Virei traveco na prisão pela maior besteira que eu fiz – parte 1



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Meu nome é Erick, eu tinha 19 anos quando isso aconteceu. Eu sempre fui um playboyzinho filho de pais ricos que sempre me deram tudo o que eu queria. Nunca me interessei pelos estudos (larguei a escola na 5 serie depois de repetir 3 vezes) ou pensei em trabalhar. Vivia em festas e comia todas as meninas. Meus pais eram muito ricos, nos viajavamos para varios lugares e eu sempre tinha do bem e do melhor. Em casa nos tinhamos varios empregados, mais uma era a mais proxima da minha familia, ou pelo menos dos meus pais. Ela tinha uma filha de 9 anos que apesar de ainda ser uma criança me dava muito tesão a bundinha dela.

Um dia meus pais viajaram a trabalho e me deixaram so com essa empregada e sua filhinha (os outros receberam uns dias de folga), eles ficariam 5 dias fora e achavam que eu ficaria bem so com a empregada e sua filha. No terceiro dia deles fora numa sexta feira, a empregada me avisou que iria sair por algumas horas e que eu deveria ficar em casa para não deixar a casa e a sua filha sozinha. Eu fui pro meu quarto, tomei umas cervejas e fui ver uns videos porno enquanto batia uma. A menina sempre brincava no patio ou ficava junto de sua mãe e nunca entrava no meu quanto, mas naquele dia ela entrou bem no meio da minha punheta, eu estava com muito tesão e um pouco embreagado, parti pra cima dela e comi a bucetinha virgem dela depois o cuzinho, fiz ela pagar um boquete e voltei a comer a buceta dela apesar dela gritar e se debater desesperadamente.Derrepente a empregada volta e ouve os gritos de sua filha e me pega em flaglante, ela sai gritando por socorro.

Logo a policia chega e eu vou para a delegacia. Eu passo a noite la na cadeia, durante a noite um dos presos da minha cela me avisa que eu vou ser bonequinha no presidio pelo que eu fiz. No dia seguinte meus pais voltam antecipados da viagem e me dão algumas noticias ruins, o meu crime não tinha fiança, a menina veio a obito em decorrência dos ferimentos do estupro e a minha transferência para o presidio seria naquele mesmo dia, meu pai ainda me falou que não pagaria advogado nenhum e que eu sempre decepcionei a familia, causei vergonha e prejuiso e eles sempre me tiravam das minhas confusões mais dessa vez eu tinha ido longe demais.

Naquela tarde eu fui transferido, chegando no presidio eu me sentia envergonhado me dava um embrulho no estômago esta ali. Os policias me conduziram ate minha cela. A minha cela era um lugar horrivel e imundo, tinha 3 camas beliches mas havia 23 presos la. Um dos presos era um negão muito forte que era chefe de uma gangue que controlava uma favela inteira e tinha uma parte do bando la no presidio seu nome era Bruno, quando ele veio na minha direção gelei de medo, ele disse que eu seria a nova bonequinha dele, fiquei com muita raiva nessa hora e tentei dar impressão de macho e enfrentei ele. Ele me deu uma surra, chamou o guarda (que pelo jeito era amigo dele) e me levou com o braço torcido ate o banheiro. Junto com ele veio 3 travesti muito gostosas que se pareciam tanto com mulheres que eu so sabia que eram travecos porque elas tavam presas junto com a gente. La ele mandou eu tirar a roupa, fiquei com medo de levar outra surra e obedeci, quando ja tava so de cueca ele mandou eu parar e olhar pra minha cueca e falou que aquela seria a ultima peça de roupa masculina que eu usaria na minha vida, depois que eu fiquei pelado ele me falou num tom autoritario que eu deveria obedecer as travesti e deixar elas me arrumarem, com medo e muito batido pela surra obedeci. Depois ele deu um tapa na minha bunda e disse que tava a minha espera e que eu não demorasse senão eu apanharia mais. As travesti me deram um banho e depois me depilaram com cera quente (que doia demais) eu me debatia de dor em quanto me depilavam o que fez com que levassem um bom tempo para terminar. Depois elas me fizeram as unhas e uma chapinha no meu cabelo que ficou igual um chaneu curto, enquanto elas me arrumavam eu fiquei de pau duro olhando aquelas bundas apetitosas, uma delas notando isso sentou do meu lado, segurou meu pau e bateu uma punheta pra mim, enquanto ela batia eu tentei agarrar ela, ela se esquivou e falou que aquela seria a ultima vez que eu ficaria de pau duro, quando eu gozei ela pegou um objeto estranho e pos no meu pinto e fechou com uma chave, perguntei o que era ela falou que era uma gaiola peniana e que aquilo me impediria de ter ereções. Depois elas me vestiram uma calcinha vermelha de renda, uma sainha preta e uma miniblusa tomara que caia. Elas me ensiram a andar igual uma menina e se apresentaram uma se apresentou como Nathalie, outra era a Marcia e a outra Rafaela elas me disseram que o "meu macho" escolheria meu nome. Quando eu me vi no espelho eu tive um ataque de raiva, comecei a xingar todo mundo mas quando eu ia tirar aquela roupa Bruno chegou e me agarrou com violencia e disse que eu seria sua bichinha sim, que eu pagaria pela morte da menina e que pela minha "crizizinha" ele pegou a chave da gaiola do meu pinto e esmagou com a mão e depois jogou na privada. E mandou eu ir rebolando ate na cela, la ele me mandou ficar de joelhos, ele tirou a roupa dele e mostrou o pau enorme dele que tinha uns 27cm e era muito grossso, e mandou eu chupar, eu inesperiente chupei so a cabeça que mau cabia na minha boca. Ele ficou furioso com meu boquete e mandou eu ficar de quatro, ele levantou minha saia, arriou minha calcinha e começou a dedar meu cu virgem, foi colocando cada vez mais dedos pra abrir caminho depois finalmente ele cuspiu no meu cu e meteu com tudo, gritei de dor,logo ele começou a dar estocadas muito rapidas e fortes enquanto segurava pela minha cintura, berrava e gritava de dor enquanto os outros presos riam e batiam punheta. Quando ele gozou senti aquele esperma invadindo o meu cu e depois vazando misturado com sangue. Depois de me agarrou e dormiu de conchinha comigo. Na manha seguinte ele me acordou me apertando e ja querendo meter em mim denovo, doia muito e eu gemia demais enquanto me comia me falou que as outras travestis eram pedofilos, estupradores ou alguem que tentou enfrentar ele. Me falou que a partir de agora meu nome seria Samara, que em pouco tempo eu teria uma bundona gostosa e uns peitões que nem as outras meninas, e que minha obrigação la era servir ele em tudo que ele quisesse sempre e que eu teria que me prostituir pra conseguir um dinheiro pra ele e que quando eu saisse teria que trabalhar como puta pra gangue dele senão eles me apagavão. Quando ele terminou de me comer meu cu parecia um lago de porra e sangue, ele mandou eu vesti minha saia e acompanhar ele.

Continua