim.
– “Dá uma seguradinha nele, dá. Não vai te tirar pedaço, pode segurar”
Mesmo tremendo de medo, deixei que o tesão falasse mais alto e sem esperar que ele tivesse que pedir de novo, estendi minha mãozinha e a toquei com a ponta dos dedos para sentir a rigidez daquele pedaço de carne que ao sentir meu toque, deu uma pulsada mais forte, fazendo aquela cabeça roxa apontar para cima. Completamente dominada pelo tesão, segurei aquela vara dura e envolvendo-a com os meus dedos, copiei os movimentos que o menino punheteiro ao nosso lado fazia, isto é, passei a movimentar minha mãozinha num vai-e-vem lento e firme. Ao perceber que o clima estava esquentando cada vez mais, tratei de largar aquela vara duríssima para logo ouvir as reclamações:
– “Porra, não para não” disse o Zé com veemência
Morrendo de medo e tesão novamente segurei aquela coisa dura e iniciei um movimento mais rápido na esperança de que ele gosasse logo para que eu fosse liberada. Ledo engano. Logo o menino ao nosso lado, também me ofereceu sua vara para que eu fizesse o mesmo. Em pouquíssimo tempo eu tinha duas varas duríssimas nas mãos enquanto o que estava fudendo a égua gosou ou cansou e foi pra água se lavar. Mesmo com duas varas nas mãos, fiquei olhando enquanto o moleque dava um trato na sua vara que não baixava nem por nada. Vendo que eu estava tocando punheta pro Zé o pro garoto mais novo, ele se aproximou e foi logo dizendo:
– “Caralho, eu também quero”
– “Deixa de ser burro Leo. Você não tá vendo que a menina só tem duas mãos?”
Vendo que não tinha como eu tocar punheta pra três, ele se chegou por trás de mim e sem pedir foi logo levantando meu vestidinho e me segurando firmemente pela cintura, encaixou seu pau duro no meio das minhas coxinhas. Subjugada por aquelas mãos fortes em volta da minha cintura e tendo os outros dois na minha frente bloqueando qualquer tentativa de fuga, deixei a coisa rolar, afinal estava uma delícia. Logo, vendo que eu não oferecia resistência, suas mãos liberaram linha cintura e logo pousaram sobre os meus peitinhos, a parte mais sensível do meu corpinho juvenil, me deixando totalmente entregue àquelas carícias. Este menino, o Leo, mesmo tendo metido mais uma vez na eguinha, continuava de pau duro e vez ou outra dava uma cutucada na minha grutinha que mesmo protegida pela calcinha, me fez temer pelo meu cabacinho, pois parecia que ia rasga-la para me invadir. Da mesma forma que eu os espionei, temi que alguém pudesse aparecer e nos pegar daquele jeito. Assim sendo, tive que interromper aquela deliciosa sacanagem e dizer:
– “Por favor, pelo menos vamos sair daqui. Este lugar é muito descampado e assim como eu os flagrei, alguém pode chegar e fazer o mesmo”
Sentindo que mesmo contra vontade e depois de ver que eu tinha largado as varas do Zé e do outro garoto, o Leo tirou o pau das minhas coxas e rapidamente seguimos até uma capoeira onde as árvores nos protegeriam melhor contra olhares indesejados. Assim que chegamos, o Leo logo se posicionou atrás de mim e alegando que o tecido da minha calcinha estava esfolando a cabeça do seu pau, ele novamente sem pedir ou sem esperar meu consentimento, baixou minha calcinha até os pés expondo minha bundinha redondinha aos seus olhares famintos.
– “Puta merda, que bundinha linda esta menina tem. Que maravilha” disse ele surpreso com o visual.
– “É que você não viu esta bucetinha lisinha que ela tem” disse o Zé enquanto dava uma passada de mão na minha xaninha. “E tá toda moiadinha” completou ele ao sentir meus líquidos vaginais escorrendo.
Como eles, entusiasmados como estavam, tinham usado um tom de voz muito alto, tive que repreende-lo dizendo:
– “Calem a boca garotos. Daqui a pouco tudo mundo vai ouvir o que vocês estão dizendo”
Imediatamente ele encaixou sua vara dura no meu reguinho e foi aí que temi pelas minhas preguinha. Sua vara, com a ajuda dos nossos lubrificantes, deslizava facilmente desde a minha argolinha até a entrada da minha grutinha que não parava de piscar, por medo ou de tesão. Cansados da punheta e sem tirar o dedo médio da entrada da minha grutinha, o Zé disse:
– “Dá uma chupadinha gostosa, dá? Depois eu faço o mesmo contigo”
– “Éca, isso não. Eu nunca fiz isso e tenho nojo. Sem contar que você estava metendo seu negócio na pobre da eguinha. Você pensa que eu não vi?”
– “Se é por causa disso, eu lavo bem lavado”
– “Não me pede isso não. Já estou fazendo um monte de coisas pra vocês”
– “Só uma chupadinha rápida. Prometo, é rapidão. Eu lavo bem”
– “Você promete? Se você prometer eu faço um pouquinho”
Sem perder um segundo, o Zé correu até a água e depois de dar uma lavada no capricho naquela vara dura, ele voltou correndo e se colocou na minha frente dizendo:
– “Pode até cheirar. Tá bem limpo. Agora dá uma chupadinha bem gostosa”
Como promessa é dívida, não tive outra alternativa a não ser dobrar o meu corpinho pra frente e depois de dar uma conferida na limpeza, coloquei aquela cabeçona roxa na boca e iniciei um tímido e desajeitado boquete. Afinal, era a primeiríssima vez que eu estava sentindo o gosto de uma vara. Assim como eu estava sentindo o gosto de uma piroca pele primeira vez, logo senti a dureza de outra na entrada da minha bucetinha virgem. Aproveitando-se da posição em que eu estava, o Leo direcionou a cabeça da sua piroca para a entrada da minha xaninha e se não faço um movimento rápido pra frente, ele teria me invadido completamente. Cheguei a sentir uma dorzinha leve quando a cabeça se alojou entre os grande lábios procurando minha entradinha.
– “Aiiiinnnnnn, assim não. Não faz isso não. Meter não. Isso eu não quero”.
Ao fazer este movimento pra escapar do invasor, acabei por engolir quase toda a vara do Zé que chegou a tocar na minha garganta me provocando ânsia de vômito. Ao sentir minha boca envolvendo sua piroca dura, o Zé deu um gemido mais alto e segurando minha cabeça com as duas mãos, me encheu a boca de porra quente que tive que engolir já que ele não tirava o pau da minha boca e nem soltava minha cabeça que ele mantinha firme contra aquela vara dura. Ao me ver engolir toda a porra que o Zé tinha despejado na minha boca, o outro menino pra quem eu continuava a tocar uma desajeitada punheta, quase implorando disse:
– “Deixa eu dar uma metidinha em você. Prometo que é só a cabecinha”
Ao ver o tamanho da sua piroquinha, pensei cá comigo: “Esta eu até que encaro” e sem pensar muito, dei uma reboladas no pau do Leo para que ele terminasse logo. Bastou eu pensar nisso e já senti os primeiros jatos de porra quentinha escorrendo pelas minhas pernas. Fiz um esforço sobre-humano para não gosar e dar não bandeira para aqueles moleques e deixá-los saber que eu, assim como eles, também estava maluquinha de tesão e com uma vontade enorme de ser invadida como foi aquela feliz eguinha. Assim que o Leo terminou de gosar, o Pedrinho, este era seu nome, disse todo orgulhoso:
– “Cai fora Leo que ela disse que vai dar pra mim”
Imediatamente este pirralho tomou o lugar do seu amigo e sem perder muito tempo foi logo encaixando sua varinha dura na entrada da minha xaninha que não parava de piscar de tanta ansiedade. Ao senti-lo fazendo uma leve pressão pensei: “Será eu desta vez meu cabacinho dança?”. Quando aquela cabecinha entrou, quase gosei e sem que o Leo pedisse, me abaixei mais ainda e abocanhei sua piroca que apesar de toda babada me pareceu “apetitosa”. Estendi minha mão e mais uma vez agarrei a vara do Zé e fiquei tocando uma punhetinha enquanto chupava a vara do Leo e levava a piroquinha do Pedrinho na xaninha. Desta vez, não me foi possível continuar fingindo não sentir prazer e ao sentir a porra do Pedrinho jorrando com força dentro de mim, gosei junto com ele e com o Leo que assim como o Zé, também inundou minha boquinha de porra. Apesar de ele não estar me obrigando a nada, continuei chupando aquela vara até que estivesse sem nem uma gotinha daquela gosma quentinha.
– “Aiiiinnnnnn que delícia. Vou gosar. Nossa que gostoso. Mete mais Pedrinho, quero gosar mais”
Apesar da pouca idade, o Pedrinho não aguentou e depois de ter gosado gostoso, me deixou sozinha de bunda pra cima, ainda chupando o pau do Leo que não se aguentando mais, implorou:
– “Pô menina, deixa eu dar só uma metidinha de leve. Prometo que enfio só a cabecinha e se doer eu tiro. Prometo. Por favor, deixa”
Como eu já tinha sido comida pelo Pedrinho e o caminho estava aberto, disse baixinho:
– “Só a cabecinha, tá? Não vai querer enfiar tudo porque seu negócio é muito maior do que o do Pedrinho e vai me machucar. Tá bom assim?”
Sem perder muito tempo e quem sabe com medo que eu desistisse, ele se encaixou atrás de mim e direcionando aquela cabeçona roxa e dura para a minha grutinha ele logo a seguir deu um empurradinha que mesmo de leve fez a cabeça entrar quase toda e me fazendo ver estrelinhas. Foi uma dor forte, mas ao mesmo tempo suportável e até gostosa, mas assim mesmo tratei de valorizar e fiz um charminho.
– “Âââiiiiinnnnnnn, doeu. Vai devagar. Mete devagarinho. Com carinho”
Atendendo aos meus apelos, ele ficou uns bons minutos sem se mover enquanto eu sentia aquela cabeçona pulsar na entrada da minha xaninha ainda virgem apesar da piroca do Pedrinho. Enquanto o Leo esperava eu me acostumar, o Zé não parava de dedilhar meu grelinho.
– “Puta que pariu, que calorzinho gostoso. Que bucetinha quentinha. Ah se eu pudesse meter tudo” disse o Leo já desesperado de vontade de meter até o saco.
– “Olha o que você prometeu. Se você enfiar isso tudo em mim, vou ficar igual àquela eguinha que vocês devem ter arrombado”
Depois de algum tempo paradinho para eu me acostumar, ele gentilmente disse:
– “Posso meter mais um pouquinho?”’
Não me aguentando mais de tanto tesão e doida pra sentir aquela vara deliciosa dentro de mim, disse:
– “Só mais um pouquinho. Se doer você tem que parar. Por favor não vai me machucar”
– “Fica tranquila minha eguinha gostosa, vou te fuder muito gostoso. Você vai adorar e até pedir mais”
Ao ouvir ele me chamar de eguinha gostosa, me lembrei de quando os vi fudendo a égua e desejei estar no lugar dela. Agora meu desejo estava se realizando e tudo que eu queria era poder aguentar aquelas varas todinhas dentro de mim. Sem pensar duas vezes e pegando o Leo de surpresa, fiz um leve movimento com a bunda para trás e aquela chapeleta se alojou por completo na minha xaninha me deixando toda alargada e completamente alucinada de prazer.
– “Arrrggggghhhhhh, entrou tudo” gemi baixinho
– “Não minha putinha, foi só a cabecinha. Você quer mais?”
Aquele “putinha” dito ao pé do meu ouvido e sua barba rala por fazer roçando na minha nuca me deixaram doida e sem muito pensar, empurrei meu corpinho para trás para sentir aquela piroca gostosa entrar até o talo. Apesar de ter ouvido tantas vezes que a primeira vez é extremamente dolorida e que na maioria das vezes não dá tanto prazer, aquela primeira e real penetração não foi das piores e apesar da dor inicial, o prazer tomou conta do meu corpo e logo me peguei rebolando como uma putinha para melhor sentir aquele delicioso pedaço de carne dentro de mim. O Leo não tinha uma piroca grossa, mas era comprida o bastante para tocar a entrada do meu útero infantil provocando sensações indescritíveis de prazer.
– “Ahhhhhhh menino, vou gosar muito gostoso” disse eu sem o menor pudor “Mete mais rápido”
Sem esperar por um segundo pedido, ele passou a movimentar seus quadris numa velocidade alucinante provocando ondas e mais ondas de calor que subiam pelas minhas pernas, costas e terminavam na minha nuca onde o Leo roçava sua barba ralinha. Com aquela vara toda enterrada em mim ele disse:
– “Caralho, vou gosar muito gostoso. Isso tá bom demais. Que bucetinha apertadinha e quente. Vou gosar. Arrrggggghhhhhh, não aguento mais”
Assim como aconteceu com o Pedrinho, quando senti os primeiros jatos de porra batendo na entrada do meu útero, gosei como uma cadela no cio e levando minhas duas mãos para trás, segurei firme contra a minha bundinha como se estivesse com medo que ele saísse de dentro de mim. Desta vez quem ficou completamente prejudicada fui eu e mal consegui ficar ereta outra vez. Parecia que minha coluna jamais se desdobraria e minhas pernas não respondiam ao meu comando. Quando finalmente consegui fazer algum movimento, foi para me sentar na beira do barranco enquanto olhava aquele trio me comendo com os olhos. Nem parecia que eu tinha acabado de satisfazer àqueles tarados pois apesar de tudo que foi feito na última meia hora, os meninos já estavam de pau duro outra vez e prontos pra me comer. Como o Zé ainda não tinha sentido o “gostinho” da minha bucetinha, ele se viu no direito de reclamar sua quota e sem esperar que eu tomasse mais um fôlego, disse:
– “Agora é minha vez. Eu ainda não meti nesta bucetinha quentinha”
Como uma tarada insaciável, minha xaninha deu algumas piscadelas ao ouvir que iria ganhar mais vara e nem quis saber se sua dona estava cansada ou não, satisfeita ou não.
– “Ah Zé, deixa eu descansar um pouquinho, depois eu deixo”
– “Tá bom. Pelo menos vem aqui perto de mim e deixa eu te alisar mais um pouquinho”
– “Porque a gente não fica pelado. Queria ver você sem estes panos na frente”
Já sem um pingo de vergonha na cara e depois de vê-los tirando seus calções, decidi seguir o exemplo e como não uso sutiã e já estava há muito tempo sem calcinha, bastou eu levantar meu vestidinho de florzinha e já estava completamente nua na frente daqueles taradinhos. Deitando-se no capim que cobria o terreno onde estávamos, o Zé fazendo sinais com a mão me disse para me sentar em cima dele. Ao ver aquela vara duríssima apontando pro céu, não resisti e ainda com um pouco de medo me sentei e direcionei aquela cabeçona pra minha grutinha que não parava de verter meus suquinhos lubrificantes. Lentamente fui baixando meu corpinho e deixei que aquela varona me invadisse e me preenchesse completamente. Ao sentir aquela chapeleta batendo no meu útero, dei um gemido mais alto e gosei deliciosamente sem dar tempo para que ele gosasse junto comigo. Meu corpinho todo estremeceu e logo passei a cavalgar aquela piroca deliciosamente dura. Com o pau todo cravado dentro de mim e demonstrando mais experiência que os outros dois, o Zé fez com que me curvasse sobre seu peito e enquanto alisava e mamava nos meus peitinhos ele começou a alisar a minha argolinha e vez ou outra fazendo uma leve pressão com a ponta do dedo como se dissesse: “Depois quero este buraquinho também”. Ao perceber suas intenções, dei uma travada com a minha bunda e não deixei que ele continuasse pois eu já estava ficando com medo de não resistir àquela nova tentação. Ao ver o Zé alisar meu cusinho completamente exposto e arrebitado, o Pedrinho chegou por trás e sem que eu esperasse, deu uma cusparada na minha argolinha e logo a seguir encaixou a cabecinha bem na entrada. Imaginando que eu poderia tentar fugir do ataque pela retaguarda, o Zé me segurou com mais firmeza e imobilizada como estava senti a cabecinha do pau do Pedrinho invadir meu cusinho.
– “Não, por favor, isso não. Eu já fiz tudo que vocês queriam. Agora chega. Deixa eu ir embora”
Sem dar ouvidos às minhas súplicas, o Pedrinho enterrou sua varinha até eu sentir seu saquinho batendo contra a minha xaninha e a vara do Zé que ainda estava toda enterrada na minha xaninha.
– “Aiiiinnnnnn. Para Pedrinho. Assim tá me machucando. Tá ardendo muito. Aiiiinnnnnn. Tira por favor. Tá doendo muito, eu nunca dei meu cusinho pra ninguém”
– “Só mais um pouquinho e eu já goso. Este seu cusinho é bem melhor que o das galinhas lá de casa, é mais apertadinho. Que delícia. Já estou quase gosando. Mexe este bundão. Vai, mexe gostoso”
Sentir duas varas duras dentro de você é uma sensação que não tem como explicar. É qualquer coisa de excepcional. Em questão de segundos, a dorzinha que eu senti ao ter meu cusinho invadido pela primeira vez foi substituída por um calorão infernal e sem perceber, me peguei gosando estrondosamente ao mesmo tempo em que os dois me enchiam os dois buraquinhos com aquela gosma branca e quente. Depois de terem gosado, os dois ficaram imóveis com suas varas ainda cravadas em mim enquanto o Leo dava um trato na sua na esperança de também comer meu cuzinho. Assim que o Pedrinho saiu de dentro de mim, e ainda subjugada pelos braços fortes do Zé, senti que o Leo já se preparava para também me enrabar. Sem ter como escapar, simplesmente relaxei e deixei que aquela piroca, bem maior e mais dura que a do Pedrinho, arreganhasse minhas preguinhas me deixando toda larguinha. Não foi preciso muito vai-e-vem dentro do meu cusinho para que o Leo anunciasse que ia gosar e por incrível que pareça, quando senti sua porra jorrando nas minhas entranhas, gosei feito uma puta. Com as contrações dos meus músculos vaginais, o Zé não resistiu e também gosou mais uma vez me enchendo de porra quentinha. Era tanta porra dentro de mim que depois de alguns minutos descansando, me levantei e quase toda aquela gosma ficou escorrendo pelas minhas pernas até cair naquele chão seco. Com todos satisfeitos e felizes, disse:
– “Bom meninos, tava muito bom, mas tenho que ir pra casa. Já fiquei aqui com vocês por muito tempo”
Antes que eu partisse, tive que dar um selinho em cada um deles e mais uma alisada naquelas varas deliciosas que tinham me dado tanto prazer.
– “Será que a gente pode fazer mais outro dia” perguntou o Pedrinho.
– “Não sei. É que não moro aqui e só venho aqui na fazenda nos fins de semana ou nas férias”
Me vesti rapidamente e sem ao menos olhar pra trás, sai em disparada em direção à fazenda. No meio do caminho, usando minha calcinha, tive que dar mais uma limpada na porra que teimava em continuar escorrendo perna abaixo. Minha nossa, virei uma putinha de doze anos. Dei pra três meninos ao mesmo tempo e gosei muito. Só agora descobri porque a Mimosa ficava tão quietinha e feliz.