comi a coroa do baile funk (B)



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Galera trazendo aqui mais uma peripécia da juventude, nunca escondi que tenho uma predileção por mulheres mais velhas, são melhor resolvidas e tem menos frescura em relação a certos aspectos do sexo, sem contar que sou agradecido por me ensinarem a fogosa arte do erotismo, do sexo, em fim da putaria gostosa, este relato ocorreu quando eu devia ter uns vinte dois anos, vinte três por ai, enquanto meus amigos só queria garotinhas, meu lance era as balzacas e coroas e este é mais um fogoso momento com elas, estavam rolando um pagode aqui no bairro que moro e nos intervalos, tocava um funkzinho de leve e foi nesse intervalo que saquei essa sacerdotisa do sexo, Kátia esse era o nome dessa filha de Afrodite, estava com uma amiga e quando rolou o funk ela começou a dançar e calhou de eu passar na hora por trás dela e acabou que ela passou aquela bunda gostosa na minha pica, foi a popular sarrada, pensei que ela chiaria, mas sorriu, senti que ali ela deu brecha, bom segui em direção ao bar e no mesmo instantes depois a amiga dela estava atrás de mim, quando virei para voltar para onde estava essa amiga me parou e falou:

– Minha amiga está querendo saber seu nome

E eu respondi claro e a amiga emendou

– ela adorou a sarrada que você, está acessa, vai que você vai se dar bem.

ai pronto já estava pensando com a cabeça de baixo, me aproximei delas e me apresentei e ela me falou seu nome:

– Prazer meu nome é Kátia

Me apresentei e começamos a conversar e ai voltou o pagode e logo ela me chamou para dançar com ela e eu claro não pensei duas vezes e ai com nossos corpos não deu outra a pica que já estava dura, ficou duríssima a ponto de explodir e eu fazia questão de roçar nela para Kátia perceber que já estava excitado com ela e mesma falou:

– Me leva para outro lugar que quero ver essa ferramenta ao vivo.

Ai levei a malandra para a praça que Dedeía me levou e batata, estava tranquilinha a pracinha atrás do prédio e chegando lá Katia veio com tudo, arriou minha calça e começou o trabalho de boquete e que quete, depois me deitou no banco e falou:

– Fica quietinho que vou cavalgar até gozar e começou a sentar com tudo no pau, ela me segurava com tanta fúria que chegou a me deixar lanhado, mas foi uma delicia, até que em dado momento senti as contrações de prazer vindo da xota molhada e eu sabe se lá como consegui controlar gozo, mas já estava nas últimas, quando a coroa danada falou:

– Vem nego pirocudo, goza na minha cara.

Atendi sem pestanejar, comecei a punhetar a pica e ela ao mesmo tempo chupava, logo veio um jato de esperma que cheguei a ficar de perna bamba, gozei tudo que podia e ela se deliciava com aquilo e me falou:

– Sempre gostei de homem gozando forte na minha cara

Eu já não tinha mais palavras, só queria me deliciar com aquele momento.

Ficamos por aqui até a próxima peripécia da juventude com essas sacerdotisas do prazer.