Lucrando com o cú do meu filho



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Olá, meu nome é Paulo e tenho 43 anos, sou caminhoneiro e vou contar aqui como descobrir uma forma de ganhar dinheiro usando meu filho.

Eu sou casado com uma mulher incrível, temos 2 filhos, o Pedro de 11 anos e o murilo de 9. Eu passo bastante tempo fora por causa de meu trabalho, dependendo do destino e da carga, até semanas. Acho que por causa dessa ausência de uma presença masculina forte, meus filhos começaram a ficar moles e cheios de frescura. A mãe deles mimava demais os meninos, e eu estava começando a ver os efeitos dessa criação. Eles ficavam o tempo todo dançando músicas da Anita, andavam de um jeito meio afeminado chegando até a rebolar, e o jeito de falar cheios de viadagens… Mas a gota d’agua foi quando eu flagrei o Pedro enfiando uma cenoura enorme na bunda. Eu briguei com a minha mulher, culpei ela por nossos filhos estarem virando viados, e ela culpou a mim por estar sempre ausente. Decidi que iria ensinar meus filhos a serem machos como o pai! Iria levar-los comigo mas viagens perto, iria mostrar pra eles o universo masculino longe da saia da mãe. Assim que as férias se iniciaram, peguei uma carga de soja do porto de santos até Goiás, a viagem de ida e volta demoraria quase 1 semana. Antes de viajarmos o murilo pegou uma virose e não poderia vir conosco, mas o Pedro não escapou. Acordei ele de 5 horas da manhã, e sob reclamações saímos 10 minutos depois. No caminhão ele reclamava de sono e que eu não tinha dado tempo pra ele tomar café, ele deveria esperar até chegarmos no cais, nada de comidinha fácil da mamãe. Descemos a serra e chegamos no porto, enquanto o caminhão carregava a carga eu o levei no barzinho que tinha lá para os caminhoneiros. Pedi nosso café, Pedro comeu tudo e pediu pra ir no banheiro.

-pai, me leva no banheiro? Tô apertado!
-Pedro, você já é um rapaz, deve aprender a se virar sozinho! Ali tem um banheiro – apontei o lugar e o Pedro foi e demorou quase meia hora, entrava caminhoneiro, saia caminhoneiro do banheiro e nada do meu filho, decidi ir ver se ele estava com dor de barriga ou passando mal. Antes de eu entrar no banheiro saiu um estivador que trabalha no porto, todo feliz da vida.

-Pedro, filho? Você tá bem?
-tô pai! Já tô saindo…

Ele estava dentro de uma das cabines, devia estar fazendo cocô. Esperei do lado de fora da cabine até que ele saiu todo feliz.

-tá com dor de barriga? Isso que dá comer rápido daquele jeito!
-Não, tô bem. Tava fazendo cocô…
-Da próxima vez tente ser mais rápido, o caminhão tá quase carregado!
-sim, senhor! Pai, vi uma lojinha do lado do bar, podemos ir lá?
-não trouxe dinheiro pra comprar bobagens, só pra nossas despesas da viagem!
-eu tenho dinheiro.
-onde você arrumou esse dinheiro?
-ehhhh… anh… A mamãe me deu!

Fiquei meio bravo com a atitude da minha mulher, mesmo longe ela estava mimando o garoto. Enquanto ele estava na loja de conveniência da parada, liguei pra minha esposa pra reclamar com ela:

-alô?
-alô, Marcela! Pra que você deu dinheiro pro Paulo? Tô tentando mostrar pra ele como o mundo é difícil pra ele se tornar um homem e você…-Ela me interrompe dizendo:

-que dinheiro, Paulo? Eu não dei nada pro Pedro!

Se a minha mulher não tinha dado dinheiro pra ele, onde ele arrumou aquela nota de 50 reais?
Ele comprou várias besteiras na loja, um monte de salgadinhos, balas, chiclete e chocolates. Gastou quase todo o dinheiro. Eu tinha que descobrir como ele havia ganhado aquele dinheiro, mas se eu perguntasse ele iria mentir, por enquanto ficarei em silêncio, na hora certa eu pergunto. Iniciamos a viagem, somente eu e meu garoto numa estrada. Tentei puxar assunto com ele no caminho, conhecer mais meu filho, mas ele só reclamava da viagem e eu agradeci a Deus quando ele dormiu. 4 horas após nossa partida, encostei num posto de gasolina pra almoçarmos, acordei o Pedro e estacionei o caminhão.

-pai eu vou no banheiro!
-espera que eu também vou, tô apertado!

Entramos no banheiro do posto, tinha alguns homens lá. Fui até o mictório e coloquei pra fora a minha jeba, comecei a mijar e vi que o Pedro tinha entrado em um box. Talvez ele tivesse vergonha de mijar na frente de outros homens, mas isso logo iria mudar quando tomássemos banho junto com outros caminhoneiros mais tarde. Terminei de mijar e Pedro ainda demorando dentro do box.

-Pedro, que demora é essa, filho? Você tá aí já faz uns 5 minutos, mijar não demora isso tudo…
-não tô mijando, pai! Tô fazendo cocô!
-denovo? Você fez no porto num faz nem 5 horas, tá com diarréia?
-pai! Olha o Mico! Eu sou assim mesmo, faço aos poucos…
-Vou pra pro restaurante que parei o caminhão na frente, vou comprar nosso almoço, acabando aí vá direto pra lá!
-tá bom pai…

Fui pro restaurante, fiz nossos pratos, pesei e paguei, comi o meu todo e nada do Pedro aparecer, já fazia 40 minutos que eu tinha deixado no banheiro e nada dele. Quando eu fui atrás do meu filho, no caminho do banheiro fui abordado por 2 caras que me levaram todo o dinheiro da viagem, eu não deixava no caminhão com medo de que fosse roubado e por ironia do destino roubaram comigo. Um carro parou, os 2 subiram e se mandaram com todo meu dinheiro. Só aí Pedro apareceu, feliz da vida

-porra, Pedro! Tava cagando um boi?
-eu faço devagar pai! Olha o Mico!
-Mico? Acabei de ser assaltado e perdi todo o dinheiro da viagem, minha carteira com os cartões dentro!
-calma pai, eu tenho dinheiro aqui!

Vi Pedro tirar do bolso 160 reais em notas de 10, 20. chegou a hora de ter uma conversa séria com meu filho sobre esse dinheiro.

-onde você arrumou esse dinheiro, Pedro?
-A mamãe me deu…
-sua mãe não te deu nada! Eu liguei pra ela e perguntei, onde você conseguiu tanto dinheiro?
-foi o vovô que me deu! (E começou a chorar)
-seu avô? É bom isso se verdade, vou ligar agora pro seu avô e perguntar, se for mentira juro por Deus que vou te bater até te virar pelo avesso!

Fui até o caminhão pegar o celular que estava carregando. Quando peguei o celular pra ligar pro meu sogro, ele diz:

-tá bom pai! Eu conto, mas por favor não me bate! Eu imploro!
-se você me disser a verdade eu não te bato!
-Você jura? Da sua palavra?
-juro, agora me diz onde você arrumou esse dinheiro, você roubou de alguém?
-eu ganhei de alguns homens no banheiro…
-que? E por que eles te deram todo esse dinheiro? -ele chorando muito, não conseguia me dizer por medo, abaixou a cabeça e continuou a chorar. Nessa hora eu fiquei com pena do meu filho, e lembrei da minha relação com meu pai, não era amor que eu sentia por ele, era medo. E eu não queria que meu filho sentisse medo de mim. O abracei forte, e disse:

-Filho, pode confiar em mim, eu te amo e sou seu pai. Ninguém nesse mundo vai te amar como eu, haja o que houver.

Ele me abraça e diz:

-Eu tentei mudar, tentei ser diferente pra agradar o senhor e a mamãe, mas eu não consigo.
-mudar o que filho? Você não precisa mudar nada por ninguém, você é um garoto maravilhoso.
-eu sou Gay, pai! Eu gosto de transar com homens! Os homens no banheiro me pagaram pra chupar os pintos deles. Me desculpa, mas eu gosto de fazer isso.

Aquilo havia me chocado, confesso que quando ouvi aquilo senti raiva, mas depois entendi que não dá pra mudar isso e o jeito era aceitar meu filho.

-filho, mesmo se você fosse um ladrão, assassino, um Gay, se prostituísse por dinheiro, nada disso importa. Um pai sempre vai amar o filho.

Fomos na delegacia prestar queixa do assalto e acionar o seguro. Após resolvemos tudo voltamos pra nossa viagem. No caminho ficamos num silêncio estranho, na minha mente passava mil coisas, entre elas a questão do dinheiro. Eu só estava com o dinheiro que o Pedro havia me dado, até o dinheiro do seguro sair seria tarde para ajudar na viagem e eu estava sem os cartões. Dentro da minha cabeça eu conversa comigo mesmo:

-já que ele gosta, bem que ele poderia conseguir mais dinheiro.
-ele só tem 11 anos!
-vai dar uma de santo agora? Quantos meninos e meninas você já comeu com essa idade nas paradas de caminhão?
-mas é meu filho!
-ele já deve tá de cú largo, esqueceu da cenoura que ele cravava no rabo? Era enorme!
-Preciso conversar com ele antes…

-filho…
-Oi pai?
-Quero conversar mais com você sobre essa história de ser Gay.
-…
-Você já tinha feito essas coisas antes? Com outros meninos?
-…
-Pode falar filho, não vou brigar com você.
-Já sim pai, mas nunca fiz com outro menino, só com homens.
-com quem?
-lembra do meu amigo leo?
-Sim, vocês estudavam juntos, mas ele se mudou com a família pra Bahia.
-O pai dele que fazia comigo.
-ele te forçava?
-não…
-Pode contar filho, não vou brigar.
-um dia o Leo me disse que chupava o pinto do pai dele e era muito bom, aí um dia ele me chamou pra ver. O pai dele tava nu na cozinha e tava com o pinto bem duro. Eu provei e gostei, depois ele me comeu, doeu muito no dia, mas depois ficou gostoso.
-Quando foi isso?
-Eu tinha uns 9 anos, a gente fazia isso sempre até eles irem embora 6 meses atrás.
-Você passou mais de 1 ano sendo a putinha do pai do seu amigo!
-As vezes o pai dele levava uns amigos e eu e o Leo dava pra todos eles. Depois que eles foram embora eu senti muita falta, aí eu comecei a usar cenouras, foi quando o senhor me viu.

Confesso que aquele relato deixou meu pau duro como aço, e certamente o Pedro percebeu, minha bermuda armada.

-filho, estamos sem dinheiro, já que você gosta tanto de fazer essas coisas… -eu estava sem coragem de pedir para meu filho se prostituir pra arranjar dinheiro pra mim.
-O senhor quer que eu consiga dinheiro?
-Você faria isso?
-se o senhor não achar ruim, sim, eu iria adorar.
-Então eu não vou achar ruim, vamos parar na próxima parada para pernoitar, lá tem um banheirão para os caminhoneiros tomarem banho…

Estacionei o caminhão, pegamos nossas toalhas e fomos para o banheiro. Tinha 4 homens lá, todos entra 25 e 40 anos, nenhum gordo, um deles era barbudo e peludo, outro tinha cabelo longo, outro era loiro e o último um moreno forte. A área dos chuveiros não havia divisórias, eles tomavam banho lado a lado. Pedro tirou a roupa numa velocidade e correu pro chuveiro no meio dos homens. Enquanto eu arrumava nossas coisas no acento do banheiro e tirava a roupa, Pedro provocava os homens ficando de quatro no chão brincando com o sabonete, empinando bem a bunda, dava umas reboladas e olhava para os homens com cara de safado. Não demorou muito pRa os cacete começarem a subir. Eram bem grandes, o do moreno parecia ter uns 23cm, e os outros pareciam estar entre 17cm e 19cm. Me juntei a eles no chuveiro, eles me olhavam esperando aprovação.

-Quem quiser só pagar!
-quanto? -perguntou o cabeludo com o pau na mão.
-Pra comer é 50, só boquete é 20.

Na mesma hora eles foram até seus pertences pegar o dinheiro. Eles não acharam estranho, pois esse tipo de prostituição é comum entre os caminhoneiros, eu mesmo já havia comido muitos meninos mas minhas andanças pelo mundo. Eles pagaram 50 cada, os 4 queiram comer o meu garoto. Fomos eu, meu filho e meu loiro para um box para deficiente físico, tinha um espaço bem grande, lá dentro tinha apenas uma privada. Vendo meu filho nu, sentado na privada chupando o loiro, fez meu pau subir. Ele sabia chupar como uma puta profissional, após melar bem aquela rola cor de rosa, ele vira o rabinho bem empinado e espera pra ser comido enquanto o loiro coloca a camisinha. Vi a rola sumir no cú do meu filho que a acolheu sorrindo e gemendo. O loiro fodia forte gemendo rápido, Pedro olhava pra mim e pra meu pau e lambia os beiços. Me deixei levar pelo tesão do momento e atolei a rola na boca do meu garoto, que gulosamente abocanhou quase metade. Os outros homens batiam na porta:

-agiliza aí, daqui a pouco vai encher o banheiro!

O loiro não demorou muito pra gozar e saiu do box, assim que ele saiu os homens impacientes entraram os 3 no box.

-Sou eu!
-eu vou agora!
-nada disso, eu sou o próximo!
-eu que vou, já já enche de gente o banheiro, quero fazer e sair logo daqui!

Pedro interrompe eles e diz:
-entrem todos! Vamos revezando, não será a primeira vez que vou levar várias rolas.

Todos entraram e fechamos a porta, apesar de ser um box grande, ficou um pouco apertado pra 4 homens adultos e o Pedro. O moreno pega pedro no colo, que segura em seu pescoço e encaixa as pernas em seus braços ficando na posição de frango assado pendurado. O moreno não foi piedoso, fudeo aquele cuzinho com uma fúria e vigor que Jamais havia visto. A expressão de Pedro era de prazer. Senti uma mão pegar meu pau duro, quando olhei pro lado, o barbudo e o cabeludo fazendo mão amiga e se beijando. Acabei me juntando a eles nesse clima de putaria. Eles iam reversando o cú do meu filho, quando gozavam no rostinho dele saiam do box e iam embora, até testar apenas eu e meu filho Pedro.

-Nossa filho, acabamos por hoje. Fizemos 200 reais em 40 minutinhos.
-Ainda não acabei! Falta abaixar esse seu pauzão aí!

Pedro vem até mim, pega no meu pau e inicia um boquete delicioso, assim que ele baba bem no pau, fica de joelhos em cima da privada, quando eu pego a camisinha pra encapar meu pau, Pedro diz:

-Não! O senhor eu quero sem camisinha, quero seu leite quente dentro do meu cú.

Aquilo me deu um tesão do caralho, ver meu viadinho querendo leite do papai no rabo. Enfiei meu pau naquele furico que estava bem lubrificado das camisinhas e cuspidas dos outros machos. Foi deslizando pra dentro sem dificuldade, sentia aquele cuzinho guloso e quente engolindo minha rola. Segurei nas ancas do meu filho e fodi como nunca. Ele rebolava com a minha rola cravada no cú é dúzia:

-aaaaainnn papai! Num para papai! Coloca seu caminhão na minha garagem. Aaaaaain isso, papai!

Ficamos lá por quase meia hora, o tesão era tanto que nem percebemos a movimentação fora daquele box. Gozei 3 vezes sem tirar o pau de dentro daquele cuzinho. Estava jorrando porra do cú do meu filho. Já com o tesão amenizado, meu pau finalmente amolece, e saimos do box. Damos de cara com uns 8 homens nos encarando, todos de pau duro.

Não queria que comecem demais o Pedro para não causar nenhum problema no menino, por aquele dia já tínhamos conseguido bastante dinheiro. E as rolas que vi eram de assustar pelo tamanho. Tomamos banho ignorando os olhares dos homens e voltamos pro caminhão.

Esse foi o primeiro dia de viagem, se você quiser que eu continue, só comentar o que achou do nosso relato.