Meu padrasto me abusou



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Meu nome é Nathália, atualmente tenho 18 anos recém completos. Vou contar algo que aconteceu quando eu tinha 9 anos. Meus pais se separaram quando eu ia completar 4 anos, porque meu pai biológico era bastante agressivo, a agrediu algumas vezes, e era muito ríspido com ela. Mas como pai ele é o melhor do mundo. Já o meu padrasto, o Ulisses, aparentemente um homem tranquilo, bonitão, na época ele tinha 32 anos, minha amiguinhas morriam por ele, só eu que não gostava dele, porque eu só queria meu pai de verdade. Um dia eu estava no meu quarto assistindo com minha mãe, a noite. Ela sempre trabalhou com eventos, então sua jornada de trabalho era noturna, ela era da organização da produtora de shows, algo assim. Ela estava já arrumada pra ir trabalhar, era umas 20:00, estava só esperando a hora de ir e quando chegou ela se despediu de mim, me deu um beijo, falou com meu padrasto pra cuidar de mim, como sempre. Eu apesar de novinha nunca achei que ele pudesse fazer o que fez. Depois que ela saiu, eu continuei deitada, e ele sentou escorado na cabeceira da cama e disse: – Nath, tá na hora do banho. Eu fingi que não ouvi. Ele repetiu por mais duas vezes de modo amigável, então na última vez ele me puxou pelo braço pra perto dele na cama e perguntou se eu era surda ou se eu tava tirando com a cara dele, eu me desculpei e fui tomar banho. Ele estava muito puto comigo já, e eu ainda demorei no banheiro, então ele começou a bater na porta mandando eu sair, dessa vez eu respondi, disse que já ia sair, mas ele abriu a porta e foi me empurrando pra fora, eu fui correndo pro quarto sem toalha nem nada. Ele ficou no banheiro, tomou banho, saiu de cueca, uma boxer branca. Então ele começou a me chamar, eu a essa altura estava com medo, escondida no meu quarto, enrolada debaixo dos lençóis sem roupa. Ele falava: -Nathinha, desculpa, eu não quis ser grosso com você minha princesa, eu estou com um problema e acabei descarregando na minha bebêzinha. Eu comecei a chorar, sensível, abri a porta enrolada com meu lençol. Ulisses sentou na ponta da minha cama e me colocou no colo, eu sem roupa com lençol e ele de cueca… Eu não vi maldade, então ele disse: -Nathinha, você me desculpa? Respondi que sim. Ele completou: -Minha pequena, pra mim está sendo muito difícil te ver crescer assim, toda linda, saber que logo você vai ter seus namoradinhos, porque eu te amo como um pai. Eu disse: -Você não é meu pai e nunca vai ser. Ele replicou: -Eu não vou perder a calma Náh. Mas esses últimos tempos estou perdendo é a cabeça, por te ver todo dia assim… (Ele disse isso apalpando minha coxa). Eu fiquei pálida. Sem ação. Então tentei sair do colo dele, mas não consegui, ele me segurou agressivamente. Já comecei a chorar novamente e ele jogou meu lençol pra longe, me encaixando peladinha no pau dele, por cima da cueca que já estava todo babado. E mandava eu ficar quieta pra não ser pior, então eu gritei chorando compulsivamente, foi quando ele colocou a mão na minha boca e me deitou com força na cama, ficando por cima de mim. Dizendo: -Pra mim já chega sua mimada nojenta, você vai aprender a ser obediente agora sua vagabunda mirim. Ele tapava minha boca muito forte com uma mão e com a outra ele apertava meus projetos de peitinho, lambendo meu pescoço e eu urrava tentando fazer ele parar, mas tudo em vão. Ele desceu com a língua nos meus peitinhos, mordia, lambia, apertava, mamava como se realmente existissem seios desenvolvidos ali, e eu só chorava. Na primeira oportunidade, mordi sua mão, que já estava machucando minha boca de tanto ele abafar meus gritos, até hoje me arrependo de ter mordido, ele me deu um tapa violento na cabeça e disse: – Sua vadia! Você tá louca? Sua vagabunda! (Me deu outro tapa e mandou eu chupar o dedo mordido dele, como se estivesse chupando um pau). Agora ou tu fica calada ou tu vai apanhar, tu decide! Eu continuava chorando, mas sem gritar. Ele voltou a lamber meus peitinhos e começou a passar a mão na minha bucetinha, já que ele não estava mais tapando minha boca. Parou de mamar meus peitinhos e foi lambendo minha barriguinha, mordendo, até chegar na bucetinha. Ele deu um tapa forte nela e continuou dizendo: -Que bucetinha gostosa, e tá toda meladinha, além de nojentinha é safadinha hein Nathália. Ele então bateu mais forte e mais forte nela, cuspiu e começou a bater uma siririca frenética, fui a loucura na minha cabeça, pois nunca havia sentido nada igual nem parecido, então ele começou a lamber desde o meu grelinho até a entradinha, descia até o cu e voltava repetindo o ciclo, mamou no meu grelinho, lambeu muito, mordeu os lábios dá minha bucetinha, enfiou a língua nela e no cuzinho. Então ele enfiou o dedo e sentiu o hímem, voltou a chupar loucamente a minha buceta, e eu não aguentei e dei uns gemidos, foi quando ele começou a lamber mais e mais intensamente, eu já estava tremendo e me afastando, ele me segurou pela cintura muito forte e continuou chupando, então gozei pela primeira vez, na boca do meu padrastro, ele não falava mais nada, parou de chupar, extasiado, limpou a boca que estava com meu melzinho com a mão e passou na minha boca… Eu já estava gostando de tudo isso pelas ótimas sensações daquela língua na minha buceta, foi quando ele ficou em cima de mim, sem colocar seu peso, bem perto da minha cara com seu pauzão esfregando na minha boca, instintivamente eu abri a boca e ele começou a fuder ela, eu chupei que nem chupava picolé, ele não falava absolutamente nada, só urrava, fazia umas caras estranhas, eu lambia tudo, chupava, babava, ele enfiava tanto que eu engasgava, não demorou muito e ele gozou, gozou bastante que além de sair na minha boquinha, espirrou pelo meu rosto. Ele não limpou, apenas passou a mão espalhando mais ainda a meleca. Ele falou: -Não vou tirar teu cabacinho hoje não sua putinha, mas vou comer esse cuzinho gordo. Eu não sabia que doía, não sabia como era, não sabia nada sobre sexo, a essa altura eu não estava mais resistindo e nem chorando, era perca de tempo. Ele me virou de costas, mandou eu ficar de 4, saiu do quarto e voltou com um tubo branco, ele chupou meu cuzinho, babou muito nele, enfiou a língua, ficou uns 5 minutos chupando meu cuzinho enquanto eu estava de quatro, então ele pegou o tubo branco, abriu e colocou um gel no meu cuzinho, que deixou ele dormente, ele começou a tentar forçar o pau pra entrar no meu cu, e não entrava, então quando finalmente a cabeça entrou, ele enfiou de uma vez só, sem dó nenhum, meu cuzinho estava dormente mas eu ainda senti muita dor, eu gritei, e ele começou a bombar, fortemente, batendo na minha bunda e mandando eu gritar agora: -Grita putinha, grita vai, sente o pau do paizinho te arrombando toda sente, grita nesse pau. Minhas pernas perderam as forças, eu cai na cama, e ele me bateu, mandou eu voltar de 4, eu não conseguia mais, não tinha mais forças pra nada, ele então bateu no meu rosto, começou a bater punheta pra compensar o que não gozou no meu cuzinho e gozou nos meus peitinhos. Bateu na minha cara de novo e disse que deu pro gasto, que eu esperasse que dá próxima ele tirava meu cabacinho. Ele saiu do meu quarto e se trancou no quarto dele e da minha mãe. Então eu fui ao banheiro, mal conseguia andar, sem forças nas pernas e com o cuzinho doendo. Tomei banho, vi que saiu muito sangue do meu cu, limpei tudo, tirei o gozo que tinha em mim, vesti uma roupa e fui pro meu quarto, eu mesma limpei tudo e passei um perfume em mim e no quarto, não dormi por uma semana, quase, com medo e pensando em tudo isso. Minha mãe chegou em casa umas 5 da manhã e foi no meu quarto me ver como sempre, só ia dar um beijo e ia pro seu quarto. Amável como sempre. Eu fingi que estava dormindo. Depois disso o Ulisses fingiu que nada aconteceu e eu me distanciei dele totalmente. Minha mãe não suspeitou de nada, já que eu sempre fui muito na minha e quieta na presença dele. Passaram 2 semanas depois disso e ele sofreu um acidente, foi eletrocutado. Ele não tirou meu cabacinho. Ficou em estado gravíssimo e até hoje tem sequelas, não se move direito, além de ter cicatrizes horríveis que acabaram com a beleza que ele tinha… Atualmente eu ainda moro com eles, ele não abusou mais de mim pelo acidente que sofreu, e eu hoje sou quem abuso dele, sexualmente, psicologicamente e fisicamente. Me tornei uma autêntica sádica pelo ocorrido, e hoje sou uma verdadeira safada quando me convém. Se alguém quiser entrar em contato comigo é só me enviar um email: [email protected]