Projeto de Funkeirinha 14 anos abusada



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Sou um solteiro de 29 anos, me chamo Diego, a história que vou contar é verídica e digo com convicção! Podem acreditar! Sou um Engenheiro de Produção e tenho um bom emprego na capital SP, tenho 1,79m de altura mestiço de Italiano com japonês, não sou o cara mais bonito que aparece no recinto, porém sempre tive relativo sucesso com mulheres, uma coisa que faz muita diferença para a história que eu vou contar é que eu aparento ser muito mais novo do que realmente sou, me passo facilmente por alguns anos a menos.

Como todo bom solteiro que, passo boas horas da minha semana a “caça” de carne fresca, um amigo meu baladeiro que só ele, costuma nos denominar de “Wolf Pack” mas ultimamente a idade vem batendo e estamos mais para velhos lobos sem dente. Descobri faz muito tempo que a internet é um dos meios mais eficientes de se pegar mulher e é aqui que começa minha história.

Cansado de gastar os tufos de dinheiro em baladas caras e “chiques” de sampa para conhecer um bando de patricinha metida e sem sal, gasto agora meu precioso tempo procurando garotas no instagram, o facebook é uma boa ferramenta, mas o insta hoje é minha mina de ouro. Procurando garotas aqui e ali pulando de perfil em perfil, eis que me deparo com uma linda moreninha chamada Joyce, ela tem a pele cor de café com leite e cabelos lisos compridos bem pretos passando um pouco os ombros, olhos castanhos escuros, mais tarde iria descobrir que ela tem 1,60m e 46 kilinhos bem distribuídos.

A garota é uma gatinha muito linda, carinha de novinha chave de cadeia, mas daquelas que dá vontade de andar de mãos dadas no shopping sem arrependimentos, os mais de 2500 seguidores apenas confirmam isso.

Vou descrever começando pela primeira foto que vi. Esta vestida em um micro vestidinho daqueles bem justinhos, estampado em um rosa floral escuro, logo de cara me chama a atenção o tipo físico que ultimamente tem me deixado doido, magrinha tipo mignon, peitinhos meia taça e a pose da foto meio que de perfil mostra que a bundinha é bem delineada e redondinha, a verdadeira falsa magra na minha opinião.

Próxima foto, esportista, fazendo pose em selfie meio de perfil, micro shortinho suplex preto demarcando aquela delicada e pequena bucetinha, mini top preto deixando a mostra toda barriguinha sequinha e chave de ouro linguinha de fora.

A essa altura já estava maluco mas agora vem minha preferida, nessa foto selfie Joyce esta deitada no chão de bruços e com calcanhares para o alto, olhando para a foto ela morde um dos lados dos lábios, carinha de inocente, mostra todo corpinho, usando uma blusinha de manga comprida cinza e o destaque da foto, um micro shortinho de pano rosa ligeiramente enfiado em sua bundinha delineando aquelas curvas perfeitas.

Devidamente adicionada, não demorou muito e alguns elogios depois já tinha conseguido o whats app. A conversa foi curta, e claro a pergunta que não queria calar era, quantos anos você tem?

– Tenho 13 anos, faço 14 daqui um mês – Disse ela
Um misto de culpa e tesão se misturou em minha cabeça nesse momento, no fundo eu já sabia que ela era novinha, mas a confirmação veio como uma bomba “Como pode uma ninfetinha de 13 aninhos ser tão deliciosa?” me sentia culpado por desejar mas ao mesmo tempo imaginar aquela inocência sendo desfrutada era uma sensação que nunca tinha sentido.

De bate pronto ela também perguntou a minha idade, visto tamanha diferença não sabia o que fazer então resolvi sonda-la perguntado qual idade ela achava que eu tinha.

– Você tem 26? – disse ela.

Não queria mentir mas disse sem dó que ela tinha acertado na mosca e já emendei um “gosta de caras mais velhos?” a resposta foi desanimadora “Sim mas no máximo até 20” disse ela.

Não ia me dar por vencido, desconversei falando que quem sabe um dia ela mudaria de ideia, e assim a conversa fluiu. Até voltar no Ponto que eu queria chegar “olha eu sei que você disse que sou muito velho, mas poderíamos nos encontrar no shopping tomar um sorvete apenas para conhecer”. Sucesso, convite aceito, meu coração disparou, a mente foi a mil pensando meu próximo movimento, aquilo era novo para mim, nunca tinha saído com uma garota tão novinha e ao mesmo tempo não me lembrava de nenhuma mulher me deixar tão empolgado.

Joyce mora em um município vizinho de SP, então lógico me ofereci para ir busca-la, ela estava em férias escolares e disse que poderia sair de dia como se fosse passear com amigas, eu sempre preparado para ocasiões deixo o banco de horas no trabalho completo para dar uma escapada caso necessário, e como foi necessário este dia.
Busquei Joyce em um posto de gasolina próximo a casa dela por volta do meio dia de uma quarta feira. O Sol estava forte de um belo Janeiro verão abafado.

De longe dentro do carro já pude perceber que ela estava vestida em rasteirinha preta e um micro vestidinho justo com listas pretas e brancas na horizontal com um detalhe muito importante, a parte de cima do vestido era como um top e ficava amarrada a parte de baixo pelo meio da barriga, deixando toda a área em volta desse nó a mostra.

Se tinha alguma preocupação que as fotos enganassem, toda ela foi embora no momento que aquela ninfetinha deliciosa e perfumada entrou dentro do meu carro, com um sorrisinho meio tímido e uma voz macia calma, me cumprimentou com um beijo no rosto. Disse a ela que iriamos no Shopping Bourbon, que por acaso e justamente quase vizinho ao meu apartamento de 2 quartos onde moro sozinho.

Claro que não estava planejando ir ao shopping, tudo estava preparado em meu AP como vocês vão descobrir a seguir, falei que tinha esquecido a carteira em casa e que teria que buscar de qualquer jeito, ela me olhou com uma cara desconfiada, mas não reclamou.

Entramos pelo subsolo, e a convidei a subir, ela se recusou, disse que esperaria no carro, insisti, peguei na mão dela gentilmente e disse “confia em mim só vamos pegar a carteira, é falta de educação te deixar aqui plantada dentro do carro”.
Saindo do carro agora era a primeira vez que eu iria poder conferir bem com o fogo que eu estava mexendo, O vestido justinho deixava bem claro que apesar de magrinha, Joyce era toda curvilínea, proporções naturais irretocáveis, o sonho de qualquer tarado por ninfetas.
Chegando no meu AP no 21º andar, ela primeiramente ficou espantada, modéstia a parte meu ap é muito estiloso e a vista maravilhosa ajudaram quando ofereci um drink convidativo. Ela disse que não era de beber mas acabou aceitando, preparei uma caipiroska especial de limão bem docinha do jeito que mulher gosta, mas carregada na vodka.
Apenas uma foi suficiente para ela se soltar um pouco, estava mais sorridente e um pouco mais desinibida, se levantou e foi até a varanda que é toda lacrada em vidro, ela se apoiou com as duas mãos no vidro e admirou a vista “nossa da pra ver tudo aqui de cima”. Agora a única vista que eu estava reparando era daquelas costas toda a mostra por conta do vestido e uma nem tão modesta faixa de pano que cobria aquela bundinha agora arrebitada devido a posição observadora dela.

Minha chance estava dada, me aproximei por trás dela e a segurei a levemente pela cintura, como que em um susto ela se virou e senti minhas mãos percorrendo a lateral descoberta do vestido, segurei-a agora com firmeza e a puxei para perto de mim beijando imediatamente, os lábios eram macios e a boca pequenina, enfiei minha língua devagar dentro da boca dela que correspondeu, o clima foi esquentando, não perdi tempo e minhas mãos deslizaram para baixo por cima do vestido, a novinha percebeu na hora e segurou minhas mãos “Para Di eu não sou dessas” deixei rolar mais um pouco e ver se o clima voltava a esquentar, meu pau a essa altura estava latejando e decidi que nada mais iria me impedir, eu iria abusar daquela ninfetinha como eu bem entendesse.

Segurei os dois pulsos enquanto a beijava e devagar juntei eles nas costas dela, com a mão esquerda segurei os dois pulsos com firmeza, ela percebeu e parou de me beijar na hora, me olhou com uma cara confusa, enquanto isso minha mão direita agora totalmente livre, sem perder tempo subi ela pelo vestido até chegar naquele peitinho que cabia perfeitamente na palma da minha mão e se você esta se perguntando se ela estava sem sutiã a resposta é sim. Estávamos nos encarando olhos nos olhos e rapidamente a carinha de confusa se tornou carinha de assustada enquanto eu espremia com vontade aquele peitinho durinho ao mesmo tempo que sentia Joyce fazendo força tentando desvencilhar os braços.

Ela então desviou o olhar para o lado e para baixo e foi no momento em que eu rapidamente deslizei a mão para baixo achando a abertura do vestido subi a mão por debaixo do top dela apertei o biquinho daquele peitinho durinho com vontade e senti a força nos braços da minha novinha esmorecer.

Ela soltou um gemido baixinho de dor, agora eu já tinha soltado os braços dela mas já tinha a certeza de que tinha acertado a loteria, Joyce havia entendido o que se passava e estava totalmente submissa.

Empurrei ela até encostar no vidro e agora minha duas mãos já estavam por baixo daquele top, cada uma espremendo um peitinho e seu respectivo biquinho, dei meio passo para trás para apreciar o momento, aquela ninfetinha linda toda acuada olhando baixo, minhas mãos dentro do vestido dela espremendo-a enquanto ela gemia baixinho.

Meu pau nunca estivera tão duro na vida e eu só estava começando, virei-a agora de costas para mim. “Encosta as duas mãos no vidro e arrebita essa bundinha, você gostou da vista né? Agora pode apreciar enquanto eu aprecio você, a minha Putinha do dia”. Joyce obedeceu na hora sem abrir um piu, estava quietinha e assustada, os olhos já estavam marejados mas ela se segurava para não chorar.

Foi quando juntei aquele cabelo comprido em um rabo de cavalo e segurei com punhos fechados ao mesmo tempo que a outra mão lentamente puxava para cima o vestidinho que já era curto que ela se manifestou. “Por favor, para, não faz isso comigo”. Mas era tarde demais, ela me pedindo para parar só me deixava mais excitado e ansioso para ver aquela bundinha descoberta.

E foi o que aconteceu imediatamente. A vantagem desses vestidos justinhos é que quando você os puxa para cima, lá eles ficam e agora me peguei admirando uma das visões mais lindas que já vi na vida, aquela ninfetinha maravilhosa toda arrebitada sendo segurada como uma cachorra, de bundinha de fora, costas arqueadas, apenas protegida por uma calcinha fio dental preta.

Não me contive, dei-lhe uma surra, comecei devagar para aquecer, a cada tapa aumentava a intensidade, fui alternando os tapas entre as nádegas que apesar de não serem branquinhas não custaram a ficar vermelhas. A primeira tímida lágrima escorria agora pela sua bochecha. “Você é um pervertido!!!! Me deixa em paz!!tarado!!!”.

Como não gosto de putinhas escandalosas, tratei de lhe dar logo uma lição. Juntei ela com força por trás, agora o corpo dela estava todo espremido pelo meu no vidro, a minha coxa esquerda forcei entre as duas pernas dela e a encoxei, com a mão direita segurei-a pelo pescoço apertando com força ao mesmo tempo que a mão esquerda apertou com força a bundinha durinha. “Putinha obediente não fica gritando comigo não, pede por favor e fala baixo, faz o que eu mandar e você vai ficar bem, agora pede desculpas para seu mestre!!”.
– Me desculpa. – Ela disse baixinho choramingando.
Dei um tapa na bunda dela que deixou todos os dedos marcados.
– Eu disse que sou seu MESTRE ! sua putinha burra!!!
– Você é virgem, putinha ?
– Eu não sou não…. – ela disse bem baixinho e até parecia envergonhada.
Nessa hora fiquei tão surpreso, que até esqueci de bater nela e pedir para falar mestre de novo, aquela safadinha, vadiazinha já tinha sido comida. Mas pensei comigo, se ela topou vir até aqui isso já deveria ser de se esperar.
– Então me responde, quantos sortudos já foderam essa bucetinha? Eim?
Ficou calada então insisti.
– Não me deixa nervoso putinha, responde quantos foderam essa bucetinha apertada?
– Só dois…
Novamente ela estava realmente envergonhada, mas eu fiquei com mais tesão ainda, só de imaginar aquela safadinha sendo comida mais novinha do que já era.

Era hora de agir, com a mão esquerda comecei a tirar minha calça e fiquei só de cueca, meu pau estava tão duro que encaixou perfeitamente no meio da bundinha dela. “Agora rebola o Funk que você me disse antes que sabia dançar!” Sem relutar ela devagar começou a mexer a bundinha pra cima e pra baixo roçando meu pau, com a mão direita que estava no pescoço, soltei e levei o dedo do meio e indicador até os lábios dela. ”Abre a boca e chupa”.

Ela abriu só um pouquinho a boca e já enfiei os dois dedos até o fundo na garganta dela sem dó, ela engasgou, para um cara de 1,79 minhas mãos são bem grandes e desproporcionais, a mão esquerda que estava livre segurou agora ela de punho serrado no cabelo próximo a nuca, com movimento de vai e vem fiz ela engolir meus dois dedos compridos e grossos, aquela boquinha pequena mal conseguia engolir meus dedos, Joyce babava, engasgava e lacrimejava.
Agora a diversão ia começar, minha mão e dedos direitos estavam todos babados, dei novamente meio passo para trás. “Arrebita essa bundinha sua Puta”. Prontamente Joyce colocou as duas mãos espalmadas no vidro, arqueou as costas e arrebitou a bunda, puxei a calcinha preta para o lado deixando exposta aquela linda bucetinha que não tinha um pelinho, agora o que me chamou atenção foi aquele rabinho apertado, todo em ordem, certeza que nunca tinha sido violado, com os dedos que ainda estavam cheios de baba, melei aquele cuzinho imediatamente e comecei a massagear, era tão apertadinho que não entrava nem a ponta do meu dedo, não resisti e me pus de joelhos, segurei as duas nadegas com as mãos e devorei aquele cuzinho, lambia chupava, forçava a língua.
Enquanto eu deliciava aquele rabinho gostoso Joyce começou a gemer baixinho novamente, mas algo estava diferente, me levantei, o cuzinho estava todo babado, e dava para ver a baba escorrendo por entre as pernas dela, encostei dois dedos na bucetinha melada de baba escorrida, estava quente, devagar fui enfiando os dois dedos, era muito apertada, entrava com esforço, porém era inegável, Joyce estava toda molhadinha e não era só de baba.
– Ora vejam só, você está adorando né sua vagabunda!
A carinha dela continuava assustava, os olhos continuavam mareados. Tirei os dedos melecados da bucetinha e novamente voltei a massagear aquele cuzinho apertado, aos poucos ele começou a piscar e ceder, a ponta do meu dedo do meio começou a penetrar o rabinho mais apertado que já tinha experimentado, a ninfetinha gemia e meu dedo entrava devagar mas em ritmo constante, quando já estava no meio da ponta do meu dedo, cuspi com vontade para a lubrificada final e enfiei o dedo com força rabinho a dentro, ela soltou um misto de grito com gemido mas já era tarde meu dedo estava todo dentro dela.
– Você gosta da sensação de eu estar dentro de você Joycinha?
Ficou calada, e continuou gemendo baixo. Decidi que um dedo era o suficiente, não queria estragar aquela perfeição de preguinhas pois nada me da mais tesão que chupar um cuzinho virgem daquele e certamente eu ia querer repeteco. Com dedo ainda enfiado naquele rabo gostoso e melado, usei minha outra mão para finalmente tirar a cueca, meu pau estava prestes a explodir, latejando ele estava inchado, parecia maior e mais grosso de tanto que era meu tesão, não queria tirar o dedo de dentro da novinha, então a endireitei um pouco para melhorar a posição, nem precisava pedir mais, ela já ficava com as costas arqueada arrebitando o máximo que conseguia a bundinha, ahh nada como uma projetinho de funkeira.
Comecei a pincelar aquela bucetinha, era muito pequenina, e estava toda melada, eu sabia que ela já tinha sido comida mas era tão apertada que por instantes cheguei a duvidar, para compensar a falta de espaço, Joyce estava completamente molhada, meu pau grosso deslizou apertado mas com convicção e em um instante já tinha enfiado ele todo dentro dela. soquei com vontade mas sem exagerar até sentir aquela buceta toda arreganhada, meu dedo enfiado em seu cuzinho também entrava e saia deslizando em baba e outros fluidos.
Era hora do toque final, endireitei ela mais um pouco que ficou quase totalmente ereta, fiquei impressionado que mesmo tão novinha, sabia se portar muito bem, não deixava de arrebitar o rabinho nem um segundo, o que facilitava muito as coisas pra mim. Notei que enquanto eu bombava ela com vontade com uma quase que dupla penetração, ela voltou a gemer gostoso mas ao mesmo tempo os olhos marejados escorriam umas gotas de lágrima. Se externamente ela mostrava estar sofrendo, por dentro o corpo dela não mentia, meu pau deslizava cada vez com mais facilidade naquela bucetinha molhada de tesão. Sim aquela vagabundinha de 13 anos estava se contorcendo de prazer enquanto eu a fodia.

Uma das minhas mãos ainda estava livre, e resolvi a colocar para bom uso, limpei as lagrimas de Joyce e novamente levei meus grossos dedos indicador e do meio ao lábio dela, que dessa vez simplesmente abriu a boca e deixou eu enfiar todinho goela abaixo dela.
Pau na bucetinha, dedo enfiado no cuzinho e mais dois dedos socando goela abaixo. Sussurrei no ouvido dela “Mês que vem você faz 14 aninhos Joyce, você já deu pra dois caras e agora para mim, no seu aniversário vou te dar um presente parecido com o que estou fazendo com você aqui, uma pica na sua boquinha, outra pica na bucetinha e eu vou finalmente arrombar seu cuzinho com meu pau grosso, putinha safada e cachorra”.

Quando terminei de falar, senti Joyce estremecer todinha, as pernas dela ficaram bambas e gozou no meu pau, segundos depois não aguentou ficar em pé, coloquei-a de joelhos pois eu ainda não tinha terminado, ela ainda estava meio mole e cabisbaixa, com a mão puxei-a pelo queixo fazendo olhar para meus olhos, dei um tapa com força na cara dela e em seguida encostei meu pau na bochecha, esfreguei o pau todinho na cara dela, aquele rostinho lindo de ninfeta inocente me deixou com tanto tesão que quase gozei assim mesmo, mas me segurei, encostei a cabecinha do pau nos lábios que estavam fechados, fiquei ali esfregado na boquinha pequenina até que finalmente se rendeu, abriu só um pouquinho, não perdi tempo e soquei com força depois fiquei esperando ela chupar.

Ela chupou bem gostoso devagarinho e sem colocar as mãos ajoelhadinha como se fosse rezar a missa, deixei ela ali mamando um bom tempo até que era hora de finaliza-la, sem dó segurei ela pelos cabelos e soquei com força goela dentro, aquela boquinha pequena mal dava conta de abocanhar a rola grossa entrando devagar, engasgou babou tossiu e vamos denovo, agora até o fim, na terceira tentativa sucesso, enfiei meu pau todinho goela abaixo da ninfeta, não me aguentei e gozei gostoso “Engole porra sua putinha safada” Joyce engasgou, e babou uma parte do gozo e outra parte engoliu, peguei a porra com meu pau, que ainda estava latejando seus últimos suspiros antes de meia bomba e lambuzei aquela carinha de inocente todinha de porra.

Não satisfeito me ajoelhei também e pegando-a pelo cabelo dei outro tapa com vontade na cara dela, que na hora voltou a cara de choro “Voçê de agora em diante vai ser a minha putinha particular Joyce, então agora diz pra mim que é minha putinha”
– Sou a sua putinha…
Levantei e puxando-a pelo cabelo disse “agora vem engatinhando de 4 minha ninfetinha que eu vou te dar um banho”
Mostrei a direção do banheiro e fui atrás observando aquela delicinha de 4 toda fodida, gostosa e lambuzada de porra com baba, cabelo todo bagunçado. Chegando no box, que era bem espaçoso, liguei a água quente e ela prontamente entrou de baixo d’água, com sabonete líquido limpou a porra da cara e se molhou, puxei a para fora da queda de água, e com uma bela porção de sabonete líquido comecei a lambuza-la.
Posicionei ela de costas para mim e comecei a alisa-la, passei sabonete no corpo dela inteira, comecei pelos peitinhos, por trás segurava os dois de mãos cheias e alisava com sabonete, meu pau ainda estava meia bomba, então desci uma mão até a bucetinha e massageei todinha de sabonete também, virei-a agora de frente para mim, toda molhadinha linda de morrer, não resisti e puxei ela pra perto e começamos a nos beijar e para minha surpresa ela me beijou de volta
Com as duas mãos desci até aquela bundinha maravilhosa toda ensabonetada, apertei com vontade, passei a mão alisei inteira, era o bumbum mais durinho que já apertei em toda a vida, e olha que já peguei dessas garotas fit de academia. Meu pau a essa altura já estava latejando novamente, sem pensar coloquei aquele pau duro entre as pernas dela, que estavam fechadinhas, meu pau entrou roçando entre as duas coxas e aquela bucetinha lisinha e saiu a cabeça do outro lado, segurei a com força pelo bumbum e comecei a bombar enquanto nos beijávamos.
Mal podia acreditar que poucos minutos atrás tinha gozado tão gostoso e meu pau já estava latejando novamente, essa ninfeta despertou meus instintos mais animais, virei a de costas para mim novamente, e como anteriormente posicionei meu pau no meio das coxas e roçando a bucetinha, mas sem penetra-la, bombei novamente e notei que ela cruzou levemente as pernas apertando meu pau mais ainda entre as coxas, minhas mãos agora apertavam sem do os peitinhos enquanto beijava o pescoço dela e a lambia.
Com um movimento rápido desci a mão até meu pau e forçando para cima encaixei na bucetinha que vejam só mesmo debaixo de toda agua, já tava meladinha, em um segundo estava dentro da minha ninfeta puta novamente, segurando-a pela cintura, soquei com vontade dessa vez, sem miséria, Joyce gemeu baixinho como sempre, nada como uma putinha submissa quietinha.

Fui obrigado a parar, senão ia gozar ali mesmo, Joyce que estava quieta esse tempo todo finalmente falou “Agora posso sair do banho?”
– Pode sim, agora vamos ver um filme minha gatinha safada, aqui no banheiro tem escova e pasta de dente novas, vou separar uma roupa especial para você, no quarto tem secador e chapinha, quero você linda daqui a pouco.

Me higienizei, saí do banheiro, vesti uma cueca limpa e aguardei na sala, 30 minutos depois a espera valeu a pena, Joyce sai do quarto, linda como uma bonequinha de luxo, vestida na roupa que separei, uma calça legging branca bem fininha e apertadíssima, tão apertada que da pra perceber o tecido ameaçando entrar dentro da pequena bucetinha toda demarcada, o top é preto e bem pequeno deixa a mostra a barriga sequinha, o decote generoso valoriza aqueles deliciosos peitinhos. Mando ela se virar de costas e vejo a calça enfiada em sua bunda, meu pau endurece na hora.
– Vem aqui minha putinha, vamos ver um filme.

Agora são 14:30, minha ninfeta safadinha senta do meu lado no sofá, o dia está apenas começando!!!
Aguardem cenas das próximas horas.