Com Febre é mais quentinho



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Bom pessoal, no meu ultimo conto eu narrei a historia de como vim a dar o cu pro meu tio, agora vou contar uma das fodas que tive com ele que mais me excitaram.
Primeiramente deixe me falar um pouco mais sobre mim.
Meu nome é Carlos, tenho 16 anos, 1.65 de altura e 56 kg, tenho cabelos louros claro e olhos verdes, modéstia parte sei que sou mais bonito que a media dos garotos da minha idade, o que é um problema pois por não ser afeminado varias meninas se interessam por mim.
Meu pai e meu tio são irmãos gêmeos, ambos são altos, 1.80 de altura mais ou menos, tem barriguinha de cerveja, cabelos negros e um belo par de olhos verdes que nem os meus.
Anos após o acontecido minha avó teve câncer, o que nos fez mudar para a cidade para melhor atender a suas necessidades, e meu tio e meu primo continuaram morando no sitio da família. Foi difícil no começo, além de ser solitário eu havia perdido meus dois homens, agora era muito difícil eu levar rola, no máximo umas 2 vezes por mês, foi uma faze difícil, eu vivia enfiando coisas no cuzinho para saciar o tesao.
Em 2015 eu estava com 14 anos e estava uma epidemia de dengue na minha cidade, e por azar eu fui picado, passei muito mal, febre, vomito e muita dor de cabeça, fiquei mal por duas semanas e acho que foi o pior período da minha vida, só tenho uma lembrança boa dessas semanas.
No primeiro fim de semana doente foi aniversario do meu pai e do meu tio, e por se tratar de um aniversario duplo sempre foi feita um churrasco bem grande todos os anos, mas como eu estava doente eles decidiram não fazer. Mas me neguei a estragar a festa de todo mundo e disse que eles deviam sim fazer o churrasco, e que eu ficaria em casa vendo series, minha mae de pronto disse que não, mas meu pai como bom churrasqueiro que é disse que estava certo, pois eu iria melhorar com o tempo e que ficarem em casa não iria ajudar de nada.
Chegando no domingo minha mae me explicou o horário dos remédios certinhos e foram para o sitio prometendo me trazer comida na hora do almoço, e assim eu fiquei sozinho.
Sei que todo gay novinho ve um dia sozinho em casa como uma oportunidade de levar rola, mas eu não estava em condições e tudo que eu queria era ficar na frente da Tv e dormir o dia todo. Mas meus planos não contavam com uma coisa…
Por volta do meio dia e meio escuto bater na porta, quando abro vejo meu tio Sergio, os olhos vermelhos de tanto que já havia bebido. Como eu disse antes meu pai e meu tio são gêmeos, e como consigo diferencia-los nem mesmo eu sei ao certo, mas desde pequeno nunca confundi nenhum dos dois, deve ser algo biológico, não sei dizer.
Me mantive de frente a porta e fiquei olhando pra ele, lhe desejei os parabéns e peguei a sacola que ele trazia com minha comida. Ele me empurrou abrindo passagem e disse que tinha que pegar uma coisa pro meu pai e foi logo entrando, não questionei, encostei a porta e fui atrás dele.
Quando cheguei na sala o cara já estava com a bermuda la nos pés e a rola apontando pro teto de tão dura, eu queria dizer que não ia rolar por estar doente, mas eu não estava em condições de negar, me ajoelhei me apoiando em seus joelhos e cai de boca.
Que coisa deliciosa, sentir aquela pele macia na minha boca, aquelas veias saltando na minha língua, eu sentia muita falta daquele macho, desde que me mudei so havia chupado ele umas duas vezes, e tava n hora de matar a vontade.
Ele so jogou a cabeça para tras e sentia minha boca cobrir a extensão do seu pau, e que pau, nunca medi, mas imagino que tenha uns 19 cm.
Depois de mamar por uns 20 minutos ele se levanta e começa a puxar meu short para tira-lo, eu disse que não queria, que estava doente de mais, então ele fez uma coisa que nunca tinha feito antes, deu um tapa na minha boca, minha cabeça que já estava doendo latejou e eu achei que fosse vomitar, meu tio so veio por tras e começou a forcar meu cu, fazia semanas que eu não dava pro meu primo, e meu cu já estava bem apertadinho, mas na terceira forcada minhas pregas cederam e eu senti ser invadido por aquela rola, eu perdi o chão.
Era tanta dor que meu corpo ficou entorpecido, eu so me agachei e fiquei de 4 no sofá, a cada estocada eu sentia uma mistura de dor e prazer que eu nunca tinha sentido, o pau dele parecia estar pegando fogo, suas mãos agarravam minha cintura e forcavam pra baixo contra sua virilha, eu so empinei a bunda para facilitar a penetração. Ele deu um tapa na minha bunda e mandou eu gemer, eu gemi, gemi igual uma putinha que estava sendo estuprada, fiz a voz mais feminina que eu consegui e isso fez ele ir ainda mais rápido, meu corpo suava demais, e pareceram horas ate ele gozar, mas eu finalmente senti o pau dele latejando e enchendo meu cu de porra, nessa hora ele abracou meu pescoço por tras e prendeu seu corpo contra o meu, eu estava rendido, piscando meu cuzinho pra manter o pau dele la dentro. Olhei pra tras, diretamente em seus olhos verdes e disse:
-Eu quero mais tio…me da mais….
Ele me olhava de um jeito que eu não sabia se ele estava surpreso ou achando um absurdo, so o que ele disse foi pra mim ir comer que ele ia ao banheiro.
Fui atrás, ele chegou e colocou o pau pra fora de frente da privada, me ajoelhei ao lado e boquei o pau dele.
-Eu quero mijar…-Ele disse com a voz de macho dele.
Deixei so a cabeça do pau dele na boca enquanto disse.
-Pode mijar…
E ele mijou, no começo engoli cada gota, era salgado e tinha um gosto forte, gosto de macho, e aquilo me alucinou, depois o jato de urina ficou mais potente e o mijo começou a vazar pelas minhas bochechas, mas engoli o máximo que pude porem minha camisa ficou encharcada.
Quando ele terminou continuei chupando, ate que o pau dele ficou duro de novo, me apoiei na pia e empinei a bunda, a rola entrou fácil, ele fechou os olhos e disse:
-Seu cu ta muito quentinho viado…
Olhei pra ele pelo espelho, com o olhar mais depravado que consegui:
-Entao aproveita tio!

Por hoje é isso ai pessoal, me digam o que acharam e se gostarem posso escrever mais, um beijo a todos.