A exibicionista da família



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Oi, sou a Laila, tenho dezenove anos, cabelos castanhos escuros encaracolados, pele morena clara, baixinha, coxas grossas, bumbum mediano mas duro e redondinho, boceta pequenina e delicada, toda lisinha, e seios fartos de aréolas amarronzadas e bicos grossos.

Malho uns três dias da semana, mas não pra ficar marombada. É só pra manter tudo durinho e no lugar. Amo sexo, não fico sem pelo menos uma vez na semana com meus ficantes, mas o que me dá mais prazer mesmo é me exibir. Não uma coisa totalmente devassada. Sou adepta dos “pocket exhibitionism” (expressão minha, tá?! rs), que é mostrar alguma parte íntima minha, em lugar público, mas pra uma ou algumas pessoas só.

Comecei, acho, como todo mundo que gosta de se exibir, fazendo isso na minha própria casa. Sou eu, meus pais e um irmão e irmã mais velhos, então tinha bastante movimento e não era algo simples. Era um pouco ingênuo, na verdade, mas muito excitante.

Eu morria de medo de ser pega no flagra pela minha irmã. É que eu dividia o quarto com ela. Quando as luzes tavam desligadas, e me parecia que ela tava dormindo, eu fazia assim: sempre fui friorenta, então tirava o lençol fininho que eu usava, e depois ia subindo o babydoll, até tirar ele por completo, e ficava só de calcinha. Tem um ventilador de teto no quarto, então eu embolava o babydoll e ficava jogando ele pra cima, até o pano se enroscar numa pá. Quando isso acontecia eu ficava molhadinha. Era uma sensação muito gostosa. Minha irmã podia acordar e perceber, alguém podia entrar no quarto e acender a luz… E pra pegar o babydoll de volta eu tinha que ficar de pé na minha cama, e dependendo do quanto ele tava enroscado, eu precisava me esticar bastante, me equilibrando pra não cair do colchão, até conseguir puxar ele de volta. Era mais emocionante ainda quando eu tava nesse sufoco e minha irmã se mexia na cama. Eu me abaixava, deitava correndo, me cobria com o lençol, e ficava com o coração na boca, batendo forte, com os ouvidos bem atentos até que eu pudesse partir pro resgate de novo.

Depois disso passei a andar pelada pela casa de madrugada. Primeiro de babydoll, mas sem calcinha. Já dava uma sensação de liberdade absurda. Depois eu ficava de babydoll, mas punha as costas do pano, que tinha um grande decote, pra frente, pra deixar os seios de fora. Enquanto eu passava pelo corredor, ficava com as mãos nos seios, pra proteger e apalpar, principalmente, ficando atenta aos mínimos barulhos dos quartos dos meus pais e do meu irmão. Aí eu ia pra sala ou pra cozinha. Na sala ou eu ia pra porta da varanda e prensava os seios contra o vidro, ou então eu abria e fechava a porta devagar e me virava pra rua. Punha as mãos nas grades e deixava os seios a mostra. As vezes eu ia levantando o babydoll só na parte da frente, pra deixar minha boceta de fora. Moramos num prédio baixo, o apê fica no primeiro andar, então quando passava carro, ou algum perdido pela madrugada, ou mesmo algum insone na janela dos prédios vizinhos, eu ficava pensando se alguém via que eu tava nua na varanda…

Numa vez dessas tive uma situação bem tensa. Quando penso sobre, e agora escrevendo, me dá um puta prazer, mas na época lembro que fiquei bem nervosa. É que a grade da varanda tem uns desenhos geométricos, uns fazem círculos, outros são em bastão, e esses bastões são arredondados no final… já imaginou, né?! rs Eu tava tão excitada que não pensei muito, apesar de antes voltar pra sala pra ver se tava tudo quieto, e depois olhar em volta na varanda, e aí me encostei na grade, fui agachando, dobrando as pernas por entre os círculos, até que encostei a boceta no bastão. Fiquei com a mão esquerda me segurando na grade, e com a direita abri os grandes lábios pra encaixar o bastão. Fui descendo devagarinho, aquilo parecia liso mas raspava pra passar, e além do dolorido fui ficando paranoica se alguém tava me vendo dos outros prédios, e olhava pra trás com medo dos meus pais e meus irmãos, até a tensão fez minha boceta enrijecer e eu não conseguia tirar o bastão de dentro de mim. Puta que pariu, que susto! Fiquei flexionando as pernas, pra cima e pra baixo, cada vez mais rápido, mas nada. Na verdade comecei a sentir prazer, também, então pensei que se talvez eu me estimulasse mais o meu gozo pudesse lubrificar o bastão e tal… e felizmente deu certo! Quando eu desacoplei e sentei no chão, minhas pernas tavam trêmulas, e minha boceta ficou bem molhada e dolorida. Eu punha a mão nela pensando que ela ia ficar toda arreganhada, mas aos pouquinhos foi voltando ao normal. Antes de sair da varanda ainda passei a mão no bastão pra tirar o melado que tinha ficado.

Outras vezes nas minhas andanças nuas pela casa eu ia pra cozinha. Tomava uma água, me masturbava na área de serviço sentada do lado da porta, com um rolinho pequeno cilíndrico pra abrir massas, ou com o batedor da batedeira, ou com os cabos grossos de silicone dos garfos, facas e colheres, muitas vezes chegando ao orgasmo só com a tensão de possivelmente ser pega no flagra e não ter nenhuma desculpa pra dar, e aí toda a família saber que a Lailinha é uma desavergonhada, que toca siririca com utensílios domésticos que todos põem as mãos. Nossa, era isso que mais me excitava. Pensar, enquanto eu tocava a siririca, que as mãos de todo mundo naquela casa tocava, por exemplo, o cabo de silicone do garfo que eu tinha usado de madrugada e que nem mesmo eu tinha lavado, só passado a mão pra tirar o excesso. Meu cheirinho passava na mão de todo mundo… Ou que o batedor e o rolinho preparavam comidas com o meu sabor, e até eu provava do meu próprio gosto…

Como com o tempo essas coisas foram ficando menos excitantes, e ao mesmo tempo tinham me deixado menos pudica, resolvi que era a hora de me exibir aos olhos da minha família. Claro que nada tão declarado, que eles pudessem pensar que eu tava fazendo de propósito. Seriam coisas que acontecessem naturalmente, mas que fizesse despertar sentimentos que eles, nem eu, nunca tinham sentido. Pensei bastante nas formas de fazer isso.

Aí cê deve estar se perguntando? Tá, mas ninguém nunca na casa dela viu ela pelada antes, mesmo na adolescência? Acontece que minha família (no caso meus pais) é muito religiosa, mas não vou falar de religião, porque não interessa e acho essas coisas pura balela, então no caso eles pensam que não podemos ter atitudes intoleráveis, e nudez assim gratuita seria uma delas, mesmo entre casais, sempre ouvi isso.

Na primeira vez eu tava sozinha em casa, vi por acaso na janela meu irmão voltando de carro, e resolvi colocar uma das ideias em prática. Fui pro banheiro, fechei a porta mas não tranquei, peguei creme e lâmina de barbear, baixei o shorts e a calcinha e dobrei um pouco a blusa pra cima. Fiquei bem de frente pra porta, com as pernas abertas. Espalhei o creme de barbear pela minha boceta, pra cobrir ela toda. E esperei. Quando ele abriu a porta do banheiro eu tava começando a raspagem, aí olhei pra ele assustada e só depois de uns segundos fechei as pernas. Falei brava, pra fingir bem.

-Caramba, Lucas, custa bater?
-E custava você trancar a porta, Laila?

Ele não falou nada pros meus pais, mas passou a não me olhar nos olhos por um tempo. Podia ser tanto desprezo como desejo por mim, mas era difícil conseguir ter alguma ideia do que ele pensava. Ele é uma pessoa muito reservada.

Com a minha mãe foi logo em seguida. Como todo mundo já trabalhava e eu ainda sou estudante, fico em casa mais tempo e a gente não tem faxineira, sou responsável por algumas limpezas na casa até hoje. Naquele dia minha mãe ligou, tava saindo mais cedo do serviço, que ia passar no supermercado e se eu queria alguma coisa e tal. Então, já avisada, passei pro meu plano. Eu usava um shorts preto de lycra pra faxina. Peguei uma faca de ponta, fui pra frente do espelho do meu armário, virei de costas e rasguei o tecido bem na junção das nádegas. Não fiz um corte muito grande, pra não parecer coisa arranjada. Voltei pra cozinha, peguei água com balde e sabão, escovão, pano de chão, pra fingir que eu tava dando uma esfrega. Eu já tinha limpado ali de manhã. Quando ela chegou eu tava de quatro, a poucos metros da porta, com o shorts rasgado no meio do bumbum, e por causa da pressão do elástico da lycra minhas nádegas tinham ficado separadas e meu ânus ficou bem visível. Só que ela tinha aberto a porta, mas quem entrou primeiro foi o entregador das compras! Como é que eu ia prever isso? Não percebi o cara até minha mãe gritar meu nome. Quando olhei pra trás, continuando na mesma posição, e vi o que tava acontecendo, não sei como tive sangue frio de não colocar a mão rapidinho no meu bumbum, ou sair correndo pro meu quarto. Fingi muito bem minha inocência. Daí minha mãe deu a gorjeta pro rapaz, que tava atônito, e fechou a porta rapidinho.

-Que que é isso, Laila? Pelo amor de Deus!
Levantei, fingindo preocupação.
-Que foi, mãe?
-Você não percebeu nada?
Ela não sabia se falava com pena ou com raiva.
-Não mãe, o que? Que foi?
-Teu shorts tá rasgado aí atrás e o rapaz viu… Ai que vergonha…
Tive que torcer pra dar tempo de ir pro banheiro, porque a lycra ia ficar molhada na boceta. Comecei a passar a mão atrás, fingindo desespero.
-Ai mãe, não brinca… Meu Deus, eu não tinha percebido. Poxa, mãe, nem pra me avisar…

Fui pra dentro batendo tudo, como se tivesse ficado muito nervosa. Quando eu ficava chateada, sempre fazia isso. Então ela ia acreditar que tinha sido sem querer mesmo, e que eu tinha ficado muito envergonhada (no caso não por ela, mas pelo rapaz). Me tranquei no quarto, abri a porta do armário e fiquei de quatro, de bumbum pro espelho. Tinha um rasgo maior do que eu fiz, e além do ânus dava pra ver uma parte da minha boceta, também. Me masturbei naquela posição, imaginando que a minha mão era a do entregador me tocando. Depois, minha mãe não voltou mais naquele mercado e me proibiu de entrar lá ou até passar na porta. Bom, claro que eu voltei lá, mas essa história é pra outro conto.

A última que aconteceu dentro de casa foi com a minha irmã e com um vizinho. Eu tinha planejado dessa ser só com ela, mas aconteceu um imprevisto… Essa eu já tava demorando um pouquinho mais pra colocar em prática, pelo que tinha acontecido na frente do entregador. Confesso que fiquei um pouco receosa, porque ia ser na janela, a luz do dia, e tinha possibilidade de muito mais gente ver. Mas aquela ideia começou a martelar na minha cabeça todo santo dia, e eu até demorava demais pra dormir só pensando nisso, o tesão aumentando mais e mais, parecia que eu ia explodir, então na primeira oportunidade fui com tudo.

Eu já tinha testado, com a janela do quarto fechada, quando não tinha ninguém em casa, de descer o vidro de dentro, daqueles bem pesadões, sobre os meus seios, que eu já tinha ajeitado sobre o patamar. Doía pra cacete, deve ser pior que aquelas máquinas pra fazer exames nos peitos, mas dava muito tesão também. No dia que eu fiz, só tava eu e minha irmã em casa, e a gente tava usando ar-condicionado. Pra parecer que tinha sido um acidente, sem querer, esperei ela sair do quarto, abri a janela pra fora (que não deixava tão devassado, como aconteceria se eu abrisse só as lâminas) e coloquei só o meu seio direito. Eu tava usando uma camisetinha regata. Na hora que pressionou meu seio, percebi que o vidro tinha ficado meio torto, mas não notei que seria um problema. Daí gritei pra ela vir me ajudar, pra dar credibilidade ao meu fingimento. Quando ela viu, veio correndo pra me ajudar. Fiquei falando sem parar que tava doendo (e tava mesmo, mas não na intensidade que eu fiz parecer), e esperava que ela ia me tirar dali nuns segundos, mas que nada. O vidro tinha emperrado! Nem eu conseguia levantar. Quando eu testei, tinha usado os dois seios, daí tinha ficado alinhado. A próxima coisa que ela tentou foi me puxar pra dentro, mas parecia que aquele movimento ia arrancar meu seio, então pedi pra ela parar. Depois, como do lado que o vidro ficou mais elevado tinha um espaço maior, por causa do tamanho do meu seio, ela foi pondo a mão fora, pegando no meu peito e tentando pressionar ele pra dentro. Doeu mais, e pedi pra ela parar. Ainda por cima os dedos dela tinham tirado o pano da camiseta do lugar, e fiquei com o mamilo aparecendo. E a parte presa já tava ficando roxa. Comecei a suar frio, fiquei desesperada de verdade.

Então ela saiu do quarto dizendo que ia conseguir ajuda. Eu gritava que não, mas no fundo eu só queria tirar meu seio dali. Um pouquinho depois eka voltou com Doulgas, um quarentão vizinho nosso, gente boa. Que mico, pensei! Ele foi super prestativo, e em poucos segundos levantou o vidro. Tentei colocar a mão no seio, mas ele tava muito sensível e dolorido. E o Doulgas e minha irmã lá, olhando pra mim gemendo e com aquela marca roxa no peito. Parecia até que o mamilo tinha ficado mais escuro. O Douglas falou então pra minha irmã pegar gelo, e que eu deveria tentar massagear o seio, pra voltar o fluxo de sangue. Só que eu não tinha coragem. Então ele me ajudou, sem qualquer maldade, e enquanto ia fazendo isso foi conversando comigo pra eu me acalmar. Depois de um tempo falou pra eu usar o gelo, e deitei na minha cama, ainda atônita, mas agradeci muito ele pela força. Depois de um tempo meu seio já tinha voltado a coloração normal, só ficado com as marcas do friso da janela, em cima e em baixo. Mas durante uns dias qualquer blusa me incomodava. Naquela noite, antes de dormir, minha irmã ainda falou pra mim que tinha achado que eu tinha prendido o seio de propósito. Jurei que não. Como é que eu ia saber que nosso vizinho ia vim me ajudar e ainda por cima massagear meu seio? Ela falou que sentiu muita vergonha por mim, vendo o vizinho pegar na minha intimidade, e que eu devia me envergonhar também. Depois disso ela ficou me olhando estranho por um tempo. Não sei se meu irmão ou minha mãe tinham falado alguma coisa a meu respeito, mas ela não falou nada sobre isso. Também não instiguei. No dia seguinte comprei uma caixinha de bombom e levei pro Douglas, em agradecimento.

Ele ficou meio sem graça, mas agradeceu pela minha delicadeza, como ele falou. Eu sabia que ele era casado, por isso acho que ele ficou daquele jeito na porta, e também não me convidou pra entrar, pelo visto com medo da mulher saber. Imaginei que ele nem tivesse contado o que tinha acontecido comigo. Já pensou? Meu amor, hoje massageei o seio daquela nossa vizinha peituda… Essa ideia me deu um tesão tão grande que quando ele perguntou se eu tinha ficado bem, só jogando um olhar rápido pro meu seio, fiz questão de falar bastante sobre o assunto e ficar passando a mão pelo seio enquanto isso.

-Ah, agora eu tô bem. Só sentindo ainda um pouquinho de dor por aqui assim… não tô nem usando sutiã, hoje, porque até a blusa tá me incomodando… cê viu, né, como ficaram as marcas depois, e agora ainda tem uns frisos na parte onde prensou, e acho que ainda vai ficar assim por uns dias…eu tava com medo que ele ficasse deformado, sabe? Mas quando eu passo a mão tô sentindo que ele voltou ao formato normal… assim, a curvatura normal, redondinha, e até comparei um com o outro no espelho, e pelo que vi tá tudo certo, mesmo… até o mamilo, na hora, achei que tinha ficado mais escuro, mas também parece que a cor voltou ao normal… mas sabe o que é estranho? O mamilo ficou pra fora, mas quando eu passo a mão aqui, em volta, ele parece mais sensível, e o bico também, quando eu aperto, assim, dá uma doloridinha… se bem que pode ser por causa da menstruação. Quando chega essa época parece que os seios ficam mais duros, e tudo dói…

Eu podia ter ficado mais um tempão lá, falando todos os detalhes do meu corpo, e o Douglas ia continuar me ouvindo. Não só porque ele é gente boa, mas eu percebi que enquanto eu falava ele foi ficando mais pro lado, junto do batente… Quando dei tchau e voltei pra casa, fui correndo pro banheiro me masturbar. Imaginei que o Douglas também tava fazendo isso, ao mesmo tempo que eu, e gozei rapidinho imaginando a mão do meu vizinho, que tinha massageado meu seio, percorrendo todo meu corpo. Claro que não fiquei só na imaginação, mas depois eu conto mais.