Cuidando da Sobrinha



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Eu sempre gostei de mulheres mais velhas. Sempre mais novas do que eu, claro, mas já com experiência e sem aquela coisa boba de menina nova, sabe? Mas desde que tirei o cabacinho de minha filha que venho pensando diferente. Sentir aquela pele jovem, aquele corpo pequeno e completamente virgem; poder deflorar toda a minha filhinha, tirar seu cabacinho, ser o primeiro a penetrar sua bucetinha tão apertada, foi maravilhoso! E desde então que meus olhares passaram a pertencer as novinhas, ninfetas, inocentes e virgens!

Fico um pouco receoso porque sei que isso não é certo. Eu, um homem de quase 40 anos, me interessando por meninas que tem idade pra ser minha filha… Em outros tempos eu acharia nojento, repugnante, mas hoje só consigo me excitar com essa ideia cada vez mais. Sempre fodo a minha mulher, todas as noites com o pau estourando de tesão, pensando nos peitinhos recém formados de minha filha, na sua bucetinha pequena e com poucos pêlos, no cheirinho de sua buceta recém deflorada, no seu cuzinho virgem que eu ainda vou usar… É uma delícia! E sempre que posso eu cuido da minha menininha… Mas hoje não estou aqui pra falar dela.

Dias atrás recebi um ligação de meu irmão. Nunca contei, mas eu tenho um irmão mais novo… é meu irmão por parte de pai. Um filho que meu pai teve fora do casamento, poucos anos depois de se casar com a minha mãe. Bom, na infância nós não éramos muito próximos por conta de uma certa rivalidade que existia, mas depois de adultos nos aproximamos e nos tornamos amigos mais que irmãos. Até que ele se casou, eu também, e cada um foi viver sua vida de pai de família. Já havia um tempo que não o via, pois ele foi para um outra cidade, a última vez que o vi meu filho mais novo ainda era bebê de colo, e fiquei muito feliz quando ele me ligou me convidando pra passar uns dias em sua casa.

Ele estava se separando de sua mulher, estava tentando voltar a vida de solteiro e também se divertir mais com os amigos, e então eu fui, já estava na hora de tirar minha férias mesmo e aproveitei. Fiquei um pouco triste porque ia ficar uns dias sem brincar com a minha filhinha, mas contente porque ia rever meu irmão depois de tanto tempo.

Na primeira semana foi tudo tranquilo. A noite sempre aparecia por lá mais alguns amigos de meu irmão, a gente enchia a cara, assistia jogos, jogava vídeo game e as vezes baralho. Pode parecer algo sem graça, mas pra nós que vivemos numa rotina de pai de família por anos isso é maravilhoso. Nós também fomos pra noitada, arrumamos algumas mulheres e levamos para o apt de meu irmão​. Foi em uma dessas noites que tive minha primeira experiência em uma casa de swing, mas isso é história para outro conto. Tava tudo bom demais até que aparece a ex mulher de meu irmão com a filha deles, pedindo para a menina ficar lá por uns dias até ela se recuperar de uma doença que pegou. Claro que meu irmão não recusou, é filha dele, é também responsabilidade dele, mas é claro que os planos de continuar na vida de solteiro sem responsabilidades fracassou, né, pelo menos dentro de casa…

Fazia tempo também que eu não via a menina, Isabela o nome dela, Isa. A última vez que eu a vi ainda era uma pirralha que não deixava ninguém fazer nada e queria atenção só pra ela, era um saco! Mas agora ela estava diferente, agora é uma moça linda. No início de sua adolescência, com seus seios já grandinhos para a sua idade, um corpinho pequeno e magro, mas firme. Um bumbum arrebitado, grande, mas nada exagerado, redondinho. Pele branquinha, macia, levemente avermelhada pelo sol, perfeita pra ser marcada. Cabelos castanhos claros, um rostinho quase angelical. A menina é uma delícia! Eu fiquei de pau duro assim que eu vi, claro que tentei disfarçar de todas as formas, mas meu irmão viu mas não desconfiou, ele sabia que com a gente sozinhos ali era assim o tempo todo e não estávamos esperando a menina.

A menina foi um doce, muito educada e delicada, diferente de alguns anos atrás… Não nos dava trabalho. A noite a gente esperava ela dormir e saíamos. Dentro de alguns dias ela já estava próxima de mim como era quando era pequena e por mais que ela fosse uma delícia eu não pensava em fazer nada com ela, sabia que seria impossível. Um dia ela estava mexendo em seu celular e ria parecendo entretida com algo na tela do aparelho, fiquei a observando e tentando descobrir o que ela estava assistindo, até que perguntei

– O que tá assistindo de tão engraçado, hein, Isa? – Ela não respondeu, só me olhou e deu de ombros. – Ih, Luíz, Isabela deve tá cheia dos namoradinhos, olha como ela rir pra tela do celular. – Falei mais alto para o meu irmão, que estava na cozinha, ouvir. Falei brincando mas a menina ficou irritada, se levantou de onde estava e se aproximou de mim, sentando no meu colo para me mostrar o que tava assistindo no celular.

Ela se sentou sobre minhas coxas, na verdade só se apoiou, não chegou a sentar mesmo e me mostrou um vídeo, parecia ser algo no YouTube, de um rapaz falando um monte de besteiras… Jovens! Mas me interessei e puxei ela pra se acomodar em meu colo. Na hora não teve maldade, mas assim que a bunda macia e arrebitada dela encostou no meu pau eu não aguentei. Meu caralho ficou duro na hora, quase explodindo dentro da cueca, latejando de tanto tesão. Eu queria tirar ela de meu colo, não queria que ela pensasse mal de mim, mas tava gostoso sentir a pressão de sua bunda virgem em meu pau.

A menina sentiu minha ereção e se mexeu tentando ajeitar sua bunda em meu caralho, percebia que estava incomodada e que aquilo era na inocência, o que deixava tudo mais gostoso. Que delícia que era aquela menina inocente esfregando sem querer a sua bunda no meu cacete duro e já completamente babado… Ah, que delícia! Não demorou muito e ela saiu, se sentando no braço do sofá ao meu lado. Minha vontade era puxar ela de novo e fazer ela esfregar aquela bundinha no meu cacete com vontade, sem parar. Que delícia de menina! Ela não parava de olhar para o volume na minha bermuda, não era com maldade, se notava que ela estava curiosa, de forma inocente… Uma delicinha.

Eu prontamente deixei ela olhar meu volume a vontade e quando meu irmão voltou eu me levantei e fui para o banheiro bater uma pensando na minha sobrinha, naquela bunda, na sua boquilha carnuda e pequena sobre o meu pau. Depois desse dia ela sempre se sentava no meu colo, no começo dava pra notar que era na inocência, coisa de sobrinha com tio, mas depois de um tempo eu percebi que ela estava gostando. Ela se sentava no meu colo, se empinava todinha e se mexia muito sobre o meu caralho duro até encontrar uma boa posição e encaixar meu cacete entre suas pernas pra ficar esfregando sua bucetinha virgem. Era uma delícia pra mim e acredito que pra ela. As vezes ela usava uns shorts bem fininhos de dormir, e eu conseguia sentir o calor e a umidade de sua bucetinha contra o meu pau enquanto ela se esfregava e gemia baixinho toda arrepiada. Muitas vezes ela se sentava em meu colo bem na frente de seu pai e se esfregava discretamente em mim, era uma delícia. E era melhor ainda aquela cumplicidade que passou a existir entre a gente, sabe?

Certo dia eu acordei de manhã, meu irmão ainda não tinha chegado em casa da farra; eu voltei cedo pois bebi demais e não tava me sentindo bem, mas meu irmão pelo visto estava se divertindo muito! Preparei um café da manhã e deixei na mesa pra quando minha sobrinha acordasse. Não comi muito pois ainda não estava muito bem, e fui pra sala assistir o jornal da manhã. Não demorou muito e minha sobrinha acordou, fez sua higiene e veio para sala. Ela ainda estava sonolenta, era de perceber, vestia uma camisola que ia até metade de suas coxas e tinha estampa da Minnie, bem menininha mesmo. Ela se aproximou e se sentou no meu colo, acho que ela no queria dormir mas meu pau como sempre seu sinal de vida.

Eu vestia só uma samba canção sem cueca por baixo e meu pau estava bem duro, parecia que ia explodir o tecido. Ela se acomodou e começou a esfregar sua bucetinha no meu caralho. A essa altura já não era mais devagarinho e discretamente, já éramos cúmplices e ela se esfregava sem vergonha, com vontade, gemia feito uma putinha safada. Mas dessa vez eu conseguia sentir ainda mais a sua umidade e o calor da sua buceta, desconfiei que ela estivesse sem calcinha e como já era de costume eu alisar e fazer uma carinho entre suas pernas, eu coloquei a mão e senti. Ah, que delícia! Senti sua bucetinha completamente desnuda, melada e molhadinha.

Ela fechou as pernas assim que eu toquei em sua buceta. – Shhh, calma, princesa. Titio não vai machucar você, titio vai cuidar de você, meu bem.- Comecei a acariciar sua bucetinha ainda com ela de pernas fechadas, tentava passar meus dedos por toda a extensão daquela racha encharcada. Estava realmente muito melada, encharcada… Que putinha que é a minha sobrinha. rs. – Vai, abre as pernas para o tio, abre. – Disse beijando o pescoço dela, seus ombros, sua nuca, bem devagarinho enquanto passeava com meus dedos por toda extensão de sua buceta. Ela ficou toda molinha no meu colo e abriu as pernas. Eu não perdi tempo, sabia que ela estava com tesão tanto quanto eu e pousei meus dedos no seu grelinho, comecei a esfregar com rapidez mas suave pra não machuca, estimulando em círculos. Meu dedos deslizavam facilmente por conta de sua densa umidade.

Minha sobrinha gemia e se contorcia em meu colo. – ai, titio, ai.- Ela gemeu.

– Quer que eu pare? Titio tá te machucando? – Perguntei preocupado.

– Não, titio, tá gostoso, não para… Tá muito gostoso! Aaaah… Ai… Titio… – Ela pediu, gemendo gostoso feito uma putinha, se esfregando toda em mim, se entregando ao prazer que eu tava lhe proporcionando. Até que ouvimos barulho no corredor e logo a porta sendo destrancada, era meu irmão! Merda! Afastei a mão de sua bucetinha com muita dificuldade, querendo continuar, ela fechou as pernas e ficou assustada. Fiz ela encostar suas costas em meu peitoral e fingir estar sonolenta. Meu irmão entrou, falou com a gente e se jogou no sofá, estava bêbado e cansado… Logo adormeceu.

Eu chupei meus dedos que estavam completamente melados com o melzinho de minha sobrinha, sentia o gostinho de sua bucetinha virgem, que delícia! – Que delícia é o seu gostinho, Isa. Hmmmm! – Falei perto do ouvido dela, ela se arrepiou e fez pressão com a sua bunda em meu caralho. Já estava a muito tempo de pau duro, queria gozar, mas se demorasse muito ia perder a ereção. Sabia que mesmo que meu irmão não estivesse ali seria difícil fazer algo com ela, mas com meu irmão ali dormindo bem na nossa frente talvez fosse mais fácil.

Segurei minha sobrinha pela cintura, fiz ela levantar um pouco corpo e abaixei um pouco a samba canção, o suficiente para o meu pau saltar pra fora todo babado, pulsando, dando pulinhos. Ela olhou pra traz quando meu caralho bateu em suas costas, eu não deixei ela ver muito e a puxei pra se sentar de novo, encaixando meu caralho entre suas pernas. Ela fechou as pernas assim que sentiu, com tanta força que eu quase gozei com a pressão da pele macia de suas coxas contra a minha carne quente e dura. – Shhh, quietinha… Você sabe que o titio não machuca. Se esfrega em mim, vai, vai ser tão gostoso quanto antes… – Disse segurando na cinturinha dela e fazendo ela rebolar devagarinho. Podia sentir toda a extensão de sua bucetinha contra o meu caralho, se esfregando no meu cacete, melando toda minha extensão. Ela se arrepiava todinha, se empinava e aos poucos ia rebolando com mais vontade, mais rapidez.

Ela já rebolava para cima e para baixo, como se estivesse sentando e cavalgando no meu caralho. Sua bucetinha pressionava meu cacete, se esfregando, o melando todinho. Na posição que estávamos, do jeito que estávamos, se ela não fosse virgem meu caralho a penetrava com facilidade, pois sempre sentia a cabeça do meu caralho pressionar a entradinha de sua buceta, mas seu buraquinho apertado o expulsava. Era uma delícia, uma sensação deliciosa, uma prazer maravilhoso. O melhor de tudo era que meu irmão estava bem ali, dormindo de frente pra gente enquanto a gente se divertia… rs. A essa altura eu já segurava nos seios de minha sobrinha, que eram tão grandinhos, redondinhos e durinhos, beslicava seus mamilos com suavidade e ela se arrepiava todinha, gemia, se esfregava cada vez mais contra o meu cacete. Percebi que ela estava prestes a gozar quando sua bucetinha começou a piscar descontroladamente contra meu pau e ela começou a gemer mais alto. Tapei sua boca com uma de minhas mãos tentando abafar seus gemidos, seu corpo tremeu sobre o meu e ela gozou. Foi tão gostoso que quando eu percebi já tinha gozado também. Meu corpo estava tremendo com espasmos que parecia que não queriam parar e eu me esforcei pra não gemer alto mas foi quase impossível. Meu irmão nessa hora abriu os olhos, eu já não estava com as mãos em minha sobrinha. Ele levantou e eu fiquei com medo na hora, pensando no pior, mas ele foi para o seu quarto e provavelmente se jogou na cama e voltou a dormir.

Minha sobrinha estava com a frente de sua camisola toda molhada com a minha porra, ela levantou sem dizer nada e eu também não disse, e foi para o banheiro. Eu me ajeitei e fui para o quarto em que estava. Tinha sido uma das melhores esporradas e meu corpo ainda tremia, talvez fosse por conta adrenalina, não sei, mas foi gostoso demais.

Depois desse dia minha sobrinha passou a se sentar no meu corpo com menos frequência e quando o fazia era bem comportada, acho que ela ficou com medo do pai ter visto naquele dia e eu também, mas se ele tivesse visto ele ia falar, né? Bom, eu acho e como conheço meu irmão acho que ele ia me matar. Meus dias ali já estavam acabando, já estava me preparando pra voltar pra casa, aliás, eu também tenho responsabilidades. No nosso último final de semana juntos, última sexta feira, meu irmão queria muito sair, mas eu já estava cansado, não tinha mais tanto pique assim que nem ele, apensar dele ser apenas alguns anos mais novo que eu. Então ele saiu e eu fiquei em casa com a minha sobrinha. Não estava esperando nada já que ela estava um pouco afastada e eu nunca a forcei a nada, está claro aqui que foi sempre ela que procurou…

Fui para o meu quarto, me deitei, estava cansado, quando minha sobrinha entra calada e parecia nervosa, agitada. – Tá tudo bem, Isa? – Perguntei preocupado. Ela vestia uma camisola parecida com a de antes, daquele dia, mas essa não tinha estampa, era toda rosa mas ainda muito infantil.

– Tá tudo bem sim, tio. – Ela respondeu com a voz calma. Então relaxei. Tentei me concentrar no que passava na TV ali do quarto, mas ela ficou ali me olhando e aquilo me incomodou. – O que é, Isa? O que você quer? – Perguntei incomodado. Ela demorou pra responder e quando ia perguntar de novo ela disse:

– Quero brincar, titio, como naquele dia… – Ela respondeu baixinho, envergonhada. Na mesma hora meu pau pulsou e ficou a ponto de bala. Bati no espaço vazio ao meu lado na cama, a chamando. – Você tem certeza? – Perguntei curioso e preocupado, mas cheio de tesão, louco pra sentir aquela menininha de novo. Ela veio e só balançou a cabeça dizendo que sim. Ela subiu na cama e fez com que ia se sentar em meu corpo, eu segurei ela e a fiz se deitar na cama. – Hoje a brincadeira vai ser diferente… – Comecei a subir sua camisolinha, no começo ela hesitou l, mas logo deixou. Tirei, a deixando completamente nua.

Que delícia, que visão! Seus peitinhos com bicos rosados e pequenos, um deles era até invertido, pra dentro, não sei explicar. Mas seus peitos eram redondinhos, duros, firmes, arrebitados. Sua bucetinha não tinha pêlos e quando abri suas pernas quase gozei. Que bucetinha mais linda, toda rosinha, pequena, tão pequeninha e apertada. Na mesma hora pensei em como meu cacete ia entrar ali, não tenho um pau muito grande, é mediano, mas é grosso e cabeçudo, ia fazer um estrago, eu teria que ser muito carinhoso com a minha sobrinha, pois sua buceta era muito pequeninha, mas era uma delícia. Comecei acariciar aquela obra prima, ela já estava completamente molhadinha, meus dedos deslizavam fácil para cima e para baixo, por toda extensão de sua grutinha, mas sempre estimulando seu grelinho. Eu estava salivando, com água na boca, louco pra sentir seu gostinho direto da fonte. Ela suspirava, gemia baixinho, seu corpo estremecia, ela estava completamente entregue.

Então eu cai de boca, lambendo a bucetinha de minha sobrinha, passado a língua por toda extensão, sem deixar escapar nenhum pedacinho, nenhum cantinho. A menina gemeu alto e seu corpo tremeu assim que minha língua quente, macia e molhada, a tocou. Eu descia e subia a língua, sua bucetinha era tão pequena que se eu abrisse a boca conseguia abocanhar toda sua extensão. Pousei minha língua em seu grelinho e comecei a estimular bem devagar, minha sobrinha erguia a cintura para pressionar seu sexo contra meu rosto e minha boca, como se pedisse mais. – Ai titio, não para, vai… Assim… Que gostoso, titio… Você é tão bonzinho comigo… Amo você, titio… – Eu a chupava com mais rapidez, esfregando minha língua em seu grelinho, suave pra não machucar, mas firme, com vontade.

Uma de minhas mãos apertava seu seio e beliscava seu mamilo delicadamente, enquanto a outra mão passeava por sua bucetinha. Eu pressionava levemente meu dedo indicador na entradinha de sua buceta apertada, ameaçava penetrar e ela gostava disso, pois mexia o corpo pra baixo, como se estivesse pedindo para eu a penetrar. Ela estava completamente encharcada e numa dessas o meu dedo entrou até a metade em sua buceta, ela gemeu de dor, mas começou a rebolar. Eu fiquei com meu dedo parado dentro dela, só sentindo ela rebolar feito uma puta enquanto chupava seu grelinho inchado e durinho. Então logo comecei a fazer vai e vem dentro de sua buceta, ela gemia alto e sua bucetinha piscava e mordiscava o meu dedo, e piscava em minha língua. Passei a massagear seu anelzinho com meu dedo polegar enquanto fodia sua bucetinha gulosa. Que cuzinho lindo que ela tem, rosinha igual sua bucetinha, pequeno, apertadinho, cheio de preguinhas. Que delícia!

Eu já socava meu dedo com força naquela buceta gulosa, sugava seu grelinho, esfregava minha língua nele e o pressionava suave. Seu clitóris estava tão duro que parecia que ia estourar, aliás, meu pau também estava assim, eu soltei seu seio e passei a me masturbar enquanto cuidava da minha sobrinha. Sua bucetinha piscava sem parar e minha sobrinha gemia cada vez mais alto, até que seu corpo todo tremeu, ela fechou as pernas com força apertando e prendendo minha cabeça, eu percebi que ela ia gozar e tirei meu dedo de dentro dela, mas continuei a chupando até seu último espasmo. Não demorou muito e eu gozei também sujando meu lençol com a minha porra.

Eu deitei do lado de minha sobrinha, ela estava molinha e com um sorriso no rosto. Ela me olhou com uma carinha de puta que me deixou louco, doido pra foder aquele menininha. – Nossa, titio! Isso foi muito gostoso… Você é tão bonzinho comigo. – Ela disse manhosa, tocando seu corpo, mexendo em sua bucetinha e se surpreendendo com sua umidade. Eu ri, era engraçado, mas ao mesmo tempo gostoso demais presenciar sua inocência. – Eu também posso fazer isso em mim? – Ela perguntou curiosa

– Pode sim, você pode se tocar, é assim, ó. – Aproveitei que sua mão estava sobre sua bucetinha, segurei nela, a fiz tocar em seu próprio grelinho e começar o estimular. Ela ficou assim por um tempo e não demorou muito pra ficar ofegante e acelerar os movimentos sobre seu clitóris. Até que ela parou e perguntou:

– E eu posso fazer em você também, titio?