Camila – Amante



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Mantenho a minha relação com Carlos,mima-me com presentes e algum dinheiro, continuo a ser visita da casa e Joana nem desconfia que a sua melhor amiga lhe anda a encornar a mãe, excitame e sinto perversa, quando oiço os elogios da mãe sobre a nossa amizade e sermos duas meninas ajuizadas nos tempos que correm.
È desesperante conseguir estar com ele como eu quero, os nossos encontros dependem muito da vida familiar dele o que me deixa, ciumenta e cheia de tesão. És uma menina de “alimento “ graceja ele quando lhe digo que me sinto como uma gata com o cio, já só falta roçar a xaninha pelas paredes. Recebo uma mensagem do Carlos “Sábado depois das 10H estou só “. Dou um salto de alegria, feito doida. Sábado, tomo um duche, depilo a xerequinha, uso o perfume que me ofereceu é igual ao da mulher, assim não há possibilidade de haver aromas diferentes,, escolho uma calcinha fio dental, uma saia justa e curtinha e termino com um min-top, quero ir bem sexy, olho-me no espelho, estou linda como sempre. Assim que abre a porta e vejo que está só de boxers, salto para o colo dele, passo as minhas pernas na sua cintura e beijo-o com fúria, as mãos dele assentam nas minhas nádegas abrindoas com força. Estou cheio de tesão querida, leva-me para o quarto dele, continua enlaçada nele e beijamo-nos de forma selvagem, como dois animais que se soltaram das jaulas, caímos na cama, fico sobre ele, quase me arranca o top, segura os meus mamilos e aperta-os. Arranca-me um grito profundo, roda e é ele que fica agora por cima, segura-me pela cintua e coloca-me de quatro e com as mãos abre-me as nádegas, desvia a fitinha da calcinha e beija o botãozinho rosado. Vais meter no meu bumbum ? Sim amor estou cheio de saudades deste rabinho delicioso, abre tu o rabinho para mim.Arrancame a calcinha, beijme as nádegas uma e depois a outra, mantenho-as separadinhas, ele espalha o creme e sempre que passa pelo cuzinho pisco o botãozinho. Posiciona o membro na entradinha, pressiona um pouco, e a cabeça da vara entra. Solto um gemido, rebolo um pouco o rabinho e pressiono-o contra o pau, entra quase todo, começa a socar lentamente até entrar todo, sinto os pentelhos roçarem as minhas nádegas. Está todo diz ele. Fode-o agora, quero-te dentro de mim. Ele enraba-me primeiro com lentos e pequenos movimentos de vaivém, depois segura a minha cintura, a vara desliza dentro de mim, sinto o cuzinho alargar. Soca cada vez mais rápido e fundo.
Começo a gritar, ele não para o cacete entra e quase sai todo do meu rabinho, tento escapar, mas ele segura-me com força. Estás a arrombar o meu rabinho!! Aguenta todo, soca agora de uma forma mais violenta, não aguento e desabo na cama o peso dele nas minhas costas quase me corta a respiração, ele continua a socar de forma bruta. Grito: Carlos …estás a arrombar-me toda brutooooo… Ele continua indiferente ás minhas suplicas e continua a socar. Exausta, quase não consigo falar. Pára…pára…assim nãoooo… ..Meu Deus…não aguento mais. Ele só pára quando com um urro animalesco se esporra dentro do meu cuzinho. A verdade é que começo a gostar de ser possuída desta forma, bruta e selvagem, não sei explicar porquê, mas gosto do sentir da vara dura entrar dentro de mim, a dor que se desvanece e se transforma em prazer. Ele tira o pau do meu cú e sinto-me mole, quebrada, um sentimento de tranquilidade mas também de submissão percorre o meu corpo. Deitado ao meu lado, recupera do esforço, deixo-me estar conforme ele me deixou, Foi bom querida ? Viro a cara na sua direcção, demoro um pouco a responder. Então ? Insiste. Foi violento…mas adorei, sabes Carlos cada vez gosto de me entregar a ti. Também eu amor… Se…se…bom tu sabes…. eu ficava contigo para sempre. È melhor assim… gosto mais de ser a tua amante….. a tua…putinha. Ele ri-se, levanta e vai tomar um duche, eu deixo-me ficar mais um pouco a desfrutar da cama onde a encornada dorme.